sexta-feira, 29 de maio de 2020

Entenda o que é e-commerce visual e por que ele é uma tendência

Se você é um empreendedor digital com pouca experiência, pode ainda não ter ouvido falar em e-commerce visual, mas trata-se de uma tendência. Então, quem pretende ter sucesso com suas vendas pela internet deve entender este conceito e como ele funciona.

Isso porque o volume de buscas pela internet e de compras online têm crescido exponencialmente. Com isso, as empresas precisam buscar formas de melhorar a experiência do consumidor com a marca, pois esse fator tem uma influência muito forte no processo de decisão de compra.

O objetivo desse tipo de estratégia é otimizar a taxa de conversão, pois ter um bom volume de vendas é essencial para manter seu negócio competitivo no mercado, principalmente se tratando de uma loja online.

Ficou curioso e quer saber mais sobre o e-commerce visual? Continue a leitura deste post!

O que é o e-commerce visual?

Quando falamos em e-commerce visual, na realidade, estamos falando de uma forma de busca, na qual os usuários usam uma foto de um produto ou um print para pesquisar na internet sobre algo que desejam comprar.

Então, um e-commerce visual é aquele que está preparado para atender a esta demanda. Esse fator é muito importante para as lojas virtuais, pois o consumidor moderno tem acesso a celulares com câmeras muito avançadas, o que facilita o uso do recurso de busca por imagem.

No entanto, a tecnologia utilizada para que um e-commerce seja encontrado por meio de uma busca visual é diferente da linguagem utilizada para que a loja seja encontrada por meio de palavras-chave.

Quais as vantagens do e-commerce visual?

Um dos principais benefícios de ter um e-commerce visual é a retenção. Com esse tipo de estratégia, as lojas virtuais conseguem reter a atenção dos consumidores que chegam ao seu site. Isso é fundamental para ajudar nas conversões, pois o que importa para o negócio é ter um bom volume de vendas.

Na realidade, a busca visual é uma forma criativa de atrair a atenção do consumidor. Ela é eficiente porque simplifica a jornada de compra já que, quando a pesquisa é feita por imagem, os resultados são mais precisos.

Vamos analisar um caso simples: se um usuário entra no Google procurando por vestido infantil vermelho, vão aparecer diversas lojas com vários modelos desse tipo de roupa. Mas, quando a pessoa joga uma imagem da roupa do modelo que ela quer, ela vai ter resultados de acordo com o que busca.

Imagine a praticidade de poder ir a uma loja física, fotografar um produto e simplesmente jogar a imagem na internet para fazer uma busca.

Outro ponto positivo é a possibilidade de mensuração. Com o código do Google Analyctis, a busca visual pode ser medida e otimizada para trazer melhores resultados para o negócio.

Dessa forma, é possível descobrir informações importantes sobre os resultados mais interessantes para os usuários, de acordo com as buscas realizados no Google e outros mecanismos de pesquisa.

Como o e-commerce visual funciona?

O e-commerce visual funciona como uma loja virtual comum. A única diferença é que o cadastro dos produtos e fotos das mercadorias são feitas pensando na busca visual.

Como acontece no marketing de conteúdo, as imagens da loja virtual devem ser otimizadas com técnicas de SEO. Em primeiro lugar, a imagem deve ser leve, pois, não adianta fazer o upload de uma imagem com megabytes e deixar o e-commerce lento.

A imagem deve conter uma descrição, tanto no título quanto no campo destinado a descrever suas principais características. A melhor forma de detalhar uma imagem é citando os itens do produto. Exemplo: blusa feminina modelo New York.

É necessário, ainda, fazer uma busca por palavras-chave, entender qual o volume de busca do termo escolhido, montar uma estratégia de SEO e na descrição do título da imagem usar palavras separadas por hífen. Quando possível, inserir um OUT-TEST dentro das imagens ou dentro da plataforma para ajudar os robôs do Google a lerem aquela imagem mais facilmente.

