sexta-feira, 31 de julho de 2020

Mapa de Empatia: Como utilizar no e-commerce para vender mais

Utilizar o mapa de empatia no e-commerce é essencial para entender às necessidades dos clientes e assim, ter sucesso nos negócios. O termo empatia é muito utilizado nos dias atuais, principalmente para ajudar nas relações humanas. Pessoas empáticas são mais solidárias e conseguem lidar melhor com situações difíceis.

Empatia diz respeito a se colocar no lugar do outro para entender os motivos que levaram a pessoa a tomar determinada decisão. Quando a pessoa coloca essa habilidade em prática, ela se imagina no lugar do outro e por isso, não julga com tanta facilidade. Mas o que isso tem a ver com o e-commerce?

Vamos responder a esta e outras perguntas ao longo deste post. Mas, primeiro, você deve entender o que é o mapa de empatia. Confira!

O que é o mapa de empatia?

O mapa de empatia é bastante parecido com a criação da persona. A diferença é que nele, detalhamos mais as dores, necessidades e sentimentos da persona. Dessa forma, o lojista consegue entender melhor seu cliente e oferecer as soluções adequadas, na hora certa.

Por exemplo: um cliente faz uma pergunta sobre seu produto e então você coloca a resposta na descrição da mercadoria. Essa estratégia evita que outros consumidores tenham a mesma dúvida.

A ferramenta funciona como um mapa mesmo, em que você define o que a pessoa sente, o que ela faz, o que a pessoa vê, quais são suas dores. É a criação de uma persona, mas focando na empatia, analisando sentimentos e desejos.

Como o mapa de empatia funciona?

Ele serve para o lojista reconhecer os sentimentos e dores da persona, como citamos no tópico anterior sobre colocar a dúvida dos clientes na descrição do produto. É mais fácil usar mapa de empatia, que é parte mais sentimental para criar a persona, mas nada impede de alterar as informações do mapa depois que sua loja estiver no ar.

Isso porque você terá mais contato com seus clientes e vai saber onde cada um deles tem uma dor específica. Então, você usa as informações para criar campanhas de marketing efetivas, que atinjam seu consumidor bem no momento que ele precisa de algo.

Com o mapa de empatia, você consegue identificar situações específicas. Por exemplo: antes de abrir uma loja de roupas, você acredita que a maior dor de seu cliente é o medo de comprar pela internet. Mas, depois que as atividades começam, você descobre que o medo do consumidor é comprar uma roupa que não serve.

Então, você usa isso a seu favor e informa que suas roupas têm tabelas de medidas com tamanhos exatos e outras descrições importantes que deixem o cliente seguro para comprar.

Qual é a diferença do mapa de empatia e as personas?

Criar uma persona é fundamental para o sucesso de qualquer negócio, pois é por meio dessa estratégia que uma empresa conhece o perfil de seu público-alvo.

Geralmente, o mapa de empatia é criado antes da persona. As informações contidas nele são utilizadas para criar a buy persona. Isso porque o mapa permite que você decifre a mente de seu cliente, entendendo melhor suas necessidades e desejos.

Então, as duas ferramentas se relacionam diretamente e permitem a criação de estratégias de marketing mais efetivas. Dessa forma, você atinge o público certa na hora certa e não extrapola seu orçamento para publicidade.

Como fazer um mapa de empatia passo a passo?

Para elaborar o mapa de empatia, é necessário ter em “mãos” dados confiáveis sobre o seu público-alvo. Para desenhar o mapa, vale utilizar uma lousa, papel sulfite e, até mesmo, o computador. O importante é que ele tenha as informações necessárias para que você consiga decifrar a mente de seu cliente.

Veja quais informações são necessárias para criar o mapa de empatia!

O que o cliente vê?

Aqui, estamos falando sobre qual mundo o cliente vê, seus estímulos visuais.

  • Quem são seus amigos?
  • Como é o ambiente ao seu redor?
  • Quais tipos de conteúdo ele consome? Livros? Programas de TV? Blogs? De quais estilos?
  • Quais redes sociais ele acessa?

Para responder a essas perguntas, é preciso enxergar o mundo com os olhos do cliente. Imaginar que vai ficar um dia inteiro na pele do cliente, que pode ser um médico ou um dentista ajuda a entender sua rotina e ter respostas certas.

O que o cliente ouve?

Nessa etapa, precisamos entender quais são as influências que o cliente recebe, não somente sonoras, mas de pessoas que ela convive. Então, tente responder as seguintes perguntas:

  • Quais pessoas e ideias influenciam suas decisões?
  • Quem são seus ídolos?
  • Quais suas marcas favoritas?
  • Quais meios de comunicação ela consome? Rádio? TV?

O que o cliente pensa e sente?

Nessa etapa, é importante descobrir como o cliente se sente em relação ao seu produto e sua marca. Mapear seus sentimentos e percepções em relação ao mundo é essencial para entender melhor sua mente.

  • Como o cliente se sente em relação ao mundo ao seu redor?
  • Quais são seus anseios e sonhos?

O que ele fala e faz?

Essa etapa diz respeito a entender o comportamento do consumidor, ou seja, o que leva ele a comprar seu produto ou serviço. Para chegar a uma resposta, basta comparar seu discurso com suas ações. É importante descobrir seus hobbies, seu trabalho e entender um pouco sobre sua rotina diária.

Quais são suas dores?

Nesse momento, você deve avaliar quais são as dúvidas do cliente em relação ao seu produto. É preciso entender quais obstáculos ele deve superar para comprar de seu e-commerce. As frustrações do cliente em relação ao seu tipo de produto também devem ser levadas em consideração.

Quais são suas necessidades?

Esse é o centro de toda a estratégia, pois determina quais problemas de seu cliente seu negócio vai resolver. No mapa de empatia, você consegue entender se o problema do cliente é falta de tempo, de dinheiro, insegurança de comprar pela internet, medo de não gostar do produto etc.

Como aplicar o mapa de empatia no e-commerce?

O mapa de empatia pode ser aplicado para criar campanhas de marketing segmentadas e melhorar as vendas do e-commerce. Além disso, as informações devem ser usadas para estreitar o relacionamento com os clientes, gerar insights valiosos e criar estratégias para resolver as dores do cliente em tempo hábil.

Por exemplo: se você identifica que o cliente tem medo de comprar uma roupa e não gostar, você deve criar uma política de trocas e devoluções, para deixar o consumidor seguro.

Como você viu, o mapa de empatia não é um bicho de sete cabeças, mas sua elaboração exige dedicação. Como é essencial para o sucesso nas vendas, ele deve ser criado por uma equipe especializada e criativa, que consiga desvendar a mente do consumidor.

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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Mercado Pago: o que é e como usar no e-commerce

Quem busca saber como montar e ter sucesso com sua loja virtual não pode deixar de considerar as opções de pagamentos. Elas são parte fundamental de qualquer e-commerce e devem contar com flexibilidade e um bom intermediador. Dessa forma, é interessante conhecer o Mercado Pago.

A fim de garantir sucesso, é essencial oferecer aos clientes formas variadas, eficientes e simples de pagar por aquilo que eles desejam. Com a pressa dos dias atuais, qualquer deslize é capaz de levar o consumidor em direção à concorrência.

Entretanto, é importante ressaltar que o Mercado Pago não é a única opção de intermediador de pagamento. Existem outras opções no mercado. Vale a pena avaliar e considerar qual é a melhor para a sua loja virtual.

Dito isso, se você deseja saber de qual maneira o Mercado Pago tende a auxiliar nesse sentido, prossiga com sua leitura!

O que é o Mercado Pago e de que forma usá-lo?

Com a digitalização de produtos e serviços, a necessidade de contar com plataformas que reunissem variedade de pagamentos, simplicidade no uso e confiabilidade se tornou imperativa. Uma delas é o Mercado Pago. Por meio dela, é realizado o intermédio entre o vendedor de um produto e seu cliente.

Além de aceitar diferentes tipos de cartão de crédito ou débito, o serviço do Mercado Pago também trabalha com boletos. Tudo isso se torna ainda mais simples quando é compilado em um link de pagamento capaz de ser facilmente compartilhado em redes sociais ou, até mesmo, diretamente com o comprador. Como consequência, tanto o trabalho do vendedor se torna simplificado, quanto a compra em si.

Qual é a sua relação com o Mercado Livre?

O Mercado Pago é uma criação do Mercado Livre, uma plataforma de venda de itens de toda natureza, em especial, de soluções para o comércio eletrônico. Mesmo que ela tenha sido criada para amparar a empresa argentina de tecnologia, ela ganhou outras proporções e, hoje, funciona de forma independente.

