quarta-feira, 28 de outubro de 2020

MEI no E-commerce: Dicas Importantes

O Brasil ganhou muitos novos microempreendedores individuais (MEIs) nos últimos meses.

Muitas pessoas passaram a empreender por necessidade e muitas delas encontraram no e-commerce a opção perfeita para enfrentar este período de recessão e manter as vendas por algum canal que não implicasse aguardar o cliente entrar na loja física. 

O caminho do comércio virtual é cheio de oportunidades mas também de desafios, por isso, separamos algumas dicas importantes para o MEI. Confira: 

Organize a sua operação virtual através de um ERP

Dispor de um sistema de gestão é fundamental, já que o investimento mensal é baixo se comparado aos benefícios que a ferramenta traz para a rotina.

Ele organiza a operação interna do negócio, integra os setores e automatizar processos, como emissão de notas fiscais, geração de boletos, fluxo de caixa e até a logística, para que no final da compra, o consumidor tenha uma boa experiência com a sua loja.

No caso do MEI, que muitas vezes está gerindo uma empresa pela primeira vez, o ERP também se apresenta como um sistema descomplicado e intuitivo. 

Venda em marketplaces

Algumas pessoas ainda têm dúvidas se MEI pode vender em marketplaces e a resposta é sim, porém é preciso entender quais marketplaces aceitam MEI na modalidade de vendedor.

Também avalie se consegue dispor de preços competitivos aos seus produtos, antes de iniciar o processo de integração aos marketplaces e verifique a taxa de comissionamento do canal.

Se o MEI encontrar alguma dificuldade nesta área de canais de venda é com relação à nota fiscal, já que alguns anais exigem, por questão de segurança, a geração do documento para todas as vendas concretizadas.

Porém, nem todos os MEIs emitem nota fiscal eletrônica (NF-e), que é a exigida pelos canais. Trata-se de um arquivo de computador em formato XML, que possui uma chave de acesso comprovando sua originalidade e exclusividade. Por isso, é preciso fazer a consulta sobre se o seu Estado emite a nota fiscal eletrônica, a fim de não ter problemas com os marketplaces que deseja vender.  

Principais cuidados antes do MEI entrar em um marketplace

  • Declarações de conteúdo;
  • Nota fiscal eletrônica (nf-e) com chave de acesso digital e emitida no formato de arquivo XML;
  • Conta jurídica (com o mesmo CNPJ da empresa) para recebimento dos pagamentos;
  • Produtos com código de barras legítimos e estoque a pronta entrega;
  • Itens com dimensões dentro dos limites estabelecidos pelos correios.

Integrar para vender mais

Microempreendedor é uma classificação de pequeno vendedor, por isso precisa estar em canais que valorizam a categoria.

Algumas plataformas inclusive oferecem treinamentos para auxiliar o lojista a utilizar a plataforma e compartilham conteúdos que ajudam a criar estratégias de venda importantes para quem está começando a atuar no comércio eletrônico.

Integrar os setores da empresa na hora de comprar, vender, e emitir notas e boletos é muito importante para que a conta feche sem que o empreendedor perca tanto tempo e energia nos processos diários. 

A integração através do ERP é uma maneira inteligente de ampliar possibilidades de venda e, ao mesmo tempo, marcar a presença online, ampliando a vitrine a diferentes consumidores. Quando o negócio está integrado a um sistema de gestão único, é possível vender em múltiplos canais sem perder o controle de vendas, estoque, financeiro e logística. 

Outras obrigações do MEI

  • Nota fiscal:
    Como falamos, cada marketplace tem suas regras, mas quando se trata de logística, os Correios, por exemplo, exigem a apresentação da nota fiscal impressa e anexada na embalagem do produto. Também é possível  optar pela declaração de conteúdo, exceto quando a venda for para outra empresa. 
  • Declaração de Imposto de Renda:  A Declaração Anual do Simples Nacional (DASN SIMEI) deve ser entregue até 31 de maio, referente ao exercício fiscal do ano anterior. 
  • Mensalidade: A formalização do MEI não tem custo, mas após a formalização é necessário o pagamento mensal dos tributos de R$ 52,25 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (para Comércio e Indústria) por meio do DAS (carnê) emitido através do Portal do Empreendedor. É importante manter os pagamentos em dia para emitir suas notas. 

O MEI é uma modalidade que estará cada vez mais presente também no e-commerce, já que os profissionais do nosso tempo são marcados por características como a fluidez também no processo de empreender. Esteja atento ao mercado e faça o seu negócio se destacar com organização interna e boas estratégias de venda online.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Monitoramento de preços para e-commerce: como fazer corretamente?

Descubra a importância do monitoramento de preços e todas as dicas para aplicar no seu e-commerce

Como qualquer negócio, lidar com a concorrência com atenção é uma demanda recorrente e com impacto direto nas suas vendas. No ambiente virtual, esse contato é tão importante quanto — senão mais. É aí que entra a necessidade do monitoramento de preços para e-commerce. Quer entender por quê? Então, continue lendo para saber tudo sobre esse assunto!

Monitoramento de preços para e-commerce: como funciona?

O monitoramento de preços no e-commerce é uma tática de acompanhamento dos preços ofertados no mercado para os produtos vendidos na sua loja online. É por meio dele que o seu negócio consegue acompanhar os valores praticados pelos concorrentes, de modo a nivelar os do seu e-commerce. Trata-se de equiparar a sua empresa com as outras do mesmo setor e ser valorizada pela seriedade.

Importância do monitoramento de preços para e-commerce

Por meio desse acompanhamento, sua empresa entende quais preços podem ser aplicados de modo a maximizar o lucro sem perder competitividade. É uma demanda recorrente para manter os seus valores de acordo com o praticado pela concorrência e não perder clientes.

Em datas especiais, é uma ferramenta ainda mais vital por serem períodos de preços excepcionais e flutuantes. Para não se perder e ficar para trás, o monitoramento de preços para e-commerce permite não só acompanhar o mercado, como também proporciona dados para buscar novos fornecedores que aumentem o seu lucro com responsabilidade.

Dicas para fazer na prática

Agora que você já entendeu do que se trata e a importância do monitoramento de preços para e-commerce, podemos passar para a prática. Veja como fazer esse acompanhamento!

Diferencie loja virtual e marketplace

Um erro comum no monitoramento de preços é fazer a comparação dos valores ofertados nas lojas virtuais com os do marketplace. Se o seu negócio está disponibilizado nessas duas plataformas, é necessário fazer o monitoramento separadamente.

Como as condições dentro e fora do marketplace são distintas, com taxas especiais e condições aplicadas em cada plataforma, a comparação cruzada pode gerar mais confusão. Outra diferença é a facilidade de comparação de preços por parte do cliente no marketplace. Isso demonstra que o monitoramento de preços nessa plataforma deve ser feito regularmente, pois qualquer desatualização tem impacto imediato.

Por último, é essencial compreender que o concorrente da sua loja jamais será o marketplace em si, e sim os fornecedores que, assim como você, estão utilizando aquela vitrine. Comparar-se a empresas com estruturas e modelos de negócios tão diferentes é contraproducente.

Compare os preços

No caso do marketplace, costuma-se ter uma concorrência maior, facilitando a possibilidade de comparar os preços do produto e de frete manualmente. Como essas plataformas utilizam o buy box para privilegiar os lojistas com maiores vendas, fica mais fácil fazer esse monitoramento a olho nu com os competidores de maior sucesso.

É importante ressaltar que esse comparativo deve se ater aos valores, copiar descrições, promoções e até imagens, especialmente no marketplace, é uma prática que prejudica as suas vendas. Existem ferramentas nesses sites que identificam essas duplicatas e punem o seu anúncio, sem falar das possíveis denúncias por plágio.

Já na loja virtual, existem ferramentas que auxiliam no monitoramento, afinal, é mais trabalhoso pesquisar site por site, produto por produto. Essas ferramentas fazem apanhados e relatórios que indicam se seu preço está dentro da média de mercado. Mais adiante, falaremos sobre as melhores opções para você utilizar.

Regule os valores

Compreendendo os valores praticados, sua loja pode avaliar qual a margem de lucro possível. Sem fazer esse monitoramento para e-commerce, você pode perder vendas devido a valores maiores do que a concorrência ou lucrar menos vendendo muito.

É importante compreender qual estratégia funciona melhor para a sua marca. Existem lojistas que gostam de vender mais caro os mesmos produtos dentro de uma tática de agregar valor ao nome da loja. Isso ocorre, principalmente, quando se tem uma loja física e se pretende ganhar autoridade.

De forma reversa, outras empresas preferem ser identificadas com preços mais acessíveis do que a concorrência. É uma abordagem comum para quem está começando com um negócio menor e quer alcançar um público grande com rapidez. Apesar de ganhar capital de giro imediato, sem monitorar os preços, o empreendedor não tem comprovação de que essa estratégia funciona de fato, ou se ele está apenas perdendo lucro.

Consulte o fornecedor

Antes de precificar o seu produto, é primordial que você baseie esse valor no quanto você está pagando para seus fornecedores. É a partir desse piso que você começa a definir sua margem de lucro.

