quarta-feira, 29 de abril de 2020

O que é conteúdo duplicado, como identificá-lo e eliminá-lo?

O conteúdo duplicado é um dos problemas que mais afetam negativamente a posição de seu site em mecanismos de busca. Por isso, é importante ter cuidado no momento da criação do conteúdo, pois muitas vezes a duplicidade acontece por falta de conhecimento técnico sobre o assunto.

No entanto, há casos em que o conteúdo é duplicado propositalmente, com a intenção de enganar os sites de busca e ganhar algumas posições no ranking. Mas, nesses casos, se o usuário entra em sites com conteúdos repetidos, ele pode ter uma imagem ruim de sua empresa.

Esse é apenas um exemplo das desvantagens do conteúdo duplicado em seu site. Quer saber mais sobre o assunto e como evitar esse problema? Continue a leitura deste post!

O que é conteúdo duplicado?

O conteúdo duplicado ou repetido é aquele que é copiado e colado, integralmente ou parcialmente, de um site para outro. Em muitos casos, basta que haja algumas linhas semelhantes para que o Google entenda que o conteúdo da página foi copiado de outra.

Esse problema pode ocorrer tanto dentro de um mesmo site quanto em domínios diferentes. Mas, a duplicidade não é aplicada em casos os quais você copia uma matéria e cola em seu site, com as devidas referências. Nesse caso, o Google entende que essa prática foi uma exceção.

Há ainda casos em que o conteúdo é duplicado sem que o webmaster perceba. Nesses casos, o profissional não tem muita experiência e comete uma falha técnica. Por exemplo: o mesmo texto pode ser encontrado nas URLs https://ift.tt/2VKueuZ e https://ift.tt/2SgguGo.

Nesses casos, os mecanismos de busca ficam confusos e entendem que são sites diferentes.

Como identificar o conteúdo duplicado?

Para eliminar esse tipo de erro, a primeira coisa a ser feita é saber identificar conteúdos repetidos no site. Para isso, você deve verificar as variações do domínio de seu site e evitar URLs mal-configuradas, que vão gerar duplicidade na página.

Os títulos e meta tags também devem ser verificados, pois é comum que fiquem duplicados. Para ajudar nessa questão, você pode usar o Google Search Console.

Outro ponto que ajuda a identificar conteúdos duplicados é verificar a existência de versão de impressão para as páginas. Quando os mecanismos de busca não são avisados sobre qual versão deve ter autoridade — página original ou específica para impressão —, eles entendem que há repetição de textos.

Além disso, o Copyscape é uma excelente ferramenta de identificação de plágio, muito útil para identificar esse tipo de erro no site. O Siteliner também pode ajudar nessa questão, pois é capaz de identificar quais e quantas duplicações existem em seu próprio domínio.

Quais são as desvantagens de ter conteúdo duplicado no site?

Sites com conteúdos duplicados são punidos pelo Google e dessa forma, perdem algumas posições no ranking. Quando o problema ocorre em páginas do mesmo domínio, elas vão competir entre si e ambas vão perder posição no ranking, mesmo que estejam com informações relevantes.

Além disso, quando há conteúdos duplicados, os mecanismos de buscam podem ficar confusos e não sabem qual versão que deve ser exibida. Então, caso você tenha distribuído textos em outros canais, é importante verificar se citaram a fonte.

Isso porque o Google é que decide qual site será exibido. Nesses casos, pode não ser o seu, mesmo que você tenha produzido o conteúdo original e divulgado em outros blogs.

Quando a duplicidade é feita de maneira maliciosa e o Google identifica mais conteúdos repetidos do que originais, a punição é mais severa. Nesses casos, os mecanismos de busca podem remover seu site dos índices de resultados, gerando prejuízos para seu negócio.

Como resolver o problema para melhorar o ranqueamento no Google?

Para evitar a duplicação de conteúdo e melhorar o posicionamento do site, você pode tomar algumas medidas para contornar o problema. A seguir, vamos dar algumas dicas para você fazer isso.

Faça o redirecionamento 301

O redirecionamento 301 é uma configuração no servidor de hospedagem do site, que informa ao usuário que a página A agora é página B. Dessa forma, quando alguém entra na página A, ele será automaticamente redirecionado para a página B.

Esse é um direcionamento inteligente que remaneja, além dos usuários, os robôs dos motores de busca para uma nova página. Essa estratégia ajuda a eliminar a competição entre as páginas internas e melhorar o ranqueamento do seu site.

Utilize a tag noindex, follow

Essa tag é utilizada em casos você queira mostrar para os mecanismos de busca que uma página específica pode ser rastreada, mas não indexada nos resultados de pesquisa. A estratégia é bem-vinda quando você tem uma campanha exclusiva para assinantes de seu site e quer que apenas eles encontrem a promoção nas buscas.

Configure parâmetros passivos no Search Console Google

Essa é mais uma maneira de remover o conteúdo duplicado de seu site e consiste em configurar algumas URLs como passivas para o Google. Dessa forma, você “diz” os robôs do mecanismo de busca para ignorar aquela URL que foi informada.

Monitore a distribuição de seu conteúdo em outros sites e blogs

Se você tem o costume de distribuir seu conteúdo em outros canais, é importante monitorar os materiais. Como terão vários sites com o mesmo conteúdo, a página a ser exibida nos resultados de busca pode ser alguma que tenha seu conteúdo duplicado.

Por isso, é importante que os administradores de outras páginas para que eles referenciem seu site, de forma que você não seja punido pelos mecanismos de busca e não perca posições no ranking.

Como você viu, eliminar conteúdos duplicados não é tão difícil, mas essencial para as boas práticas de SEO. Lembrando que o bom posicionamento de seu site é essencial para o aumento das visitas em seu e-commerce para ter um bom volume de vendas e um faturamento alto.

Gostou do post e quer outras dicas para melhorar a estratégias de SEO de seu e-commerce? Fique de olho em mais artigo da Escola de E-commerce!

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

O que é unboxing experience e qual a sua importância?

As empresas de comércio eletrônico têm poucos pontos de contato com seu público-alvo em comparação com companhias tradicionais. Portanto, é vital aproveitar todas as oportunidades para criar uma conexão pessoal com seus clientes. Uma das melhores alternativas é investir na unboxing experience.

A entrega dos produtos é um dos momentos mais importantes para seus esforços de retenção de clientes. Mas o que exatamente é unboxing e como a embalagem pode aumentar a conexão emocional entre marcas e consumidores? Descubra a seguir as melhores práticas para oferecer uma experiência de compra memorável!

O que é unboxing?

Unboxing é a forma como os consumidores desembalam um produto de consumo e documentam o processo por meio de fotos ou vídeos. Por ser algo bastante comum em blogs e redes sociais (principalmente no YouTube), o conteúdo do unboxing se tornou uma mina de ouro para os profissionais de marketing.

O motivo é bem simples: ao incentivar os clientes a compartilhar suas experiências com o produto, a empresa recebe muita publicidade gratuita. Contudo, oferecer um bom produto é apenas o primeiro passo para conquistar o apoio dos fãs e especialistas do segmento.

Marcas conceituadas investem em embalagens únicas, modernas e que adicionam ainda mais valor ao produto. Algumas até adicionam notas pessoais de agradecimento ou selos de exclusividade. Tudo isso torna a experiência algo digno de ser compartilhado.

Existem, inclusive, canais no YouTube focados apenas em divulgar o unboxing de diversos itens — como o Unbox Therapy com mais de 16 milhões de inscritos.

Isso é uma prova de como o consumismo moderno é mais do que apenas o produto, também é sobre a experiência que envolve o ato de comprar.

Por que investir na unboxing experience?

A experiência pós-compra é uma área frequentemente negligenciada no comércio eletrônico. As embalagens personalizadas são, de fato, mais caras do que as caixas tradicionais. Por isso, muitas empresas acreditam que não vale o investimento.

Mas a verdade é que muitas empresas estão perdendo uma enorme oportunidade de influenciar a percepção da marca. Conheça algumas vantagens a seguir:

Preenche a lacuna na experiência do cliente

No comércio eletrônico, o relacionamento entre a marca e o cliente é totalmente virtual. A tangibilidade oferecida pelas lojas físicas é difícil de replicar no varejo online. É aqui que uma experiência memorável de unboxing é vital para criar uma conexão pessoal com seu cliente.

Melhora a imagem da marca

A embalagem de marca é uma ferramenta poderosa para agregar valor à compra — mostrando claramente que o cliente investiu em uma experiência de nível superior e justificando preços mais elevados. Fornecer uma experiência premium de unboxing molda a percepção dos clientes sobre sua marca.

A Apple é a principal referência dessa estratégia. Com um investimento massivo em identidade visual, experiência do cliente e branding, ela pode cobrar valores muito acima da média do mercado — mesmo oferecendo produtos semelhantes.

Como oferecer uma experiência memorável?

Uma embalagem personalizada e adequadamente projetada combina vários elementos diferentes. Aqui estão alguns fatores importantes a serem considerados para criar uma experiência fantástica de unboxing.

Aposte na funcionalidade das embalagens

Uma experiência incrível de unboxing começa com um design funcional. Sua embalagem deve servir ao seu principal objetivo: proteger os itens internos durante o transporte.

Mas, além dessa regra básica, há uma orientação importante: elimine da caixa qualquer elemento supérfluo. Isso inclui o excesso de espaço que, além de reduzir a proteção, deixa o frete mais caro.