Ou seja, seu e-commerce pode contar com o Mercado Pago como intermediador. Para isso, basta conferir se o serviço se encaixa nas necessidades de seu negócio. É interessante lembrar que, caso a resposta seja negativa, não há nada com o que se preocupar. Como dito anteriormente, existem outras opções disponíveis e que são capazes de suprir suas demandas específicas.

Quais são as principais vantagens e desvantagens?

É preciso conferir o que chama atenção no uso da plataforma e mensurar alguns impactos negativos que ela pode ocasionar no negócio. Dessa forma, conhecer vantagens e desvantagens de seu uso é imprescindível. Conforme visto, os principais pontos positivos do Mercado Pago incluem:

  • confiabilidade;
  • agilidade na realização de pagamentos;
  • segurança;
  • simplicidade no uso;
  • nenhum limite de vendas;

Para alguns, as taxas cobradas também costumam ser interessantes, com a retirada de dinheiro por parte do vendedor no mesmo dia, em 14 dias após o pagamento ou em 30 dias. Mas quais são suas principais desvantagens?

Alguns usuários não são fãs, por sua vez, das taxas cobradas em saques no banco. Além disso, eles reclamam da inexistência de uma ferramenta de criação de loja virtual. Contudo, esses são obstáculos que podem não impactar seu e-commerce. Analise sua situação em específico antes de tomar sua decisão!

De qual forma ele é usado no e-commerce?

É importante conhecer cada uma das opções de uso do Mercado Pago no e-commerce. Assim, será possível conferir quais são as que melhor se adaptam ao seu negócio e garantir que os pagamentos sejam facilmente realizados pelos usuários de seus serviços. A plataforma permite a geração de boletos, cobranças no débito e no crédito. Além disso, oferece os links de pagamento, que serão explicados a seguir.

Geração de links de pagamentos

O link de pagamento é um grande facilitador. Ele permite que os clientes efetuem pagamentos pelas redes sociais ou, até mesmo, durante a live de um artista, por exemplo. Para isso, não é necessário que o consumidor tenha uma conta no Mercado Pago, o que torna o processo ainda mais ágil e interessante. Basta clicar no link e seguir a navegação intuitiva oferecida.

Boletos

Aqueles que desejam efetuar compras por boletos também são capazes de contar com o serviço. A forma de recebimento desse dinheiro é acordada diretamente entre o vendedor e a plataforma, que oferece diferentes opções e taxas que contemplam a muitos. Por meio dela, o saldo é recebido pelo vendedor em 3 dias após aprovação, sob o pagamento de R$ 3,49.

Marketplaces

Se sua loja virtual fizer parte de um marketplace, também será possível contar com o intermediador. Seja por cartão de crédito, seja por débito ou boleto, você terá acesso as mesmas opções citadas. Assim, tomará decisões individuais para seu negócio — desde que os acordos com o marketplace sejam respeitados.

Lojas virtuais próprias

E se você for dono de seu próprio e-commerce, já sabe poderá aproveitar as vantagens do Mercado Pago. De forma geral, ele tende a satisfazer seus usuários tanto na hora de vender quanto de pagar. É importante se atentar às taxas e formas de recebimento para evitar surpresas desagradáveis no final.

Em termos de pagamentos realizados por cartão de crédito e dinheiro, há a opções de receber o valor na hora (taxa de 4,99%), em 14 dias (4,49%) ou em 30 dias (3,99%). No caso do débito, o pagamento cai na hora, a uma taxa de 3,99%. Por fim, o boleto tem seu valor recebido em 3 dias. Você paga R$ 3,49 por isso. A escolha dos métodos mais adequados dependem das particularidades das compras e negócios.

Em suma, o Mercado Pago é uma plataforma de pagamento capaz de amparar donos de lojas virtuais. Isso é dito uma vez que eles precisam fazer jus à exigência de consumidores de todos os tipos. É preciso ser flexível no recebimento e oferecer, ao comprador, diferentes formas de pagamento — de forma que você, como vendedor, também seja beneficiado.

O Mercado Pago está diretamente ligado ao Mercado Livre. Isso faz com que muitos iniciantes desejem começar a vender por meio da empresa, o que tende a trazer excelentes resultados. Aqueles que desejam começar a vender devem saber de que forma fazê-lo com sucesso logo na primeira negociação.

Saiba como crescer no Mercado Livre desde o começo e aproveite os benefícios que o acesso à informação certa pode proporcionar ao seu negócio!

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segunda-feira, 27 de julho de 2020

Black Friday 2020: Como preparar sua loja virtual

Faltam apenas 4 meses para a Black Friday 2020! 

Isso mesmo, na data desta publicação, 27 de julho de 2020, faltam 4 meses para a tão aguardada Black Friday! 

Entretanto, se você for um lojista que vai vender pela primeira vez na Black Friday, pode estar pensando: mas ainda falta muito tempo! E se você é um lojista que já se aventurou na Black Friday, deve estar pensando: mas já está em cima da hora!

E é isso mesmo. Para ter bons resultados financeiros, é importante começar a se planejar antecipadamente para não ter dor de cabeça. 

Afinal, quem prepara o estoque antes, quem negocia antes e quem arruma a casa antes, tem mais tempo para focar nas estratégias de vendas na reta final! 

Confira dicas para melhorar a performance de seu e-commerce nesta data. 

Como foi a Black Friday 2019? 

Antes de mais nada, vamos falar como foi a Black Friday 2019? 

Em 2019 a Black Friday foi um verdadeiro sucesso, bem acima do esperado. Isso é o que diz os dados da Ebit Nielsen, com maior movimentação de pedidos, o varejo online brasileiro faturou R$ 3,2 bilhões — considerando apenas a quinta e a sexta-feira. 

Além disso, o número é 23,6% maior do que o registrado no mesmo período no ano anterior, 2018. Isso mostra que a Black Friday vem crescendo muito ao decorrer dos anos e é a cada ano mais esperada. 

Quais as expectativas para a Black Friday 2020? 

Em contrapartida, estamos no meio de uma pandemia que esfriou a economia no Brasil e no mundo. Será que esse ano a Black Friday chega com tudo novamente? 

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, Eduardo Terra, esta será a maior Black Friday no país — se as empresas estiverem prontas para suprir a demanda, principalmente na parte tecnológica. 

Contudo, Eduardo Terra alertou que ainda existem muitas incertezas, pois não sabemos qual será o cenário das lojas físicas. Contrapartida, em novembro, possivelmente, novembro teremos consumidores com uma demanda reprimida. 

Além disso, a data é muito utilizada para adiantar as compras de Natal. 

“Olhando para o segundo semestre, não vejo com muito otimismo os resultados do varejo como um todo, mas acredito sim que a Black Friday será um sucesso ainda maior do que o do ano passado“, destaca o presidente da SBVC.

Sendo assim, imagine o cenário em um ano que o e-commerce cresceu de forma descontrolada devido ao distanciamento social. Agora, considere que os consumidores que nunca haviam comprado online, pretendem continuar com esse hábito. Para finalizar, some com o fato da Black Friday já ser a data mais esperada do e-commerce porque todo mundo adora comprar com desconto! 

Certeza que essa será a maior Black Friday da história do país, não temos como afirmar. Porém, o contexto é bastante otimista para quem vende online — e quem não vende, pois, ainda existe tempo para se planejar e participar. 

Em virtude disso, será que vale a pena colocar o pé no freio e ficar de fora desta edição da Black Friday? 

A gente acredita que não. Por isso, aqui vão alguns passos para chegar com tudo no dia 27 de novembro! 

Planejamento 

Este é um ponto que batemos forte, simplesmente porque é o fator mais importante

Neste caso, seu planejamento deve direcionar todas as estratégias da loja desde o desconto até a transportadora que irá entregar o produto ao comprador. 

Este é o momento de pensar em tudo. Entraremos mais a fundo nas questões mais importantes, mas para começar, responda às perguntas a seguir: 

  • O desconto será em forma de cupom ou desconto aplicado no produto? 
  • Sua estratégia será de preço ou frete grátis? 
  • Haverá categorias e/ou produtos selecionados ou a loja toda entrará em promoção? 
  • Quando será o início da sua Black Friday (algumas lojas começam na quinta a noite, outras preferem a virada)? 
  • Seus funcionários estão preparados para uma alta de produtos a serem separados, embalados e despachados? 
  • Como será sua comunicação de marketing? 
  • Sua loja focará em sua persona ou abrirá o leque para tentar atingir mais clientes? 
  • Qual será sua verba de investimento em marketing? 