Após comparar os preços da concorrência, você consegue avaliar se sua margem de lucro é suficiente, se pode aumentar ou até se deve trocar fornecedores. Caso você identifique concorrentes vendendo o mesmo produto por um valor bem abaixo do seu mínimo, é possível que ele tenha uma fonte mais barata.

Mas cuidado, existe sempre a chance da outra loja estar simplesmente praticando preços baixos com uma margem de lucro menor. É por meio do monitoramento de preços do e-commerce que você consegue identificar pistas de fornecedores mais baratos. Porém, é de bom tom investigar com profundidade se essa possibilidade é real.

Transforme dados em ações

Tenha em mente que as ferramentas de monitoramento fornecerão muitos dados, mas que eles não têm valor se não forem colocados em práticas. A análise de resultados indica muitas possibilidades e caminhos, mas as suas ações devem ser baseadas em pesquisas que vão além. A própria consulta de novos fornecedores deve ser feita juntando os dados do monitoramento com procura de informações sobre os competidores.

Não adianta pagar pelo uso de uma ferramenta sem tomar decisões de acordo com o mercado e sua estrutura. Por exemplo, logo antes e durante a Black Friday, a consulta manual dos concorrentes é vital para o monitoramento, por se tratar de uma época com grande volume de vendas e preços flutuantes. As decisões devem ser tomadas com agilidade dentro das possibilidades da sua margem.

Monitoramento da concorrência

Pesquise e organize os valores atualizados em uma planilha. Como vimos, você pode utilizar ferramentas ou fazer manualmente a pesquisa, abrindo diversas abas dos seus principais concorrentes. Nessa planilha, você deve elencar os 20 produtos mais importantes oferecidos pela sua empresa, anotar o preço no seu site e nas outras colunas colocar os valores das demais lojas. Se você vende no marketplace e em uma loja virtual, como vimos acima, é necessário fazer separadamente, uma planilha para cada.

Conforme adiantado nos tópicos anteriores, é possível contratar ferramentas para o monitoramento de preços das lojas virtuais. Continue lendo para saber quais as principais opções.

Ferramentas que auxiliam no monitoramento de preços para e-commerce

Essas ferramentas não se limitam à análise de preços da concorrência. Também podem ser incluídos os sites que informam sobre a qualidade do tráfego do seu site, o que está fazendo sucesso com os clientes, por qual canal eles estão chegando etc. O importante é ter dados que mostrem quais estratégias funcionam e posteriormente tomar decisões. Para ajudar com isso, listamos algumas ferramentas que podem ajudar:

  • Google Analytics;
  • Keyword Planner;
  • JivoChat;
  • Cyfe.

Agora que você sabe tudo sobre monitoramento de preços para e-commerce, está na hora de colocar esse conhecimento em prática!

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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Guia completo para você aprender a fazer remarketing no Facebook

O remarketing no Facebook é uma estratégia de marketing digital usada para aumentar a taxa de conversão no e-commerce. Trata-se de uma maneira simples de atrair novamente os usuários que acessaram produtos específicos, mas por algum motivo não fecharam uma compra.

A verdade é que a maioria das pessoas que visita o seu site pela primeira vez dificilmente vai chegar ao fim do ciclo de compra de um produto. Os usuários preferem pesquisar diferentes opções antes de chegar a uma decisão. É justamente para aumentar as chances de o usuário voltar ao seu site que é possível investir em conteúdos patrocinados no Facebook.

Para entender melhor como você pode apostar nessa estratégia, elaboramos um guia completo para tirar suas dúvidas e ensinar o passo a passo do remarketing no Facebook. Confira!

O que é remarketing?

Os anúncios de produtos que de repente aparecem nas suas páginas de busca do Google provavelmente vêm de uma estratégia de remarketing. Nesse caso, o alvo é da estratégia você (enquanto usuário), tendo como base sua interação com a plataforma. Os anúncios estão ali para refrescar sua memória com os produtos que você visitou no site.

Isso acontece porque determinado site que você visitou provavelmente usa cookies que permanecem no seu computador. O cookie serve para mostrar ao Google que você tem interesse em certos produtos. Isso funciona como um sinalizador para que você receba anúncios do mesmo site em determinado período até fazer a conversão.

“Remarketing” significa fazer marketing duas vezes. A ideia principal é garantir que o potencial cliente lembre da marca após a primeira visita ao site. O Google mostra os anúncios procurados pelo usuário em páginas de resultados e sites parceiros.

Mas não é só o Google que permite fazer o remarketing. Usamos o Google como exemplo para você se familiarizar com a estratégia. Outra plataforma famosa por permitir que o e-commerce faça remarketing o Facebook.

Como funciona o remarketing no Facebook?

O remarketing no Facebook gera os anúncios de produtos para os usuários na barra lateral da plataforma ou no meio do feed de notícias. O gerenciamento dos anúncios acontece por meio de uma conta no Facebook Business.

Para que os anúncios chegam até os usuários que visitam os seus produtos, é preciso criar um pixel do Facebook inseri-lo no site. O pixel é um pequeno código que garante acesso ao número de conversões a partir dos anúncios no Facebook e a uma lista de usuários que visitaram o site e receberão os anúncios no Facebook.

Hoje, empresas que não têm site também podem impactar novamente os usuários que interagiram com os seus conteúdos nas redes. Isso pode ser feito tanto no Facebook quanto no Instagram. Usuários que mandaram mensagens para sua conta ou visualizaram mais de um vídeo são apenas algumas possibilidades de fazer remarketing dentro da rede.

Por meio do catálogo de produtos do Facebook, é possível não só fazer anúncios, mas também vender pelo Facebook. No entanto, a forma mais tradicional de engajar os usuários por meio de anúncios de remarketing ainda é o uso do pixel instalado no site.

Por que usar essa estratégia?

A ideia central do remarketing para Facebook é aumentar a taxa de conversão ao permitir que o usuário volte ao produto que demonstrou interesse e finalmente feche a compra. Confira, a seguir, outros motivos para adotar essa estratégia!

Acelera a jornada de compra

Criar uma campanha de remarketing no Facebook é o jeito de continuar aparecendo para o usuário quando ele estiver pesquisando sobre determinado assunto, em diferentes “etapas” da jornada de compra. Lembra quais são elas?

Abaixo, você pode ver um breve resumo das etapas, mas não se esqueça de conferir tudo sobre o que é jornada de compra e como ela acontece no e-commerce.

  • Descoberta: quando o usuário pesquisa sem intenção de compra até descobrir uma oportunidade com a qual se identifique.
  • Reconhecimento: quando o usuário se aprofunda sua pesquisa depois de descobrir uma oportunidade, mas ainda sem a intenção real de compra.
  • Consideração: quando o cliente pesquisa diferentes soluções para a oportunidade que foi descoberta.
  • Decisão: quando o usuário pesquisa determinada solução e está próximo de fechar uma compra.

Os anúncios podem chegar a usuários que estão em diferentes etapas da jornada de compra e ajudam a lembrar da sua marca na hora de ir para a etapa seguinte, o que aumenta as chances de ele fechar a compra dentro do seu site. O e-commerce também pode atingir os próprios clientes com a intenção de conquistar conversões futuras.

Aumenta o ticket médio

O valor médio gasto por cliente, taxa conhecida como ticket médio, pode passar por um aumento com uma campanha de remarketing no Facebook bem direcionada. Com um pixel do Facebook instalado no site, você pode criar anúncios para divulgar produtos relacionados aos que os usuários comprou.

O produto anunciado pode servir de complemento. Se o seu cliente comprou um par de tênis, ele pode se interessar por pares de meias. Se o seu cliente comprou calças, ele pode se interessar por um cinto. Segmentar o público do anúncio a partir de relações dessa natureza estimula o aumento do ticket médio e a lucratividade da empresa.

Garante uma análise precisa dos resultados

A grande vantagem das estratégias de marketing digital é que elas produzem resultados que podem ser mensurados com exatidão. Para o remarketing no Facebook, você pode usar o Google Analytics para rastrear o número de visitantes do site oriundos dos anúncios e perceber se eles estão interagindo com o site.

Qual o passo a passo para fazer remarketing no Facebook?

Agora que você já sabe como funciona o remarketing no Facebook e as suas vantagens, vamos mostrar o passo a passo básico para investir nessa estratégia. Confira e tire suas dúvidas!

Tenha um planejamento das etapas

O planejamento é o primeiro passo de toda estratégia de marketing digital. Antes de criar uma campanha no Facebook Business, saiba aonde deseja chegar e qual caminho vai trilhar. Pode parecer óbvio, mas muitos empreendedores pulam essa etapa e no final não sabem por que suas estratégias deram errado.

Estabeleça o seu objetivo com o remarketing no Facebook. Você deve saber que aumentar as vendas é uma ideia geral. Olhe para o seu site e veja quais são os seus maiores desafios atualmente: diminuir o abandono de carrinho? Conseguir fidelizar mais clientes? Esses são apenas alguns dos objetivos mais comuns.