Também é um erro pensar que a embalagem precisa de mecanismos ou formatos diferentes. A palavra-chave é simplicidade! Procure organizar de forma coesa, apenas o necessário para colocar o produto em foco.

Dicas

  • A caixa deve proteger o produto e contribuir para uma revelação visual dramática;
  • Elimine tudo o que não tem alguma função prática;
  • Invista nos materiais de embalagens mais eficazes para obter mais com menos.

Personalize cada pacote

Uma maneira de criar uma experiência memorável de unboxing é torná-la pessoal. Crie uma experiência voltada para o destinatário e faça com que seus clientes se sintam especiais. A personalização é algo incomum e se destaca em meio à uniformidade que enfrentamos todos os dias.

Dicas

  • Use o nome do destinatário sempre que possível;
  • Personalize o conteúdo da caixa para atender aos interesses de seu cliente;
  • Inclua notas de agradecimento;
  • Compartilhe informações genuínas sobre sua empresa e as pessoas por trás da compra.

Crie uma emocionante revelação

Quando as pessoas abrem um novo pacote, a curiosidade delas é despertada. Elas estão inconscientemente preparadas para uma surpresa. Você pode aproveitar essa curiosidade e encantar seus clientes, incluindo um pouco de drama no processo.

Dicas

  • Planeje o que será visto em cada etapa do unboxing;
  • Considere maneiras de usar elementos funcionais, como preenchimento ou organização, para contribuir com uma revelação passo a passo.

Tenha um design de embalagem atraente

O design atraente da embalagem motiva as pessoas a fazer escolhas impulsivas — ignorando o pensamento reflexivo e deixando o comprador com a sensação de ter sido recompensado. Ao priorizar o design da embalagem, você pode fazer com que essas influências psicológicas funcionem a seu favor.

Dicas

  • Contrate um designer de embalagens profissional;
  • O design deve representar as preferências visuais do seu público-alvo;
  • Pesquise e tenha em mente a psicologia por trás do design de embalagens.

Mantenha a identidade da marca no centro da embalagem

O processo de unboxing deve atuar como um embaixador da marca para o seu negócio. O design de embalagem e outros elementos da experiência devem refletir a identidade da marca.

Voltando ao exemplo da Apple, suas embalagens refletem a mesma proposta dos produtos: simplicidade, eficiência e qualidade. Assim, o unboxing deve priorizar a criação de uma experiência de marca consistente.

Dicas

  • A experiência deve servir como um anúncio do produto;
  • Inclua o logotipo e o nome da empresa;
  • Evidencie as cores da marca para criar uma associação subconsciente instantânea;
  • Reflita sua proposta de valor por meio do design.

Empacotar adequadamente o seu produto é como dar a alguém um presente de aniversário a cada compra. Todo esse planejamento é necessário para criar a melhor impressão possível no destinatário.

Uma experiência interessante de unboxing é uma maneira fantástica de criar um vínculo positivo com seus clientes — além de incentivar o compartilhamento e novas compras. Portanto, crie um processo que surpreenda, encante e se conecte com o seu público.

Qual empresa, em sua opinião, oferece a melhor experiência de unboxing? Conte nos comentários!

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sexta-feira, 24 de abril de 2020

Como lidar com produtos fora de estoque no e-commerce?

Apesar de todas as alterações no comércio eletrônico serem feitas para melhorar a satisfação do cliente, existem certos desafios que prejudicam seus negócios. Um dos principais problemas está relacionado a produtos fora de estoque.

Além de frustrar os usuários, seu site (com redirecionamentos e páginas fora do ar) também pode ser punido pelos mecanismos de pesquisa. A boa notícia é que podemos utilizar algumas estratégias para reduzir os danos. Descubra, a seguir, como lidar com as páginas de produtos esgotados!

Consequências da falta de estoque para lojas virtuais

Imagine passar horas procurando por um produto. Após vários sites e ofertas, você finalmente descobre uma loja com o modelo perfeito. Ela é confiável, tem o preço competitivo, as fotos e a descrição impecáveis, mas, de repente, uma mensagem surge no meio da tela: produto indisponível!

É possível sentir a decepção do consumidor nesse momento. Isso não é diferente de exibir um produto na vitrine da sua loja física com uma etiqueta: “apenas decorativo”. O problema é que, mesmo ao informar imediatamente que não há estoque, podemos errar na abordagem.

Muitos sites de comércio eletrônico apenas mostram a página do produto praticamente inalterada. Depois, há algumas letras miúdas dizendo que está esgotado ou indisponível. Às vezes, é ainda mais difícil identificar.

Após a péssima surpresa, a primeira ação do usuário é voltar ao Google e procurar outras ofertas. Porém, você não apenas está perdendo um cliente e aumentado sua taxa de abandono, mas associando esse sentimento ruim à sua marca. No futuro, quando o cliente precisar de outro produto similar, qual é a chance de ele voltar ao seu site?

Porém, mesmo com todos os esforços para evitar o problema, sabemos que isso é algo comum — principalmente se você trabalha com produtos de vários tamanhos e estilos. O culpado pode ser uma promoção sazonal ou um problema com fornecedor.

Formas de resolver o problema de estoque esgotado

Para contornar a situação, podemos seguir algumas boas práticas. Listamos as principais a seguir!

Seja rápido

O primeiro passo é informar a falta de estoque de imediato. Não deixe o cliente avaliar o produto (ou ir para o checkout) para, depois, descobrir o problema. Para isso, destaque a informação com letras visíveis. Se apenas um tamanho estiver indisponível, deixe isso claro na página do produto também.

Tirar a página do ar ou fazer redirecionamentos nunca são boas ideias. O cliente sabe qual item estava pesquisando e vai notar que algo está errado. A melhor alternativa é ser honesto com o usuário, explicando com clareza o motivo da falta de estoque (muitas vendas ou produto fora de linha) e indicando outros produtos similares.

Peça o e-mail do visitante

Se o produto estiver temporariamente fora de estoque, uma boa prática é solicitar o e-mail do visitante para informá-lo sobre a reposição. Com isso, você não apenas aumenta suas chances de realizar a venda, como também fortalece sua lista de leads qualificados.

Dê menor prioridade aos itens sem estoque

Você pode ajustar os resultados da pesquisa e gerenciar como as páginas da categoria são exibidas. Quando o usuário faz uma busca em seu site, os itens fora de estoque não podem aparecer no topo.

Para melhorar a experiência de navegação, exiba uma mensagem de falta de estoque nas páginas de pesquisa. Assim, o cliente não perde tempo clicando em um produto indisponível.

Não esconda informações

Se seu produto não estiver disponível, seja muito preciso e claro. Não atrapalhe seu cliente com mensagens e avisos confusos. Um truque que você pode implantar é desativar o botão de adicionar ao carrinho (informando o motivo, claro).

Se seu estoque está chegando ao fim, uma boa ideia é colocar um alerta na página: últimas unidades! Além de ser uma mensagem honesta, você também incentiva a compra imediata.

Sugira produtos alternativos

Assim como já mencionamos, você precisa manter a página no ar para fins de SEO. Nesse caso, além de coletar o e-mail, indique produtos relacionados (normalmente os mais vendidos da categoria).

Adicionar um botão para página inicial também não é uma boa prática de UX, pois o cliente precisa, novamente, pesquisar pelo produto. Se não há itens similares, envie o usuário para a página da categoria ou deixe o telefone/e-mail para contato.

É importante lembrar-se de que essas sugestões não são usadas apenas quando o item está indisponível. Exibir outras opções é um recurso para evitar abandonos.

Aumente o tempo de envio

Há outra técnica que algumas lojas utilizam para produtos que estão temporariamente fora de estoque: aumentam o tempo de envio.

Mas atenção! Utilize esse recurso somente se você tem certeza do prazo de reposição. Vender algo e não entregar no prazo pode piorar (e muito) a situação. Diga o motivo do atraso antes da compra e mostre com clareza quantos dias a mais serão necessários.

Faça pré-encomendas

Para lançamentos ou estoque temporariamente indisponível, você pode configurar pedidos prévios. Essa é uma ótima maneira de capturar seu cliente e não deixá-lo decepcionado. Apenas verifique se sua comunicação é clara e eficaz.

Ter produtos fora de estoque não quer dizer que sua loja tenha falhas operacionais. O problema, na verdade, está em como você trata a situação: sendo honesto e indicando alguma alternativa ou, no pior dos casos, enganando o cliente para conseguir uma venda a qualquer custo (ação que jamais deve ser tomada).

Lembramos você de que todas as lojas vão passar por problemas de estoque. Agora, você tem a oportunidade de criar uma experiência positiva a partir de uma posição de desvantagem. Sua missão é não quebrar o fluxo de compra.

Todo esse cuidado é necessário para aproveitar cada novo visitante — que, com certeza, teve algum custo, seja com SEO ou anúncios. Vale lembrar-se de que o Google monitora as interações em seu site e, portanto, incentivar a navegação, o cadastro e a compra é uma forma de melhorar a relevância do seu domínio.

Mesmo com todas essas medidas para melhorar a experiência do usuário, não podemos esquecer-nos de evitar ao máximo um obstáculo no processo de compra. Descubra agora as melhores dicas para um controle de estoque eficaz!

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quarta-feira, 22 de abril de 2020

Realidade aumentada: o que é, como funciona e como usá-la no e-commerce?