Agora vamos nos aprofundar em algumas questões ainda não levantadas. 

Fornecedores

Essa é uma das partes mais delicadas do processo. 

Sempre recomendados fechar com fornecedores flexíveis, justamente para momentos como na Black Friday. Tente negociar e extrair ao máximo desconto do fornecedor. E isso pode ser feito de várias formas, desde a realização de um pedido maior, até uma porcentagem das vendas daqueles produtos. 

Entretanto, não adie essa conversa. Os fornecedores não darão desconto para todos, quem chegar primeiro e com a melhor proposta, possui mais chances de conseguir um bom desconto. Por isso, esse é um ponto para começar logo após terminar de ler este artigo.

Importante: repasse os descontos para o cliente final, se não, sua loja não será uma loja competitiva na Black Friday 2020.

Estoque 

Diretamente ligado aos fornecedores temos o estoque. 

Não adianta comprar um estoque 20x maior do que de costume só para ter mais desconto, é importante manter os pés no chão

E jamais, principalmente no período da Black Friday, venda produtos que você não tem no estoque. Sabemos que pode parecer uma estratégia tentadora, mas por trás dela poderão haver muitos problemas. 

Mesmo que seu fornecedor seja confiável e entregue rápido, há o risco deve mesmo não ter mais o estoque do produto e você ficará com pendências de envio. Fato que será péssimo para a reputação de sua loja e zero chance de fidelização de clientes

Ao invés disso, aproveite a data para queimar aquele produto com estoque parado. Se você possui muitas unidades de um ou mais produtos que simplesmente não vendem, o prejuízo você já tomou. Logo, abaixe ao máximo o preço e aproveite para fazer o dinheiro girar no caixa. 

Usabilidade da loja 

Pronto, você já negociou desconto com fornecedores e já encomendou tudo para deixar o estoque preparado para o dia 27 de novembro. Mas, como está sua loja? 

Olhar para dentro de casa é um passo essencial para garantir uma boa performance na Black Friday. 

Pensando assim, será necessário verificar se há problemas de navegação, se o layout não está quebrando, se sua atual plataforma (ou seu atual plano) suporta um alto volume de acessos, se o checkout está simplificado, se o carregamento está rápido… 

São inúmeras análises para se fazer agora, que ainda é possível mudar. Pois, uma loja com todos esses problemas, não passa confiança e faz com que o cliente desista da compra por mais que a oferta seja muito tentadora. 

Agora vamos destacar o ponto mais importante. 

Mobile First 

Sua loja tem versão mobile exclusiva? Ou é necessário ficar dando zoom para achar algum botão? 

Sem dúvida, a Black Friday 2019 confirmou a tendência do consumidor de adquirir a partir de dispositivos móveis. Segundo dados da Ebit Nielsen identificou que 55% dos pedidos foram feitos a partir de celulares, na quinta e sexta do ano passado. Na comparação com 2018 a alta foi de 103%.

Então, o que esperar deste ano? Justamente, que a aquisição via mobile seja ainda maior.

Por esse motivo, garanta uma boa navegação mobile para não perder vendas para o concorrente! 

Campanha no site

Uma boa campanha com banners estratégicos dentro do site são capazes de fazer milagres. 

Além de serem fáceis de alterar, os banners destacam as melhores promoções do site e podem ser encaixados em diversos lugares da loja, não só na home. Aliás, nem devem estar só na home, pois se algum cliente entrar direto em uma categoria ou produto, pode nem ficar sabendo que a loja está em promoção. 

Sendo assim, invista em banners de home, laterais, tarjas e etc. Porém, lembre-se de confirmar se sua plataforma suportará os formatos. 

O ideal de uma campanha dentro do site, é ter uma comunicação clara e objetiva, no caso da Black Friday, com destaque total no preço. Contudo, isso não minimiza a importância de ter uma campanha com um design criativo e uma chamada incisiva. 

Canais de Vendas

Até aqui estávamos colocando a casa no lugar. Agora chegou a hora de traçar estratégias para levar clientes em potencial para dentro da loja

Afinal, não adianta estar com a loja redonda e não haver visitas, certo? 

Você pode até deixar “na mão da sorte” e esperar que os usuários encontrem sua loja de forma orgânica no Google ou seus clientes se lembrem de você. Entretanto, lembre-se que essa é a época do ano em que os consumidores são mais bombardeados por anúncios a todo lado. 

Separa um investimento para a Black Friday e garanta sua fatia deste bolo! 

Observação: É importante garantir que sua plataforma de e-commerce integre com os canais citados, certo?

Facebook 

O Facebook é um canal essencial para sua loja estar. 

Além de ter um público muito abrangente, através dele é possível gerenciar os anúncios de outras redes sociais. 

No mais, o Facebook é excelente para anunciar com o catálogo de produtos, direcionando o cliente direto para o produto. E também pode ser usado para as estratégias de remarketing, assim, o cliente não esquece do produto que visitou e de sua oferta incrível. 

 

Instagram 

O Instagram é uma das mídias que dependem do Facebook para anunciar. Entretanto, atualmente, é a rede social com maior engajamento na internet

Além das publicações tradicionais, os anúncios podem ser feitos no feed e também no formato de stories. Sobretudo, na Black Friday 2020, uma ótima estratégia será utilizar o Instagram Shopping

O Instagram Shopping permite marcar seus produtos nas imagens anunciadas (ou não). Com um clique, o cliente consegue visualizar o nome do produto e preço. Se houver interesse, é só clicar e será aberta uma página no próprio Instagram com mais informações e produtos relacionados. 

Sendo assim, se quiser realizar a compra, o cliente pode clicar no “ver no site” e ser direcionado direto para a página do produto. 

Dependendo de seu segmento, o Instagram deve ser indispensável para sua estratégia de marketing.

WhatsApp 

Sim, o WhatsApp pode e deve ser utilizado durante a Black Friday. 

Seja para anunciar suas promoções ou esclarecer possíveis dúvidas de clientes que mandem mensagem durante o período. Fique de olho para não demorar para responder e não perder nenhuma venda!

Entretanto, se for utilizar o WhatsApp para anunciar, tenha cautela. Faça isso apenas 1x para anunciar que sua loja está participando da Black Friday com até X% de desconto em toda loja. 

Contudo, há mais uma função que seu WhatsApp pode ter: recuperação de carrinho abandonado. Neste caso, vai depender da plataforma que você utiliza, mas é sim possível enviar uma mensagem via WhatsApp alertando o cliente do produto deixado no carrinho e que são as últimas unidades naquele preço, por exemplo. 

Google Ads

O Google Ads e Google Shopping são coringas para promoções sazonais, especialmente na Black Friday 2020. 

Isso porque, a maioria dos clientes não compra sem dar uma passadinha pelo Google. Mesmo que, seja só para um comparativo de preço de um produto que ele viu no Instagram. Lembre-se que na Black Friday, o cliente só vê preço e frete grátis

Sendo assim, ter anúncios no Ads e no Google Shopping são importantes para tentar garantir os cliques. 

O Google Shopping porque já exibe a foto e o preço do produto logo de cara. E o Google Ads porque pode ter o texto alterado especialmente para essa data, chamando mais atenção do usuário. 

 

Marketplaces

Os marketplaces, naturalmente, já participam da Black Friday

Entretanto, você não será obrigado a participar, a não ser que faça sentido para a sua estratégia traçada lá no início. 

Recomendamos sempre que, seu preço seja mais atrativo em sua loja virtual do que dentro do marketplace

“Mas isso não pode fazer que com eu perca algumas vendas para o concorrente?” 

Sim, pode. Essa ação deixará seu preço menos competitivo. Entretanto, como citado anteriormente, na Black Friday o cliente é um caçador de preço baixo. Sendo assim, é provável que ele cheque aquela loja que fará a entrega do produto e verá que no site o preço está mais baixo. 

Agora se sua estratégia for outra e a ideia não é vender na loja e sim direto nos marketplaces, aí não tem conversa. Aproveite o alto investimento deles em anúncios e pegue sua fatia do bolo

E-mail Marketing

O E-mail Marketing é outra excelente saída para quem vai vender na Black Friday 2020

Porém, deve ser usado com sabedoria e com boas estratégias para realmente reter a atenção dos clientes. Isso porque, nesta data, mais do que no dia do aniversário do cliente, sua caixa de e-mails ficará recheada de promoções. 

Além de anunciar promoções, os e-mails também são excelentes para recuperar carrinhos abandonados

 

Ticket médio 

A Black Friday deve sempre ser vantajosa para os dois lados, o lado do lojista e o lado do cliente.