Tirar boas fotos também faz parte das boas práticas que ajudam a ranquear sia loja virtual. Por isso, é ideal tomar cuidado com o fundo das imagens. Em alguns casos, o fundo branco é ótimo para dar destaque ao produto; em outros, um cenário composto fica melhor.

Por que o e-commerce visual é uma tendência?

As redes sociais mais acessadas atualmente são aquelas com um forte apelo visual, como Instagram e Pinterest. Entre as duas mídias, o Pinterest se destaca pelo fato de que o usuário clica nas imagens que mais gostou para abrir catálogos de lojas digitais.

Esse fator pode ditar uma nova forma de busca para os consumidores online. Isso porque, de acordo com um estudo feito pelo Slyce, para cerca de 74% dos internautas, a busca por texto já não é tão eficiente. Então, em um futuro muito próximo, a busca visual tem grandes chances de ser a preferência dos usuários.

Então, as lojas virtuais podem usar isso a seu favor e implantar essa tática em seu negócio. Apesar de ser ainda novidade, o marketing digital sofre mudanças constantemente e, em questão de meses, esse recurso pode se tornar essencial, pois é bem-aceito pelos consumidores mais jovens.

Quais players já utilizam o e-commerce visual?

Como já citamos, por enquanto, o e-commerce visual não é uma realidade e grandes marketplaces ainda não utilizam esse tipo de estratégia. Mas existem grandes players no mercado que já utilizam a busca visual em suas lojas.

Isso porque implantar esse recurso no e-commerce vai gerar um custo extra para o lojista, que já tem que investir em estoque, estratégias de marketing, plataforma e outras diversas demandas que garantem o funcionamento da loja virtual.

Conheça os players que já investem nesse recurso!

Tommy Hilfiger

O Tommyland é o aplicativo criado pela marca permite que o usuário tire fotos de um look e encontre na página de compra dos modelos da marca os produtos que o consumidor deseja.

Alibaba

Em 2014, o Alibaba lançou o aplicativo para busca visual chamado Pailitao, que é especializado em busca visual. Ele é integrado ao Taobao, site utilizado para realizar as vendas do site. O aplicativo é simples de usar, basta que o usuário tire uma foto do produto e envie para o app, que mostra os resultados relacionados à imagem.

Dafiti

A empresa criou o aplicativo Busca Look para procura visual. Ele é compatível com grande parte dos smartphones. Para o usuário fazer a busca, basta tirar uma foto de um produto que, imediatamente, ele recebe um retorno sobre produtos idênticos ou similares da Dafiti.

Como você viu, o e-commerce visual ainda não é muito popular entre as grandes lojas brasileiras, mas é apenas uma questão de tempo para que essa estratégia se torne uma tendência. Então, caso você queira implantar a busca visual como uma vantagem competitiva, seu negócio só tem a ganhar.

Agora que você já sabe o que é um e-commerce visual e seus benefícios, que tal aprender um pouco mais sobre como otimizar a logística de sua loja virtual?

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quinta-feira, 28 de maio de 2020

1º trimestre registra aumento de 23,2% em compras online

Mais um sinal de como o e-commerce está ganhando cada vez mais espaço! 

O primeiro trimestre de 2020 registrou um grande aumento nas compras feitas e pagas online, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O aumento foi de 23,2% apenas em compras não presenciais, somando  R$ 86,7 bilhões.

E outro dado interessante, o aumento em março (início da pandemia no Brasil) representa 10,5% do total de compras faturadas de forma online neste período. 

Seguindo a mesma linha do e-commerce, as compra por aproximação, conhecida como NFC, cresceu 456% no período, movimentando R$ 3,9 bilhões. “A Covid-19 vai aumentar o uso dessa modalidade devido ao novo comportamento de distanciamento”, destacou Pedro Coutinho, diretor presidente da Abecs.

Imagem: Divulgação Samsung.

Impacto da pandemia 

O impacto já foi grande no primeiro trimestre, que contou com “apenas” 15 dias de isolamento social (a partir da metade do mês de março). Imaginem o quanto o número de transações online continua crescendo neste segundo trimestre, que passamos quase inteiro em isolamento social? 