Para ter sucesso com a estratégia, você também precisa definir muito bem seu nicho de atuação. Se o seu e-commerce procura se comunicar com o público certo, as chances de engajamento no Facebook são grandes. Ao analisar o seu nicho, fica mais fácil construir uma persona tangível, usar a linguagem adequada e descobrir seus comportamentos e interesses.

Ainda no planejamento, não se esqueça de fazer uma análise do seu site. As páginas mais acessadas do site devem ser as prioridade na estratégia de remarketing. Na análise, você também poderá saber quais páginas apresentam maior índice de desistência. Com o Google Search Console, você pode saber se esse índice acontece por conta de erros de usabilidade.

Acesse o gerenciador

O gerenciador de negócios é a conta que você deve criar no Facebook Business. É a partir da onde você poderá veicular e rastrear os seus anúncios, gerenciar ativos como as suas páginas e integrar um parceiro de marketing ou uma agência. Como requisito para a criação do gerenciador, você precisa de uma conta no Facebook.

O passo a passo para criar o gerenciador de negócios é simples: vá ao site do Facebook Business, clique em “criar conta”, insira o nome da empresa, seu nome pessoal e endereço de e-mail profissional. Feito isso, clique em “avançar”, preencha os espaços com detalhes sobre a empresa e clique em “enviar”.

Instale o pixel do Facebook

Já falamos aqui sobre o pixel do Facebook e por que é importante usá-lo na estratégia de remarketing nessa rede social. Mas ainda falta entender como criar e fazer a instalação do pixel dentro do site.

O processo é simples. Acesse o gerenciador de eventos, vá em “conectar fontes de dados” e selecione “web”. Em seguida, clique em “pixel do Facebook” e depois em “conectar”. Em seguida, é só adicionar um nome ao pixel, inserir a URL do seu site e clicar em continuar.

Preencha as informações sobre o público

A estratégia de remarketing no Facebook usa uma segmentação extremamente proveitosa para atingir o público certo. Os usuários preenchem uma série de informações úteis na hora de criar uma conta, desde as mais simples, como nome e sobrenome, idade, gênero e localidade, até as mais específicas, como hobbies, interesses e hábitos de compra.

Com base nessa segmentação, o gerenciador de eventos sugere públicos semelhantes. Mas você também pode criar um público personalizado, com base em informações de clientes e visitantes que já interagiram com o site. As diferentes opções permitem que os anúncios cheguem aos usuários certos nos momentos mais propícios de cada jornada de compra.

Personalize os anúncios

Personalize ao máximo os anúncios de produtos no Facebook. É preciso que o usuário experimente uma sensação de oferta e escassez para que ele se sinta mais atraído a voltar ao e-commerce e reconsiderar a compra do seu produto. Portanto, com base no seu planejamento, escolha páginas específicas do site e crie anúncios bem direcionados e com períodos predeterminados.

É importante ter o cuidado de dividir bem o público do anúncio entre quem apenas interagiu com o site e quem já finalizou uma compra. Isso vai evitar que cliente receba o anúncio de um produto que já adquiriu. Lembre-se de que, para usuários que já fecharam a compra, a campanha deve seguir um direcionamento diferente, visando a fidelização.

Crie as campanhas no Facebook

Depois de instalar o pixel do Facebook no site, criar um gerenciador de eventos e definir o seu público, chega a hora de colocar suas campanhas em prática. É importante que os anúncios trabalhem com a mesma identidade visual e provoquem alguma emoção no usuário. Para esse último requisito, lembre-se de usar o senso de urgência e escassez.

Além disso, é importante que as campanhas tenham textos simples, concisos e provocativos. O anúncio deve despertar a atenção do cliente em meio a inúmeras informações do feed de notícias.

Assegure-se de que o texto do anúncio apresenta informações específicas com base na segmentação do público. Para mais dicas de como criar campanhas de sucesso, acompanhe o tópico a seguir.

Como criar campanhas bem-sucedidas?

Criar campanhas de remarketing no Facebook exige muito planejamento e análise de dados, mas está longe de ser uma tarefa burocrática ou com alto custo para os empreendedores. Para garantir bons resultados com a plataforma do Facebook Ads, veja quais são as boas práticas recomendadas.

Comunique-se com os potenciais clientes

A segmentação é uma das ferramentas mais poderosas dos anúncios do Facebook, por isso aproveite essa chance! É fato que os usuários que não demonstram interesse pelo seu produto não trarão nenhum tipo de retorno. Portanto, personalize o público da maneira mais específica possível.

Use vídeos

Usar vídeos em anúncios é uma maneira de explorar os sentidos do usuário e chamar sua atenção em meio a todas as informações no feed de notícias. O recurso audiovisual torna suas campanhas mais interativas e interessantes, aumentando o engajamento dos usuários.

Analise os resultados

Depois de criar os anúncios, não basta só esperar os resultados. Você precisa analisar como o público está reagindo às suas ofertas. Evite campanhas longas e sem propostas claras. O passo seguinte após a criação dos anúncios é acompanhar métricas uteis. A seguir, separamos aquelas que não podem passar despercebidas pela análise:

  • alcance: o número de alcance demonstra quantas vezes o anúncio apareceu para os usuários. O gerenciador oferece uma média desse número e o número por anúncio;
  • CPC: o valor médio do CPC, o custo por clique, é quanto você desembolsa com cada cliente;
  • ROI: o retorno sobre o investimento vai mostrar se cada anúncio está realmente trazendo algum retorno financeiro.

Na ferramenta Facebook Insights, é possível ter uma visão geral sobre métricas importantes para o desempenho do seu negócio dentro da rede.

Até aqui, nós vimos que não há segredos quando o seu objetivo é fazer uma campanha de remarketing no Facebook. O princípio é simples: com uma segunda chance, você consegue mostrar a uma pessoa que comprar na sua loja vale a pena. O Facebook, uma das maiores redes da internet, é o ambiente perfeito para conseguir captar esse usuário. Então, por que não correr atrás dessa estratégia agora mesmo? Agora você já sabe tudo que é preciso para fazer isso.

As estratégias de marketing para redes sociais são um assunto rico, que normalmente levanta várias questões. Então, se você conhece outras pessoas que precisam das nossas dicas, compartilhe o conteúdo nas suas redes sociais e veja o que elas têm a dizer sobre o assunto!

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Compras de final de ano no e-commerce devem crescer 27%, segundo ACI Worldwide

De fato, estamos prestes a passar pelo período que o e-commerce mais vende no ano: Black Friday e Natal. 

Segundo dados ACI Worldwide, divulgados na última segunda-feira (19), em relação a 2019, as compras devem aumentar no período de outubro até o final de dezembro. Com expectativa de atingir aumento em 27%.

“Embora várias lojas físicas tenham fechado devido à pandemia, seus sites de e-commerce continuam disponíveis. Por outro lado, algumas lojas que reabriram não têm visto muito tráfego de pessoas devido à preocupação dos consumidores com grandes multidões. Portanto, como os consumidores passam mais tempo em casa, esperamos que o BOPIS seja o principal canal de entrega que os consumidores vão utilizar para fazerem suas compras de fim de ano”, declarou o vice-presidente executiva da ACI Worldwide, Debbie Guerra.

Esses dados foram baseados em milhões de transações no e-commerce ao nível mundial. Além disso, a projeção é de aumento em 40% em compras realizadas online e retiradas em lojas físicas

“Além disso, ao entrarmos na temporada de compras de final de ano, vemos consumidores iniciando suas compras no início de outubro como resultado de preocupações com a falta de estoque, bem como atrasos no envio, mas também porque os comerciantes estão fornecendo vendas e negócios no início do ano”, completou Debbie Guerra.

Alta e queda de compras online em 2020:

  • Nichos que se mantiveram em alta em setembro, contemplam os games (com aumento de 71%) e varejo (com aumento de 45%);
  • Entretanto, alguns nichos seguem em queda de vendas, como o setor de viagens (redução de 21%) e comercialização de ingressos (redução de 75%);
  • Ao nível mundial, o ticket médio de compras genuínas caiu em US$ 26 em 2020, quando comparado ao ano passado; 

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Para 2021: Mercado Livre planeja recorde de investimento no Brasil

Sendo um dos maiores e mais significativos Marketplaces do Brasil, o Mercado Livre, que nasceu na Argentina, já dominou a América Latina.

Entretanto, mesmo não sendo nativo do Brasil, o país foi responsável por 53% da receita total do Mercado Livre no segundo trimestre de 2020. Quando comparado a média de 2019, o crescimento foi de 74%. 

De fato, o Mercado Livre é predominante no Brasil. Fácil de comprar, fácil de receber, fácil para resolver problemas e agora oferece os envios full. Além, é claro, de vender de tudo! 

Não é à toa que o marketplace caiu nas graças dos Brasileiros.

Pensando nisso, o grupo argentino de comércio eletrônico Mercado Livre segue com planos de investimentos recordes para o Brasil no ano que vem. 