Por esse motivo, nada impede, pelo contrário — você deve, tentar aumentar o ticket médio de compra de sua loja. 

Há diversas maneiras de fazer isso: kit de produtos, produtos relacionados, compre junto e o melhor de todos: falta x reais para levar com frete grátis. 

O consumidor brasileiro simplesmente ama frete grátis e isso chama sua atenção. Além disso, essa estratégia pode ser aliada às demais. Vamos a um exemplo! 

Você vende itens para gamers e seu cliente está prestes a levar um novo teclado e um headset em uma promoção incrível. No carrinho, você pode inserir a barrinha que falta R$ 30 reais para ela levar com frete grátis. Logo embaixo, você oferece um mouse gamer por R$ 49,90. 

Entendeu a estratégia? 

A ideia de levar um produto a mais “quase pelo preço” que o cliente pagaria de frete, é muito tentadora. Então, é uma boa opção! 

Entretanto, veja se sua plataforma possui esses recursos.

 

Chegou o grande dia! 

26 de novembro chegou! — porque todos sabem que a Black começa verdadeiramente na quinta no final da tarde e início da noite.

Agora que já está tudo certo: o site no jeito, promoções ativas na loja, anúncios programados para as próximas 48 horas… É só deixar a loja lá e ir fazer outras coisas, certo? Errado! 

A Black Friday requer monitoramento, porque de uma hora para a outra, tudo pode mudar!

Imagina que seu site caia, seu principal produto esgote rapidamente, um anúncio pode não ser veiculado corretamente e/ou estar gastando mais do que deveria, seu principal concorrente esteja com um preço melhor que o seu etc. 

Inúmeras coisas podem não funcionar da maneira esperada, por isso é importante tomar algumas precauções. 

Esteja com parte do time disponível 

Por todos os fatores citados acima, é importante ter parte do time disponível. 

Cuidado para não infringir nenhuma regra trabalhista! Mas, garanta que se sua loja precisar de socorro para modificar um anúncio ou o banner principal da loja, alguém esteja disponível para lhe auxiliar. 

Sem falar no atendimento, que deve sim ser ativo até algumas horas da madrugada. 

Para não ficar desfalcado e garantir que seus funcionários tenham o intervalo de descanso necessário, divida o time. Um time da manhã/tarde e um time da noite/madrugada, para quinta e sexta-feira. 

Para os que vão ficar a noite, é importante lembrar de oferecer um jantar por conta da empresa e lembrar do adicional noturno. 

Caso esteja trabalhando com uma agência de marketing, procure saber qual o turno que eles irão praticar na Black Friday. 

Análise de concorrente 

Não deixe de monitorar seus principais concorrentes

Sem sombra de dúvidas, eles também estarão de olho em você. 

Imagine que seu concorrente esteja praticando um preço melhor que o seu para o principal produto do segmento e você também consegue baixar seu preço sem tomar prejuízo. Faça isso e seja mais competitivo. 

Na verdade, é uma estratégia muito interessante não deixar o preço com o maior desconto possível. Desta forma, você tem margem para abaixar conforme o comportamento do mercado. 

Por esse motivo, é importante ter parte do time para fazer a alteração de banner, mudar o anúncio etc. 

Cuidado com decisões precipitadas 

Lembre que nada é mais importante que sua saúde financeira

Se caso o concorrente esteja trabalhando um preço mais baixo que o seu ou esteja oferecendo frete grátis para compras acima de R$ 50 reais, mas sua loja não tem margem para isso, não o faça! 

É melhor perder algumas vendas, do que ter um grande prejuízo no final das contas. 

Logo, não se deixe levar pela emoção do momento! Pare, pense friamente, considere o quanto sua loja pode ser prejudicada e aí sim, tome sua decisão. 

Desta forma, temos certeza que você escolherá o melhor caminho para seu negócio

Gostou do conteúdo? Então compartilhe com seu amigo lojista e não deixe de ficar de olho aqui na Escola de E-commerce, falaremos mais sobre a Black Friday 2020 em breve! 

 

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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Tudo o que você deve saber para criar a árvore de categorias do e-commerce

Criar uma árvore de categorias é essencial para o sucesso nas vendas de uma loja virtual. Isso porque é por meio dessa prática que os clientes que entram no site conseguem encontrar os produtos de seu interesse.

Quando as mercadorias não são categorizadas corretamente, o consumidor se perde na loja e acaba não encontrando o que procura. Isso faz com que ele simplesmente deixe de comprar. Além disso, o e-commerce passa a transmitir uma imagem de empresa desorganizada.

Ficar com uma imagem negativa na cabeça do cliente é muito ruim para os negócios porque, se a pessoa não teve uma boa experiência de compra, dificilmente ela voltará a acessar o seu e-commerce.

Ter os produtos organizados facilita a navegação e melhora a experiência de compra do cliente, o que ajuda a aumentar a conversão. Daí a importância de o seu e-commerce ter uma árvore de categorias. Mas do que isso se trata? Como criar uma em minha loja virtual? Vamos responder essas e outras perguntas ao longo deste post. Vamos lá?

O que é uma árvore de categorias?

A árvore de categorias é toda a estrutura do e-commerce, que é vista no menu da loja, de forma bem superficial. É como se ela fosse um esqueleto humano, composta de diversas partes que dependem uma das outras.

Vamos a um exemplo básico: você entra em um site que vende roupas e tem categorias separadas para moda masculina e feminina, com subgrupos que são saias, blusas, calças, camisas etc.

É uma forma de categorizar os produtos no e-commerce para facilitar a navegação do usuário na loja e melhorar a experiência de compra. Em uma mesma categoria, pode ter vários desdobramentos, que orientam o cliente a chegar aonde ele quer dentro da loja.

Quando o consumidor entra na categoria feminino, ele tem diversas opções de escolha. Se ele quer comprar uma blusa com manga 3/4 bufante, ele pode encontrar essa opção dentro da árvore de categorias. Quanto mais específico for o produto, mais níveis um grupo terá.

Se você entrar em grandes lojas, como Americanas e Netshoes, poderá observar como é feita a separação dos produtos por tipo. Falando de forma simples, a árvore de categorias é o menu do site, onde você encontra uma lista de todos os tipos de produtos disponíveis na loja.

Como funciona uma árvore de categorias na prática?

Em uma árvore de categorias, todas as partes estão conectadas. Então, uma parte depende da outra, e, para cadastrar novos produtos, é preciso entender onde cada um deles se encaixa dentro do e-commerce. Ela fica organizada como uma hierarquia, onde os produtos mais vendidos são os primeiros da lista.

Por exemplo, na prática, um cliente entra em uma loja virtual de eletrodomésticos para comprar uma smart TV. Para facilitar a busca, há uma categoria chamada TV e vídeo e subcategorias como: smart TV, TV led, monitor TV, home theater, entre outras.

Quando o consumidor acessa a opção smart TV, aparecem modelos de marcas, tamanhos e preços diferentes. Ele ainda tem a opção de filtrar a busca por marca, tamanho, resolução, preço etc. Quanto mais específico for um produto, mais subcategorias ele vai ter.

Qual é a importância da criação da árvore de categorias?

Separar produtos por diferentes níveis é importante para quem trabalha com vendas online, para os clientes e, até mesmo, para o Google. A prática permite que o lojista deixe seu e-commerce mais organizado. Então, quando ele precisa cadastrar novos produtos, o trabalho fica mais fácil.

Dessa forma, quando é necessário cadastrar novos produtos, o lojista sabe exatamente aonde ir. A manutenção do e-commerce também é mais simples quando a árvore de categorias está bem organizada.

Os clientes se sentem mais seguros para comprar na loja. Além disso, a navegação é otimizada, o que melhora a experiência do cliente com o e-commerce. Isso porque ele encontra os produtos com mais facilidade e, por isso, as chances de compra acabam sendo maiores.

Além disso, a categorização dos produtos feita de forma eficiente ajuda no ranqueamento do site. Isso porque um e-commerce é encontrado no Google por meio de palavras-chave específicas, que devem ser usadas estrategicamente na hora de criar uma categoria no e-commerce.

Dessa forma, sua loja consegue um bom número de visitas. Lembre-se de que, quanto mais pessoas acessarem seu e-commerce, maiores serão as chances de conversão.

Ademais, quando seu e-commerce é encontrado de forma orgânica, você poupa custos com campanhas de links patrocinados. Esse fator influencia no faturamento de seu negócio.

Como essa prática influencia na experiência de compra?