Com as medidas de isolamento, o próprio diretor presidente da Abecs acredita que as compras no e-commerce e compras por aproximação deverão continuar crescendo. Isso porque, por mais que a quarentena seja flexibilizada, os cuidados de higiene serão mantidas com o distanciamento social

Ou seja, quem puder comprar e pagar online, continuará com este hábito. Quem comprar em loja física e puder pagar por aproximação, também deve seguir a mesma linha. 

O cenário onde as coisas voltem a ser exatamente como eram antes, não existirá mais. Todos os consumidores já descobriram a facilidade que a tecnologia pode trazer para a vida de cada brasileiro.

Por fim, podemos dizer que “o futuro” chegou antes do esperado e cabe a nós, continuarmos no processo de adaptação e reinvenção de negócios

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A importância das Notas Fiscais no e-commerce

A nota fiscal eletrônica (NF-e) é um documento que registra a compra e venda de produtos, devoluções de mercadorias, transferências entre filiais, entre outras operações. Sua finalidade é registrar estas transações de uma empresa para outra, ou de empresa para pessoa física. 

Esta é uma forma de assegurar as transações entre empresas e consumidores, proteção aos direitos e cobrança dos deveres de cada uma das partes envolvidas, como o pagamento de impostos. As empresas que não emitem notas fiscais, estão sonegando impostos.

A nota fiscal utilizada no e-commerce é o nome 55, utilizada para registrar a comercialização de produtos. Está ligada à cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Por que é importante emitir notas fiscais no e-commerce?

A emissão das notas fiscais para o e-commerce é tão importante quanto nas vendas presenciais. E é um dever das empresas oferecer esta segurança aos clientes. Além disso, sem nota fiscal e sem recolhimento de impostos, não existe legalidade na venda. 

Veja alguns motivos pelos quais é importante emitir notas fiscais em um e-commerce:

Legalidade das vendas

A emissão das notas fiscais confirma a legalidade das vendas. A Secretaria da Fazenda (Sefaz) analisa as operações comerciais para evitar fraudes e pode notificar empresas que não cumprirem as exigências, afinal esta se tornou obrigatória a partir da Lei Federal n. 8.846/1994

Independente do preço da mercadoria, o vendedor precisa enviar o documento comprovando que a mercadoria foi vendida pelo preço combinado. Desta forma, a empresa não estará sonegando impostos e nem será multada pela Receita Federal pelo descumprimento da lei. 

Segurança para o cliente

Como a nota fiscal é utilizada como um comprovante de venda, oferece mais segurança para quem compra online. O cliente passa a se sentir mais seguro em alguns casos:

  • Caso precise trocar uma mercadoria que comprou em um e-commerce, seja por defeito, desistência, o produto não serviu, ou qualquer tipo de troca;
  • Garante que o produto que adquiriu é original e de procedência confiável;
  • O documento é a forma de comprovar em qual dia a compra foi feita, importante para o tempo de garantia dos itens comprados. 

Credibilidade

Um e-commerce que emite notas fiscais transmite mais credibilidade aos consumidores, que se sentem mais seguros para efetuar uma compra. Eles sabem que podem contatar a empresa caso houver qualquer problema com a mercadoria.

Não emitir notas pode causar uma impressão negativa da empresa, podendo interferir nas vendas. Os clientes podem optar por não comprar mais de determinada loja, se não receberem o documento para garantir uma compra segura. A credibilidade da loja fica prejudicada. 

Ampliação dos canais de venda

Existem diversas possibilidades para vender online. Você pode ter uma loja própria, vender através de redes sociais e também anunciar produtos em marketplaces, que são como shopping virtuais.

Se você já tem seu negócio, mas quer expandir os canais de venda através de marketplaces, por exemplo, saiba que a emissão de notas fiscais pode ser uma exigência. Quando a venda é realizada em alguns canais, como os marketplaces Amazon e Carrefour, é necessário enviar as notas fiscais para os clientes para que estas empresas liberem os valores das vendas. 

Assim, as vendas são legais e não prejudicam nem o vendedor e nem o cliente. 

