segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Marketplace no Brasil: veja o que você precisa para fazer sucesso

O uso de marketplace no Brasil é muito comum, pois oferece vantagens tanto para clientes quanto para lojistas. Se por um lado o consumidor tem acesso a diversos produtos reunidos em um só site, por outro, os lojistas têm a oportunidade de divulgar suas mercadorias sem custo, ter mais visibilidade e aumentar o número de vendas de seu e-commerce.

Além da facilidade, há diversas marcas brasileiras e estrangeiras que apostam nesse segmento e abrem as portas para os lojistas divulgarem seus produtos. Esse fator oferece ao empreendedor a oportunidade de anunciar seu e-commerce em portais diferentes.

Claro que a concorrência dentro de um marketplace é grande, mas quem anuncia em grandes players consegue resultados muito melhores do que lojas que utilizam apenas seu site para vender.

Neste post, vamos dar algumas dicas de como ter sucesso com marketplace no Brasil e falar da importância de utilizar esse canal de vendas, além de citar os tipos de marketplaces. Mas, primeiro, vamos explicar como o shopping virtual teve início no país. Confira!

Início do marketplace no Brasil

Apesar de ser recente no Brasil, o marketplace já faz muito sucesso em outros países, como os Estados Unidos. As primeiras empresas a abrir suas portas para outros e-commerces foram o eBay e a Amazon, que começaram suas atividades na década de 1990, trazendo consigo um novo modelo de negócio.

Já no Brasil, os primeiros marketplaces surgiram a partir dos anos 2000, sendo que os pioneiros desse modelo de negócio foram as Americanas e o Ponto Frio. Em seguida, o Submarino abriu seu capital e a Americanas adquiriu o Shoptime, outro famoso marketplace brasileiro.

Logo depois disso, nasceu o B2W, que é um conjunto de empresas brasileiras voltadas para o setor de marketplace, que engloba marcas como Submarino, Americanas e Shoptime.

O Mercado Livre, um dos maiores marketplaces no Brasil, começou suas atividades em 1999, mas ele se parecia bastante com o OLX. Hoje em dia, a plataforma é referência no segmento, até porque foi o Mercado Livre que popularizou as compras por marketplaces, já que seu foco era este — abrir espaço para terceiros venderem por meio da plataforma.

Relevância do marketplace no Brasil

Sites como Mercado Livre já foram vistos com muita desconfiança pelo consumidor. Isso porque o cliente não sabia exatamente de quem estava comprando, já que a plataforma servia apenas como uma ponte de conexão entre o cliente e o lojista.

No entanto, atualmente, essa realidade é bem diferente. De acordo com uma pesquisa da UPS Pulse of the Online Shopper, realizada em 2019 pela PwC em parceria com a UPS, multinacional americana de logística, 95% dos brasileiros que compram online utilizam marketplaces.

Esses números têm uma justificativa: os marketplaces são marcas muito conhecidas. Então, o consumidor prefere comprar de uma empresa que ele já conhece do que arriscar comprar de um site do qual ele nunca ouviu falar. Isso porque as pessoas confiam que vão receber suas mercadorias e que, caso tenham problemas com os produtos, terão uma solução em tempo hábil.

Falando em números, os marketplaces no Brasil foram responsáveis por 18,5% do faturamento do e-commerce apenas em 2017. Dos R$ 47,7 bilhões arrecadados no país pelas vendas online, R$ 8,8 bilhões vierem dos shoppings virtuais. Isso é o que mostra um relatório da Webshoppers, divulgado pela Ebit.

Já em 2018, o crescimento do setor foi de 12%, o que representa um faturamento R$ 53,2 bilhões. Mas, de acordo com a Ebit/Nielsen, o faturamento ficou dentro do esperado e a expectativa é de que as vendas por meio de marketplaces continuem aumentando.

Vale lembrar que em um cenário no qual as pessoas precisam ficar isoladas em casa, as compras online aumentam consideravelmente. Logo, os marketplaces têm uma participação importante nesse mercado.

Tipos de marketplace

Vender em marketplaces é uma excelente forma de ganhar notoriedade e aumentar o volume de vendas. Mas é possível vender em qualquer plataforma? A resposta é não! Você deve escolher um shopping que atua no mesmo nicho que seu e-commerce.

É importante conhecer os diferentes tipos de marketplaces para que você possa escolher com qual empresa deve fechar uma parceria. A seguir, vamos apresentar os modelos existentes. Veja só!

Marketplace B2B

Os marketplaces desse modelo são aqueles que fazem o intermédio entre empresas e fornecedores. Eles oferecem diversos tipos de produtos e serviços e estão presentes neles, pequenos e médios negócios.

Quem precisa procurar por fornecedores para seus produtos pode recorrer a esse tipo de marketplace. Além disso, o empreendedor ainda tem a oportunidade de comparar preços e a capacidade e qualidade de entrega das empresas que divulgam no site.

Marketplace B2C

Esse é o tipo de marketplace mais popular no Brasil. Nesse modelo, os lojistas vendem diretamente para o consumidor. As lojas vendem diversos tipos de mercadorias, desde artigos eletrônicos até locação de quartos materiais de construção.

Além de facilitar a compra pelo consumidor, esse tipo de shopping virtual ainda serve como um comparador de preços, pois no mesmo site é possível encontrar o mesmo produtos ofertado por lojas diferentes.

Nesse modelo de marketplace, destacam-se:

  • Americanas;
  • Netshoes;
  • Pontofrio;
  • Casas Bahia;
  • Dafiti;
  • Magazine Luiza;
  • Submarino;
  • Amazon.

Marketplace C2C

Nesse tipo de marketplace, as transações são realizadas entre consumidor. Claro que é permitido o cadastro de empresas, mas ao contrário de outros grandes players, que exigem que o parceiro seja pessoa jurídica, nesse modelo, qualquer pessoa pode vender uma mercadoria e ainda contar com o benefício de usar a plataforma de pagamento do site.

O consumidor se sente seguro para adquirir os produtos desses marketplaces porque se não receberem a mercadoria, eles têm total apoio da empresa. No Mercado Livre, por exemplo, o consumidor que opta pelo pagamento via cartão de crédito só libera o recebimento para o vendedor se receber sua mercadoria nas mesmas condições em que foi divulgado.

Com certeza, você conhece muitos marketplaces desse segmento, pois são muito populares.

Marketplace de nicho

Enquanto grandes players como Mercado Livre, Americanas e Amazon vendem diversos tipos de produtos, há marketplaces voltados para nichos específicos. Ao contrário das marcas citadas, essas lojas não têm tanta visibilidade, até porque atendem a um público específico.

No entanto, como trabalham focadas, elas já alcançaram uma boa fatia do mercado no segmento no qual atuam.

Motivos para divulgar em um marketplace

Como já citamos em um dos tópicos acima, 95% dos consumidores que fazem compras online utilizam os marketplaces. Somando esses números ao fato de que, em um país onde residem mais de 209 milhões de habitantes, quase 7 em cada 10 brasileiros compram pela internet, você já pode ter uma ideia dos benefícios de divulgar em um shopping virtual.

Além disso, os marketplaces no Brasil têm muita visibilidade, o que aumenta consideravelmente as chances de sua loja vender. Então, fazer parcerias com esse tipo de plataforma é essencial para lojistas que ainda estão começando suas atividades, pois além de ter uma boa visibilidade, eles vão economizar um bom dinheiro com anúncios.

Mesmo com o pagamento das comissões cobradas pelos players, o custo-benefício vale a pena. Por isso, quem consegue fazer parceria com um marketplace dificilmente deixa de vender dentro das plataformas.

Principais marketplaces do Brasil

O mercado de marketplace no Brasil vem crescendo muito. Por isso, há diversos sites voltados para esse segmento. Como não dá para citar todas as empresas, vamos falar apenas dos players que dominam o mercado atualmente. São eles!

  • Mercado Livre: o site vende de tudo e conta, atualmente, com cerca de 224 milhões de visitas por mês.
  • Americanas: vende diversos tipos de produtos, desde cama, roupa e banho até eletrodomésticos. O site conta com 2.3 bilhões de visitas e 15 milhões de clientes ativos.
  • Magalu: vende diversos produtos e recebe 73 milhões de visitas mensais.
  • Amazon: atua em diversos nichos e recebe 72 milhões de acessos por mês.
  • Carrefour: atua em diversos segmentos e conta com 18 milhões de visitas ao mês.
  • Netshoes: focado em artigos esportivos e recebe 54 milhões de visitas todo mês.
  • Zattini: voltado para moda feminina e tem uma taxa de visitantes mensais de 5 milhões.
  • Dafiti: voltado para o setor de vestuário e recebe 18 milhões de visitas mensais.
  • Tricae: voltada para o setor infantil e com cerca de 4 milhões de visitas mensalmente.
  • Cissa Magazine: focado em eletrônicos, recebe 4 milhões de visitas todo mês.
  • Madeira Madeira: loja de móveis para escritório, recebe 12 milhões de visitantes mensalmente.
  • WebContinental: voltada para o setor de eletrodomésticos, tem uma taxa de visitantes mensais de meio milhão.
  • Leroy Merlin: atua no nicho de casa e decoração e já conta com 13 milhões de acessos mensais.