Imagine que você entra em um e-commerce, procurando por botas de inverno femininas. Então, você se depara com uma loja desorganizada, que tem uma categoria voltada para o público feminino, mas não tem uma separação de produtos como sapatilhas, botas, sandálias etc.

Como encontrar o sapato de seu interesse? Vai ficar horas procurando? Por que você perderia seu tempo buscando uma bota em uma loja, se há outras milhares de opções onde você pode comprar o que deseja?

Então! O cliente também pensa dessa forma. Se ele entrar na loja e sentir dificuldades para encontrar as mercadorias de seu interesse, ele simplesmente vai procurar a concorrência. Dessa forma, seu negócio perde vendas e mercado, o que pode levá-lo a ter sérios prejuízos e não conseguir sustentar-se ao longo do tempo.

No entanto, quando a árvore de categorias do cliente é bem estruturada, a história é outra. Então, o cliente tem duas vantagens: primeiro, ele encontra sua loja nas primeiras páginas do Google, e isso influencia na decisão de visitar o site; segundo, o consumidor encontra os produtos com facilidade, o que reduz a jornada de compra e melhora a conversão da loja.

Com uma experiência de navegação positiva, as chances de recompra e fidelização são bem maiores, e esses fatores contribuem para o crescimento do negócio e o fortalecimento da marca.

O que considerar na hora de criar as categorias?

Para organizar as categorias na loja, o dono do e-commerce deve levar em consideração os produtos que terão maior procura pelo cliente ou o produto que será a estrela do e-commerce.

Além disso, o lojista deve conhecer bem o perfil de sua persona para entender quais são os produtos que ela mais procura e compra em lojas virtuais. Isso porque a árvore de categorias funciona como uma hierarquia, onde as informações importantes são colocadas primeiro.

Então, as categorias do menu devem ser organizadas de forma que o mais importante fique à esquerda do site, enquanto o “menos importante” à direita. Isso varia bastante, mas, na maior parte dos casos, a estrutura da árvore funciona desse jeito.

É preciso que o lojista coloque em ordem o que ele quer vender, o que ele precisa vender e o que ele está vendendo de forma espontânea. No entanto, é necessário levar em consideração o estoque da loja. Por exemplo, você é dono de uma loja de sapatos, e, nessa época do ano, a procura por botas é muito grande.

No entanto, se você tem poucos exemplares desse calçado em seu estoque, não adianta colocar a categoria em primeiro lugar. É preciso levar em consideração a realidade de seu negócio para organizar a ordem dos produtos de forma correta.

Empreendedores iniciantes podem ter dificuldade para criar uma árvore de categoria, pois não têm experiência com loja online. Nesse caso, o ideal é inspirar-se na concorrência porque, ao observar lojas que vendem produtos similares, é possível ter uma ideia de quais itens terão mais saída em sua loja.

No entanto, não recomendamos copiar a estratégia dos concorrentes, apenas observar as expressões mais procurados pelos clientes. Os termos utilizados para categorizar os produtos também influenciam no ranqueamento da loja.

Quais são as melhores práticas para organizar a árvore de categorias?

Além de levar em consideração estoque e produtos mais vendidos, é preciso fazer uma boa pesquisa de palavras-chave. Isso porque é necessário saber como os clientes buscam por seus produtos na internet. Por exemplo, uma calça pantalona é chamada por diversos outros nomes, como calça pantacourt, calça boca larga, calça boca de sino.

Então, quais serão os termos utilizados em seu e-commerce para encontrar esse tipo de mercadoria? Como seu cliente procura os produtos vendidos em sua loja? É importante cadastrar as palavras-chave corretas para não perder mercado para a concorrência.

Há diversas ferramentas que podem ser utilizadas para descobrir o volume de pesquisas de palavras-chave. Alguns bons exemplos são o SEMRUSH, o Google Trends, o Ubersuggest, o planejador de palavras-chave do Google Ads e o próprio Analytics. Vamos a algumas dicas!

Crie menus por temas

A personalização do e-commerce conta muitos pontos na hora de fazer uma árvore de categorias. Então, vale fazer um menu organizado por temas. Mas como? Vamos citar o exemplo de uma das maiores lojas virtuais do país: a Netshoes.

Em “categorias”, há diversas divisões, como masculino, feminino, infantil, entre outras. Na seção calçados, há várias subcategorias, que variam de acordo com a utilidade do sapato, como: em sapatos/departamento, o cliente pode escolher se o calçado é para caminhada, artes marciais, corrida, automobilismo ou para basquete, entre outras opções.

Esse tipo de categorização leva o cliente diretamente para a página com o produto que ele tem interesse. Essa praticidade melhora a experiência do cliente, aumenta as chances de conversão de leads e, consequentemente, ajuda na fidelização de clientes.

Faça o agrupamento de acordo com a semelhança

Outra boa prática para criar uma categorização de produtos eficiente é agrupar o menu por semelhança. Então, na hora de criar uma nova página de cadastro de categorias, organize o menu desta forma: masculino, feminino, infantil.

Esse é apenas um exemplo para um e-commerce que vende produtos para todos os públicos, como a Netshoes. Categorias como TV e vídeo, celulares e informática também são semelhantes e podem ficar próximas na hora de criar um menu de categorias.

Em marketplaces que vendem todos os tipos de produtos, as categorias semelhantes estão sempre perto uma das outras. Isso é uma forma de deixar o e-commerce mais organizado e melhorar a navegabilidade do site.

Analise a concorrência

Fazer a análise da concorrência é importante para saber se você está categorizando seus produtos de forma correta. Essa prática é ainda mais importante para quem está começando uma loja virtual e nunca atuou no ramo de vendas online.

Claro que você não deve simplesmente copiar o que sua concorrência está fazendo, mas usá-la como base para criar sua própria árvore de categorias. Por meio da análise de seus concorrentes, você consegue identificar como seu produto é procurado nos mecanismos de busca e entender quais serão as mercadorias com maior saída em sua loja.

Na hora de fazer a análise da concorrência, é importante verificar apenas negócios similares ao seu e do mesmo patamar. Analisar marketplaces não é uma boa ideia, dependendo do porte de seu e-commerce, pois os grandes players vendem todo tipo de produto e não servem como referência, em grande parte dos casos.

Considere a familiaridade do seu público-alvo

Conhecer o público-alvo de sua loja é essencial para categorizar corretamente seus produtos. Então, pergunte-se: quem é a persona de meu negócio; quais são seus problemas; quais soluções ela busca quando entra em minha loja? Se você conseguir responder essas questões, vai saber como organizar o menu de seu e-commerce.

Isso porque, dessa forma, será possível organizar a árvore de categorias de maneira hierárquica, ou seja, você vai conseguir colocar os produtos mais buscados pelo seu público-alvo em primeiro lugar.

Estruture corretamente cada categoria

Cadastrar os produtos por categorias é uma forma de deixar sua loja mais organizada. Por isso, evite criar classes desnecessárias que, além de poluírem o site, ainda dificultam a chegada do cliente ao produto que ele procura.

Outro ponto importante é não gerar muitos subníveis de subcategorias. O ideal é criar até 3, mais do que isso é bem raro e pode prejudicar a experiência do consumidor no seu e-commerce. Além disso, é importante cadastrar os produtos nas categorias corretas. Por exemplo, na categoria infantil, deve ter somente itens voltados para esse público.

Use a pesquisa de palavra-chave

Como já citamos ao longo deste post, para criar uma árvore de categorias eficiente, é essencial utilizar as palavras-chave corretas. Então, antes de começar a organizar sua loja, faça uma boa pesquisa de termos relacionados ao seu negócio para saber como criar cada categoria.

Palavras com baixo volume de pesquisas devem ser descartadas, pois, se não há procura por esses termos, significa que eles não levarão o consumidor para sua loja. Palavras com um alto volume de procura têm um grande poder de conversão e, por isso, devem ser utilizadas.

A pesquisa de palavras-chave também é importante para a criação de campanhas de links patrocinados. Essa etapa vai dar um pouco de trabalho, mas deve ser bem feita. A escolha correta das palavras-chave é que vai determinar a posição de seu e-commerce nos mecanismos de busca. Então, dedique um tempo para essa tarefa!

Utilize uma linguagem adequada

A linguagem utilizada também faz parte das boas práticas para criar árvores de categorias no e-commerce. Se você tem uma loja que vende artigos para skatistas, não vai utilizar a mesma linguagem de um e-commerce que atua no setor de roupas formais.

Além disso, em um mesmo segmento, é preciso utilizar linguagens diferentes. Vamos a um exemplo de uma loja de games. Se uma parte do público é infantil, o conteúdo deve ser direcionado para os pais, já que as crianças não têm poder de compra. Elas somente pedem ao pai ou à mãe o modelo que querem, e eles fazem a pesquisa.