Envio das mercadorias aos clientes

Qual forma de envio sua empresa utiliza para entregar os pedidos do e-commerce para os clientes? Existem diversas opções para que as encomendas sejam enviadas aos clientes com segurança. 

Muitas delas exigem a apresentação da nota fiscal para comprovar a legalidade da venda e não aceitam transportar encomendas sem o documento. Isso porque a circulação de mercadorias é controlada e a fiscalização pode apreender mercadorias em transporte sem nota. 

Para que sua empresa não passe por este tipo de problema, mantenha os documentos fiscais em dia.

Como emitir notas fiscais para o e-commerce?

Existem diversas formas para sua empresa emitir as notas fiscais dos pedidos que receber no e-commerce. Analise as opções e escolha a que for melhor para o seu negócio. Abaixo, listamos algumas:

  • Utilizar um ERP para emissão de notas fiscais. Algumas empresas, além da emissão de nota fiscal, também disponibilizam recursos para gestão do e-commerce, como integração com plataformas e marketplaces e controle de estoques;
  • Emissores gratuitos, como o do Sebrae e da Sefaz;
  • Plataformas de e-commerce também podem contar com ferramentas para a emissão de suas notas fiscais. 

Concluindo

A emissão de notas fiscais é fundamental em uma operação de e-commerce. Ela garante a legalidade das transações e segurança para o vendedor e para o cliente. Além disso, a empresa se mantém fiscalmente em dia, com o pagamento de impostos e afirma sua credibilidade.

Não deixe sua empresa correr o risco de ser multada, ou ter as mercadorias apreendidas. Mantenha a documentação fiscal em ordem para que seu negócio não seja prejudicado.

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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Rastreamento de mercadoria: qual é a importância e como fazê-lo?

O principal motivo pelo qual o e-commerce tem crescido recentemente é a tranquilidade e facilidade na compra de produtos online. No entanto, com o aumento das vendas, a entrega dos pedidos de maneira ágil e segura tornou-se um obstáculo para os lojistas. Além disso, muitos consumidores ainda se sentem inseguros quanto ao prazo das mercadorias. Segundo dados do ReclameAQUI, quase 100 mil reclamações sobre atraso ou não entrega de mercadorias foram registradas nos últimos anos.

Para garantir a qualidade na entrega do produto e aperfeiçoar a experiência do consumidor, além de escolher uma transportadora confiável, é necessário investir em ferramentas que auxiliem o rastreamento de mercadoria no comércio eletrônico. Em geral, os dispositivos integram os sistemas de informação das transportadoras, a fim de acompanhar todo o status do processo de logística.

Quer conhecer a importância do rastreamento de produto no e-commerce e como fazê-lo? Acompanhe o nosso artigo e saiba mais sobre o assunto!

Qual é a importância de rastrear mercadorias no e-commerce?

O e-commerce tem uma organização para realizar o atendimento bem diferente da loja física, em razão de funcionar sem interrupção. Em vista disso, as empresas que atuam nesse setor devem aplicar a logística para facilitar os pedidos e a entrega. A logística consiste nas opções de rastreamento do produto desde o momento em que é escolhido até a entrega ao destinatário.

De modo geral, a automação da logística no e-commerce é essencial para manter a boa relação entre o consumidor e o lojista. Afinal, com o rastreamento de mercadoria online, os dois podem acompanhar em tempo real o prazo da entrega.

Esse processo evita a demanda pelo SAC (Serviço de Atendimento do Consumidor), diminui a logística reversa e a ansiedade do cliente, que está sempre de olho no status do produto. Sem ele, a pessoa fica esperando o produto, não consegue saber onde ele está e acaba frustrando-se com a demora, afetando a imagem da loja e reduzindo as chances de compras futuras.

É importante ressaltar que os dispositivos de integração, responsáveis pela automação, disponibilizam diversas informações e gráficos relevantes para a loja. Ao analisá-los, a loja virtual pode aperfeiçoar a logística de entrega de seus produtos, determinando alterações nos prazos para melhorar o atendimento aos clientes.

Como pode ser feito?