Com os avanços tecnológicos, há diversas ferramentas no mercado que ajudam a melhorar a experiência de compra do consumidor e, dessa forma, potencializar as vendas e o faturamento das empresas. A realidade aumentada é uma dessas novidades, e ela pode trazer diversos benefícios para o e-commerce.

Isso porque a realidade aumentada permite que o consumidor veja mais detalhes do produto disponível na internet, antes de fechar a compra. No entanto, para que ela traga benefícios para o seu negócio, é preciso saber como utilizar corretamente essa tecnologia.

Então, para que você saiba como utilizar esse recurso em seu e-commerce e ter bons resultados, criamos este post. Mas primeiro, vamos explicar o que é a realidade aumentada e como ela funciona.

O que é a realidade aumentada?

A realidade aumentada é uma tecnologia que mistura o ambiente real com o virtual. Dessa forma, é possível ver um objeto e interagir com ele, como se ele estivesse em um ambiente físico.

Por exemplo: se um consumidor acessa sua loja e ela possui a tecnologia de realidade aumentada, ele consegue ver todos os detalhes dos produtos de seu interesse.

Quando uma pessoa visualiza um objeto com o uso da realidade aumentada, ela tem a ilusão de que aquele item está sobreposto ao objeto virtual. Dessa forma, o usuário tem a sensação de ver o objeto pessoalmente.

Como a realidade aumentada funciona?

Embora pareça simples, a realidade virtual necessita de três elementos básicos para funcionar corretamente. Primeiro, é necessário um objeto real com algum tipo de referência, que permita a interpretação e criação do objeto virtual.

É necessário também um dispositivo, como uma câmera, que seja capaz de interpretar o sinal e criar uma imagem aumentada. Por fim, é necessário um software que capte o sinal transmitido pela câmera.

Para que haja a ilusão de que o objeto é maior, ele é posicionado em frente à câmera, que envia as imagens para o software. O software, então, retorna um objeto virtual a partir do real que foi apresentado.

Quais as vantagens do uso dessa tecnologia no e-commerce?

Claro que, para implantar essa tecnologia em seu e-commerce, será necessário um bom investimento. Mas o custo-benefício vale a pena, pois a realidade aumentada pode agregar muito ao seu negócio, proporcionando diversos benefícios.

Algumas grandes empresas já perceberam isso e lançaram mão de estratégias que utilizam a realidade aumentada para aumentar as vendas de seu negócio.

A Lacoste, por exemplo, utilizou esse recurso para criar uma campanha no ano de 2014. A marca criou um aplicativo que permitia aos consumidores experimentar diversos modelos de tênis. Já a Dulux Visualizer (Coral do Brasil), empresa de tintas, criou um app que simula em tempo real como ficam as paredes da casa do consumidor com as cores de tintas do catálogo da empresa.

Então, se empresas desse porte já utilizam a realidade aumentada é porque o recurso é vantajoso para os negócios. Se você ainda tem dúvidas, veja algumas vantagens da ferramenta para o e-commerce.

Melhora a experiência do consumidor com a loja

Uma grande desvantagem do e-commerce é a falta de contato do cliente com o produto. Em segmentos específicos, como o de roupas e sapatos, o problema ainda é maior, pois o consumidor não tem a oportunidade de saber como a peça vai ficar em seu corpo.

Com a realidade aumentada, o consumidor pode compor looks e ter uma ideia de como a roupa vai ficar em seu corpo e se determinado calçado vai se encaixar e combinar com o seu estilo. Além disso, quando essa tecnologia é utilizada, o usuário tem a oportunidade de conhecer detalhes do produto de seu interesse.

Aumenta a taxa de conversão

A experiência do cliente com a empresa é um fator que pesa muito na decisão de compra. Então, quando o consumidor acessa seu e-commerce e se depara com uma ferramenta que permite que ele visualize todos os detalhes dos produtos, a imagem que ele terá de sua loja será bastante positiva.

Com uma experiência positiva, a jornada de compra do consumidor pode ser reduzida e a taxa de conversão de seu e-commerce vai aumentar consideravelmente. Dessa forma, os lucros de seu negócio serão cada vez maiores.

Então, você poderá expandir seu negócio e, com o tempo, abrir uma loja física, se esse for o seu objetivo, investir em e-commerces de outros segmentos ou aumentar o mix de produtos de sua loja.

Cria uma vantagem competitiva para o negócio

Apesar de a realidade aumentada não ser uma novidade no mercado, poucas empresas implementam essa estratégia. No e-commerce, então, são pouquíssimas empresas que utilizam esse recurso. Por isso, uma loja virtual que implanta essa tecnologia oferece um diferencial para os seus clientes.

Além disso, quando o cliente tem a oportunidade de ter uma experiência mais real com os produtos do seu e-commerce, sua marca fica na cabeça dele e, sempre que ele precisar de uma mercadoria vendida em sua loja, vai lembrar primeiro dela, em vez da concorrência.

Como o uso da realidade aumentada tem crescido no Brasil nos últimos anos?

A realidade aumentada já é usada em alguns setores, como o imobiliário, que vem trocando os apartamentos decorados pela tecnologia. Além de economizar o tempo do cliente e do corretor, a tecnologia ainda tem um custo menor do que montar um imóvel decorado.

De acordo com a P&S Intelligence, o mercado de tecnologia voltado para a realidade aumentada deve ter um faturamento de 23 bilhões de dólares em 2023. Esses dados mostram o potencial do setor, pois os recursos trazem muito benefícios para as empresas.

As vantagens de utilizar a realidade aumentada vão muito além do que foi citado ao longo deste post. Por isso, vale a pena investir nesse recurso. Além disso, com a transformação digital e os impactos da tecnologia no e-commerce, daqui a alguns anos, usar a realidade aumentada não será um diferencial, mas uma estratégia essencial para as vendas da loja.

As informações do post foram úteis para você tirar suas dúvidas sobre a realidade aumentada? Deixe sua opinião nos comentários!

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segunda-feira, 20 de abril de 2020

Mercado Livre oferece desconto em comissão para novos vendedores

Já está sabendo desta novidade? 

O Mercado Livre anunciou oficialmente o desconto de 30% nas comissões para novos vendedores. Quem optar por vender no Marketplace, terá o desconto aplicado em todas as vendas até o dia 30 de junho. 

Entretanto, o vendedor também poderá optar por abrir sua própria loja no Mercado Shops. Neste caso, o benefício será ainda melhor: no mês de abril não haverá cobrança de comissão e para os próximos 3 meses (maio, junho e julho), o desconto aplicado será de 70%. 

Sendo assim, a ideia do Mercado Livre é ajudar pequenos e médios lojistas a continuarem vendendo (ou aumentarem suas vendas) durante a pandemia da COVID-19, segundo Bruno Guarnieri, diretor de marketplace do ML Brasil. 

“O nosso intuito é ajudar o pequeno e o médio empreendedor que viram queda de faturamento da ordem de 65%”, declarou Bruno Guarnieri, em entrevista à EXAME.

 

Vale a pena começar a vender no Mercado Livre agora? 

Com certeza! Inegavelmente, expectativa de crescimento é alta. 

Com 11 milhões de vendedores na América Latina e 44 milhões de compradores, o Mercado Livre tem sido uma das melhores opções para vender em meio à crise do coronavírus. 

Segundo Bruno Guarnieri, diretor de marketplace do Mercado Livre no Brasil, já houve aumento de vendedores no final de março e começo de abril. Assim, a expectativa é um aumento de até 25%. Bruno também destacou que esse período registrou o dobro de compradores via internet em todo o mercado. 

 

Quem pode vender e aproveitar o desconto de comissão no Mercado Livre? 

O desconto será válido para qualquer vendedor que tenha aberto sua conta a partir do dia 1º de abril. Igualmente, desde um microempreendedor, até grandes companhias. 

Portanto, um grande incentivo para quem está começando a se aventurar no e-commerce e nos marketplaces justamente neste momento tão delicado. 

 

Quais tipos de produtos terão desconto na comissão?

Sobretudo, os produtos devem custar mais que R$ 6, preço mínimo definido pelo Mercado Livre. 

Fora isso, qualquer produto poderá ser vendido e receber o desconto na comissão, conforme respeite a política da plataforma: tudo que pode ser ou não vendido. 

 

Agora confira, detalhadamente, as condições oferecidas: 

Marketplace:

  • Desconto de 30% na comissão para novos vendedores até 30 de junho de 2020:

            No anúncio Clássico, a comissão passa de 11% para 7,7%;

            No anúncio Premium, a comissão passa de 16% para 11,2%;

  • Material simples e orientado para os primeiros passos do empreendedor na plataforma;
  • Acesso a lives e webinars que trarão dicas sobre como vender no Mercado Livre.

 

 Mercado Shops (loja própria online):

  • Comissão grátis no mês de abril – a partir da data de criação da loja até 30 de abril. Após o primeiro mês, desconto de mais de 70% na comissão até o dia 31 de julho de 2020:

            Clássico: 3% (desconto de 73%);

            Premium: 8% (desconto de 50%).

 

Gostou da novidade? Veja o passo a passo de como vender no Mercado Livre!

 

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Como medir e melhorar a velocidade de carregamento no e-commerce?

Mesmo que existam ferramentas que consigam descobrir a velocidade de carregamento das páginas online, há muitas lentas por aí. Com certeza, você já deve ter se deparado com alguma que demora uma eternidade para carregar completamente. Então, o que resta é desistir, fechá-la e procurar por outra que atenda às suas expectativas.