Se a mesma loja tem um público que é gamer profissional e adulto, devem ser criados conteúdos com uma linguagem específica. Então, dentro de um mesmo segmento, é necessário ter duas linguagens diferentes. Por isso, é importante saber quem é sua persona para se comunicar com ela de forma adequada.

Pense como o consumidor

Usar a empatia na hora de categorizar as mercadorias de seu e-commerce vai ajudar a deixar o menu mais organizado. Então, antes de começar a separar os produtos por seção, coloque-se no lugar do consumidor para saber como ele vai comportar-se em sua loja.

Imagine que você é um cliente e chegou na loja procurando por um produto específico. Quando você pensa da mesma forma que o consumidor, consegue ter uma visão mais clara sobre como as seções devem ser organizadas.

Quais erros devem ser evitados?

A falta de foco é um grande erro, que deve ser evitado na hora de categorizar os produtos. Isso acontece quando você foca em uma mercadoria que é tendência, mas você não tem em sua loja ou seu público não consome.

Por exemplo, a tendência é a venda de casaco camuflado, e, então, você resolve colocar esse produto em destaque em sua árvore de categorias. Mas, caso seu público-alvo não tenha o costume de comprar esse tipo de roupa, não adianta dar destaque para o item. O importante é focar naquilo que você tem em seu estoque e nos produtos que seu e-commerce precisa vender.

A falta de organização é outro erro grave, como colocar produtos que não têm nada a ver com aquele grupo nas subcategorias. Imagine que você cadastra uma blusa de franja ou cropped na seção de calças, sendo que ela deveria estar na categoria de blusa.

Esse é um erro grave, pois o cliente vai ter dificuldade em encontrar o que precisa, e sua loja ainda corre o risco de ficar com a reputação manchada. Se seu e-commerce ficar conhecido por seu público como um site desorganizado, será difícil mudar o quadro.

Além disso, é preciso fazer a descrição correta dos produtos. Colocar um conteúdo superficial, sem detalhar as especificações daquele item, pode prejudicar todo o trabalho de categorização.

Como aprender mais sobre e-commerce e mercado digital?

O setor de e-commerce vem crescendo muito nos últimos anos. Apenas em 2020, em pleno período de pandemia, o comércio eletrônico expandiu 81% e faturou R$ 9,4 bilhões — e isso somente no mês de abril. Esse fator se deve ao fato de as pessoas não poderem sair de casa para realizar suas compras.

Para evitar o contágio, a forma mais segura de comprar é pela internet. Além disso, o consumidor moderno quer praticidade e conforto, e não há nada mais cômodo do que fazer suas compras pela internet e receber seus produtos em casa.

Outro fator que contribui para o crescimento do e-commerce é que as lojas estão cada vez mais seguras. Então, o consumidor não fica com medo de inserir suas informações pessoais e seus dados de cartão de crédito.

O setor é promissor, mas como posso aprender mais sobre ele? Bom, a melhor saída é fazer cursos de marketing digital e estudar sobre o funcionamento do e-commerce.

Há diversos canais no YouTube e conteúdos em sites na internet que falam sobre as maiores tendências do e-commerce, como montar uma loja do zero e como ter sucesso nas vendas. Enfim, há uma infinidade de temas, e você pode explorar esse vasto “mundo” para se aprofundar mais sobre o assunto.

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terça-feira, 21 de julho de 2020

Venda online e o coronavírus: entenda essa relação

O cenário atual de pandemia fez com que muitos começassem a pensar em como montar e ter sucesso com sua loja virtual. Afinal, as consequências da venda online e o coronavírus ocasionaram um aumento de 400% no número de novos negócios, abrindo portas para empreendedores. Mas o que muda? O que esperar? É preciso estar atento a esses e outros detalhes.

O consumidor da atualidade é bastante exigente. Ele deseja contar com marcas que ofereçam a ele o pacote completo: bons produtos e serviços, atendimento de qualidade, agilidade, compromisso, valores alinhados aos deles etc. Com o coronavírus, essa realidade se tornou proeminente. Os clientes, em isolamento social, agora contam — em sua maioria — apenas com a internet.

Se você deseja entender como o mercado de lojas virtuais se relaciona com o coronavírus, não deixe de prosseguir com sua leitura!

Impacto no cenário da venda online e o coronavírus

Sem dúvidas, houve um grande impacto do isolamento social nas vendas digitais. Ele não só levou lojas ao ambiente virtual, mas também consumidores. Com isso, presenciou-se um aumento de 40% das vendas em e-commerces. Ainda que um grande número de novos negócios tenha surgido, as empresas já existentes também foram afetadas pela pandemia.

Em suma, o que antes era adquirido por meio de espaços físicos passou a ser comprado online. Assim, as lojas que já estavam preparadas para focar a realidade das vendas virtuais se destacaram. Já as que estavam no processo (ou ainda não tinham se lançado digitalmente) precisaram se reinventar. Vários empreendedores que tiveram altíssimas perdas de faturamento em espaços físicos conseguiram equiparar os danos através de novas vendas com a migração para o e-commerce.

Mas não é tão simples quanto parece. Sair de um local físico para o ambiente online exige uma série de desafios. É preciso compreender o comportamento dos consumidores na internet, conhecer os pormenores do marketing digital e, é claro, estar disposto a inovar. E aqueles que estão começando, como ficam? Bem, para quem deseja aproveitar essa maré de bons frutos e abrir sua loja virtual, seguem algumas sugestões.

Dicas para quem está pensando em trabalhar com e-commerce

Com a pandemia, todas as dicas que serão dadas a seguir devem ser levadas ainda mais em conta. Se antes do coronavírus os clientes já eram exigentes e demandavam atenção, identificação e posicionamento das marcas consumidas, agora isso tende a se intensificar. Quem busca começar deve priorizar alguns pontos chaves do e-commerce.

Estude o mercado

Essa é uma ideia que parece bastante generalista — mas não precisa ser. Se você tem algum direcionamento por onde deseja começar, é certo que alguns mercados já deverão ser foco de estudo. Quem deseja trabalhar com alimentos, por exemplo, deverá priorizar o estudo acerca do setor alimentício. Aqueles que buscam trabalhar com roupas tendem a buscar conhecimento sobre varejo, entre outros assuntos.

Contudo, não se engane. Para ter sucesso num contexto de venda online e o coronavírus, é preciso atuar de forma multifuncional. Considerando que você lidará com tributação, RH, logística e diversos outros pontos, é interessante dominar cada um deles. Leia bastante, estude diferentes cenários e possibilidades e prepare-se para se tornar um profissional de conhecimento multidisciplinar.

Escolha bem o produto

Ao iniciar no universo de vendas digitais, é normal não saber, ao certo, o que vender. Porém, esse é um ponto importante. Ainda que buscar setores em alta seja interessante, encontrar produtos que você goste de vender (ou sobre os quais você entenda bastante) é interessante. Se for possível unir os dois universos, melhor ainda!

Ao montar seu planejamento empresarial, crie várias possibilidades. Gradualmente, você se tornará capaz de lapidar o que melhor combina com seu perfil. Você pode, também, contar com fornecedores. Eles facilitarão o processo de criar um e-commerce ao permitir que você dê atenção à gestão do novo negócio e não perca tempo com a produção.

Trabalhe com um nicho

Encontrar um nicho de atuação é fundamental. Já ouviu falar que quem tenta fazer tudo não costuma dominar nada? Em termos de negócios online, isso é verdade. Quanto mais você segmentar sua atuação, mais fácil será colher bons resultados. Afinal, ações direcionadas, comunicação, marketing e outras ferramentas atuam melhor quando se voltam para as dores de um público em específico.

Trabalhar com nichos também ajudará a otimizar os processos de vendas. Assim como qualquer outra habilidade, destacar-se como vendedor exige estudo e dedicação. Porém, é algo possível de ser aprendido com o tempo. Ao focar um grupo de clientes, produtos e demandas, você se dedicará a aprender mais sobre as técnicas que funcionam, especificamente, para eles.

Defina seu público-alvo

Com informações sobre o mercado, nicho, produto a ser vendido e o que esperar da venda online e o coronavírus, é hora de se perguntar: para quem vender? Se você seguiu um planejamento de negócios adequado, é provável que já tenha a resposta dessa pergunta. Caso contrário, é hora de obtê-la. Nesse momento, as muitas ferramentas do marketing digital são de grande ajuda. Em suma, se aprofundar no assunto é interessante para qualquer área ou setor! Isso porque elas:

  • auxiliam na construção de personas — que são os clientes ideais de seu negócio;
  • facilitam a colocação de seu negócio no mapa local;
  • ajudam a colocar em prática o uso de canais de comunicação que levam você até seus potenciais compradores etc.