Diferenciais do Mercado Livre

Como você viu, existem diversos marketplaces no Brasil, que atuam em nichos diferentes. Apesar de não ser o primeiro, o Mercado Livre se destaca dos demais em diversos aspectos, inclusive foi ele que profissionalizou o setor de shoppings virtuais no país.

Um dos motivos é a credibilidade que a plataforma adquiriu ao longo dos anos. Mercado Livre tem um controle de frete e, por isso, não permite que lojistas com valor de frente abusivo, fiquem nas primeiras posições. O site oferece os melhores preços e é muito comum encontrar produtos com frete caro, como móveis por um valor de envio mais atrativo do que em outros marketplaces.

No mais, o Mercado Livre é responsável por todo processo de pós-venda. Então, questões como devolução de produto e outras questões são resolvidas pelo próprio player. Por isso, ao pedir um estorno, por exemplo, o cliente tem um retorno muito rápido.

Quem compra pelo site ainda conta com o serviço de envios full. Nesse caso, o player é responsável por todo o processo de logística, por isso, a entrega dos produtos ocorre em até 24 horas. Então, se um consumidor mora em São Paulo ou até mesmo no interior do estado, ele recebe suas compras muito rápido.

O frete grátis é outro diferencial da plataforma, que ainda possibilita ao lojista crescer dentro do site. O Mercado Livre avalia o vendedor e ganha pontos quem parcela os produtos no cartão sem juros, responde aos comentários rapidamente, tem boas avaliações etc.

Então, quando a reputação do vendedor ou lojista melhora dentro da plataforma, o player dá mais destaque aos seus produtos.

Tendências de marketplace no Brasil

A expectativa é que o marketplace no Brasil continue crescendo exponencialmente. Isso porque grande parte do faturamento do e-commerce brasileiro vem das vendas dentro dos marketplaces.

Além disso, há nichos específicos que ainda podem ser explorados. Podemos citar player com serviços diferenciados, como Doctoralia, SuperProf e GetNinjas, que até há alguns anos eram serviços que ninguém divulgava pela internet por meio desse tipo de canal de vendas. No entanto, esses players fazem muito sucesso e já são marcas consolidadas no mercado.

Com o crescimento acelerado dos marketplaces, a tendência é que outras empresas se interessem por esse modelo de negócio. Até mesmo o Facebook criou seu próprio shopping virtual, que funciona dentro da rede social. Isso mostra como é interessante para as empresas aderirem a esse modelo de negócio.

Além disso, como a concorrência no segmento é grande, a tendência é que os marketplaces se reinventem, como fez o Mercado Livre com os Envios Full e a Amazon com as entregas Prime. A inovação é necessária para empresas que desejam se manter competitivas no mercado, já que o cliente está cada vez mais imediatista e ganha pontos com o consumidor quem oferece um serviço de entrega mais rápido.

O consumidor já não está disposto a esperar por 15 dias úteis para receber uma mercadoria. Em muitos casos, produtos como celulares são uma necessidade urgente e o cliente quer receber a compra imediatamente.

Dicas para vender mais no marketplace

Para ter sucesso em um marketplace no Brasil, não basta simplesmente cadastrar seus produtos e colocar fotos com uma boa descrição — isso é o mínimo. O comportamento do vendedor dentro da plataforma é o que vai definir os resultados em suas vendas.

Para utilizar um marketplace, o lojista deve saber vender. Caso contrário, vai perder para a concorrência! Veja dicas de como ter sucesso em suas vendas em um shopping virtual!

Cuide da reputação de sua loja

Ter uma boa reputação no marketplace é fundamental para conquistar a confiança dos clientes. Isso porque dentro do site há uma concorrência muito grande, ou seja, diversas lojas oferecem o mesmo produto que seu e-commerce.

Para conseguir ter uma boa reputação no marketplace oferecer produtos de qualidade, responder aos comentários e dúvidas rapidamente, enviar as compras do cliente dentro do prazo prometido. Esses fatores ajudam a ter avaliações positivas do consumidor, o que ajuda a melhorar sua reputação dentro do player.

Vale ressaltar que você deve cuidar da reputação de sua loja fora do marketplace também. Isso porque o cliente sabe que ele tá comprando de uma loja parceira, e não do player em questão. Então, se ele resolve comprar direto de seu e-commerce, mas entre no Reclame Aqui para ver a reputação de sua empresa e se depara com avaliações negativas, sua loja perde a credibilidade.

Escolha os produtos corretos

Em um marketplace, vende mais quem anuncia mais. Então, tenha um bom mix de produtos cadastrados e tome cuidado na hora de escolher quais itens serão divulgados no shopping virtual. O ideal é optar por mercadorias que têm uma boa saída.

Além disso, é fundamental conhecer o perfil de quem compra pela plataforma para saber quais são os produtos com maior procura no site. Não adianta colocar uma mercadoria que sai muito em seu e-commerce, mas que não tem procura no marketplace.

Ofereça formas diferenciadas de pagamento

Já falamos da concorrência acirrada dentro dos marketplaces. Nessa disputa pelos clientes, ganha quem tem um bom preço, mas quem oferece condições diferenciadas de pagamento têm a preferência do consumidor. As lojas que concedem parcelamento no cartão de crédito sem juros vão fechar mais vendas que outras.

Mesmo que o produto seja um pouco mais caro, pelo fato de o parcelamento ser sem juros e em mais vezes, o consumidor vai preferir comprar de sua loja, porque, no final das contas, o produto vai sair mais barato do que o da concorrência.

Precifique seus produtos corretamente

A precificação correta dos produtos é outro fator importante para ter sucesso nas vendas em um marketplace. Apesar de ser necessário oferecer preços competitivos, o valor das mercadorias vendidas no shopping deve ser mais alto do que os mesmos produtos ofertados em seu e-commerce.

Isso porque você deve levar em consideração que vai pagar impostos, comissão e outros custos para o marketplace. Mas isso não é ruim para a imagem da loja? A resposta é não, porque, como já citamos em um dos tópicos acima, o consumidor sabe que está comprando de um parceiro.

Dessa forma, não faz diferença se ele comprar do player ou de seu e-commerce. Então, se ele entrar em sua loja virtual e ver que o produto está mais barato, ele vai optar por fechar a transação diretamente em seu site.

Importância de escolher uma boa plataforma

A maior parte das plataformas de e-commerce precisam de um ERP de integração com marketplaces, o que gera um custo a mais para o negócio. Então, na hora de escolher um sistema para sua loja virtual é importante escolher uma plataforma que já oferece essa integração nativa.

Esse fator é importante porque você reduz custos com a contratação do serviço de integração e pode direcionar o investimento que seria feito no ERP para campanhas de marketing ou para outros setores da empresa, como renovar o estoque para oferecer um mix de produtos maior.

Uma boa plataforma de e-commerce é aquela que oferece integração com os principais marketplaces brasileiros. Não adianta a empresa oferecer o serviço, mas que não esteja disponível para os grandes players do mercado.

Futuro do marketplace no Brasil

A tendência é que o setor de marketplace no Brasil continue crescendo. Então, lojas que hoje não atuam nesse modelo de negócio podem se tornar marketplaces no futuro.

Pensando nisso, as plataformas de e-commerce oferecem planos corporativos, com mais funcionalidades, o que permite que uma loja virtual simples se transforme em um marketplace.

Um dos motivos para essa migração é o fato de que o faturamento em marketplaces é muito alto. Então, uma loja que abre suas portas para outros venderem dentro de sua plataforma tem a oportunidade de gerar uma renda extra com taxas e comissões, além da venda de seus próprios produtos.

Escola de E-commerce

A Escola de E-commerce tem muito conteúdo sobre marketplaces, o que ajuda muito o empreendedor iniciante a ter uma visão sobre como esse tipo de plataforma funciona. No blog da Escola, você encontra um panorama geral sobre o comportamento do consumidor no marketplace, dicas sobre as melhores práticas, de como se destacar da concorrência e de diversos outros assuntos.

O site da Escola ainda ensina um passo a passo de como vender no Mercado Livre e nos principais players do mercado. Você aprende desde o registro de sua empresa até o cadastro dos produtos. A lista de exigências de cada marketplace também é citada, então você já fica sabendo se pode vender naquela plataforma ou não.

Isso é tudo que você precisa saber para ter sucesso em um marketplace no Brasil. Vale ressaltar que é preciso ter constância e acompanhar as vendas de perto e dar assistência aos clientes. Diferente do Mercado Livre, que oferece o serviço de fulfillment, na maior parte dos marketplaces, a responsabilidade da logística e do contato com o consumidor é do seller. Então, para ter uma boa imagem e boas vendas, é preciso caprichar no atendimento e no pós-venda.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

E-commerce brasileiro tem a maior alta em 20 anos

E-commerce brasileiro registra recorde no 1º semestre de 2020.