Com suas ações disparadas em mais de R$ 700,00, o Marketplace planeja investir o total de R$ 4 bilhões neste ano no maior país da América Latina. Entretanto, segundo Fernando Yunes, country manager do Mercado Livre para o Brasil, à Bloomberg, a companhia espera superar esta marca em 2021

“Começamos agora o planejamento do ano que vem e queremos investimentos maiores que neste ano”, declarou Yunes. “Houve mudança estrutural de hábito e o mercado mudou de patamar… O comportamento dos consumidores não deve voltar ao que era antes da pandemia.”

Mercado Livre e o coronavírus

O investimento que está nos planos do Mercado Livre, é uma ação para dar mais forças a infraestrutura logística, neste momento em que a pandemia da COVID-19 tem impulsionado, e muito, as vendas online. Inclusive de concorrentes. 

No ano de 2020, o marketplace chegou a receber até 41 milhões de visitas por dia. Esses dias de maior pico, superaram até os números mais impressionantes da Black Friday de 2019, onde recebeu 32,8 milhões de visitas por dia durante o período. 

“Gostaríamos de passar dos três dígitos de crescimento na Black Friday deste ano, dado que aprovamos investimento três vezes maior que o do ano passado”, declarou Fernando Yunes. 

Mercado Livre x Correios

Além disso, outra informação foi trazida. 

Com sua expansão no Brasil, o Mercado Livre pretende reduzir sua dependência dos Correios. Antes da última greve, o marketplace entregava mais de 50% do que era vendido através dos Correios.

Entretanto, agora o Mercado Livre passou a entregar aos fins de semana através de seus centros de distribuição. Já são três centros de distribuição no país, o último foi aberto em Lauro de Freitas, na Bahia, o próximo deve ser instalado no Sul do Brasil.

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Veja como atrair clientes para o marketplace usando o Inbound Marketing

Desde que se iniciou a navegação na internet, as mudanças radicais no comportamento do consumidor exigiram que as empresas criassem novas formas de conquistar e manter a atenção de potenciais clientes. O Inbound Marketing surge do contexto de transformação digital para lidar com a jornada do consumidor atual.

Atrair os usuários que realmente têm alguma chance de comprar o seu produto vale mais a pena do que simplesmente empurrar um produto para o cliente, como geralmente acontece em comerciais de TV. Isso acontece porque as ferramentas digitais favorecem uma empresa a sanar dúvidas do seu público e a entender quais são os seus reais dilemas.

Se a realidade é outra, ela merece outro tipo de abordagem. Uma dessas abordagens é o Inbound Marketing, uma maneira de fazer o público chegar ao seu negócio. Para entender mais sobre o assunto, acompanhe o nosso guia completo e veja como isso pode ajudar você a atrair clientes para o marketplace!

Aliás, essas dicas servem para levar clientes para sua loja no marketplace e também para a sua própria loja virtual!

Conceito de Inbound Marketing

Se os clientes vêm até a sua empresa e são atraídos pelas suas mensagens, torna-se mais agradável apresentar a solução que você tem a oferecer, transformá-los em clientes e garantir que eles promovam a sua marca para amigos e parentes. Por isso, o Inbound Marketing também pode ser chamado de Marketing de Atração.

Em resumo, podemos dizer que o Inbound Marketing é um conjunto de estratégias de marketing digital que visam criar e divulgar conteúdos ricos e informativos para determinado público, com a intenção de atrair usuários e conquistar a permissão expressa de se comunicar com eles para apresentar suas soluções de forma mais direta.

O conceito de Inbound Marketing é frequentemente confundido com Marketing de Conteúdo. No entanto, trata-se de estratégias diferentes. Enquanto o Inbound é uma abordagem usada para arquitetar diferentes maneiras de interagir e conquistar a atenção dos usuários, o Marketing de Conteúdo lida com a produção de conteúdo em vários formatos para engajar pessoas nas diferentes etapas do funil de vendas.

Isso significa que o Marketing de Conteúdo é usado para alimentar a estratégia de Inbound Marketing. É por meio do Marketing de Conteúdo que uma empresa consegue implementar o Inbound Marketing e conquistar os seus objetivos.

Origem do Inbound Marketing

O Inbound baseia-se na simples ideia de que o consumidor atual não quer ser persuadido, mas ensinado. Por isso, simplesmente empurrar um produto ao usuário e mostrar os seus benefícios já não é mais uma maneira eficaz de fazer negócios.

A abordagem mais útil é ensiná-lo a como solucionar seu dilema. Isso porque o consumidor da internet tem a noção de controle de tudo o que consome. Logo, o que não representar para ele uma intenção de conquista dificilmente será absorvido. A partir daí, as estratégias das empresas precisam cada vez mais de planejamento estratégico e inteligência.

Diferentemente dos comerciais de TV e rádio, que apresentam soluções de forma direta, blogposts e e-books — ou seja, táticas de Marketing de Conteúdo — podem ajudar os usuários e despertá-los para um contato inicial. As abordagens a que eles estão acostumados a ver desde sempre fazem partem do que se denomina como Outbound Marketing, metodologia que se difere do Inbound Marketing.

No Outbound, a comunicação é unilateral (unicamente da empresa para o interlocutor), e não bilateral, como acontece no Inbound Marketing (da empresa para o usuário e vice versa). A empresa anuncia o produto para uma grande audiência, o que impede que os resultados sejam mensurados com exatidão. Além disso, a oferta da solução é direta e garante menos engajamento.

Já as estratégias de Inbound Marketing, que incluem blogs, redes sociais, e-mails, apresentam um custo menor quando comparadas às estratégias tradicionais de Outbound Marketing. São meios mais personalizados, que visam focar os esforços nas pessoas certas, com potencial real de se converterem em clientes e promotores da marca.

Com um relacionamento de confiança, a mensagem da marca é transmitida de forma contínua e aberta, sem interrupções e nos momentos para apropriados para o cliente. É um tipo de abordagem que gera um potencial de engajamento muito maior .

4 etapas do Inbound Marketing

Até aqui, já sabemos que o princípio do Inbound é atrair os clientes para criar relacionamentos mais úteis e duradouros. São quatro as etapas que fazem do Inbound um processo eficiente. Confira!

1. Atração

A primeira etapa do Inbound Marketing se baseia na ideia de tornar desconhecidos visitantes regulares e valiosos para as iniciativas da empresa. Isso é colocado em prática por meio de conteúdo no blog, em redes sociais, além de estratégias de SEO, que significa Search Engine Optimization (otimização para mecanismos de busca).

2. Conversão

A segunda etapa do Inbound Marketing tem o objetivo de transformar o máximo de visitantes engajados em leads, ou seja, usuários com real potencial de vendas. Isso pode ser feito por meio de calls-to-action, e-mails marketing, landing pages e meios de automação de marketing.

3. Venda

A terceira etapa do Inbound Marketing consiste em transformar os leads em clientes. Alguns meios podem melhorar a experiência de compra e aumentar as chances de o cliente voltar a fazer negócio, como reuniões, ligações e e-mails personalizados.

4. Encantamento

A quarta etapa do Inbound Marketing é uma das mais importantes. Depois que a venda é feita, o contato com o cliente precisa continuar, pois nesse momento se inicia uma nova jornada, que consiste em fidelizá-lo e torná-lo um promotor da marca. Newsletters e canais mais abertos de comunicação podem ser bastante úteis nesse caso.

O processo de Inbound Marketing se assemelha muito com a jornada do cliente no funil de vendas. Cada uma das etapas do funil de vendas agrega pessoas com demandas semelhantes, o que exige diferentes estratégias por parte das empresas. Portanto, é importante sempre levar em consideração o funil de vendas no Inbound Marketing.

Importância do Inbound Marketing

Atrair os usuários certos por meio de conteúdos ricos e atrativos gera vantagens que não são encontradas nas estratégias mais antigas de Outbound Marketing. Por isso, o Inbound é tão utilizado por empresas de vários portes, que estão presentes em vários nichos. Abaixo, veja mais sobre a importância dessa estratégia para o mundo atual.

Bom relacionamento com o cliente

Uma relação de confiança, na qual há uma comunicação bilateral e constante, permite que o público fique mais aberto a ouvir e receber recomendações focadas nas suas necessidades. Um conteúdo muito bem segmentado sustenta a ideia de que a empresa está ali para resolver uma situação específica do cliente.

Como vimos, um dos diferenciais do Inbound Marketing não é a quantidade de pessoas alcançadas, mas a capacidade de alcançar as pessoas certas para criar relacionamentos com potencial de gerar negócios futuros.

Análise exata de resultados

A grande vantagem das estratégias de marketing digital é que elas estão sujeitas a análises exatas e em tempo real para você entender tudo o que está funcionando ou não, de modo a implementar mudanças. O conjunto de ferramentas de Inbound permite que você estruture as etapas sempre de olho no que pode ser otimizado.

É o monitoramento de perto que permite a criação de simulações para saber o que pode dar certo. A análise de dados oferece uma grande quantidade de informações para basear as decisões e auxiliar no planejamento da jornada do cliente. Com dados precisos, as simulações se aproximam ainda mais da realidade do mercado.