O processo do rastreamento inicia com a efetuação da compra e aprovação do pedido e continua na transportadora. Todo produto é etiquetado com um código de identificação e separado para que a empresa responsável faça o recolhimento.

Por meio da integração de sistemas entre a loja e a transportadora, é possível monitorar simultaneamente o status da entrega. A leitura da etiqueta de identificação é feita em pontos de controle. Esse processo exibe as informações sobre a entrega e automaticamente informa ao cliente, que pode acompanhar o pedido por meio do código de rastreamento.

Para que o rastreamento seja mais eficiente, são utilizadas algumas ferramentas no e-commerce que oferecem diversas vantagens ao negócio. A seguir, confira as principais!

Gateway de fretes

Em sua tradução livre, o gateway se refere a um “portal de acesso”, ou seja, um sistema que viabiliza uma gestão estratégica no processo de entrega das mercadorias, oferecendo opções de entregas e prazos mais interessantes para os clientes.

A ferramenta realiza, também, a integração dos sistemas do e-commerce e das transportadoras, estabelecendo a comunicação entre os dois sistemas e obtendo, assim, dados em tempo real sobre a situação da entrega.

A integração com a transportadora evita o atraso nas entregas e a reclamação do público. Esse método tem a finalidade de atender os clientes de todas regiões, já que muitas empresas trabalham com mais de uma transportadora.

ERP

A sigla ERP vem do inglês Enterprise Resource Planning, ou seja, Planejamento de Recursos da Empresa. A ferramenta é basicamente um software que realiza a integração dos procedimentos do e-commerce em um único sistema, que conta com a funcionalidade de rastreamento de carga e possibilita o controle do processo de logística de modo integrado, nos mínimos detalhes.

Além disso, também é muito utilizado para ajudar na gestão dos negócios como um todo, oferecendo benefícios como: redução de custo do estoque, otimização da funcionalidade, emissão de relatórios financeiros, maior produtividade, economia de tempo, redução de erros de dados, alcance da satisfação, fidelização dos clientes, entre outros.

TMS

A TMS (Transportation Management Systems) significa Sistema de Gerenciamento de Transportes. Trata-se de um sistema operacional que controla o processo de distribuição. É uma solução que permite ao usuário visualizar e controlar toda a operação de forma integrada.

A ferramenta possui dados sobre a situação da entrega, oferece índices e informações para acompanhamento do desempenho da entrega e documentos importantes para o transporte. Esse acesso aos dados auxilia na tomada de decisões para otimizar as operações e os processos na loja virtual.

Portanto, essas ferramentas permitem que as lojas virtuais administrem todo o processo logístico do pós-venda, como também facilitam o trabalho dos colaboradores, identificando possíveis falhas e propondo soluções mais assertivas que garantam a satisfação do cliente.

Além disso, por meio delas, os gestores podem analisar o nível de serviço das transportadoras, que indicam o quanto o trabalho da prestadora é satisfatório. Esse índice leva em consideração atendimento e cumprimento de prazos e nível de satisfação do consumidor.

É importante ressaltar que o próprio Código de Defesa do Consumidor prevê a obrigatoriedade das informações de preços, prazos e eventuais taxas, sendo necessário manter o cliente a par da data e hora de entrega. Caso contrário, o consumidor pode exigir a devolução do dinheiro.

Por fim, nota-se a importância do rastreamento de mercadoria no comércio eletrônico. A eficiência desse serviço pode aumentar a experiência positiva do consumidor na sua loja, ampliando, consequentemente, as vendas e a credibilidade da empresa no mercado competitivo.

Agora que você já conhece o processo de rastreamento, que tal saber, também, o que é o Crossdocking? Leia agora mesmo o nosso artigo no blog e aprenda a vender seus produtos sem necessidade de estoque. Vamos lá!

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10 Métricas do Google Analytics para acompanhar em sua loja virtual

Você acompanha as métricas do Google Analytics de seu e-commerce

Seja diariamente, semanalmente ou mensalmente, é importante ficar de olho em dados e relatórios que podem auxiliar suas estratégias. Esses dados podem dar direções para melhorar seu planejamento, eliminando ações que não estão funcionando e intensificando o que está dando certo! 