Com maior alta em 20 anos, o e-commerce no Brasil cresceu 47%, segundo dados da 42ª edição do Webshoppers relatório sobre e-commerce realizado pela Ebit Nielsen, em parceria com a Elo.

Crescimento do E-commerce brasileiro durante a quarentena

De fato, o isolamento social colaborou muito para que esse número crescesse dessa forma.

O recorde registrado de crescimento no primeiro semestre de 2020, é comparado ao mesmo período do ano anterior.

Dessa forma, com maior alta em 20 anos, o faturamento subiu 47%. Consequentemente,  impulsionado pelo salto de 39% no número de pedidos, que  alcançou 90,8 milhões.  Enquanto as vendas somaram R$ 38,8 bilhões.

Por outro lado, boa parte dos brasileiros confiaram e compraram online pela primeira vez na internet neste período. Foram 7,3 milhões de novos consumidores no e-commerce. Logo, a expansão no número de usuário chegou a 40%.

Dentre esses clientes, 58% são conhecidos como heavy users, ou seja, fizeram mais de quatro compras online no semestre. Desta porcentagem, 20% compraram mais de dez vezes no e-commerce neste período.

Contudo, o Brasil chega ao número surpreendente de 41 milhões de usuários que realizam compras online e estão propensos a realizar mais.

Todos os dados aqui compactados, dão da 42ª edição do Webshoppers.

O pico de compras online

Sobretudo, houve um pico das compras online no semestre. 

Entre os dias 05 de abril e 28 de julho, o aumento de faturamento chegou a 70%. O pico ocorreu neste período, pois, foi quando ocorreu o ápice de restrições para garantir o isolamento social da população brasileira.

Colaboração dos marketplaces para o crescimento

Decerto, os marketplaces colaboraram, e muito, para esse crescimento

Segundo dados da Ebit Nielsen, R$ 30 bilhões foram faturados por grandes marketplaces no primeiro semestre de 2020. Aumento registrado de 56% sobre o mesmo período do ano anterior. 

Sendo assim, os grandes nomes do e-commerce tiveram participação de 78% no faturamento total. 

As vendas online cresceram em todo o país

De fato, antes quarentena, as vendas online possuíam um volume muito maior no Sudeste e Sul, quando comparado ao restante do país. 

Entretanto, as regiões Norte e Nordeste cresceram significativamente neste período. O Nordeste do país teve aumento de faturamento de 107% — comparado ao mesmo período de 2019, sendo 18% do número totais do país. 

Com alta de 93%, a região Norte do Brasil colaborou com 7% do aumento total de vendas; 

Entretanto, o Sudeste e do Sul seguem como os principais pontos de venda no e-commerce no Brasil

Será que após a pandemia o e-commerce continuará crescendo? Confira aqui!

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Como vender online usando CPF ou MEI?

Com todas as oportunidades que o online vem criando, é normal que você já tenha tido uma ideia para começar a vender online

Por outro lado, se você está lendo esse conteúdo, é provável que você não tenha uma grande operação: seja uma pessoa física ou um Microempreendedor Individual. 

No mais, você deve se perguntar se esse cenário possibilita a venda online profissionalmente. De fato, essa é uma dúvida de muitos lojistas. 

Afinal, é possível vender online utilizando CPF ou sendo uma MEI? Confira a resposta para essas perguntas a seguir! 

Como vender online usando CPF? 

É possível vender online usando seu CPF. 

Entretanto, é necessário tomar alguns cuidados. Primeiramente, verifique se a plataforma escolhida permite essa venda por CPF e não coloque empecilhos. 

Além disso, procure uma plataforma que já traz soluções de pagamento e envio integrada. Se possível, com declarações de conteúdo prontas. 

Por outro lado, se sua intenção for vender em marketplaces — canal de venda altamente recomendado para lojistas que estão iniciando sua loja virtual, é importante saber de antemão que nem todos os marketplaces permitem vendas por CPF. 

Salvo o Mercado Livre, que possibilita as vendas por CPF, em outros grandes marketplaces, como B2W e Via Varejo, não será possível vender como pessoa física. 

Neste caso, destacamos que é legítimo entrar no e-commerce vendendo por CPF, mas existem sim algumas limitações. 

É possível vender online usando MEI? 

Certamente, vender usando MEI é a realidade de muitos lojistas que entram no e-commerce. 

Por mais que ainda tenham algumas limitações, que comentaremos a seguir, sendo MEI você tem automaticamente um CNPJ e está capacitado a prestar serviços como empresa. 

Desta forma, não há empecilhos em relação aos marketplaces, que exigem um CNPJ para que você comece a vender dentro deles. 

Entretanto, mesmo sendo MEI, procure uma plataforma com integração de pagamento e integração com marketplaces já inclusas. Além disso, opte por uma plataforma que ofereça soluções de envio, emissão de notas fiscais de forma automática e integração com ERPs. 

Mesmo sendo uma empresa, procure uma plataforma que facilite o dia a dia da empresa e a ajude a crescer. 

Logo, se você for uma pessoa física que deseja entrar com tudo no e-commerce, é extremamente vantajoso se tornar um Microempreendedor Individual. É um pequeno investimento que vale muito a pena no fim das contas. 

Porém, nem tudo são flores para o MEI. 

Quais as limitações do Microempreendedor Individual para vender no e-commerce? 

  • Faturamento de até R$ 81.000,00 por ano ou R$ 6.750,00 por mês; 
  • Não ter participação em outra empresa como sócio ou titular; 
  • Ter no máximo UM contratado na Micro Empresa. 

Ou seja, para quem está começando, ser um MEI não é um problema. Pois, normalmente, leva tempo até que seu faturamento ultrapasse esse valor ou seja necessário contratar mais de uma pessoa para a sua operação. 

Por outro lado, é importante estar preparado para a evolução a qualquer momento. 

Você já pode começar a vender online

Viu como vender online por CPF ou MEI é mais simples do que imaginou? 

Basta encontrar uma plataforma simples de usar e que facilite sua vida de empreendedor. Ou seja, uma plataforma que possua um ecossistema completo para a seu gerenciamento, que através dela, você consiga administrar tudo em um só lugar!

Durante sua procura, observe aquelas plataformas de e-commerce que possuam integrações nativas com marketplaces — assim, você não precisará ter gastos extras com hubs de integração. Além de ter produtos integrados, para não precisar ter trabalho extra de atualização em todos os marketplaces. 

Esclareceu todas suas dúvidas sobre como vender online usando CPF ou MEI? Para não perder nenhuma novidade ou dica do mundo do e-commerce, inscreva-se em nossa Newsletter

Por fim, aprenda fundamentos para começar sua loja virtual do zero e vender de verdade!

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quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Logística: 5 dicas para quem trabalha no e-commerce

É notória a importância que a organização da logística no e-commerce.

A experiência do cliente passa, invariavelmente, pelo prazo de entrega, e qualquer problema que ocorra nesta etapa, pode gerar uma má impressão da sua loja para o consumidor

Quando o e-commerce, seja através da sua loja virtual ou venda em marketplaces, tem uma logística organizada, isso gera mais resultados positivos para o negócio e torna o trabalho mais facilitado. Vale lembrar que a logística não é somente o frete, mas compreende desde a separação do produto no estoque, embalagem e trocas de produtos quando solicitado.

Ou seja, o processo envolve gestão e organização.  Mas, apesar da sua importância nos processos corporativos, a logística para e-commerce ainda gera dúvidas na cabeça dos empreendedores. Quando o empreendedor conta com um sistema de gestão para auxiliar nos processos logísticos, as integrações são mais facilitadas e as etapas ocorrem com menor chance de erros. 

Confira algumas dicas importantes para quem trabalha no e-commerce manter uma logística eficiente:

1. Atenção para a armazenagem dos produtos:

Como falamos, a logística começa ainda no estoque, e toda a atenção para a armazenagem dos produtos é importante para que tudo esteja em boas condições de entrega.

Nesta etapa, se houver produtos perecíveis ou eletrônicos deve-se tomar maior cuidado, controlando o tempo e a temperatura em estoque. É preciso dar proteção quanto à agentes como: umidade e mudanças de temperatura. O espaço também deve estar organizado para a visualização dos produtos ser evidente no momento da separação dos pedidos, já com informações do produto anexadas.

Todo o manuseio interno deve ser controlado para facilitar quem for separar os produtos vendidos evitando erros para o cliente, como o modelo, tamanho ou outras especificações. 

2. Cuidados no embalo e preparo dos pedidos:

Com o estoque organizado, fica mais simples a etapa de separação de pedidos e embalo.

Cada embalagem deve ser pensada para o tipo do produto, a distância que vai ser percorrido até chegar ao cliente para que chegue em perfeito estado, evitando uma decepção do consumidor na entrega e também retrabalho de troca ou transtornos de devolução.

O processo de compra do cliente inicia no e-commerce, mas se materializa na chegada do produto, e esse passo é muito importante para que se identifique cuidados e estima pelos clientes. 

3. Tenha bons parceiros logísticos:

Todas as etapas feitas no estoque é hora do produto viajar e ser entregue.