Redução de custos

Quando se aplica uma estratégia de Inbound Marketing, não é do dia para noite que a empresa começa a gastar menos. Mas podemos dizer com tranquilidade que as ferramentas de Inbound são mais baratas do que as estratégias tradicionais de Outbound. O melhor de tudo é que a sua empresa não sofre com perda de qualidade.

Com um orçamento enxuto, você tem mais recursos para potencializar estratégias realmente eficazes. Isso faz com que o seu retorno sobre os investimentos sobre cada vez maior, tornando a empresa mais sustentável. Além disso, os números exatos obtidos com o Inbound permitem que sua empresa tenha uma visão geral dos custos e consiga otimizar os investimentos.

Maior lucratividade

O Inbound Marketing garante um poder maior de convencimento à sua empresa, pois uma decisão de compra se constrói com informações sólidas, o que geralmente não acontece de maneira imediata. Isso acontece porque o Inbound se baseia na ideia de que a sua persona vai receber o conteúdo que ela precisa para acelerar a jornada e finalizar a sua compra.

Com conteúdos altamente personalizados, você consegue diminuir o tempo necessário para converter um visitante em lead e colocá-lo mais cedo na etapa de compra. O resultado é o aumento do número de vendas e uma receita mais significativa.

Os leads qualificados, ou seja, potenciais clientes que foram informados com conteúdos de qualidade ao longo do funil de vendas, se sentem mais confiantes para fazer negócio com a sua empresa. Por isso, o valor médio gasto por cada cliente, conhecido como taxa de ticket médio, também tende a ser maior com o conjunto de estratégias de Inbound Marketing.

Inbound Marketing para plataformas de marketplace

O principal objetivo do Inbound Marketing é atrair clientes para os serviços oferecidos por uma empresa. Quando a estratégia é usada para atrair o máximo de usuários para a plataforma de marketplace, existem algumas estratégias específicas que podem sem colocadas em práticas de marketing e gerar resultados significativos. Veja abaixo!

Investir em assuntos ligados aos produtos do marketplace

Uma boa estratégia de Inbound Marketing é conduzir o visitante em uma jornada de compra que o leva até o serviço da sua empresa. Se as etapas do Inbound se basearem em dados equivocados sobre o perfil do público, é possível que o caminho da jornada não leve até o seu serviço. Nesse caso, seus conteúdos estarão encurtando o ciclo de venda de outras empresas.

Em uma estratégia bem planejada, com uma persona bem definida, os conteúdos produzidos estarão relacionados de alguma forma aos produtos vendidos no marketplace. Das necessidades, dúvidas e preocupações da persona, nascerão os assuntos dos conteúdos produzidos. Se o seu nicho é de roupas femininas, por exemplo, um post sobre “X dicas para um look incrível de ano novo” pode chamar a atenção das pessoas certas.

Desenhar o funil de vendas

Não basta produzir conteúdos com base apenas no nicho de atuação da empresa. As etapas do funil de vendas é que vão estruturar a divisão dos assuntos. No topo do funil, os usuários estão interessados em conteúdo mais abrangentes, que despertem a curiosidade para problemas comuns.

No meio do funil, o número de usuários é mais reduzido se comparado ao topo do funil. Os usuários já sabem dos seus desafios e estão procurando conteúdos mais aprofundados para entender melhor o que estão enfrentando. No fundo do funil, você pode promover cases de clientes, depoimentos e outros conteúdos que detalhem determinada solução conduzem a decisão do usuário.

Usar influenciadores digitais

Influenciadores são pessoas com autoridade em determinado nicho de atuação. Eles geralmente produzem conteúdos para Instagram, YouTube e outras redes sociais. Recomendações e dicas feitas por influenciadores provocam um bom engajamento de seus respectivos públicos. Por isso, muitas empresas fecham parcerias com essas personalidades.

Os influenciadores digitais cobram para realizar campanhas para os seus canais de relacionamento. Por outro lado, o pagamento pode ser feito tanto com uma transação financeira quanto com o produto oferecido gratuitamente. A divulgação pode ser feita com um post de agradecimento, uma foto postada no Instagram ou qualquer outro meio negociado antecipadamente com o influenciador.

Estratégias de Inbound Marketing para atrair clientes e fornecedores

Vimos que Atração, Conversão, Venda e Encantamento são as quatro etapas de uma estratégia de Inbound Marketing perfeita. Mas não adianta entender apenas os conceitos sem se aprofundar nas estratégias usadas. Por isso, separamos, a seguir, as estratégias que não podem ficar de fora de cada uma das etapas da metodologia de Inbound. Confira!

Estratégias para a etapa de atração

Na atração e nas outras etapas de Inbound, o compartilhamento de conteúdos relevantes é o pilar central. O que variam são as abordagens nos diferentes canais. Um blog oficial, por exemplo, pode ser usado para reunir todos os conteúdos voltados para as necessidades da sua persona, de acordo com as diferentes etapas do funil de vendas.

Ao receber a sua mensagem, o visitante naturalmente vai se sentir atraído pelo serviço que a sua empresa oferece. Por isso, é importante manter, em paralelo ao blog oficial, uma secção do e-commerce na qual a sua empresa possa adotar uma abordagem centrada nos benefícios que a sua solução tem a proporcionar. Assim, você também consegue usar o Inbound no e-commerce.

Estratégias para a etapa de conversão

Para a etapa de conversão, cujo objetivo é converter visitantes em leads, ainda é importante focar na produção de conteúdo. As diferentes ferramentas para essa etapa vão permitir que os conteúdos tenham um maior poder de convencimento.

Landing pages, por exemplo, são feitas para convencer os visitantes do seu blog/site a aceitarem materiais gratuitos em troca de informações pessoais. É importante que a landing page e os e-mails focados na conversão do visitante apresentem em destaque um call-to-action (CTA), que é um convite para uma ação direta por parte do visitante.

A criação dos materiais focados na conversão precisa conter informações mais aprofundadas sobre possíveis soluções para a persona. Posts comuns no blog e infográficos são úteis nesse momento, mas a função de um e-book é criar uma expectativa no usuário em torno de um conteúdo mais aprofundando.

A expectativa é criada desde o preenchimento do formulário para receber o material até o material enviado no e-mail de recebimento do e-book.

Estratégias para a etapa de venda

A etapa de venda exige estratégias que visem converter os leads em clientes reais da empresa. Isso pode ser colocado em prática com as ferramentas de automação de marketing, com as quais é possível manter a personalização e conduzir o usuário ao longo do funil de vendas.

O e-mail marketing também ajuda na conversão ao proporcionar um diálogo particular e direto com o público da sua empresa. Por isso, aposte na nutrição de leads, que é a sequência de e-mails para manter um diálogo regular com o usuário e conduzi-lo para sua solução.

Estratégias para a etapa de encantamento

Para oferecer um serviço de pós-venda, a sua empresa precisa se concentrar em estratégias que visam manter os clientes satisfeitos e interessados em voltar a fazer negócio. A prática de Sucesso do Cliente, por exemplo, vai garantir que ele recomende seu serviço a outras pessoas.

Também é importante manter um contato frequente com os leads pelas redes sociais e com uma newsletter. Conteúdos com temas específicos sobre as suas necessidades vão chamar atenção e manter o engajamento.

Ferramentas de Inbound Marketing

As ferramentas são os componentes adicionais que vão otimizar os resultados da sua estratégia de Inbound Marketing. Em outras palavras, é possível permanecer com uma estratégia de Inbound sem certas ferramentas, mas utilizá-las é o suporte necessário para alcançar resultados expressivos em um tempo reduzido. Veja quais são a seguir!

Integração com marketplace

Um bom software de integração com marketplaces vai permitir que você centralize a gestão várias plataformas e administre o mesmo estoque a partir de recursos automáticos. Para lojas físicas, é uma ótima chance de migrar para o universo digital com o pé direito, conseguindo aproveitar a popularidade dos maiores marketplaces.

Para os e-commerces, o software de integração vai reduzir inúmeros obstáculos e permitir a gestão de vários marketplaces simultaneamente. Você cadastra seu produto uma vez de forma rápida e integrada com todas as plataformas disponíveis e acompanha os resultados gerais e por canal de vendas.

Google Analytics

O Google Analytics é uma poderosa ferramenta de análise de dados. A partir de um código instalado na página do site, o software coleta informações sobre visitas dos usuários e as transforma em relatórios.

O Google Analytics é gratuito, tem uma interface intuitiva e de fácil integração com outras plataformas do Google. Por meio dele, você pode analisar o número de visitantes do site em determinado período, a taxa de rejeição (quando o usuário visita apenas uma página e sai sem interagir com o conteúdo) e o tempo de permanência na página. Você também sabe quantas vezes o usuário retorna ao site e o número de páginas visitadas.

A configuração da ferramenta é muito simples. É preciso ter uma conta no Google para criar uma conta na plataforma. Em seguida, basta preencher os dados solicitados e seguir o passo a passo para integrar o Google Analytics ao site e começar a obter resultados.

Automação de e-mail marketing

O e-mail marketing é uma forma aliada na estratégia de Inbound Marketing. É uma estratégia que se mostra rentável ao trazer resultados com alto potencial de retorno. Para garantir todo o potencial desse recurso, é indispensável investir em uma ferramenta de automação.