Entender mais sobre a venda online e o coronavírus é importante para todos. Isso inclui desde aqueles que já tinham uma empresa até os que desejam abrir a sua. Com o conhecimento acerca dos primeiros passos a serem tomados, o processo se torna simplificado. Para finalizar, lembre-se de ter paciência e calma para construir o melhor negócio quanto possível. Dessa forma, você minimizará falhas e será capaz de aproveitar os benefícios de um e-commerce sólido!

Se você está em busca do produto ideal para começar sua loja virtual com o pé direito, aproveite para conhecer os produtos mais promissores para vender online!

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segunda-feira, 20 de julho de 2020

6 plataformas digitais para impulsionar o sucesso do seu e-commerce

O mercado está cada vez mais concorrido e os consumidores estão mais exigentes. Dentro desse cenário, portanto, é fundamental apostar em estratégias como o Marketing Digital, ou seja, fortalecer a presença do seu negócio nos principais canais online.

Isso, porém, não é tão simples de ser feito e requer, além de planejamento, escolher plataformas digitais para otimizar o e-commerce. Afinal, não basta oferecer o preço mais em conta ou os produtos de melhor qualidade. É preciso tornar a sua marca visível para o público-alvo.

A boa notícia é que é possível otimizar essas ações com a escolha das ferramentas adequadas para a sua loja virtual. Com uma análise aprofundada, é possível identificar as maiores necessidades e traçar um planejamento eficiente.

Mas não basta investir em apenas uma frente, é preciso ter uma estratégia completa. Por isso, vamos abordar os seguintes tópicos neste artigo:

  • Qual é a importância de uma estratégia digital para vender mais?
  • Quais plataformas digitais podem impulsionar o seu e-commerce? Veja 7 opções!

Quer tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto e descobrir quais são as plataformas digitais ideais para potencializar o alcance e os resultados do seu e-commerce? Então continue a leitura para conferir as nossas sugestões!

Qual é a importância de uma estratégia digital para vender mais?

De 2018 para 2019, o e-commerce brasileiro registrou um crescimento de mais de 22%, segundo dados de um estudo da Compre&Confie.

Ou seja, cada vez mais consumidores estão confiando em lojas virtuais na hora de fazer uma compra. Isso também significa, porém, que a concorrência pela atenção do cliente em potencial é maior. A presença digital é, portanto, necessária.

Mas isso não quer dizer que você deva ter uma página no Facebook e um blog apenas. É preciso criar um plano de marketing completo para conseguir se destacar.

Afinal, o consumidor também está mais exigente e quer conteúdos relevantes para consumir. De uma publicação no LinkedIn até um anúncio em mídia paga, o planejamento é fundamental para ter sucesso.

A transformação digital, felizmente, torna esse desafio mais fácil de ser superado. Com soluções mais acessíveis, é possível otimizar o desempenho das suas ações para impactar os usuários.

Com uma estratégia bem aplicada, mais forte vai ser a reputação da sua marca. No longo prazo, portanto, o consumidor tende a confiar mais no seu e-commerce e isso pode significar mais vendas.

Quais plataformas digitais podem impulsionar o seu e-commerce? Veja 6 opções!

Que tal, então, descobrir quais são as plataformas digitais indispensáveis para potencializar as vendas no seu e-commerce? Separamos as 7 mais importantes para tornar a sua estratégia digital ainda mais completa. Confira!

1. CRM

Para vender mais, o primeiro passo é ter uma relação mais próxima com o consumidor. Por isso, a ferramenta mais importante em um momento inicial é um CRM (Customer Relationship Management).

A tradução para o português já indica do que se trata: Gestão do Relacionamento com o Cliente. Ou seja, em uma só ferramenta, é possível fazer todo o relacionamento com o usuário.

Mas a melhor notícia é outra: existem soluções eficientes e gratuitas. Uma delas é o HubSpot, que permite o gerenciamento completo do seu negócio sem cobrar nada.

Todas as interações com os leads são registradas em uma única plataforma. Assim, você tem acesso a todas as informações sobre o contato e entende, por exemplo, qual é o melhor momento para uma oferta ou um anúncio.

2. Google Analytics

A quantidade de informações geradas por uma página é imensa. Nada vai adiantar, porém, se esses dados não forem aproveitados da forma correta.

Já pensou se você pudesse fazer tudo isso sem gastar nem mesmo um centavo e ainda otimizar o tempo com relatórios completos? O Google Analytics é, portanto, mais uma das soluções que não podem faltar no seu planejamento digital.

Dessa forma, tudo relacionado ao desempenho do seu domínio estará ao seu alcance, do volume total de visitas até o tempo médio em cada uma das suas páginas.

Além disso, é possível identificar quais são os canais de origem de cada visitante e o total de conversões. Tudo isso para ter uma visão geral do desempenho das suas estratégias de marketing.

3. Google Search Console

A forma como o seu e-commerce aparece para os usuários na hora de uma busca na internet também é fundamental. Afinal, imagine investir diversos recursos na otimização das suas páginas, apostar em diferentes estratégias para ter um melhor rankeamento e, na prática, não receber as visitas esperadas.

O Google Search Console pode ajudar a superar esse obstáculo e evitar dores de cabeça. Com mais essa ferramenta gratuita do Google, é possível acompanhar o crescimento e verificar a saúde do domínio.

Além de uma visão geral do tráfego nas suas páginas, também é possível identificar se existem problemas com a indexação dos seus endereços ou mesmo quais são as melhorias que precisam ser feitas na tags. Tudo para que a sua página apareça para o usuário certo.

4. Rock Studio

A produção de conteúdo é peça fundamental em uma estratégia eficaz de Inbound Marketing, por exemplo. Mas esse trabalho não se resume a criar qualquer material para o seu público.

É preciso gerenciar tudo o que envolve esse processo. Mas com tantas responsabilidades ao longo de um dia de trabalho, contar com o auxílio de uma ferramenta é importante.

A Rock Studio possibilita que você gerencie tudo o que envolve a sua estratégia de Marketing de Conteúdo. Além de uma integração facilitada com as redes sociais, todo o fluxo de produção é controlado por meio da ferramenta. Tudo é organizado para otimizar a rotina de trabalho, permitindo que o foco permaneça na criação de conteúdos relevantes.

5. SEMrush

Além da possibilidade de investir em mídia paga para impactar os usuários, o Marketing Digital também permite que você gere tráfego sem investimentos diretos.

Uma dessas alternativas é o SEO (Search Engine Optimization), que contribui para um melhor rankeamento nos mecanismos de busca na internet. Tudo isso a partir da execução de um conjunto de técnicas.

Mas conseguir um melhor posicionamento no Google não é tão simples. É preciso identificar, por exemplo, qual é a palavra-chave mais indicada para causar impacto na sua audiência.

Como fazer isso? Felizmente, existem ferramentas, como o SEMrush, para otimizar esse processo e oferecer relatórios e informações relevantes para o direcionamento da sua estratégia.

Apesar de ser paga, é um investimento que vale a pena considerar na sua empresa. Além de apontar as palavras-chave mais indicadas, por exemplo, a ferramenta proporciona uma análise global do seu domínio e, ainda mais importante, da sua concorrência.

Com um painel intuitivo, fica muito mais fácil direcionar os esforços para alcançar um melhor rankeamento.

6. Buzzsumo

De acordo com a pesquisa Social Media Trends 2019, mais de 96% dos usuários da internet têm conta em alguma rede social. Como ignorar essa demanda?

Facebook, Instagram e YouTube registram, juntos, mais de 5 bilhões de usuários ativos todos os meses, segundo o portal de estatísticas Statista. Mas não basta ter uma página em alguma dessas plataformas; é preciso ser relevante dentro delas.

O Buzzsumo, porém, aparece como uma solução para direcionar melhor os seus esforços dentro desses canais. Com essa ferramenta, é possível ter um panorama completo do que está acontecendo nas redes sociais, dos conteúdos em alta no Twitter até os principais influenciadores de determinado segmento. Tudo com relatórios completos para uma análise aprofundada.

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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Locaweb Digital Conference: Evento online para Transformar seu Negócio

Ainda não temos previsão para voltar com os eventos físicos. 

Pensando nisso, com responsabilidade, a Locaweb com a Tray vão apresentar o Locaweb Digital Conference. Um evento 100% online e, surpreenda-se, totalmente gratuito. 