Esse fator, muito primordial para as empresas, ainda é negligenciado e traz diversos prejuízos, principalmente para quem tem e-commerce. Se o seu site demora mais do que alguns segundos para aparecer por completo, é hora de ficar alerta para não perder vendas.

Neste artigo, explicaremos em detalhes o que é isso, quais são os principais impactos nas lojas virtuais, como identificar os problemas e como resolvê-los. Essas dicas ajudarão você a melhorar sua posição no Google e a aumentar o faturamento. Confira!

O que é a velocidade de carregamento no e-commerce?

A velocidade de carregamento — conhecida como PageSpeed, em inglês — diz respeito ao tempo necessário para que um site seja completamente exibido em um dispositivo, seja móvel ou desktop. Esse é um dos pontos mais relevantes para se destacar na internet e conseguir vender os produtos da sua loja virtual.

Quais os impactos da velocidade de carregamento do site no e-commerce?

Ter uma um website lento, principalmente em vendas, pode ser prejudicial ao negócio. O principal impacto é relacionado à redução da taxa de conversão, pois o consumidor desiste de comprar devido à demora. É como entrar em uma empresa física e esperar em uma fila enorme para ser atendido.

Além disso, quando se leva por muito tempo para abrir um site, isso pode ser visto como fraude, pois passa a sensação de que não é seguro — principalmente se tratando de uma empresa virtual, que coleta dados pessoais importantes. Isso influencia na confiança do consumidor online.

Outro ponto é a piora do ranqueamento do e-commerce nos navegadores de busca, como o Google, que tem o objetivo de colocar nas primeiras posições apenas os que atendam e satisfaçam aos clientes. Por isso, a lentidão é um dos fatores que são punidos.

A partir disso, há diminuição do tráfego, pois quem não fica entre os três primeiros no ranking não recebe muitos cliques. Devido à demora, também não estimulam os visitantes a navegar pelos seus diversos links. Depois de obter essa experiência ruim, o usuário dificilmente acessará novamente para verificar se o problema foi resolvido.

O que pode ser feito para otimizar a sua loja virtual?

Agora que você já sabe a importância da velocidade do seu site, é hora de aprender algumas estratégias para evitar os prejuízos na sua loja virtual. Preparado? Confira cada uma seguir.

Otimização de imagens

As imagens são importantes para o SEO, além de serem ótimas para a venda de produtos online, pois elas incentivam o consumidor a finalizar a compra. No entanto, se usadas de forma errada, elas podem impactar no carregamento das páginas. Assim, é importante aliar beleza e rapidez com compressores de fotos, que diminuem o tamanho e a resolução sem comprometer a qualidade.

Eliminação de recursos desnecessários

Além das imagens, há a aplicação de outros widgets que, muitas vezes, deixam uma página sobrecarregada com tantas informações que a tornam desagradável, principalmente pelo tempo de carregamento. Esses módulos, plugins e códigos que melhoram o site devem ser avaliados para manter apenas os essenciais.

Moderação de publicidades

Há sites em que entramos que é quase impossível ler o conteúdo, pois o número de anúncios é exagerado. Isso afeta a escaneabilidade e, com o aumento das requisições, acaba atrasando a apresentação dos elementos. Por isso, anuncie apenas o que for relevante para o seu negócio e modere suas estratégias.

Utilização de um servidor dedicado

Caso o seu e-commerce continue apresentando lentidão mesmo depois de ajustes, verifique os fatores que formam a sua infraestrutura, como a localização dos servidores. Isso porque ele tem influência direta na abertura da plataforma, por isso, deve estar otimizado conforme a que você escolheu, uma vez que um servidor roda em diversos tipos.

Como medir a velocidade de carregamento das páginas?

É fundamental avaliar todas as páginas da sua loja virtual, mas para isso é preciso saber como. Você deve medir todos os indicadores possíveis para identificar gargalos e pontos que devem ser melhorados. Para isso, existem algumas ferramentas para analisar esse desempenho. Veja!

Pingdom

Essa ferramenta consegue identificar o que está exatamente afetando a página, sejam condições que a deixam rápida ou lenta. Por ser simples, tanto os usuários que tenham conhecimento técnico quanto aqueles que sabem apenas o básico são capazes de entender os seus recursos, que envolvem:

  • exame de todas as partes do site;
  • visão geral e rastreamento de performance;
  • teste em diferentes lugares do mundo.

GTmetrix

A GTmetrix faz uma análise completa. Além de descobrir como está o tempo de carregamento do site, o programa ainda oferece recomendações para otimizar o desempenho. Desse modo, permite:

  • monitoramento de testes por dia, semana ou por mês para garantir a estabilidade constante;
  • alertas para caso a página enfrente condições anormais;
  • gravação de vídeo para saber o momento exato em que acontecem os problemas;
  • análise em dispositivos mobile.

WebPage Test

Uma das mais populares formas de análise, testa o usuário com sua conexão, em diversas localidades e em navegadores reais, o que oferece um relatório com avaliação de aspectos como:

  • tempo total para o site carregar;
  • tempo de carregamento na primeira e outras visitas;
  • detalhes da CDN (Content Delivery Network) — intermediário entre servidor e hospedagem.

SUCURI LoadTimeTester

Fornece uma rápida e fácil maneira de verificar o carregamento do seu site por meio de uma nota de desempenho global baseado em 15 localidades. O relatório mostra fatores que envolvem:

  • Tempo gasto;
  • Resposta média;
  • Grau de desempenho em cada um.

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sexta-feira, 17 de abril de 2020

O que é Product Market Fit, qual sua importância e como defini-lo?

O termo Product Market Fit pode soar um pouco estranho para quem ainda é um empreendedor digital em início de carreira. Mas se você pretende expandir seu negócio e se manter competitivo no mercado, é essencial conhecer todos os conceitos relacionados à criação de novos produtos e segmentação de clientes.

Apesar de o conceito ser mais utilizado em startups, ele é útil para qualquer tipo de negócio, inclusive para os e-commerces. O sucesso de uma empresa está ligado ao fato de as empresas encontrarem ou desenvolverem um Product Market Fit.

Complicado? Difícil de entender? Bom, para iniciantes no mundo dos negócios sim, mas não se preocupe! Este post foi escrito justamente para tirar todas as suas dúvidas em relação ao assunto.

Nele, você encontra a definição desse conceito, sua importância para os negócios, qual a origem do termo, como definir o Product Market Fit de sua empresa e outras informações relevantes sobre o tema. Vamos lá?

O que é Product Market Fit?

O conceito está relacionado ao fato de seu produto ou serviço resolver os problemas das pessoas. Na realidade, essa é a chave para o sucesso de qualquer tipo de negócio, pois o consumidor não está preocupado com o que a sua empresa vende, mas com o que ela tem a oferecer de benefícios para os clientes.

Mas vamos à definição do termo. Em tradução para o português, Product Market Fit significa: adequação de um produto ao mercado. Falando em miúdos: é oferecer algo que satisfaça aos desejos e anseios da persona de seu negócio.

Vamos a um exemplo prático, para que você entenda melhor.

Quando a Apple lançou o iPhone, o objetivo era sanar uma lacuna no mercado, pois até então, os celulares eram muito parecidos. As câmeras eram de baixíssima resolução, a memória muito pequena e o sistema operacional muito lento. Então, o acesso à internet e a outros programas, como o MSN, era muito limitado.

Mas alguns usuários hardcore sonhavam com um computador de bolso, como os aparelhos que temos atualmente. Os celulares de hoje em dia permitem às pessoas fazer compras, acessar as redes sociais, acessar o internet banking para fazer transferências, pagamentos e diversos outros serviços.

Isso é tudo o que os usuários sonhavam em um celular, e a Apple identificou esse mercado e, por isso, o iPhone se tornou um sucesso mundial e o consumidor ganhou acesso a aparelhos mais modernos e práticos.

Qual a importância do Product Market Fit?

Independentemente do porte ou segmento da empresa, o objetivo do negócio é ter um lucro e faturamento que sejam satisfatórios. Até porque, para que uma companhia mantenha suas portas abertas, ela precisa alcançar bons resultados em vendas.

Mas para ter um faturamento alto e uma boa margem de lucro, não basta ter bons produtos, é preciso resolver os problemas da persona. De nada adianta investir “rios de dinheiro” em algo muito bom, aos olhos da empresa, mas que não tem utilidade para o consumidor.

É nesse cenário que o Product Market Fit entra em cena, pois é ele que ajuda a empresa a oferecer o produto certo para o mercado correto. Então, quando você percebe que suas vendas não são satisfatórias, você deve pesquisar os motivos e ter mais informações sobre o seu público para, enfim, oferecer algo que tenha utilidade para ele.

A definição de um Product Market Fit é essencial para direcionar a empresa para o caminho certo. Isso porque, muitas vezes, o negócio desenvolve ou oferece um produto que é top de linha, mas os consumidores raramente usam. Então, é mais fácil adequar aquele produto às suas necessidades do que convencê-los de que ele pode realmente ser útil.

Quando a empresa consegue casar o produto certo com o consumidor certo, no momento ideal de seu estágio na jornada de compra, as taxas de conversão de seu e-commerce aumentam. Além disso, os clientes ficam satisfeitos com o negócio, o que ajuda a fortalecer a marca e a trazer novos clientes para a sua empresa.

Qual a origem do termo Product Market Fit?