Por meio dela, você pode segmentar o seu público em diferentes perfis e enviar conteúdos personalizados de forma automática, sem precisar gastar tempo com tarefas manuais e cansativas. Assim, é possível estabelecer uma comunicação mais próxima com os leads e clientes.

Até aqui, vimos que o Inbound Marketing é uma estratégia do nosso tempo, aplicada por empresas de diferentes ramos para atrair potenciais clientes pela internet. Com as dicas deste guia completo, vai ser mais fácil dar início a essa abordagem e atrair o seu público. Mas continue aprofundando os seus conhecimentos, pois há muito mais para aprender, se você quiser resultados significativos em pouco tempo.

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Vantagens de um sistema ERP em nuvem

O processo de transformação digital já não é algo de agora. 

Precisamos estar prontos para o mundo cada vez mais conectado digitalmente, na vida profissional e também na vida pessoal. Hoje parece impensável que há alguns anos atrás (e até mesmo em algumas empresas que ainda não se digitalizaram completamente), a rotina de gestão era baseada em planilhas, pastas físicas e papeladas intermináveis. 

O sistema de gestão ERP surgiu para facilitar os processos diários e unificar a organização da empresa, números, compras e vendas, além de integrar o estoque, emitir notas fiscais e realizar integrações logísticas e a marketplaces. 

Isso tudo não é novidade, o que é preciso atentar para manter a sua empresa em total conectividade, seja em profissionais trabalhando em home office, ou de forma remota, é a utilização de um ERP online e em nuvem. Conheça um pouco mais sobre as vantagens: 

O que é e como funciona um sistema de gestão em nuvem?

De forma geral, o armazenamento em nuvem permite que o varejista possa gerenciar as tarefas sem sair de casa ou estando em qualquer ambiente e utilizando qualquer dispositivo (tablet, celular, computador). 

O sistema de gestão em nuvem (o cloud computing ou armazenamento de dados em nuvem) permite o armazenamento e o compartilhamento de arquivos por meio da internet. Ele é executado em uma plataforma com sistema global de servidores que operam em um único ecossistema, o que possibilita que toda informação fique devidamente guardada sem ocupar espaço no computador.

Comparado ao armazenamento local, que depende de manutenção e atualizações constantes, o ERP (sistema de gestão) em nuvem funciona de forma automática, salvando também backups. Além da facilidade de gerir remotamente o negócio, outro ponto fundamental é a segurança que o sistema de gestão em nuvem garante. 

O sistema em nuvem também diminui trabalho relacionado a atualizações de sistema e garante que todas as informações fiquem armazenadas de forma segura em nuvem, o que permite aos colaboradores autorizados acessar remotamente o sistema e suas informações. 

Outras vantagens em utilizar um ERP em nuvem:

Organização:

O ERP por si só já contribui muito para a organização da empresa, o sistema estando em nuvem permite que o gestor analise os resultados, e também as falhas, e ainda acertar mais nas tomadas de decisão que impactarão o futuro da empresa. 

A manutenção do fluxo de caixa, por exemplo, pode ser feita em tempo real e de forma automatizada. Com isso, todas as informações são atualizadas automaticamente e o gestor pode tomar decisões mais precisas, evitando erros que levam a desperdícios.

Integração:

Em tempos de trabalho remoto, é importante que todas as informações de compras, vendas, estoque ou entregas estejam atualizadas no sistema, mesmo que o trabalho esteja sendo feito remotamente. 

Por isso, integrar os setores da empresa através de um ERP é fundamental para que isso aconteça de forma fluida, podendo inclusive, emitir notas fiscais e boleto de qualquer lugar e em qualquer dispositivo. 

Economia: 

Outra grande vantagem do ponto de vista do empresário, é a diminuição de contratação de mão de obra e com as equipes mais enxutas, também aumentam as taxas de produtividade, além dos processos manuais diminuírem as chances de erros

Outra vantagem é que o sistema é executado em uma plataforma com sistema global de servidores que operam em um único ecossistema, o que possibilita que toda informação fique devidamente guardada sem ocupar espaço no computador.

Mobilidade:

Com um sistema de gestão ERP online e em nuvem o trabalho remoto ganha sentido, e o empreendedor consegue fazer alterações, verificar relatórios e acompanhar as vendas de onde estiver. 

Otimização de processos para focar nas vendas 

Gerir o tempo do time de trabalho é tão importante quanto pensar em estratégias de venda. 

Por este motivo, o ERP em nuvem passa a ser um aliado e o empreendedor também pode pensar no trabalho de forma mais dinâmica, sem empecilhos de estar na empresa para atualizar uma venda, por exemplo. 

Sincronizar as informações garante que, mesmo na gestão de múltiplos canais de venda, a gestão se mantenha descomplicada e atualizada. 

Todos os tamanhos de empresas se beneficiam com o formato, desde micro até empresas de grande porte, pois garante segurança da informação e oferece a possibilidade de acessar os documentos em qualquer lugar do mundo.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Em terceiro trimestre de 2020, e-commerce supera faturamento de 2019

Surpreendentemente, o terceiro trimestre de 2020 foi responsável por já registrar faturamento no e-commerce superior ao total de 2019

Decerto, isso se deve muito ao ano atípico que estamos vivendo. Entretanto, a surpresa veio pelo faturamento de 2019 já ser superior, sendo que ainda não passamos pelas datas mais importantes do e-commerce, que ficam para o último trimestre do ano: Black Friday e Natal. 

Esses dados foram retirados de um estudo sobre vendas realizado pela Neotrust | Compre&Confie no terceiro trimestre de 2020.

“Superar o total de do ano passado durante o 3º trimestre do ano realmente é algo surpreendente, pois ainda não chegamos no período mais importante para o setor que inclui a Black Friday e Natal”. Declarou o CEO da Neotrust, André Dias.

O estudo ainda traz mais dados interessantes para quem realiza vendas online. Considerando apenas o  terceiro trimestre de 2020, foram mais de 4,7 milhões de novos consumidores que realizaram sua primeira compra em uma loja virtual. 

Desta forma, o número de usuários únicos realizando compras online no terceiro trimestre chegou a mais de 23 milhões. Fazendo um breve comparativo, o registro de crescimento em relação ao mesmo período de 2019 foi de 60%. No ano passado, esse número era de apenas 14 milhões de compradores únicos. 

Ainda segundo o estudo  Neotrust | Movimento Compre & Confie, Moda e Acessórios segue na liderança de categoria mais comprada, com ticket médio de R$ 145,00 e movimentando mais de 16 milhões de compradores. 

Além disso, foi identificada a faixa etária que mais comprou neste terceiro trimestre. Os consumidores entre 36 e 50 foram responsáveis por 33% do total do faturamento do período.

Inegavelmente, o crescimento exorbitante do e-commerce neste ano, foi impulsionado pelo isolamento social. 

Entretanto, uma pesquisa já realizada mostrou que, mesmo que crescimento tenha sido por necessidade, os consumidores pretendem continuar comprando online mesmo após o término da pandemia. 

Logo, podemos dizer que, de fato, o crescimento deve desacelerar com a reabertura de lojas físicas, mas não parar

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Marketplace de sucesso: 4 cases para você se inspirar

Para conquistar um marketplace de sucesso, é possível adotar algumas estratégias que já foram seguidas por grandes marcas desse segmento. As experiências dessas empresas podem inspirar a criação de novos negócios, que também têm a capacidade de gerar melhores receitas.

Se você busca obter mais informações sobre como esse mercado funciona, preparamos este guia, que explica o que é um marketplace e por que vale a pena investir nesse ramo, além de trazer quatro cases de sucesso e dicas de como obter um marketplace mais bem-sucedido. Confira!

Definição de marketplace

O marketplace é um tipo de plataforma em que diferentes lojas e empresas podem expor os seus produtos ou serviços. Desse modo, pode conectar quem oferta (vendedor ou prestador) a quem demanda (cliente). Podemos comparar o marketplace a um shopping, que reúne uma diversidade de negócios.

Essa modalidade de venda online garante benefícios para todos os envolvidos. Os compradores conseguem obter melhores ofertas, porque podem comparar os orçamentos dos produtos e as avaliações de outros clientes. Já os prestadores de serviço ou os vendedores que integram a plataforma ganham visibilidade e alcançam mais clientes.

O dono do marketplace, por sua vez, é responsável por intermediar as relações de compra e venda, além de atrair novos clientes e fornecedores. Em troca, pode lucrar com as vendas estabelecidas na plataforma, sem se preocupar em fabricar os produtos ou ofertar os serviços.

Esse modelo de negócio virtual tem crescido cada vez mais, de acordo com o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil. O levantamento foi feito pela Precifica, empresa que realiza monitoramento de precificação dinâmica e valores cobrados no e-commerce.

O estudo aponta que a quantidade de varejistas que atua em marketplaces aumentou de 7.447, em 2017, para 14.204, em 2018. Esse acréscimo representou 90,7% a mais nesse período. Foram analisadas 88,3% do total de ofertas publicadas nos três maiores sites do país: Walmart.com, Americanas.com e Extra.