Além de garantir a segurança e a confiabilidade no manejo das embalagens, o parceiro de transporte deve garantir e assegurar a carga quanto a problemas de roubos ou extravio de mercadorias.

Por isso, nessa etapa é tão importante a transportadora oferecer os serviços de rastreamento e escolta das cargas, já que é um fator importante para que o produto chegue até o consumidor com segurança, evitando problemas para o e-commerce e colocando o produto sob responsabilidade dela a partir do transporte.

No e-commerce, o cliente não compra o produto de imediato, ele compra o código de rastreio e aguarda a chegada do seu pedido dentro do prazo estimado. 

4. Detalhes da logística reversa:

Quando o consumidor precisa entrar em contato com o SAC da empresa, já é serviço de logística reversa.

A partir deste passo é gerado um código de postagem para a devolução do produto pelo cliente e se inicia outro passo importante. Os produtos devolvidos são enviados ao Centro de Distribuição (CD) e a partir daí é necessária a conferência do produto e seu estado, para então seguir com a troca ou reembolso.

É um processo que precisa ser ágil para que o consumidor receba seu reembolso rapidamente e possa ter boa experiência na sua loja, mesmo com troca ou devolução.

5. Automatize os processos:

A logística é composta por uma série de processos, que inicia no estoque e passa até chegar na casa do cliente.

Quando a empresa passa a contar com a automatização do estoque através de um ERP, a tecnologia passa a auxiliar e evitar erros e fazer integrações logísticas importantes. Quando um produto é vendido ele já sai do controle de estoque de forma automática, caso ele volte por logística reversa o sistema também atualiza novamente esse produto em estoque.

Contar com uma logística integrada é uma maneira eficiente de controlar o que é vendido e como será o caminho do produto até chegar ao consumidor. 

No comércio virtual, a jornada do cliente é muito importante para a reputação do seu negócio. A logística é um processo importante neste caminho, e organizar a empresa internamente é o primeiro passo para que as fases de compra sejam bem sucedidas. O objetivo é entregar os produtos com agilidade e segurança, gerenciar os envios através de um sistema de gestão é uma estratégia inteligente para facilitar os processos de venda e entrega e integrar o seu negócio aos principais players do mercado. 

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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Como se Destacar no Buy Box da B2W

Os marketplaces nunca estiveram tão em alta como em 2020 e ciante deste cenário, cada vez mais lojistas disputam espaço dentro destas plataformas tornando o mercado cada vez mais competitivo. Por conta disso, marketplaces como a B2W criaram uma forma de exibir o melhor anúncio para o consumidor: o buy box.

Conheça as principais vantagens do buy box para as lojas virtuais:

✅ Ganha mais visibilidade para seu produto e marca

✅ Conquista mais credibilidade com o consumidor

✅ Aumenta suas chances de converter a venda

✅ Incentiva sua operação a ser mais eficiente e competitiva 

O que é buy box?


O buy box é a posição mais concorrida para um lojista dentro de um marketplace. Como estas plataformas existem diversas ofertas para o mesmo produto, a maneira mais eficiente de exibi-las para o consumidor é agregando todas as opções em uma única página. A caixa que exibe várias ofertas do mesmo produto é o buy box.

Quem está no Buy Box pode dizer que quem está no buy box já largou na Pole Position, pois ganha mais exposição e acaba conquistando a confiança do consumidor ao mesmo tempo. Não é a toa que algumas estimativas mostram que cerca de 90% das vendas ocorrem na tão disputada caixinha de destaque, comprovando a tese de que vale muito a pena chegar lá. 

buy box b2w

Como aparecer no Buy Box da B2W?

A B2W é um dos marketplaces com o buy box mais concorrido. As vendas brutas do marketplace aumentaram 27,3% no primeiro trimestre — a R$ 4,58 bilhões, na comparação anual. Além disso, a liderança da companhia já tem planos de abrir sete centros de distribuição até 2022, o que representa uma pequena amostra de sua expansão.

Para selecionar a oferta que vai aparecer no buy box, o algoritmo da B2W analisa preço, prazo de entrega, reputação do vendedor e valor do frete. Depois dessa análise a B2W escolhe o melhor anúncio e posiciona-o na primeira colocação da caixa de anúncios.

Se você vende na B2W e tem como objetivo aumentar vendas, certamente precisará elevar o nível do seu serviço se quiser chegar ao Buy Box. Uma das estratégias para conseguir fazer isso é por meio do fulfillment.

O fulfillment é o processo operacional que controla desde o recebimento do pedido até a entrega do produto para o cliente. Veja como ele funciona:

O fulfillment é peça-chave para garantir uma operação mais rápida e eficiente. Ao contar com uma tecnologia integrada e automatizada, o lojista consegue:

✅ Controlar o estoque de forma inteligente 

✅ Agilizar e reduzir erros durante o picking and packing

✅ Emitir notas fiscais automaticamente

✅ Monitorar e rastrear a entrega

✅ Reduzir prejuízos com logística reversa e custos pós-venda

✅ Melhorar a qualidade do serviço e chegar ao buy box

 

Quanto mais eficiente este processo, maiores as chances de chegar ao buy box. O fulfillment acelera este ciclo positivo.

Se o seu produto está no fullfilment, por consequência o tempo de entrega será mais rápido e dependendo do local do comprador, o frete será mais barato também.

Você sabe o que é o fulfillment?

Como o Lexos te ajuda a chegar no buy box

O Lexos é um sistema intuitivo, feito para PMEs, com todos os recursos necessários para gerenciar sua operação de e-commerce dentro da B2W. Veja as principais funcionalidades do Lexos ERP:

  • Controle de estoque integrado à B2W fulfillment
  • Precificação Inteligente que calcula preços de custo, impostos, comissões e valor de frete na B2W 
  • Picklist com checkout de conferência de pedidos e leitor de código de barras para organizar seu processo de separação e embalagem
  • Expedição automatizada para evitar atrasos de envio, prejuízos e perdas de reputação
  • Nota fiscal Eletrônica (NFe) automática para não precisar conferir nota por nota
  • Emissão de etiqueta de postagem integrada à B2W Entrega
  • ERP com PDV Off line integrado (exclusivo da Lexos)

Conheça todos os benefícios do Lexos que vão te ajudar a vender mais na B2W

  • Com o Lexos ERP é possível cadastrar os produtos da sua empresa de forma automática ao importar do XML da nota fiscal do seu fornecedor
  • Crie Kits de Produtos 
  • Controle integrado de estoque, pedidos e vendas 
  • Sistema automatizado de entrada de nota fiscal e geração de etiquetas
  • Relatórios de estoque mínimo em tempo real
  • Controle suas vendas em todos os marketplaces com um termômetro de lucratividade segmentado por canal
  • Integração nativa com B2W 
  • Relatórios Gerenciais 
  • Controle Financeiro (https://ift.tt/2EwGTLX)
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Pop-up store: guia completo para você montar uma

Adotar a estratégia de pop-up store para divulgar seu e-commerce é pensar fora da caixa e sair na frente da concorrência. Esse tipo de ação pode dar bons resultados para seu negócio e ainda deixar sua marca fixada na cabeça do consumidor.

Isso porque os consumidores poderão conhecer seus produtos, sua empresa e os benefícios que eles terão ao consumir de sua loja. Além disso, adotar essa estratégia é uma forma de chamar a atenção até daqueles usuários que não têm o hábito de comprar pela internet.

Como eles não são consumidores online, dificilmente conheceriam seu negócio e o pop-up é uma forma de se apresentar a eles. Mas, do que se trata esta estratégia? Vamos responder esta e outras perguntas ao longo deste post!

O que é pop-up store?

A pop-up store é uma loja física, temporária, que é montada para divulgar e vender os produtos de um e-commerce ou de um estabelecimento físico. Esse tipo de estratégia pode ser adotado para divulgar o lançamento de um produto ou para aumentar as vendas em períodos sazonais como Natal, Dia dos Pais e Dia das Mães.

Além disso, a loja temporária ainda é montada com o objetivo de queimar estoque, testar um tipo de mercado, fazer branding da marca etc. O importante é que a pop-up store seja atraente e tenha a cara de seu e-commerce.

Como funciona?

Como já citamos uma pop-up store é uma loja física, que vai funcionar por tempo determinado, que pode ser dias, semanas ou meses — depende do objetivo da estratégia. O espaço deve ser montado em locais onde há um grande tráfego de pessoas que andam a pé, como centros, shoppings, eventos etc.

No mais, a loja pode ser móvel, o que permite que um público maior tenha contato com sua marca. Apesar de gerar um custo para o lojista, montar uma pop-store é bem mais barato do que uma loja física tradicional.

Essa é uma tendência que está sendo bastante utilizada no varejo atualmente. Uma pop-up store pode ser montada em um espaço pronto, onde só é necessário mudar a decoração e colocar os produtos de sua loja. Utilizar estruturas temporárias, como contêineres, também é válido.

Quais as vantagens de montar uma pop-up store?