Até agora entendemos do que se trata esse conceito e a sua importância para o negócio. Mas de onde surgiu esse termo? Quem desenvolveu essa ideia? Bom, o Product Market Fit é um conceito criado por Marc Andreessen, fundador da Netscape e investidor assíduo do Vale do Silício — local onde estão sediadas as maiores empresas de tecnologia do mundo.

O conceito foi criado porque, segundo ele, uma startup depende de 3 fatores para ter sucesso: produto, mercado e equipe. Ainda de acordo com Marc Andreessen, há um mercado imenso que deve ser explorado, mas ele precisa de produtos que atendam a sua demanda.

Andreessen afirma ainda que de nada adianta ter um produto muito bom e uma equipe altamente qualificada se não há consumidores suficientes para que a empresa consiga um número satisfatório de vendas.

Exatamente por esses motivos que, segundo ele, é essencial para uma organização desenvolver o Product Market Fit. Além de ajudar no sucesso das vendas, a estratégia é essencial para a expansão do negócio.

Como o Product Market Fit funciona?

O conceito de Product Market Fit é bem simples e se baseia em uma pequena equação: o que + para quem. Isso significa que a empresa deve ter um produto ou serviço que atende as necessidades dos consumidores.

Voltando ao caso do iPhone, o produto foi lançado para atender a uma parcela de consumidores exigentes, que desejavam mais do que um simples aparelho de celular, mas um computador de bolso.

A Apple não lançou um produto porque a empresa simplesmente achava que era viável, mas ela fez pesquisas e constatou a viabilidade do produto junto ao seu público-alvo.

Além de ter um produto ou serviço alinhado às necessidades do público, o conceito de Product Market Fit exige aperfeiçoamento constante, ou seja, a empresa deve sempre buscar melhorias para atender a seus clientes.

Quando foi lançado, o iPhone tinha memória máxima de 8 GB e câmera de 2 megapixels, o que é uma resolução bem baixa para os padrões atuais. Apesar de tudo ser uma revolução na época, a empresa não se acomodou e o produto sempre ganha novas funcionalidades e está cada vez mais moderno e eficiente.

Então, se você quer criar um Product Market Fit com um resultado tão bom para a sua empresa, deve seguir esse tipo de exemplo. Claro que não precisa criar um produto novo, mas inovar é importante — e foi exatamente por causa desse fator que o iPhone e diversas outras inovações da Apple se tornaram sucessos mundiais de vendas.

No mais, a empresa deve saber a quantidade que deve produzir, pois se fabricar mais do que necessário, pode sofrer com produtos encalhados em lojas. Se produzir abaixo do necessário, vão faltar mercadorias e a imagem do negócio será prejudicada.

Como o Product Market Fit pode ser definido?

Após a definição do conceito, citamos o exemplo da Apple, que identificou uma necessidade do mercado, criando um aparelho celular inovador. Claro que esse não é o único Product Market Fit da empresa, pois ela é referência no segmento de tecnologia.

Então você se pergunta: como eu, um pequeno e iniciante empreendedor, vou criar um produto se não tenho experiência, capital ou equipe qualificada para tal?

Bom, definir um Product Market Fit para a sua empresa não significa criar um produto novo, do zero, mas oferecer algo que seu público deseja e que resolva as suas dores.

A seguir, vamos dar algumas dicas valiosas de como definir esse método para o seu negócio. Vamos lá?

Identifique necessidades não atendidas de sua persona

Voltando à empresa de Steve Jobs, seu grande sucesso se deve ao fato de explorar um mercado ainda novo, ou seja, ela aperfeiçoou o celular e lançou um produto que, até então, era novidade no mercado. Mas como saber o que minha persona precisa?

Uma dica é estabelecer um vínculo com seu público-alvo para saber o que ele anseia ou necessita. O bom relacionamento com os consumidores é a chave para informações valiosas, que pode contribuir muito com o crescimento de seu negócio.

Observar o comportamento do consumidor é outro fator que influencia na decisão certa de qual será o Product Market Fit de sua empresa.

No caso de um e-commerce, oferecer produtos com valores mais acessíveis, desde que não prejudique a lucratividade do negócio, ou oferecer frete gratuito já são boas estratégias para aumentar o ticket médio de sua loja.

Defina uma proposta de valor

O sucesso de um Product Market Fit tem muito a ver com a proposta de valor que ele tem na visão de seus clientes. Então, antes de lançar um produto, é essencial determinar quais problemas da persona serão resolvidos pela sua empresa.

Vamos citar novamente a Apple. A empresa resolveu a necessidade que o público tinha de ter um computador de bolso. Mas adaptando essa questão à realidade de seu e-commerce, você pode oferecer um serviço de entrega grátis e mais rápido do que a concorrência.

Esse é um grande diferencial, principalmente no caso de pessoas que precisam comprar um produto e receber sua mercadoria com urgência.

Desenvolva um Produto Viável Mínimo (MVP)

O Produto Mínimo Viável ou Minimum Viable Product (MVP) é uma versão básica, ou seja, um protótipo de um produto de uma startup. O MVP é lançado no mercado com funções básicas, para observar se ele se encaixa nas necessidades do consumidor.

Nesse caso, podemos citar o caso do Nubank. Em 2019, a empresa começou a oferecer para seus clientes Nuconta o cartão de débito. A princípio, o serviço foi liberado para poucos clientes e, após o período de testes, a empresa abriu o leque, liberando o serviço para quem tivesse interesse.

Caso você tenha o objetivo de oferecer frete grátis, pode começar oferecendo o benefício para clientes especiais, que sempre estão comprando de sua loja. Se a resposta for positiva, você investe nessa estratégia.

No entanto, se você analisar que o custo-benefício não foi tão interessante, deve montar outra estratégia para focar em outro Product Market Fit.

A vantagem dessa estratégia é que ela permite identificar se o produto ou serviço atende às necessidades do consumidor com o mínimo de investimento. Isso reduz as chances de a empresa fazer investimentos altos e não ter retorno.

Dê espaço para que os consumidores deem feedback

Depois de começar o período de testes do produto ou serviço, é hora de ouvir o que os clientes têm a dizer sobre seu Product Market Fit. Para saber a opinião sincera do consumidor, é essencial deixar que ele utilize o serviço ou produto por um tempo para saber se ele está satisfeito.

Para colher os feedbacks, podem ser utilizados canais de atendimento online ou pesquisa, que pode ser enviada por e-mail.

Como saber se o Product Market Fit foi alcançado?

Mas já trabalho com venda online há um bom tempo, como vou saber se o Product Market Fit de meu negócio foi alcançado? Bom, para ter esse tipo de informação, é necessário medir os resultados de vendas continuamente.

Uma coisa é certa: sua empresa não consegue ter um Product Market Fit do dia para a noite. São necessários meses e até anos de trabalho árduo até chegar onde se quer.

Mas sem mais delongas, vamos citar algumas formas de descobrir se seu negócio alcançou esse objetivo.

Reações positivas do consumidor

Como o consumidor reagiu à chegada de seu produto no mercado? Para ter esse tipo de informação, nem sempre é necessário recorrer às pesquisas. Se a sua empresa tem um perfil nas redes sociais ou está cadastrada no Google Meu Negócio, já é possível avaliar as reações dos clientes em relação ao que você vende.

Isso porque essas páginas permitem que os clientes façam uma avaliação geral da empresa ou do produto/serviço que elas adquiriram de seu negócio.

Também é possível medir o nível de aceitação do público por meio de compartilhamentos em grupos de amigos no Facebook e hashtags no Instagram. Por isso, fique de olho nesses canais de comunicação.

Aumento nas vendas

A melhor forma de medir o sucesso de um produto é mensurar o número de vendas. Além disso, é necessário observar se as vendas acontecem de forma fácil e contínua.

Se a empresa precisa investir muito dinheiro em campanhas de publicidade e marketing para ter um número razoável de vendas, tem algo errado. Claro que para vender é necessário bastante esforço, pois estamos falando de um mercado altamente competitivo. Mas o fato aqui é quando o resultado não condiz com o esforço que foi feito.

Vale ressaltar que, para ter um bom número de vendas, é necessário ter boas estratégias e fazer a segmentação de público correta, pois por melhor que seja seu produto, ele não será ideal para determinado perfil de consumidor.

Então, se tudo estiver sendo feito da maneira certa, há algo que dever ser modificado em suas estratégias ou, até mesmo, em seu produto.

Maiores taxas de recompra

Se seus clientes compram seu produto de forma recorrente, significa que ele tem uma boa aceitação do público e atende às suas necessidades. Mesmo que você atue no setor de bens duráveis, como celulares, depois de um tempo de uso, os consumidores precisam trocar o aparelho.

Mas eles trocam por um aparelho da mesma marca ou com funções similares? Observar essas questões é essencial para medir se o Product Market Fit de seu negócio foi alcançado.

Crescimento nas vendas

O objetivo de qualquer tipo de negócio é aumentar o número de vendas, mas sem alterar os custos necessários para alcançar esse objetivo.

Por isso, quando o Product Market Fit do negócio foi alcançado, as vendas crescem naturalmente, sem a necessidade de maiores investimentos em campanhas de publicidade e marketing.

Isso acontece porque o produto teve uma boa aceitação do público, o que contribui para uma divulgação dos consumidores para as pessoas próximas. É o que chamamos de propaganda boca a boca, que mesmo na Era da Tecnologia funciona perfeitamente, mesmo para e-commerces.

Quando a empresa chega a esse patamar, os lucros aumentam consideravelmente.