4 cases para você se inspirar

Para você entender melhor como esse negócio funciona, é importante conhecer alguns exemplos de marketplace que alcançaram grande sucesso e podem oferecer lições para os empreendedores do ramo. Separamos quatro cases para inspiração. Conheça!

Amazon

A história da Amazon começou em 1994, nos Estados Unidos. A gigante do marketplace foi fundada pelo empresário e engenheiro Jeff Bezos, que antes era analista em Wall Street. O negócio começou na garagem de casa, com a venda de livros online. A empresa conseguiu manter um grande catálogo por conta da parceria com distribuidoras e atacadistas.

Hoje, a Amazon é considerada uma das maiores representantes de varejo em todo o mundo. Em julho de 2020, a empresa superou as estimativas de vendas no segundo trimestre e alcançou o faturamento de US$ 88,91 bilhões.

No mesmo período do ano passado, o número havia chegado aos US$ 63,4 bilhões. Esse aumento ocorreu após a crise do novo coronavírus ter aumentado as vendas na plataforma e, também, devido ao uso dos serviços de armazenamento em nuvem, oferecidos pela empresa.

Americanas

A Americanas.com comercializa os próprios produtos e também os de terceiros. São mais de 2 milhões de pedidos mensais e cerca de R$ 12 bilhões em vendas registrados pela empresa.

Para os vendedores, o marketplace oferece benefícios interessantes, a exemplo do custo zero de investimento inicial. Além da grande visibilidade que a empresa oferece, a Americanas.com também dispõe de proteção contra invasões e fraudes.

Airbnb

A plataforma Airbnb é um dos principais exemplos bem-sucedidos de marketplace de serviços. A história da empresa começou quando três amigos resolveram alugar espaços dentro do apartamento deles para acolher designers que buscavam um lugar para se hospedar durante um congresso que ocorria na cidade.

Com a ideia, o grupo acabou criando a empresa milionária, que custa mais de US$ 30 bilhões. A plataforma conecta viajantes e pessoas que oferecem hospedagens e experiências, a exemplo de passeios culturais pela cidade. A empresa está presente em 192 países, com a capacidade de agregar acomodações únicas, como iglus na Finlândia.

Magazine Luiza

O Magazine Luiza é uma companhia brasileira que conta com lojas físicas e expandiu o mercado para comercializar produtos de pequenos e médios lojistas em seu marketplace. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou o crescimento de 214% do seu marketplace.

Os vendedores que usam a plataforma podem usufruir da grande visibilidade da empresa, que recebe 35 milhões de acessos por mês. O Magazine Luiza ainda garante uma equipe de suporte aos vendedores e um servidor que sustenta um alto número de acessos. Assim, também pode entregar uma melhor experiência de compra aos clientes.

Dicas para ter um marketplace de sucesso

A aplicação de algumas estratégias pode ajudar a implementar um marketplace com maior receita. Confira três sugestões a seguir.

Conquiste um bom número de vendedores e compradores

Para não sofrer prejuízos financeiros, o marketplace precisa ter um bom volume de vendedores, a fim de manter o site em funcionamento e atrair compradores. Para se ter uma ideia, basta pensar no Airbnb sem a grande quantidade de usuários aptos a alugar e oferecer imóveis para locação.

Por isso, é importante buscar métodos para garantir a saúde financeira do seu marketplace. No caso do Airbnb, por exemplo, a empresa incentiva que os usuários convidem amigos que ainda não tenham conta na plataforma. Depois que esses amigos completam o cadastro e fazem uma reserva, o usuário ganha créditos para usar no site.

Ofereça espaço a vendedores menores

Para obter operações mais escaláveis, os marketplaces também devem atrair vendedores menores. Se focar em apenas atrair grandes vendedores para a plataforma, é mais complicado negociar taxas favoráveis para o marketplace, já que podem ser mais agressivos em referência às margens que estão determinados a quitar.

Não utilize preços altos

Outro ponto importante que os marketplaces precisam ter atenção é oferecer preços mais atrativos do que outros fornecedores do mercado.

Com base no que apresentamos para se ter um marketplace de sucesso, você pode perceber que algumas práticas podem auxiliar na conquista de melhores resultados nesse segmento. Os exemplos das empresas bem-sucedidas mostram a necessidade de adotar estratégias de como atrair vendedores, a fim de gerar receitas mais vantajosas.

Se você gostou de entender mais sobre este assunto, veja, também, o que você precisa saber para obter êxito nesse mercado no Brasil.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Compras no débito: alternativa deve passar a ser mais utilizada no E-commerce

Qual a opção mais escolhida pelos clientes na hora de fazer uma compra em um e-commerce? Cartão de crédito! 

É quase instintivo pegar o cartão de crédito na hora de fazer uma compra online, isso porque, aparentemente, é muito mais seguro! Fazer o pagamento no débito, para lojas que oferecem essa opção, causa certo desconforto para o cliente. Pois, caso algo não saia como o planejado, o dinheiro já saiu da conta. 

Sendo assim, as compras no crédito ainda não foram pagas e se o cliente desejar, é só solicitar o estorno. 

Entretanto, a tendência que este cenário mude é muito grande! Um novo protocolo de segurança para transações foi aderido por companhias de pagamentos. Desta forma, o pagamento no débito tem grande potencial de ser mais utilizado com o passar do tempo.

Segundo estimativa da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, Abecs, essa alternativa possui capacidade para gerar ao menos, R$ 160 bilhões em compras ao ano, 50 vezes o apurado de 2019.

No mais, caso a estimativa de R$ 160 bilhões em transações realmente se torne realidade, os pagamentos no débito ainda estarão muito longe dos pagamentos feitos no crédito. Segundo Edson Ortega, vice-presidente de Risco na Visa do Brasil (à reportagem do jornal O Estadão de S. Paulo), que em 2019 as transações no crédito movimentou R$ 323,5 bilhões em compras online. 

Completando sua declaração, o vice-presidente de Risco na Visa do Brasil, relatou que a função débito poderá substituir os pagamentos feitos via boleto, que, muitas vezes, demoram para serem aprovados. 

Haverá risco de fraude em pagamentos feitos no débito no E-commerce?

Na mesma reportagem ao jornal O Estadão de S. Paulo, Ortega declarou que, hoje, compras feitas pela internet possuem taxa de aprovação entre 60% e 80%. Diante de 98% de conversão em compras feitas presencialmente. 

Entretanto, o risco de fraude no e-commerce é baixo, chegando no máximo a 1%, contra 0,03% no presencial. 

Entretanto, o cenário muda com os testes feitos com o novo protocolo. Neste caso, as conversões aprovadas em compras online já atingem níveis entre 85% e 90%, sem constatar nenhuma fraude, por hora. 

Será que agora, com muito mais segurança, as compras no débito substituirão as compras feitas por boleto? Sem dúvidas, um avanço para os lojistas e também para quem compra!

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O que é growth hacking e como usar em sua loja virtual?

Se você perguntar para 10 pessoas “o que é growth hacking”, provavelmente obterá 10 respostas diferentes. A verdade é que ainda há muitos equívocos e confusão em torno desse termo.

Neste artigo, vamos explicar o que muitos consultores, profissionais de marketing e empreendedores consideram ser a melhor estratégia para desenvolver um negócio. Continue a leitura e descubra, de uma vez por todas, o que é growth hacking e como essa metodologia pode impulsionar seus resultados!

O que é growth hacking e como ele surgiu?

Growth hacking é uma metodologia baseada em dados e técnicas de marketing inteligentes. O objetivo principal é alcançar um crescimento escalável de negócios. A técnica surgiu do cenário de startups do Vale do Silício. Com orçamentos de marketing limitados, os proprietários de empresas tiveram que criar maneiras inovadoras de fazer seus negócios crescerem rapidamente e a um custo mínimo.

O termo “growth hacking” foi cunhado em 2011, por Sean Ellis, que diz: “um growth hacker é uma pessoa cujo verdadeiro norte é o crescimento”. A fórmula para o sucesso do growth hacking é baseada em testes e otimização contínuos — documentando todo o aprendizado para aplicar nos próximos projetos. Graças a essa abordagem, é possível desbloquear seu potencial de crescimento.

Embora o método possa parecer muito com marketing, à primeira vista, existem algumas diferenças significativas. Um growth hacker usa todo o funil de vendas, quando muitos profissionais de marketing apenas olham para a conscientização e a aquisição. O funil de growth hacking consiste em uma série de etapas. Veja em detalhes, cada uma delas, a seguir.

Conscientização e aquisição

Este estágio trata de colocar seu produto ou serviço na frente do público-alvo. O truque aqui é encontrar a solução com melhor custo-benefício, que aumentará a escala do seu negócio no menor tempo possível.

Ativação

Depois que os usuários viram seu produto, o que os leva a se inscreverem e comprarem? Ativação significa fazer com que as pessoas (que conhecem a sua empresa) experimentem o seu produto. Otimizar a taxa de conversão é uma das etapas mais importantes.