Uma pop-up store é aberta apenas em ocasiões específicas e os benefícios de adotar essa estratégia de marketing vão muito além de vender e ter lucros. Ela tem muito a acrescentar ao seu negócio e em se tratando de um e-commerce, os benefícios são ainda maiores.

A seguir, vamos citar algumas vantagens de montar uma pop-up store para divulgar sua loja virtual.

Atendimento de demandas sazonais

Mesmo com o crescimento absurdo das vendas online, ainda é bastante comum que os consumidores façam suas compras em lojas físicas em datas sazonais. Isso porque comprar um produto pessoalmente permite ao cliente tocar, experimentar e testar a qualidade da mercadoria.

Tudo isso somado ao fato de que em datas comemorativas, as pessoas compram para presentear. Nesse casos, comprando em uma loja física, fica mais fácil trocar os produtos, ele não sirva ou a pessoa que ganhou não goste.

Por isso, adotar esta estratégia em períodos como Natal, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Mães é uma excelente forma de melhorar a experiência do cliente com sua marca e aumentar o volume de vendas.

Aumento do engajamento

Abrir uma loja temporária é oferecer ao seu cliente uma experiência diferente do seu negócio. Como ele está acostumado a ter contato com sua marca apenas pela internet, ter um espaço físico vai dar a ele a oportunidade de conhecer uma gama maior de produtos. Essa novidade tanto vai aguçar a curiosidade de seus clientes habituais como atrair outros para sua loja.

Ativação da marca

Experiências valem mais do que coisas e é exatamente com essa filosofia que a ativação de marca trabalha. A estratégia visa criar memórias na mente do consumidor e fazer parte da vida dele. Dessa forma, sua empresa consegue gerar valor e ficar mais próxima de seu público-alvo.

Baixo custo

Uma das grandes vantagens de um pop-up store é o baixo custo. Diferente de quando vamos abrir um estabelecimento fixo, para ter uma loja temporária não é necessário um investimento tão alto em estrutura física e reformas. Isso porque é possível aproveitar um espaço físico já pronto ou simplesmente abrir um quiosque no shopping.

Como a loja só vai funcionar por um determinado período, os custos com aluguel e contas com luz e água também são reduzidos.

Diminuição de riscos

Quando o e-commerce começa a ter sucesso, é comum que o empreendedor tenha interesse em abrir uma loja física. Mas, como saber se o consumidor vai gostar da novidade? Mesmo que sua loja virtual tenha um bom volume de vendas, entrar de cara no desconhecido pode ser um risco.

Então, apostar em uma pop-up store é uma forma de ter uma experiência de como funciona uma loja física. Além disso, a estratégia é útil para saber como será a aceitação do consumidor em relação à novidade.

Conquista de novos clientes

O setor de e-commerce é bastante competitivo e provavelmente há diversas lojas que oferecem produtos similares aos do seu negócio. Então, mesmo que seu negócio tenha um bom volume de vendas, abrir uma pop-up store vai permitir que você apresente seu negócio para pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de conhecê-lo.

Além disso, como os clientes estão acostumados com o atendimento online de sua loja, com uma estrutura física eles terão a experiência de serem atendidos por pessoas reais e tirar dúvidas que talvez não tenham conseguido no site.

Inovação

Apesar de ser tendência no varejo, nem todas as lojas adotam esse tipo de estratégia para alcançar seu público. Então, montar uma pop-up store para seu e-commerce é uma forma de inovar no relacionamento com seus clientes e ter um novo canal de vendas.

Esse fator vai ajudar a fortalecer a imagem de sua marca, pois o consumidor vai enxergar seu e-commerce como uma empresa que gosta de inovar, e as pessoas apreciam isso. Então, essa estratégia vai dar um diferencial competitivo para seu negócio.

Como montar uma pop-up store?

Agora que você já sabe os benefícios da apostar nessa estratégia, deve entender todos os detalhes envolvidos. Dessa forma, será capaz de abrir a loja no local e hora certos, pois isso influencia no desempenho de sua pop-up store.

Por isso, é importante fazer um bom planejamento, pois apesar de não ser um processo tão complicado, se a estratégia não for bem executada, você corre o risco de ter prejuízos em seu negócio.

Para ajudar você nessa tarefa, vamos citar alguns pontos que devem ser colocados em seu planejamento para abrir uma loja temporária. Veja só!

Escolha dos produtos

Quais produtos serão vendidos em sua pop-up store? O espaço costuma ser menor do que uma loja física, logo, ela pode ser do tamanho de uma mesa ou de uma quiosque. Por isso, ela não vai comportar tudo que é comercializado em sua loja virtual.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é que a loja vai funcionar por tempo determinado. Por isso, é importante focar em uma categoria ou em produtos específicos. Uma boa dica é escolher itens que combinam com a data em questão.

Por exemplo: se você montou um pop-up store para o Dia dos Pais, leve apenas peças para homens. Se for para Dia dos Namorados, mercadorias que chamam a atenção dos casais apaixonados. Seguir essa regra ajuda a ter mais chances de sucesso.

Precificação dos produtos

Outra questão que deve ser analisada com bastante cuidado é o preço dos produtos que serão vendidos em sua loja temporária. O ideal é estudar o poder aquisitivo dos consumidores para chegar a um valor que seja bom para ambos os lados.

Nesse caso, oferecer produtos com um preço mais acessível ou fazer uma promoção é uma boa forma de chamar a atenção do público e ainda ter um bom volume de vendas.

Orçamento

O espaço para a montagem da loja temporária pode ser simples e pequeno, mas é preciso estabelecer um orçamento. Caso contrário, você corre o risco de gastar mais do que o necessário, o que vai impactar negativamente no resultados da ação.

Para saber exatamente quanto gastar, ponha na ponta do lápis o valor do aluguel do espaço, custos com mobiliário, campanhas de marketing, contratação de pessoal e outras despesas necessárias para manter o funcionamento da loja.

Local da pop-up store

Esta é uma das etapas mais importantes e deve ser definida com bastante cautela. O local precisa ter um fluxo muito grande de pessoas, mas o mais importante de tudo é que o público que transita pela área deve a persona de seu negócio.

Então, estude diversos locais onde seu público-alvo está para montar sua pop-up store. Vale levar em consideração o valor do espaço, pois ele deve estar dentro do orçamento disponível.

Dependendo do valor da locação do espaço, pode ser mais interessante colocar um quiosque no shopping do que alugar um contêiner ou fazer um estande em um evento, por exemplo.

Divulgação das datas de lançamento

Antes de abrir sua pop-up store, é preciso fazer um bom trabalho de marketing para divulgação da loja. O cliente deve ser informado sobre as datas de abertura e de encerramento, a localização e o horário de funcionamento da loja.

Para fazer a propaganda da loja, você pode utilizar diversos canais de comunicação, como e-mail marketing, redes sociais e banners em seu e-commerce. O importante é que os anúncios alcancem o maior número de pessoas possível.

Quais os melhores cases de sucesso?

Se chegou até aqui, mas ainda está com dúvidas sobre o funcionamento dessa poderosa ferramenta de marketing na prática, vamos citar alguns exemplos reais para inspirar você!

Nike

A Nike já adotou a estratégia de utilizar pop-ups stores há um bom tempo e encontrou uma forma muito interessante de alcançar seu público-alvo. A empresa criou um aplicativo para esse fim. Quando fez o lançamento de produtos, a marca mandou convite para os consumidores comparecem a diversos locais, como shows e parques.

O objetivo da Nike foi proporcionar uma nova experiência ao público, criando uma interação e deixando a empresa mais próxima de seu cliente em potencial.

Havaianas

A ação do Havaianas foi a montagem de um mural de compras baseado em Inteligência Artificial no calçadão de Venice Beach, na Califórnia. O objetivo da pop-up store era direcionar o cliente para a loja virtual da marca e, no fim, enviar um par de sandálias de uma cor específica para o cliente.

Pantone Cafe

A Pantone é muito conhecida mundialmente por seu trabalho de controle e especificação de cores. A empresa é responsável por definir cores e tonalidades, o que trouxe popularidade para a marca.

Então, quando resolver abrir o Pantone Cafe, inspirado nas cores sólidas da paleta. Cada item vendido no cardápio do restaurante, tanto bebidas quanto comidas, têm uma cor correspondente, combinando visual, sabor e design, o que cria uma experiência única para o consumidor.

Sephora

Para expandir suas lojas em São Paulo, a Sephora apostou na abertura de uma pop-up store. Então, a marca abriu uma loja temporária no Shopping Center Norte, onde ainda não tinha unidades da empresa. Dessa forma, pôde testar a aceitação do público e a viabilidade da abertura de novos estabelecimentos.

Qual a importância da plataforma de e-commerce?

Que é necessário escolher um bom sistema de gerenciamento de loja para ter bons resultados nas vendas online, você já sabe, certo? Mas qual influência de uma plataforma no sucesso de uma pop-up store? Bom, na realidade é ao contrário.

Quando uma empresa cria uma loja temporária, o fluxo de seu e-commerce tende a aumentar, pois a marca alcançou mais visibilidade. Então, é necessário ter uma boa plataforma para suportar o aumento do tráfego e das vendas.