Baixo índice de rejeição

Quando um produto atinge o Product Market Fit, significa que ele tem baixa rejeição entre o público. Mas nesse caso, estamos falando somente da persona para a qual ele foi idealizado. Consumidores que não têm as características dos clientes em potencial de seu negócio não entram nessa análise.

Utilize a regra dos 40%

A regra dos 40% serve como um medidor do sucesso de seu produto. Depois que ele foi desenvolvido, testado e lançado no mercado, é hora de saber a sua aceitação perante o público. Essa também é uma oportunidade de identificar falhas que podem ser corrigidas em tempo hábil.

A regra consiste na aplicação de um questionário, que pode ser bem simples: composto de uma ou duas perguntas. Mas claro que, se você quiser, pode colocar mais, desde que elas possibilitem respostas claras e úteis para o seu negócio.

Outro tipo de pesquisa é aquela que oferece alternativas para o consumidor. Então, você pode perguntar em que nível de satisfação o cliente se sente em relação ao seu produto. Se 40% assinalar que está muito satisfeito, por exemplo, é um sinal de que você está no caminho certo.

Quais as melhores dicas para atingir o Product Market Fit?

Até aqui, você já entendeu o que é esse conceito, sua importância para os negócios e como ele funciona. Mas como atingir o Product Market Fit? É preciso fazer um planejamento empresarial? Contratar consultoria especializada?

Na realidade, alcançar esse objetivo é um verdadeiro desafio para empreendedores iniciantes. Para ajudar nessa tarefa, separamos algumas dicas que devem ser seguidas para quem deseja atingir o Product Market Fit em seu negócio. Veja só!

Determine seu público-alvo

A chave para o sucesso de qualquer negócio é definir quem será seu público-alvo. Dificilmente uma empresa alcança resultados satisfatórios “atirando para todos os lados”. Então, para criar seu Product Market Fit, é necessário fazer uma segmentação de clientes.

Faça uma pesquisa para saber o que um seleto grupo de pessoas precisa e atenda aquele mercado. Vale também escolher o público de acordo com a idade, classe social, sexo, hábitos e gostos.

Mas a definição de um público-alvo não significa que ele será cliente de sua empresa para sempre. Após algum tempo, você deve revisar as características de seu público e fazer os ajustes necessários no produto para que ele fique sempre adequado para a sua persona.

Aposte na inovação

Inovar em um produto ou serviço é o que levou muitas empresas ao sucesso. A Apple, que já foi citada diversas vezes ao longo deste texto, alcançou grande sucesso e tem um enorme prestígio até hoje, porque busca sempre inovar em seus produtos.

A empresa não inventou o aparelho celular, mas revolucionou o mercado quando lançou um smartphone inovador. Não criou o computador, mas trouxe inovação para o mercado com o desenvolvimento do Mac e do sistema operacional, exclusivo para seus clientes, que oferece uma qualidade gráfica acima dos outros no mercado.

Outro bom exemplo é de um fabricante de calça jeans em São Paulo que inovou seu produto criando um bolso antifurto — ideal para guardar o celular. A ideia surgiu porque é comum que as pessoas guardem o aparelho no bolso, o que chama a atenção de ladrões. Com a novidade, o celular fica mais seguro e a pessoa pode ficar mais tranquila quando anda na rua.

Apostar nesse tipo de ideia pode trazer grandes lucros para seu negócio, e podem ser mudanças simples, mas que farão a diferença na vida do consumidor.

Agora que você já sabe o que é o Product Market Fit e como implantar essa estratégia em seu negócio, está na hora de colocar nossas dicas em prática e conseguir destaque para a sua empresa. Mas lembre-se de que toda a equipe da empresa tem papel fundamental nessa estratégia e, por isso, todos devem estar engajados na causa.

Se a equipe de marketing, por exemplo, falhar em seu trabalho de tornar o produto da empresa seu Product Market Fit, toda a operação estará comprometida. Então, reúna toda a equipe em prol do mesmo objetivo — fazer o negócio crescer e ter bons lucros.

As informações deste post foram suficientes para você entender o que é um Product Market Fit e como implantar essa estratégia em sua empresa? Que tal agora descobrir como abrir uma loja virtual?

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quinta-feira, 16 de abril de 2020

LinkedIn Stories: O que esperar desta nova funcionalidade?

Especulou, demorou, mas finalmente o recurso stories está disponível no LinkedIn.

Não é de hoje que os usuários esperam esse recurso chegar na rede social, mas para a alegria de muitos, o Brasil será o primeiro país a testar a novidade. Os stories no LinkedIn começaram a ser liberados para os usuários no último dia 14, aceita os formatos fotos e vídeos de até 20 segundos. 

Para começo de conversa, como podemos definir os stories? 

Os stories são fotos ou vídeos de até 15 segundos (pode variar de acordo com a rede social), que ficam disponíveis durante 24h no perfil do usuário. Depois são apagados automaticamente (exceto para redes sociais que permitem deixar salvo),

De onde a ideia surgiu? 

Os stories já estão entre nós desde a criação do Snapchat em 2011, mas começou a se popularizar depois do recurso ser adicionado ao Instagram. Pronto. Com o tempo, os stories passaram a ser mais visualizados do que os próprios conteúdos do feed. 

Foi o suficiente para ele aparecer em outras redes sociais, hoje podemos encontrá-lo em: Facebook, WhatsApp, YouTube e até na Netflix, em um formato um pouco diferente. 

Entretanto, a realidade é que o recurso stories possui um público muito mais engajado no Instagram

E por que adicionar Stories no LinkedIn? 

Como todos sabemos, o LinkedIn é uma rede social profissional. 

Com isso, a proposta é que os usuários compartilhem novidades da carreira ou da empresa, momentos do dia a dia profissional ou até a participação em eventos (quando voltarmos a tê-los). 

No geral, a ideia de adicionar stories na rede foi justamente para incentivar a produção de conteúdo de vídeo, que é muito mais relevante e propenso a um melhor engajamento. 

Prova disso, é justamente a escolha do primeiro país a testar a novidade. O Brasil não foi selecionado porque somos “legais”, mas sim porque somos um dos países que mais produzem conteúdo em vídeo e também porque o In classifica os usuários brasileiros como: criativos!

O que postar no LinkedIn Stories? 

Esta é uma questão importante: você sabe o que postar para engajar seus seguidores? 

Conteúdo relevante 

O principal objetivo do LinkedIn: Conteúdo relevante para o mundo corporativo no geral. 

É importante lembrar o porquê as pessoas usam a rede social e criar conteúdo para esse público. Basicamente, os usuários procuram sobre notícias do mercado, ideias incríveis e novidades do mundo corporativo, reflexões, novas oportunidades de trabalho etc. 

Tudo que gira em torno disso. Dê preferência a conteúdos com embasamento e interativos. 

Rotina da empresa 

Você também pode usar o novo recurso para mostrar a rotina de sua empresa.

Para um e-commerce, por exemplo, uma simples sequência de stories pode mostrar como o pedido chega, é separado, embalado de forma única para cada cliente e enviado para a transportadora. 

Não é necessário um vídeo institucional com horas de produção. Cada vez mais os usuários estão aceitando conteúdos mais simples, uma forma de aproximar o produto do comprador e de fornecedores.

Bastidores de eventos 

No momento não temos previsão para a volta dos eventos. 

Mas já imaginou que incrível será poder registrar tudo e compartilhar com seus seguidores no LinkedIn? 

Se seu evento for algo voltado para o mundo dos negócios, melhor ainda! O público certo está no LinkedIn para assistir. 

Comunicação B2B 

O LinkedIn Stories será uma ferramenta excelente para quem vende B2B, pois é o canal certo para se comunicar profissionalmente. 

Será interessante para personificar a marca e ser o primeiro canal a divulgar novidades e atualizações. 

Atenção com suas postagens

Aqui é um ponto de atenção: Muito cuidado com suas postagens. O stories é sim uma ferramenta para conteúdos mais simples e descontraídos, mas isso não significa postar conteúdos que possam expor sua vida pessoal. 

Impacto do LinkedIn Stories no E-commerce

Como citado acima, esta ferramenta será excelente para mostrar o dia a dia da empresa.

Quem possui um e-commerce, poderá mostrar de forma simples e fácil de entender, como funciona a rotina da empresa ou até como comprar.

Além de criar um canal de fácil comunicação com parceiros e afiliados. Muitas parcerias de sucesso podem surgir por aí. Por que não? 

O que esperar desta novidade?

Agora que já falamos tudo sobre ele, será que o LinkedIn Stories vai cair na graça dos usuários? 

Isso só o tempo dirá. Algumas redes sociais tiverem mais aderência para o recurso que outras, além de também terem uma audiência completamente diferente. 

O ideal é testar e ver se funciona para você e seu negócio, assim como o próprio LinkedIn está fazendo.

A novidade já está disponível em seu perfil? Não esqueça de comentar se você já está utilizando!

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E-commerce na Prática: os melhores conteúdos para quem quer vender online

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quarta-feira, 15 de abril de 2020

Conheça 8 desafios de logística no e-commerce e saiba como superá-los

Quem é empreendedor sabe das diferentes dificuldades que existem num e-commerce. Dentre elas, os desafios de logística parecem complexos, pois exigem bastante atenção de diferentes lados e em diferentes circunstâncias — não somente a entrega ao consumidor final.

Tais desafios, no entanto, podem ser contornados caso o dono do negócio saiba quais são eles e caso invista capital e atenção para que não ocorram. Por isso, criamos este artigo para você conhecer os principais desafios de logística no e-commerce e como superá-los!