Retenção

Com alguns usuários a bordo, devemos permanecer em contato com eles e formar um relacionamento íntimo e duradouro.

Referência

Usar os clientes atuais como um canal de marketing é uma estratégia inteligente que empresas de sucesso usam. Os programas de referência permitem que os clientes convidem outras pessoas para experimentar o produto/serviço.

Receita

Finalmente, construir um fluxo de receita constante para fazer o negócio se sustentar (e prosperar) é a etapa final e mais importante.

Como usar o growth hacking para melhorar seus resultados?

Veja agora o passo a passo para controlar o crescimento do seu negócio.

Entenda exatamente quem é seu público-alvo e onde ele se encontra

Muitas empresas não conseguem entender seu público-alvo. O pior caso é imaginar que qualquer pessoa é o seu público. Isso nunca é verdade, pois até as maiores empresas do mundo fazem segmentação de clientes. Veja algumas dicas para direcionar sua mensagem:

  • conduza pesquisas online e registre as respostas de pessoas de diferentes grupos demográficos;
  • saia do prédio e comece a falar com as pessoas na rua, com os alunos da universidade e onde você achar que seu público possa estar.

Depois de compreender o público, procure entender o seu comportamento por meio de perguntas como:

  • Eles são ativos em qual rede social?
  • Quais são os principais influencers do segmento?
  • Qual é o conteúdo preferido? (humor, informativo etc.)
  • Qual é o melhor formato? (imagens, vídeos ou textos)

Divida seu objetivo principal em micro-objetivos realistas

Todo negócio tem um grande objetivo, porém, para chegar lá, você precisa executar vários micro-objetivos. Por exemplo, digamos que sua meta é aumentar as vendas anuais em seu e-commerce. Sabemos que o principal fator para atingir essa meta é conseguir mais tráfego.

Temos ciência, também, de que o tráfego é conquistado por conteúdos gratuitos (artigos, posts, vídeos etc.) ou anúncios pagos. Agora, basta montar sua estratégia de atração considerando o orçamento e os recursos da sua empresa.

Além de atrair novas pessoas, faça testes para aumentar a conversão dos visitantes e atuais compradores (melhorar a experiência no site, realizar campanhas sazonais, interagir com sua base de clientes, criar novas ofertas etc.). Dessa forma, com pequenas ações contínuas, você consegue atingir grandes objetivos.

Analise cada conjunto de dados

A maioria de seus objetivos envolverá números. Conhecer a fundo todos eles, permite tomar decisões calculadas, que levam a um crescimento explosivo. Alguns exemplos de dados para rastrear e analisar são:

  • origens do tráfego, tempo que seus visitantes gastam nas páginas e conteúdo mais visitado;
  • metas, por meio do Google Analytics, para determinar o caminho que suas conversões geradoras de receita seguiram;
  • conversões — e-mails coletados, novos leads, seguidores, vendas etc.

Desenvolva um funil de conversão que gere receita

Não existe uma solução de funil de conversão fácil e que funcione para todos. Cada empresa possui produtos, serviços e clientes-alvo diferentes. Algumas empresas dependerão muito do marketing por e-mail, enquanto outras direcionarão a maior parte do tráfego usando mídias sociais.

Conhecer o seu mercado-alvo é de suma importância para montar um funil criativo — e que, de fato, converta leads em clientes. Após encontrar o modelo ideal de atração e conversão, é hora de automatizar os processos para escalar seus resultados.

Faça testes constantemente

É aqui que os ganhos mais visíveis podem ser obtidos. Embora possa parecer que pequenas mudanças no site e nos anúncios sejam insignificantes, algumas delas podem aumentar drasticamente suas conversões.

Quais são os cases de sucesso de growth hacking?

Veja os seguintes exemplos de como diferentes empresas usaram growth hacking em diferentes níveis.

Beleza na web

O site de cosméticos conseguiu atingir receitas anuais milionárias graças ao seu marketing com influenciadores, além dos mais variados conteúdos educativos — fornecendo um exemplo incrível de growth hacking.

Netshoes

A empresa lançou uma poderosa seção de blog, fornecendo diversas informações relevantes para seu público-alvo. O guest blogging e o marketing de conteúdo são recursos típicos de growth hacking. Eles têm o potencial de atrair visitantes de vários perfis, melhorando a classificação, o tráfego orgânico e o link building.

Então, você conseguiu entender o que é growth hacking? Esperamos que sim. Siga todas as dicas de atração, retenção e conversão de clientes para transformar sua empresa em uma máquina de vendas!

Atenção! Nem todo visitante é um comprador em potencial. Sua empresa pode estar gastando dinheiro com tráfego desqualificado. Descubra, agora, nosso guia completo (e gratuito) para conquistar o melhor tráfego para sua loja.

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

72% dos consumidores pretendem comprar na Black Friday 2020

Até então, a Black Friday 2020 era um cenário incerto devido à pandemia da COVID-19. No mais, as expectativas eram  positivas. 

Entretanto, depois de uma pesquisa feita pela Méliuz, as expectativas se tornaram mais reais e animadoras! 

72% dos consumidores devem comprar na Black Friday 2020

Mesmo com a transformação na vida dos brasileiros, de uma hora para a outra, devido ao isolamento social, a maioria dos consumidores pretendem aproveitar esta Black Friday — de um ano totalmente atípico. 

Desta forma, 72% dos usuários da plataforma Méliuz devem aproveitar a data, segundo sua própria pesquisa. 

Por outro lado, 26,58% ainda não sabem se vão ou não comprar nesta Black Friday e 1,19% já declararam que não possuem intenção de compra na data. 

Contudo, essa pequena parcela que não irá entrar na onda da Black Friday, 43% destacaram a falta de dinheiro como principal motivo. Boa parte dos restantes que não pretendem comprar, alegaram que não acreditam nas promoções da Black Friday.

Black Friday 2020 para o E-commerce

A Black Friday chegou ao Brasil através das lojas virtuais. Entretanto, em questão de pouco tempo, as lojas físicas também aderiram à data em seus calendários comerciais. 

Por isso, as lojas físicas possuem representatividade na Black Friday, porém, ainda ficam atrás do e-commerce. Especialmente no ano de 2020. 

Assim, 58% dos entrevistados optarão por fazer compras online, 11% em lojas físicas e 32,92% pretendem mesclar entre lojas físicas e online — dependendo muito dos melhores preços.

Segundo a Méliuz, o resultado pode ser reflexo do comportamento de compra dos consumidores durante a pandemia

Sobre as maneiras de buscar as melhores promoções, a pesquisa ainda aponta que 57,8% dos entrevistados utilizarão sites de busca na internet, destacamos aqui a importância de realizar campanhas pelo Google Ads e Google Shopping

Já 51,2% devem ir direto aos sites das próprias lojas — sem dúvida, a maioria desses sites escolhidos serão os marketplaces

Ainda segundo a pesquisa, os consumidores pretendem se informar sobre promoções através de e-mail marketing, indicação de amigos, sites de comparação de preços e até anúncios na televisão. 

Quais os itens mais esperados para a data? 

Diferente de outros anos, desta vez os consumidores, em sua maioria, pretendem comprar itens de necessidade

  • 42% aproveitarão a data para comprar itens de necessidade;
  • 25% optaram por comprar itens de desejo;
  • 17% relataram a pretensão de trocar produtos que já possuem por novos ou de outro modelo;
  • 6% desejam economizar e antecipar as compras de Natal.

O que deve ser mais comprado na Black Friday 

  • 52,74% Eletrodomésticos e eletroportáteis;
  • 41,05% Eletrônicos e Informática;
  • 32,36% Perfumes e Cosméticos; 
  • 28,64% Smartphone;
  • 28,12% Móveis e decoração; 
  • 25,33% Acessórios e Calçados;
  • 24,30% Roupas; 
  • 13,85% Livros;
  • 11,27% Alimentos e bebidas; 
  • 10,54% Viagem;
  • 9,30% Jogos e Consoles; 
  • 8,79% Relógio e Joias;
  • 8,47% Artigos esportivos;
  • 2,89% Assinatura de serviços;
  • 1,96% Outros.

Quanto os consumidores pretendem desembolsar na Black Friday 2020?

Agora vamos para um ponto muito interessante para os lojistas: quanto esses consumidores pretendem gastar?

Segundo a pesquisa, embora os impactos da crise tenham sido fortes, a média de pretensão de gastos não mudou muito em relação à 2019.

  • 32,2% dos entrevistados pretendem gastar entre R$ 1 mil e R$ 2.999,00; 
  • 25,9% pretendem ficar entre R$ 500,00 e R$ 999,00; 
  • 14,6% se programa para gastar R$ 3 mil ou mais; 
  • 14,3% planeja gastar entre R$ 300,00 a R$ 499,00; 
  • 11% farão compras entre R$ 100,00 e R$ 299,00;
  • 1,6% não pretendem gastar mais de R$ 99,00.

Quais são suas expectativas para a Black Friday 2020? Sua loja virtual está preparada para essa data? Confira nosso conteúdo sobre a Black Friday e faça seu checklist.

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