Há diversas plataformas de e-commerce disponíveis no mercado. Por isso, na hora de escolher, o ideal é optar por um sistema completo, que oferece integração com outras ferramentas como Google Marketplace, que otimiza as vendas.

Loja física x Loja online

Em conclusão, é importante ressaltar um detalhe.

Lojas físicas e lojas virtuais não são inimigas! O que vemos atualmente é a alta necessidade de todas as lojas físicas terem opção online e vice-versa.

Isso porque, o cliente é versátil. Ao mesmo tempo ele deseja comprar algo sem precisar se preocupar com estacionamento e lojas lotadas.

Entretanto, por outro lado, em alguns momentos ele também deseja dar aquele pulinho no shopping para comprar um presente de última hora. Assim já aproveita para tomar um sorvete.

São inúmeras possibilidades. Seja um e-commerce flexível, dentro da sua realidade, é claro.

Conte com a Escola de E-commerce para auxiliar em suas estratégias. Assine nossa newsletter e fique por dentro de todas as novidades!

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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Fulfillment: como funcionam os envios full do Mercado Livre?

Entender o conceito de fulfillment é essencial para quem atua com vendas no Mercado Livre. Isso porque os fatores preço e qualidade já não são diferenciais para conseguir mais clientes e aumentar o número de vendas. Afinal, isso é o básico, não é mesmo?

Em um mercado altamente competitivo, em que o consumidor tem total poder de escolha, ter um processo de logística rápido e eficiente faz toda a diferença para quem atua no setor de e-commerce. Quem compra pela internet sabe que tem que esperar alguns dias para receber seus produtos, mas as empresas que entregam mais rápido ganham pontos com o consumidor.

Por isso, se você vende no Mercado Livre e pensa em se tornar um vendedor fulfillment para poder usufruir do serviço de envios full do marketplace, este post é para você! Nele, vamos explicar como o processo funciona e como fazer parte de uma equipe de vendedores diferenciados dentro da plataforma. Confira!

O que é fulfillment ou envios full?

A palavra full vem de fulfillment e significa realização. No processo de logística, o conceito de fulfillment quer dizer que a entrega dos produtos foi bem-sucedida.

Quando você é um vendedor fulfillment no Mercado Livre, significa que o marketplace vai cuidar de todo o processo de logística de seu e-commerce. Inclusive, sua loja vai contar com o serviço de envios full, que é uma modalidade de frete mais ágil.

Nessa modalidade, o lojista recebe um selo full e o Mercado Livre é responsável por todas as etapas de distribuição dos produtos. Inclusive, a logística reversa é feita pelo player.

Como funciona o processo de fulfillment?

Na modalidade normal, o vendedor é responsável por toda a logística, cabendo ao Mercado Livre apenas disponibilizar para o cliente o código de rastreio para que ele acompanhe seus pedidos.

Com o serviço de envios full, o marketplace é responsável por armazenar, manusear as vendas, embalar e entregar as mercadorias para o consumidor final.

O frete é grátis para o cliente e ele recebe suas compras no dia seguinte, inclusive aos sábados. O que o lojista vender antes das 22h de sexta-feira será entregue no dia seguinte.

Quais são as etapas do fulfillment?

As lojas parceiras devem enviar seus produtos para o centro de distribuição do Mercado Livre, que está localizado no estado de São Paulo. O processo é simples e funciona, basicamente, dessa forma:

  • o cliente escolha os produtos que farão parte do programa — que devem ser os itens com mais volume de vendas;
  • o Mercado Livre recebe e processa o estoque, deixando os produtos separados por cliente;
  • quando uma compra é efetuada, o player empacota a mercadoria com uma embalagem exclusiva, com a marca do marketplace;
  • o Mercado Livre cuida do processo de pós-venda.

Como aderir e usar o serviço de envios full do Mercado Livre?

Para atuar nesse modelo, é preciso cumprir alguns pré-requisitos, pois o Mercado Livre não tem condições de abrir espaço para todas as lojas serem fulfillment, pois o player cuida de todo o processo de logística, o que gera mais demanda e despesa para o marketplace.

Para se tornar um vendedor fulfillment, você deve receber um convite do Mercado Livre. Para isso, é preciso ser uma loja oficial como Netshoes ou Nike, por exemplo. Se você vende artigos da Nike, mas não é uma loja oficial, não pode aderir ao programa. Outra forma é se tornar um parceiro platinum. Veja como:

  • você deve ter um bom volume de vendas;
  • sua loja deve ter comentários positivos dos consumidores;
  • você deve ter uma boa reputação no Mercado Livre.

Para conseguir alcançar esses pontos, é preciso responder rapidamente aos comentários, cuidar da logística de frente e manter um bom relacionamento com seus clientes. Somente assim, será possível ser um parceiro platinum e aderir ao serviço de envios full do marketplace.

Exigências para se tornar um parceiro fulfillment no Mercado Livre

Além dos pré-requisitos citados acima, você ainda deve cumprir algumas exigências para aderir ao programa. Há um limite máximo de faturamento mensal para pequenas empresas que desejam ser fulfillment, que deve ser de até R$ 400 mil. Já para as microempresas, o faturamento máximo deve ser de até R$ 360 mil. Empresas com receitas maiores não podem entrar no programa.

Ainda existem regras que os lojistas devem seguir. Veja quais são elas:

  • é necessário emitir nota fiscal de transferência e fazer a gestão de compras pelo painel de envios full do Mercado Livre;
  • os produtos não podem ultrapassar os 2 metros de dimensão nem pesar mais de 30 quilos.

Quais são os impactos dos envios full do Mercado Livre no e-commerce?

Contar com o serviço de envios full do Mercado Livre deixa o lojista livre para pensar em outras estratégias para aumentar as vendas de seu negócio. Isso porque ele não precisa se preocupar com o processo de logística, que dá bastante dor de cabeça para qualquer empreendedor.

Além disso, as lojas fulfillment vendem muito mais, pois o cliente sabe que vai receber seus produtos bem mais rápido e esse fator influencia muito na decisão de compra. O consumidor se sente mais seguro porque ele sabe que não haverá problemas durante o processo de troca e devolução de mercadorias.

Ademais, os lojistas que atuam no marketplace têm seus anúncios com uma exposição mais alta e ainda contam com descontos na taxa de frete, o que possibilita criar ofertas mais interessantes para o consumidor.

No entanto, a maior vantagem é a pontualidade na entrega, o que aumenta a satisfação do cliente e melhora as chances de recompra.

Como a Escola de E-commerce pode auxiliar nesse processo?

A Escola de E-commerce é um portal de conteúdo repleto de dicas para você otimizar suas vendas.

Assim, você aprende a conquistar seu consumidor. Conquistando o consumidor, você com certeza conquistará o Mercado Livre!

Confira os conteúdos sobre Mapa de empatia e aprenda a melhorar a experiência de compra em sua loja virtual!

Agora que você já sabe como funciona o método fulfillment e o serviço de envios full do Mercado Livre, está na hora de botar nossas dicas em prática para se tornar um parceiro platinum e usufruir dos benefícios do programa. Com o tempo, você vai ver como seu e-commerce vai ganhar visibilidade e credibilidade.

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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

O que vender no e-commerce? Confira 7 opções que estão em alta!

Saber o que vender no e-commerce é crucial para montar o planejamento de abertura do negócio e ter sucesso em sua empreitada. Mas, com tantas opções, fica difícil escolher os produtos, já que atualmente vende-se quase de tudo pela internet, desde comida até materiais de construção.

Então, escolher um nicho de atuação acaba se tornando um desafio, principalmente para empreendedores de primeira viagem, principalmente porque há muita concorrência. Por isso, é importante considerar alguns pontos ao fazer sua escolha. Veja quais são eles!

O que considerar na hora de escolher o que vender no e-commerce?

Para escolher os produtos certos, você deve levar em consideração seu perfil. Para uma pessoa que não gosta de moda, pode ser difícil trabalhar no segmento de vestuário, já que é preciso ficar por dentro das novas tendências e do gosto dos clientes.

Além disso, é bom analisar a margem de lucro de cada produto vendido em seu e-commerce. Caso contrário, ter um bom número de vendas não será suficiente para manter sua loja em funcionamento e, muito menos, seu negócio lucrativo.

Produtos como suplementos alimentares, vitaminas, itens de beleza e higiene pessoal possuem um alto índice de recompra, pois, são mercadorias que as pessoas usam em seu cotidiano. Então, levar esse fator em consideração na hora de escolher o nicho de atuação aumenta as chances de seu negócio ser mais lucrativo.

Escolher produtos que são tendências também é uma boa ideia, mas é importante analisar se a procura por eles vai acontecer em longo prazo.

Quais são as melhores opções para vender no e-commerce?

Não existe um nicho melhor ou pior, apenas produtos mais adequados para seu perfil de empreendedor. Então, o ideal é conhecer bem o segmento no qual deseja atuar. A seguir, vamos citar quais são as opções mais procuradas pelo consumidor online. Veja só!