Quer saber quais são eles e como superá-los? Continue a leitura conosco!

1. Estoque organizado e eficiente

Um estoque organizado ajuda com que seus funcionários encontrem com maior facilidade e rapidez os produtos. Além disso, você pode fazer uma melhor disposição dos produtos colocando próximo à porta de saída aqueles com maior giro de vendas. Essa simples ação é capaz de tornar o processo ainda mais eficiente.

Se possível, crie também caminhos no chão que indiquem aos colaboradores as alas de produtos. Por isso, evite caixas entulhadas e sem identificação, pois assim sua entrega terá mais rapidez.

2. Entrega rápida

Ninguém gosta de esperar, não é mesmo? Portanto, tenha uma equipe especializada para garantir que o pedido seja listado assim que o pagamento for aprovado e, logo depois, já encaminhado para a área de logística separar e embalar. Não é possível garantir rapidez caso haja falha em algum dos principais processos. Portanto, esteja sempre atento ao que pode melhorar.

3. Relação saudável com seus fornecedores

Manter um relacionamento saudável com fornecedores pode ser um problema ou até mesmo uma solução. Se vocês tiverem uma boa relação, é possível garantir algumas regalias ou o famoso “quebra-galho” num pedido com entrega mais rápida, por exemplo. Lembre-se de que eles são de extrema importância para o seu negócio e que, sem os produtos, o processo de vendas é afetado.

4. Modernização nos processos

É muito importante que as empresas modernizem ou automatizem seus processos, mas que não deixem isso atrapalhar a logística de alguma forma. Sempre que houver mudança em algum processo ou software, é necessário que fazer testes antes (e, se possível, durante dias não úteis) para garantir o sucesso da sua implantação e evitar quaisquer atrasos no processo logístico.

5. Falha na comunicação

A falha na comunicação é um grande problema em qualquer empresa. Quando ela acontece com o cliente, principalmente, pode ser um fator crucial para que ele deixe de ser fidelizado ou que crie um marketing boca a boca negativo sobre seu negócio.

Por isso, é muito importante que sua loja ofereça uma comunicação clara sobre o tipo de entrega e prazo que será feito a fim de não gerar frustrações. Por exemplo, se você comunica ao cliente que o item adquirido chegará em 10 dias, certifique-se de despachá-lo o mais rapidamente ou garantir que sua transportadora efetue a entrega no prazo correto.

6. Logística reversa

É obrigação dos e-commerces oferecerem o direito ao consumidor devolver o produto caso não tenha gostado ou apresente defeitos. Desse modo, é muito importante que sua empresa tenha uma logística reversa (ou seja, que saiba como receber do cliente o produto de volta).

Existem algumas maneiras bastante eficientes disso ser realizado, como:

  • coleta no local: um colaborador vai até o local para retirar o produto com o consumidor sem horário previsto;
  • coleta no local com horário marcado: um colaborador vai até o local para retirar o produto com o consumidor num horário acordado por ambos;
  • pontos de entrega: a empresa cria uma lista de locais onde o consumidor pode levar o produto para ser armazenado e um colaborador, posteriormente, retira-o, levando novamente para a empresa. Um local bastante comum para isso são as agências e centros de distribuição dos Correios.

Lembre-se de oferecer uma política de devolução clara e uma equipe (SAC, e-mail, etc.) disponível para atender a clientes e esclarecer dúvidas.

7. Decisão entre transportadora ou correios

É estimado que 40% das entregas realizadas por e-commerces acontecem através dos Correios, já que a empresa oferece diferentes modalidades de frete, prazos e valores. No entanto, lojas virtuais que trabalhem com produtos com dimensões maiores, como eletrodomésticos ou produtos inflamáveis, podem optar pelo uso da transportadora.

Geralmente, as transportadoras costumam ser mais flexíveis, tendo seus prazos respeitados e diminuição de atrasos em datas comemorativas. Por isso, identifique bem o tipo de produto e público e faça a melhor escolha para o seu negócio.

8. Escolha da embalagem ideal para produtos

A embalagem é um dos pontos essenciais para que todo o plano de logística faça sentido. Imagine você investir em bom armazém, entrega, comunicação etc. e a embalagem ser frágil o suficiente para danificar o produto? Desse modo, é importante que todo o processo seja levado em consideração, desde quando o pedido sai de sua empresa até a hora em que chega às mãos do consumidor.

Por isso, invista em embalagens de qualidade e que sejam atraentes para o consumidor, para que ele valorize a entrega do produto. Embalagens coloridas podem ser mais custosas, mas chamam atenção e fazem o cliente valorizar seu produto. Além disso, você ainda pode investir em folders que mostrem a melhor forma de utilizar o item e como mantê-lo por mais tempo.

São diferentes maneiras que podem ser utilizadas para superar os principais problemas acerca da logística. Se possível, invista em um time que possa executar nossas dicas para garantir melhoria nos processos e, consequentemente, no serviço de sua empresa.

Viu como existe uma série desafios de logística em que você deve colocar atenção para seu e-commerce funcionar bem? É importante, portanto, manter o seu estoque organizado e intuitivo; oferecer entrega seja rápida e segura; desenvolver uma relação saudável com fornecedores; modernizar seus processos para otimizar falhas; cuidar bem da comunicação a fim de não haver maus entendidos pensar em como realizar a logística reversa; decidir a melhor forma de entrega para seus consumidores; e utilizar a embalagem ideal. Assim, você, com certeza, garantirá maior número de vendas e fidelização de clientes!

Agora que você já sabe tudo a respeito dos principais desafios do tema, saiba quais são os KPIs e métricas utilizados na logística!

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terça-feira, 14 de abril de 2020

6 dicas para vender mais pelo chat online

No mercado de e-commerces, o chat online é considerado pelos consumidores o melhor canal de atendimento online para comunicar-se com vários tipos de negócio, como apontam múltiplas estatísticas.

Através dele, é possível conversar com clientes em tempo real, enquanto os mesmos ainda navegam por suas categorias, páginas de produto ou qualquer outra etapa da jornada de compra do cliente.

Entretanto, não basta simplesmente instalar um chat online em sua loja virtual e esperar que seus resultados melhorem automaticamente. É necessário empregar técnicas de vendas através do canal e otimizar o atendimento.

Por isso, trouxemos 6 dicas que você pode aproveitar para começar a vender mais pelo chat online em seu e-commerce, confira!

1. Responda rapidamente

Oferecer o menor tempo de resposta possível é um diferencial extremamente importante para o atendimento ao cliente realizado em qualquer tipo de canal – e isso não seria diferente para o chat online.

Ser capaz de conversar com visitantes e clientes em tempo real é um diferencial oferecido por esta ferramenta. Entretanto, se a sua equipe demora a responder, as chances dos consumidores desistirem da comunicação e saírem da página aumentam significativamente. 

Nenhum consumidor gosta de esperar para ser atendido. Por isso, para transformar o chat online em uma vantagem competitiva, é importante estar pronto para atender rapidamente.

Felizmente, existem também recursos que podem ajudá-lo nesse aspecto, como:

  • Atalhos para respostas gravadas: permitindo que o chat online possa enviar frases pré-definidas sem precisar digitá-las;
  • Respostas automáticas e chatbots: capazes de responder à perguntas frequentes ou enviar saudações antes do operador precisar interferir no atendimento;
  • Pré-visualização de mensagens: te permite ver o que o visitante está escrevendo antes da mensagem ser enviada para que possa preparar uma resposta;

Todos estes recursos são comumente oferecidos por ferramentas profissionais de chat online e podem ajudá-lo a reter clientes em sua página e a gerar mais oportunidades de negócios.

2. Seja proativo na abordagem

Abordar clientes de forma proativa é outra excelente dica de como vender mais pelo chat online. Isso é possível através da combinação de recursos como o monitoramento de visitantes e o convite proativo.

O convite proativo é uma mensagem personalizada enviada automaticamente através de um pop-up da janela do chat online na página de seu e-commerce.

Através dela, é possível abordar clientes com mensagens de boas vindas, alertas de promoções, anúncios sobre novos produtos etc.

A vantagem de abordar proativamente é que, desta forma, os visitantes saberão que sua equipe de atendimento online está disponível e pronta para ajudá-los. Em caso de dúvidas ou problemas para efetuar uma compra.

3. Recolha dados do cliente

Recolher dados do cliente é necessário para que você possa personalizar a comunicação e oferecer uma excelente experiência de atendimento ao cliente. Só assim você poderá customizar o atendimento para atender às especificidades do consumidor, considerando seus desafios, dores, interesses, etc.

Além disso, todos estes dados podem ajudá-lo a criar um perfil mais completo para cada lead gerado a partir do atendimento via chat online – o que o ajudará a segmentar suas bases para ações de marketing digital, como o disparo de campanhas de e-mail marketing, por exemplo.

4. Agende novos contatos

Conversas com leads que não se encontram no momento de conversão faz parte do dia a dia de uma equipe de atendimento e vendas.

Por isso, é importante agendar novos contatos, alavancar outros canais de atendimento para manter o contato e, assim, não permitir que seus leads esfriem.

Esse tipo de trabalho pode ainda ser automatizado através da integração de seu chat online a uma ferramenta de CRM (Customer Relationship Management, ou gestão de relacionamento com os clientes).

5. Trabalhe com gatilhos mentais

Os gatilhos mentais são uma excelente forma de impulsionar a tomada de decisão do consumidor, fazendo com que ele “saia de cima do muro” e tome a decisão de realizar a compra.