Em suma, o evento é destinado para empreendedores que desejam prosperar seu negócio no mercado digital, sejam eles de grande, médio ou pequeno porte. E também, é claro, para aqueles empreendedores que estão buscando criar novos negócios digitais.

Locaweb Digital Conference

Desta forma, o evento ocorrerá de forma online, durante dois dias para tratar de conteúdos sobre presença digital, Inovação e Vendas na Internet. Reforçando, mais uma vez, o compromisso do grupo Locaweb em ajudar empreendedores a criarem negócios de sucesso na internet! 

E não é necessário ser cliente Locaweb ou Tray! Qualquer empreendedor ou futuro empreendedor pode participar desse evento 100% Online. 

Sobretudo, não podemos esquecer dos correalizadores, que também estão trabalhando para fazer esse evento acontecer: Tray Commerce, All iN, Nextios, Delivery Direto e Locaweb Pro.

Programação confirmada

  • De vendedor de carros a dono de uma das maiores marcas de Food Service do Brasil;
  • Como mover seu negócio para o ambiente digital;
  • Conteúdo que traz resultados | Planejamento para Redes Sociais;
  • Sociedade 5.0 – O futuro do trabalho na era pós-Covid-19
  • O futuro do E-commerce pós-Covid
  • Como gerar visitas para sua loja virtual
  • Entrevista com Vendedor pra Vendedor

Para acompanhar a programação com horários e atualizada, acesse a página do evento — e aproveite para se inscrever, é claro!

Palestrantes confirmados 

Um time de feras foi escalado para te ajudar a empreender e aumentar sua presença online. Confira: 

  • Thiago Santana Mazeto: Diretor Comercial e Marketing – Tray
  • Pedro Henrique Sobral: Coordenador de Marketing Digital – Tray
  • Rachel O. Maia: CEO – Lacoste
  • Isaac Azar: Sócio-fundador – Paris 6
  • Camila Renaux: CR Consultoria em Marketing Digital 
  • Gil Giardelli: CEO – 5Era
  • Thaiani Barros: Empreendedora – Millushop
  • Edney “InterNey” Souza: Diretor Acadêmico – Digital House Brasil
  • Thatiani Hortolani: Empreendedora – Millushop
  • Geferson Alencar: Gerente e Desenvolvedor E-commerce – CPAP Care

Garanta sua vaga agora! 

Chegou a sua vez de transformar seu negócio no mercado digital! 

Pense além de ações imediatas para manter seu negócio durante a pandemia, pense em como aproveitar este momento para crescer. 

Ainda assim, todo conteúdo pode, e deve, ser aplicado em estratégias após este período de crise. A fim de, fazer com que seu negócio seja próspero e tenha uma boa saúde financeira. 

Embora o evento seja online, as vagas são limitadas. Garanta agora sua vaga

Te esperamos no Locaweb Digital Conference! 

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Vale a pena vender em Marketplace?

Ainda de mais, vale ressaltar que é possível vender em marketplace sem ter uma loja virtual. Entretanto, você não quer, e não deve, depender apenas do faturamento vindo do marketplace. 

Por isso, invista em uma boa plataforma de e-commerce, com integrações nativas com marketplace, e tenha uma excelente estrutura de e-commerce para começar a vender na internet.

Por que vender nos marketplaces? 

Mas para começo de conversa, por que uma loja online deve vender no marketplace

Existem muitos lojistas que não se rendem ao marketplace devido às taxas que são cobradas com a venda de cada produto. Porém, a realidade é uma só: a maioria dos consumidores online compra em marketplaces

E podemos dizer mais, a maioria os usuários que estão buscando um produto para comprar na internet, possivelmente, já estão com um marketplace em mente. 

Falaremos mais sobre a relevância dos marketplaces no próximo tópico. Agora fique com os 3 principais motivos para vender nos marketplaces: 

Visibilidade para novas lojas 

É essencial que novas lojas online estejam presentes no marketplaces. 

Salvos os casos em que o lojista possui um grande volume de verba de investimento para realizar uma super ação de lançamento — que convenhamos, são casos raros, o loja precisará do marketplace para conquistar seus primeiros clientes. 

Certamente, o Marketing Digital também será essencial neste momento. Mas para novas lojas, o marketplace será aquele empurrãozinho que faltava. 

Potencialização de vendas

Se você já possui uma loja virtual há algum tempo, o marketplace também é para você! 

Existem diferentes tipos de marketplaces, para diferentes nichos, com volume de acessos surpreendente! Com certeza é uma oportunidade fervorosa de realizar compras, até porque, muitos clientes não pesquisam os produtos no Google e sim já no próprio marketplace. Acontece muito com consumidores fidelizados pelo Mercado Livre, especialmente.

Será mesmo que vale a pena perder a oportunidade de potencializar suas vendas por conta das taxas? 

Sabemos que o valor pago para o marketplace faz falta na hora de fechar a conta no final do mês. Porém, se investir em um plataforma com integrações nativas, não haverá gastos extras com hubs de integração. 

Contato com um novo público 

Antes de mais nada, é importante que você esteja trabalhando na fidelização de seus clientes e garantir a recompra. 

Entretanto, nada impede de conquistar um novo público dentro do marketplace. Se escolher os marketplaces certos, pode atingir seu público em cheio e quem sabe, levá-los para dentro de sua loja. 

Uma boa técnica é trabalhar no marketplace um preço mais alto que em sua loja virtual. Caso o cliente tenha a curiosidade de entrar na loja virtual que está vendendo no marketplace, irá se deparar com um preço mais baixo. 

Desta forma, a probabilidade que ele compre diretamente em sua loja para pagar um preço mais baixo, é muito grande. Assim, mais uma venda é feita sem precisar pagar a taxa para o marketplace. 

É claro que nem todos os clientes “dão uma passadinha” na loja que irão comprar através do marketplace, mas essa é uma prática que está começando a se popularizar entre os consumidores. 

Basta o lojista saber utilizar boas estratégias de preço e não se esquecer das opções de frete. 

 

Quais são os maiores Marketplaces do Brasil para vender mais?

São muitas opções de marketplaces para vender no Brasil

Aqui vamos apontar os maiores e também exibir alguns dados importantes para você escolher onde deseja vender: 

Mercado Livre: O Mercado Livre é Ideal para vender de tudo! Conta com 224 milhões de visitas por mês, 6 mil buscas por segundo e 9 vendas por segundo. Fonte: Mercado Livre. 

Americanas.com: Americanas também é um site abrangente, ideal para diversos nichos. Retém 2.3 bilhões de visitas e 15 milhões de clientes ativos. Fonte: Americanas.com.

Magalu: Magalu é um Marketplace em constante crescimento, também ideal para diversos nichos. Conta com integração multicanal com a loja física. São 73 milhões de visitas ao mês. Fonte: Similar Web. 

Amazon: Com venda por marketplace desde 2017 e direta ao cliente desde 2019, a Amazon é um sucesso no Brasil. Já são 72 milhões de acessos ao mês. Fonte: Similar Web.

Carrefour: Disponível para diversos seguimos de lojas virtuais, o Carrefour já alcança 18 milhões de visitas ao mês. Fonte: Similar Web. 

Netshoes: A Netshoes conta com foco total em produtos voltados ao esporte, desde vestuário até equipamentos. Conta com até 54 milhões de visitantes únicos por mês. Fonte: Netshoes. 

Zattini: Marketplace voltado para moda, especialmente vestuário feminino. A Zattini oferece mais de 5 milhões de visitantes segmentados por mês. Fonte: Zattini.

Dafiti: Foco em vestuário, com orientações de moda e performance para os lojistas. Dafiti conta atualmente com 18 milhões de acessos por mês. Fonte: Dafiti.

Tricae: Dedicada às crianças, com vestuário e brinquedos. Vem em crescimento constantes. Conta com cerca de 4 milhões de acessos por mês. Fonte: Similar Web.

Cissa Magazine: Há 9 anos no mercado, Cissa Magazine possui foco total em eletrônicos. São quase 3 milhões de acessos ao mês. Fonte: Similar Web.

Madeira Madeira: A maior loja de móveis para casa e escritório. Madeira Madeira conta com mais de 12 milhões de acessos por mês. Fonte: Madeira Madeira. 

WebContinental: Foco em eletrodomésticos. Cerca de meio milhão de acessos por mês. 

Leroy Merlin: Especializada em produtos para casa. A Leroy Merlin está em constante crescimento e conta com 13 milhões de acessos ao mês. 

E aí, se convenceu da importância do marketplace para sua loja virtual?

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