1. Vestuário

A segmento de vestuário é muito bem aceito pelo público. Por isso, há milhares de lojas virtuais que vendem roupas de todos os estilos, gostos e idades. Você pode escolher entre peças infantis, femininas, masculinas, plus size etc. Além disso, há lojas especializadas em roupas específicas, como jeans ou pijamas, por exemplo.

Além de oferecer uma boa margem de lucro e ter um bom volume de vendas, o setor de vestuário ainda oferece uma gama de opções. Seu e-commerce pode vender de tudo ou atuar em um nicho específico.

2. Esportes e lazer

Se você ainda está com dúvidas sobre o que vender no e-commerce, vale apostar no setor de esportes e lazer. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com sua saúde e bem-estar, por isso investem em artigos esportivos. Então, apostar nesse segmento vai aumentar suas chances de sucesso.

Se escolher atuar nesse segmento, você pode vender em sua loja virtual tênis, roupas de academia, acessórios para ciclismo, kimonos, meias esportivas e outros diversos produtos.

3. Casa e decoração

Se há alguns anos, as pessoas preferiam comprar itens para casa e decoração em lojas físicas, hoje em dia é comum procurar por esse tipo de produto na internet. Por isso, grandes marcas, como Leroy Merlin, criaram seu próprio e-commerce.

Então, vale a pena apostar nesse nicho de mercado. Você pode escolher um produto específico como móveis ou oferecer opções variadas para seus clientes. Isso depende do objetivo de seu negócio.

4. Cosméticos e maquiagem

O setor de beleza e cuidados com a higiene sempre está em alta. Além das mulheres, os homens também estão cada vez mais vaidosos e cuidando mais da aparência. Por isso, montar um e-commerce voltado para esse nicho de mercado pode ser um excelente negócio.

5. Mercado pet

Os casais estão optando por ter menos filhos e até mesmo por não serem pais. Por isso, há mais cães do que crianças nas casas brasileiras — isso é o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015.

Além disso, as pessoas gastam uma boa parte do salário com produtos para seu pets, como ração, acessórios, itens de higiene, vasilhames, casinhas e tudo o que pode tornar a vida de seu animalzinho mais confortável.

6. Acessórios

Acessórios como brincos, anéis, pulseiras e colares têm uma boa saída em lojas virtuais. A vantagem é que se você não tem um orçamento muito grande para comprar mercadorias, pode optar por itens mais baratos. No mais, não é preciso um espaço muito grande para estocar esse tipo de produto, o que reduz os custos operacionais do negócio.

7. Eletrônicos

Produtos como smartphones, tablets e computadores são muito procurados nas lojas online. Isso porque esses itens são como uma necessidade, principalmente o celular. Quando um aparelho queima, a pessoa compra outro imediatamente.

Além disso, o setor de tecnologia está sempre inovando, o que gera na cabeça do consumidor a necessidade de comprar produtos mais novos e com recursos mais avançados.

Quais são as etapas a serem seguidas depois de escolher os produtos para vender no e-commerce?

Essa é uma questão que deixa muito empreendedores cheios de dúvidas. Apesar da importância de escolher o que vender no e-commerce, saber o que fazer depois disso é um grande desafio. A primeira etapa é ter um bom planejamento estratégico e financeiro.

É preciso definir quanto será necessário investir na compra do estoque inicial. Custos com logística, com a locação de espaço para estocar mercadorias e com a contratação da plataforma também devem ser colocados na ponta do lápis.

A escolha da plataforma de e-commerce é muito importante, pois ela tem forte influência no sucesso do negócio. Uma boa plataforma é aquela que tem navegabilidade simples e carregamento rápido. Dessa forma, ela oferece uma boa experiência de compra para o cliente.

No planejamento, ainda devem constar as estratégias que serão adotas para anunciar e vender seus produtos. Por exemplo: quais canais de comunicação serão utilizados? Quanto vou investir em propaganda e marketing? Vou divulgar em marketplaces?

Escolher o que vender no e-commerce é o primeiro passo para ter um negócio de sucesso. Além disso, é necessário conhecer bem o produto e o perfil de seus clientes, e ter foco e persistência, pois os resultados são acontecem da noite para o dia.

Agora que você já sabe quais são as melhores opções de produtos para vender eu seu e-commerce, está na hora de saber quais são as melhores práticas para categorizar as mercadorias de sua loja.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Como utilizar um ERP para vender em múltiplos canais?

Foi-se o tempo em que estar no meio virtual de negócios compreendia apenas manter vendas a partir de uma loja virtual.

A presença digital em canais variados é uma realidade dos lojistas que buscam aumentar suas vendas como uma estratégia também de conhecer melhor seu público e ir ao encontro do consumidor, seja através de marketplaces abrangentes ou nichados.

Entretanto, para conseguir administrar os pedidos, as vendas, emissão de notas e controlar o estoque de maneira integrada, a utilização de um sistema de gestão ERP é fundamental, para garantir a excelência do serviço, que sempre visa a boa experiência de consumo na jornada de compra do cliente. 

O que é ERP e como funciona o sistema?

O ERP é um software usado para cuidar de diversas operações da empresa, como, por exemplo, gestão de estoque, cadastros, compras, controle financeiro, logística, entre outras.

Do inglês Enterprise Resource Planning, significa “Planejamento dos Recursos da Empresa”, e é uma ferramenta de gestão para administrar o seu negócio de forma simplificada. O ERP também auxilia no controle e pagamento de impostos, assim como geração de notas fiscais, processos estes feitos de forma rápida e descomplicada.

Fazer uso de um sistema de gestão online é interessante, pois faz com que todos os setores da empresa funcionem de forma estabilizada. Além de auxiliar na produtividade e organização de cada departamento e fazer integrações com marketplaces e parcerias logísticas de forma eficaz e sólida. 

Dicas para vender em múltiplos canais 

Quando a missão não é conciliar apenas um canal de vendas, mas vários ao mesmo tempo, os desafios vão tomando forma e tarefas simples como gerenciar o estoque ou controlar a logística vão ficando cada vez mais complexas. Algumas dicas são importantes:

  • Automatize o controle de estoque:

    No e-commerce, a premissa básica é garantir que o que foi vendido pode ser entregue ao consumidor de maneira rápida. Para que isso aconteça, a gestão de estoque é muito importante.  Ao controlar de forma unificada seu estoque em múltiplos canais de venda, você evita que um mesmo produto seja vendido ao mesmo tempo em sua loja virtual e no marketplace, garantindo um melhor atendimento ao seu cliente, sem furos de estoque nem demora na entrega dos pedidos aos consumidores.

  • Controle financeiro é tudo:

    Quando se fala em negócio se pressupõe que o controle financeiro seja importante, mas no e-commerce ele é também um indicador para ver se está tendo o retorno esperado. Quando bem gerido, o administrador sabe que não faltarão recursos para a reposição de produtos, e também garante a saúde financeira do negócio, equilibrando as contas. Quando há vendas em múltiplos canais, as entradas são variadas, mas também é preciso fazer o fluxo de caixa acontecer de forma fluida. 

  • Tenha bons parceiros logísticos:

    Quem compra no e-commerce não compra somente o produto, mas compra a comodidade de comprar sem sair de casa e também a agilidade de entrega. O prazo de entrega é determinante em muitas situações de vendas, e por isso, ao vender em mais de uma plataforma a organização logística é importante, e ela pode ser integrada também ao sistema de gestão para facilitar os processos e evitar demoras. 

  • ERP para gerir os múltiplos canais de venda:

    Cadastrar preços, subir imagens e configurar todas as informações nas diferentes plataformas é uma das partes mais complexas da gestão, é preciso muita dedicação para dar atenção a isso e também acompanhar estoque, pedidos e logística. Um sistema de gestão automatiza processos, elimina tarefas repetitivas e sincroniza as informações atualizando o sistema em tempo real. Isso mantém o empreender mais focado em estratégias de vendas e menos sobrecarregado de processos gerenciais. 

O que um ERP faz pelo seu e-commerce: 

  • Integra aos marketplaces: 
  • Emite notas fiscais e boletos bancários;
  • Controla e organiza o estoque;
  • Gerencia vendas e controla as finanças;
  • Cadastra clientes em uma plataforma única;
  • Faz integrações logísticas;
  • Economiza tempo de gestão e energia dos colaboradores com processos manuais. 

Um mesmo sistema para várias operações

É um novo momento de mercado, e o cenário do e-commerce está cada vez mais atrelado à venda através de marketplaces. Nos últimos meses, surgiram novos players de nicho, o que pode também ser uma oportunidade interessante para ir ao encontro do consumidor. Vale sempre pensar que quanto mais seu produto for visto e acessado, mais chances de compra e maior a possibilidade de garantir uma boa reputação para a seu negócio.

Quando um mesmo sistema de gestão consegue sincronizar informações de venda, torna o trabalho mais facilitado e assertivo, fazendo com que a jornada de compra do consumidor também seja beneficiada, com uma loja organizada e pedidos sendo entregues conforme o previsto no momento da compra. 