Alguns dos gatilhos mentais mais usados para vendas são:

  • Escassez: o senso de que há um limite de estoque e o produto pode acabar;
  • Urgência: como, por exemplo, alertar sobre o período de duração de uma promoção relâmpago;
  • Prova social: apresentar cases de sucessos e grandes marcas ou nomes que já usam o produto;
  • Novidade: lançamento de novos produtos e modelos, como a Apple faz através do lançamento de novos iPhones;
  • Antecipação: gerar expectativa para que o cliente fique ansioso pelas novidades;

É possível, ainda, alavancar os convites proativos já apresentados no artigo para enviar mensagens dedicadas a ativar estes gatilhos mentais.

Por exemplo, se um cliente estiver acessando a página de um produto durante a Black Friday, um pop-up do chat com uma mensagem: “Olá! Aproveite nossas promoções do Black Friday, o estoque é limitado então não demore muito para comprar!” pode impulsioná-lo a tomar a decisão de compra imediatamente.

6. Integre a outros canais de atendimento

Por fim, a última dica para vender mais pelo chat online é integrá-lo aos demais canais de atendimento oferecidos em seu e-commerce, como o e-mail, telefone, redes sociais e até mesmo ao WhatsApp Business.

Dessa forma, fica fácil centralizar todas as informações e permitir que sua equipe acompanhe todos os atendimentos através de um único painel integrado – evitando que seja necessário rastrear chamados abertos em diferentes aplicativos e ferramentas.

Aproveite as dicas para vender mais pelo chat online

Esperamos que o conteúdo tenha ajudado a identificar novas formas de trabalhar com o chat online em seu próprio e-commerce.

É importante lembrar que por mais que ele seja considerado a melhor ferramenta de atendimento online, saber usar seus recursos e empregar boas práticas de relacionamento com o cliente é o que faz toda a diferença!

Boas vendas!

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segunda-feira, 13 de abril de 2020

Tendências de UX para e-commerce: confira aqui as principais

No mundo da web, a experiência do usuário depende, principalmente, de como ele pode obter o que está procurando — seja produtos, serviços ou informações. Compreender o que um cliente deseja e como ele se sente enquanto navega em sua loja online é a chave do sucesso.

O design não se restringe apenas à aparência geral, ele garante que o usuário percorra sua jornada de compra sem obstáculos. Por isso, o layout do site é um fator básico para impulsionar (ou impedir) conversões. Descubra, a seguir, quais são as principais tendências de UX para aplicar em seu e-commerce!

Qual é a importância do UX para lojas virtuais?

A experiência do usuário (UX) é o processo que garante uma prática significativa e pertinente aos usuários. O conceito abrange aspectos de design, marca e usabilidade.

O que poucos sabem é que qualquer produto, físico ou virtual, pode seguir os princípios de UX para facilitar o uso e melhorar a satisfação do consumidor. Alguns exemplos são: o desbloqueio facial em smartphones e o preenchimento automático de dados em um site. Ambos os recursos apenas removem barreiras para agilizar a ação principal.

Basicamente, investir na experiência do usuário destaca seu produto ou sistema em um ambiente extremamente competitivo. Conheça, agora, outros motivos para aplicar o conceito.

Reduz a taxa de abandono

Muitos visitantes vão abandonar o site devido a um processo de cadastro ou pagamento demorado e complexo. O UX ruim pode ser determinado por alguns aspectos:

  • fotos ou informações de má qualidade;
  • poucas opções de pagamento e frete;
  • preços ou botões escondidos;
  • navegação lenta e complexa;
  • suporte indisponível;
  • poluição visual;
  • erros no site etc.

Ao trabalhar com eficiência nessas preocupações, os sites de comércio eletrônico podem reduzir o abandono e aumentar drasticamente a taxa de conversão.

Fornece uma navegação intuitiva

Você pode ter um site maravilhoso, com design atraente e moderno, além de imagens de tirar o fôlego. No entanto, o sucesso do mesmo não será medido pelo visual, mas pelo número de compras concluídas. Uma navegação clara e intuitiva desempenha o papel principal nesse aspecto.

Em cada etapa da interação, os usuários devem entender claramente muitas coisas básicas:

  • Quais produtos estão disponíveis?
  • Qual é o valor e prazo do envio?
  • Como voltar à página inicial ou explorar outras categorias?
  • Como alterar o tamanho/cor do item?
  • Como entrar em contato com a loja?
  • Quais são as garantias?
  • Como analisar as avaliações de outros compradores?

Um fator bastante negligenciado é a descrição dos produtos. É comum focar apenas nas fotos e esquecer-se das dúvidas dos clientes. Não economize nessa etapa, use texto, ilustrações e até vídeos para mostrar os detalhes do produto. Vale lembrar-se de que uma descrição completa também ajuda no SEO.

Cada link, botão e imagem pode desempenhar uma função crítica e alterar consideravelmente as conversões. Se a experiência de compra não for rápida e simples, o usuário vai voltar ao Google e procurar outras ofertas.

Aumenta a fidelidade do cliente

O excelente design UX não apenas atrai novos usuários, mas também é capaz de retê-los por muito tempo. Praticamente todas as lojas oferecem bons produtos e serviços. A experiência de navegação no desktop/mobile é o diferencial que garante a relevância e competitividade da sua loja.

Se um usuário sabe que determinado site oferece uma boa experiência, é bastante provável que ele retorne sem procurar outras ofertas.

Quais são as tendências de UX para e-commerce?

Embora nem todas as marcas possam oferecer um aplicativo otimizado com a compra em um clique (como a Amazon e o Mercado Livre), existem práticas recomendadas de comércio eletrônico necessárias para uma ótima experiência do usuário. Veja, a seguir.

Experiência mobile

Um design web responsivo permite que os clientes tenham uma experiência consistente em qualquer dispositivo, seja desktop, tablet ou celular.

Os consumidores provavelmente não vão parar de comprar pelo desktop. No entanto, estudos mostram que 74% dos brasileiros utilizam smartphone em compras na internet. Ou seja, se seu site ainda não está focado no mobile, contrate agora um profissional ou utilize plataformas prontas para e-commerce.

Isso não apenas melhora a experiência entre dispositivos (e as conversões), mas também ajuda nos esforços de otimização nos mecanismos de busca. De fato, o Google anunciou que os sites otimizados para celular terão uma classificação melhor nas pesquisas.

Design limpo e focado

Observando as tendências do mercado, os maiores sites e marketplaces otimizaram a aparência dos seus sistemas em um esforço para apresentar uma experiência simples, transparente e rápida.

Basicamente, isso significa remover a decoração desnecessária para permitir uma navegação focada (sem distrações). Um layout mais limpo e organizado também transmite mais confiança ao usuário — algo essencial para compras online.

Página do produto e itens obrigatórios

A página do produto é uma das mais complexas e importantes em um design de comércio eletrônico. Afinal, os clientes normalmente são direcionados para os produtos (e não para página inicial). Com tantas coisas a considerar, aqui estão alguns exemplos.

Visibilidade do botão de compra

Ele deve ter um bom tamanho e, se possível, uma cor diferente do restante da página. Certifique-se de usar um CTA claro no botão, como “Adicionar ao carrinho” ou “Comprar agora”. Diga ao cliente exatamente o que fazer.

Selos de confiança

Adicionar selos e emblemas de confiança a um site é uma das práticas mais importantes da experiência do usuário. Lembre-se de não exibir apenas na página inicial, adicione-os em todas as páginas do site — isso aumenta a confiança do cliente em qualquer etapa de compra.

Alguns selos utilizados são: Site blindado, ClearSale, Ebit, Reclame Aqui, entre outros. Além disso, o certificado SSL é um elemento obrigatório para todos os sites, principalmente para as lojas virtuais.

Sessão de comentários

Se seu produto for incrível, deixe que as pessoas o revisem! As classificações podem ajudar outros clientes em potencial a entender o valor do produto, além de ajudar você a melhorar a oferta com um feedback gratuito.

Social commerce

Significa vender produtos diretamente por meio das redes sociais. O Facebook e Instagram permitem integrar seu estoque e marcar produtos nas postagens. O recurso de compras diretas (sem entrar no site) ainda está em testes nos EUA, mas, em breve, pode ser liberado em outros países.

Isso não significa que você deve abandonar o site e focar nas redes, mas fique atento e invista nesses canais para relacionamento e promoção. Em outras palavras, esteja onde seu cliente está.

Quais são os próximos passos?

Use essas dicas para melhorar a experiência de compra em seu site. Retire tudo que não agrega real valor para o usuário e facilite ao máximo a conversão. É importante lembrar-se de que essas melhorias não são opcionais, mas é o mínimo esperado para qualquer loja virtual.

Se sua empresa não acompanha as tendências de UX, infelizmente, você perderá relevância para os novos sites e marketplaces. Para ajudar no trabalho, todos os aprimoramentos e alterações podem ser acompanhados por métricas e testes A/B.

A forma mais fácil de acompanhar as novidades é visitando os líderes do mercado. Como funciona o processo de compra nos maiores sites do seu setor? Como é o layout da página? Quais são os recursos? Procure, também, por lojas fora do Brasil, pois, talvez, você seja o primeiro a trazer alguma novidade.

Outra grande tendência para 2020 são os mercados de nicho. Quer aprender mais sobre essa mudança de consumo? Baixe agora nosso guia completo e gratuito!

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