É um círculo de desenvolvimento: vender em mais canais, pode gerar mais vendas, mais trabalho de gestão, mas que se tiver um ERP para sintonizar os pedidos e vendas, o processo se torna descomplicado e possível. 

Atente também para contratar um sistema de gestão online e com armazenamento em nuvem, o que facilita o acesso de qualquer lugar e mantém as informações atualizadas e bastante seguras devido ao cloud computing. 

Integração para vender mais 

Um sistema de gestão integrado aos marketplaces, e com gestão única dos diversos canais de venda, as vendas, estoques, produtos, cadastro de clientes e emissão de notas ficam registradas em uma única plataforma. Isso facilita na contabilidade da empresa e também passa a ser o fio condutor do negócio, podendo apontar indicadores importantes quanto aos rumos da empresa. 

Diretamente a isso também é possível aumentar a produtividade dos colaboradores, garantindo mais tempo para a equipe pensar no negócio de forma inteligente, criativa e estratégica. 

Além disso, gerenciar um negócio no e-commerce envolve muito processo de gestão interna, e organização é o ponto forte do ERP, para operacionalizar os serviços relacionados ao e-commerce, e vender em múltiplos canais de forma organizada e inteligente. Integração é a chave para converter vendas em processos orgânicos e aumentando a força da marca do seu negócio. 

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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Como cadastrar produtos no e-commerce e ganhar posições no Google

Você sabe como cadastrar produtos de forma otimizada e conquistar posições orgânicas no Google? 

Aqui vamos mostrar algumas técnicas de SEO para sua loja virtual começar a vender mais, sem precisar pagar nada a mais por isso!

Atenção: Não falaremos de como cadastrar produtos na parte técnica e sim em relação a conteúdo. Isso porque cada plataforma de e-commerce tem seu próprio cadastro. 

Como cadastrar produtos 

O básico de uma loja virtual é ter um bom cadastro de produtos

Assim, de nada adianta ter um layout personalizado e um grande investimento em marketing digital, se o seu cadastro de produtos não auxiliar no ranqueamento de suas páginas. Além, é claro, de ter pouco poder de conversão. 

Desta forma, seguindo o passo a passo deste conteúdo, seus cadastros de produtos estarão otimizados para a melhor performance! 

Princípios básicos de SEO 

Para começar, precisamos conhecer os princípios básicos de SEO.

Decerto, SEO é a base para a construção de um catálogo de produtos que converta em vendas. 

SEO, nada mais é, que um conjunto de técnicas aplicáveis para a otimização de conteúdo, imagem e velocidade da loja, a fim de conseguir melhores resultados orgânicos nos buscadores. 

Isto é: se uma loja tem suas técnicas de SEO bem definidas e otimizadas, consequentemente, melhora a experiência do usuário e é isso que os buscadores desejam. Ou seja, o Google não vai mandar tráfego para uma página que não é qualificada em relação a seus critérios. 

Quais são esses critérios exatamente? Não sabemos e não vamos saber. 

O que conhecemos é a base para se destacar nos buscadores, especialmente o Google. 

Hora de cadastrar os produtos

Agora que você já sabe de onde partimos em relação a SEO, é hora de colocar a mão na massa e iniciar o cadastro de produto! 

Título 

Desta forma, vamos começar pelo título. 

Aqui você deverá usar com sabedoria seus caracteres. Um título otimizado, é um título que fornece todas as informações que o cliente precisa para se interessar ou não pelo produto. 

Entretanto, não encare “todas as informações” ao pé da letra. O título deve receber as informações essenciais e principalmente, a palavra-chave — que sempre deve estar no começo do título. 

Vamos a um exemplo: iPhone 11 Apple 256GB Verde. 

Palavra-chave: iPhone 11;

Marca: Apple (nem sempre a marca é relevante, mas se for, como no exemplo, é essencial que ela esteja no título;

Informação relevante para o público: 256GB.

Cor: Verde. 

É importante lembrar que cada produto seguirá sua própria estrutura, devido ao interesse do consumidor. Por isso é de extrema relevância saber para quem se vende. 

Há produtos onde a cor é mais importante do que a marca, ou no caso de uma roupa, o tecido é a segunda informação mais importante depois do modelo da peça. 

Portanto, não há como passarmos uma estrutura fixa, pois, são muitas variantes. Então, conheça o comportamento de compra de seu público! 

Para isso, você pode utilizar ferramentas como Google Trends, Ubersuggest e SEMrush

Imagem 

Apenas uma foto do produto não é necessário. 

Exceto se você estiver vendendo um iPhone, como em nosso exemplo, que é um produto que praticamente se vende sozinho, será necessário investir em boas fotos. 

Certamente, a imagem é o leva o consumidor mais próximo da realidade do produto e ela é considerada na hora da compra. 

Especialmente se seu produto for algo que fique exposto: seja no corpo ou em algum lugar da casa, o cliente, com certeza, gostará de saber cada detalhe daquele produto e se corresponde a suas expectativas. 

Imagine vender um vestido com aplicação de pedraria, mas que só existe uma foto disponível e que com o zoom fica toda pixelada? Impossível ver se há realmente os detalhes prometidos no título e descrição. 

Portanto, a imagem deve ser uma comprovação visível de tudo que foi prometido até ali. 

Decerto, há detalhes impossíveis de serem mostrados em uma imagem, como a memória de um aparelho celular. Entretanto, tudo que for possível exibir, exiba. 

  • Procure não utilizar foto de fornecedores (provavelmente todos os seus concorrentes usarão a mesma foto que você; 
  • Contrate um profissional para tirar as fotos de forma profissional — e com equipamentos profissionais; 
  • Tenha o produto no máximo de ângulos possíveis e com zoom em detalhes importantes; 
  • Tire fotos ambientalizadas — mas nunca as deixe como imagem principal. 
  • Revise para garantir que as fotos estejam em alta resolução, com boa iluminação e em bons ângulos. 

Descrição de produto 

Muitos acreditam que os clientes não chegam até a descrição do produto

De fato, essa pode ser uma realidade em produtos extremamente conhecidos como um iPhone ou uma Havaianas.

Do contrário, o cliente que está procurando uma mesa para seu escritório, uma geladeira para sua casa nova ou cortinas para finalmente instalar em seu quarto, com certeza lerá todos os detalhes do produto. 

No e-commerce não temos a vantagem da loja física onde o cliente pode ver e tocar naquilo que levará para casa. Logo, a imagem e a descrição são as únicas coisas onde se consegue aflorar a imaginação do cliente. Fazendo com que ele monte em sua cabeça, como aquela geladeira ficará em sua cozinha ou como aquela peça de roupa cairá perfeitamente em seu corpo. 

Além ter o dever de aproximar o cliente da realidade, agora sim, dando todos os detalhes possíveis do produto e deixando de lado as descrições curtas. O campo de descrição também é o momento de utilizar a palavra-chave mais de uma vez, usar palavras relacionadas e de quebra, conquistar o Google.

Percebe que, conquistando o cliente, você também conquista os buscadores? 

Eventualmente, conquistará mais e mais posições.

Meta title 

A meta title é o título do produto que aparecerá no buscador. 

Igualmente, a meta title segue a mesma premissa do título do produto. 

As informações devem ser exibidas por ordem de relevância, sempre com a palavra-chave no início do título. 

A maioria das plataformas preenche esse campo automaticamente, baseando-se no título inserido no cadastro. Entretanto, é importante refazer esses títulos e colocamos no campo de SEO > Meta Title. 

Isso porque, com títulos muito longos, o Google tende a cortar informações. O que não é legal para a sua loja. Dessa forma, o melhor é que você mesmo decida o que será retirado do título ou não. 

O recomendado é um título de até 58 caracteres, mas, como nada no Google (especialmente no Google), essa não é uma informação precisa. Pois, os buscadores não leem em caracteres e sim em pixels. Logo, a letra w ocupa mais espaço que a letra i.

Além das informações do produto, é importante que a Title tenha o nome da sua loja no final. Isso é extremamente relevante para o fortalecimento de sua 

Ou seja, é possível que mesmo dentro das 58 caracteres, o texto seja cortado. Portanto, se possível, fique entre 52 e 54 caracteres

Observação: Títulos muito curtos também não são considerados otimizados. 

Meta Description 

A meta description é a descrição do produto que aparecerá no buscador. 

Segue a mesma orientação da meta title, a diferença é que aqui, sua descrição deve ficar entre 152 e 154 caracteres para não correr o risco de corte de informação. 

Neste caso, o “corte” pode ser ainda mais perigoso. Porque, quando não preenchido, sua plataforma puxará o conteúdo da descrição que, provavelmente, até as primeiras 154 caracteres, pode ser que não tenha sua palavra-chave ou outra informação importante

As otimizações de conteúdo que vão direto para o Google, aumentam consideravelmente a probabilidade de clique em seu produto. Auxilia na experiência do usuário e em seu ranqueamento orgânico. 

Inesperadamente, as otimizações de SEO também contribuem com suas campanhas pagas no Google. Ou seja, apenas vantagens! 

Curtiu o conteúdo? Leia mais sobre como montar sua árvore de categoria também pensando em SEO.

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