Neste conteúdo vamos apontar algumas métricas do Google Analytics para considerar na hora de definir suas KPIs de acompanhamento.

Diferença entre métrica e KPI

Antes de mais nada, precisamos explicar a diferença entre uma métrica e uma KPI

As métricas são indicadores de comportamentos dos usuários dentro de sua loja virtual (blog ou site institucional). Essas métricas possuem várias origens, aqui falaremos especialmente das Métricas do Google Analytics.

Entretanto, as métricas também estão disponíveis no Facebook, Instagram, Youtube, LinkedIn, Search Console etc. 

Por outro lado, as KPIs são indicadores que são acompanhados para que as metas específicas de seu e-commerce sejam atingidas. Além de definir as KPI a partir das métricas disponíveis, deve-se definir a frequência de acompanhamento delas. 

Definindo suas KPIs

Antes de mais nada, as KPIs devem ser definidas a partir de suas metas

Existem empresas que preferem trabalhar com metas trimestrais e anuais. Outras apenas semestrais, mensais etc. A realidade é que tudo vai depender de seu negócio e necessidades. 

Se sua loja virtual conta com diferentes picos anuais e possibilita variações de uma hora para a outra, é importante que, além de metas anuais, você defina também as mensais ou trimestrais. 

Por exemplo, imagine que uma loja de brinquedos começou a trabalhar recentemente com SEO. Foi definida uma meta anual de aumento de tráfego orgânico em 200%. A meta semestral deve acompanhar este crescimento, aumentando em 60% no primeiro semestre e mais 140% no segundo semestre (referente ao número inicial do ano anterior). 

A diferença de expectativa de crescimento de um semestre para o outro é bem clara. Em outubro temos o dia das crianças, então a loja de brinquedos reserva sua meta maior para esta segunda fase do ano. 

Percebe como as KPIs devem ser pensadas exclusivamente para seu negócio

A seguir, apontaremos algumas métricas que podem ser definidas como suas KPIs. Avalie cada uma com atenção e considere seu objetivo (além do cenário do mercado) de suas metas: 

Métricas do Google Analytics para acompanhar:

  1. Número de sessões:

    Essa é uma métrica que nunca deve ser analisada individualmente. Na verdade, nenhuma deve ser, mas esta especialmente. Isso porque o foco de uma loja virtual, é a conversão em vendas e o número de sessões nem sempre vai representar isso. Entretanto, é importante avaliar o número de sessões para entender se a representatividade de sua loja está crescendo ou não no mercado.

  2. Usuários:

    Muitas pessoas confundem o número de sessões com os usuários. A diferença é que os usuários são pessoas únicas que entraram em sua loja e uma só pessoa pode ter entrado várias vezes, aumentando assim o número de sessões.

  3. Novos usuários:

    Os novos usuários nunca entraram em sua loja e agora a descobriram na internet. Esta métrica é significativa para lojistas que desejam atingir um novo público, além daqueles que já conhecem sua loja online.

  4. Taxa de rejeição:

    A taxa de rejeição representa a quantidade de sessões que sua loja teve, mas nenhuma ação foi tomada pelo usuário. Ou seja, o consumidor acessou sua loja e saiu sem ter nenhuma interação. 

    Aqui é um bom ponto para destacarmos o porquê nenhuma métrica deve ser analisada isoladamente. Imagine que seu número de sessões está muito alto, mas sua taxa de rejeição também. Logo, algo está errado. Seja na estratégia ou na navegação da loja. 

  5. Páginas mais visitadas:

    O que poucos lojistas sabem é que boa parte dos usuários não passam pela home de seu e-commerce. A maioria dos consumidores estão procurando um produto direto. Por esse motivo, é importante saber quais são suas páginas mais acessadas e identificar o porque a representatividade delas é maior do que as demais. 

    Muitas vezes pode ser mérito do próprio produto, mas, em alguns casos, analisar essas páginas mais acessadas pode trazer novos insights para toda a loja.

  6. Taxa de conversão:

    A segmentação de público, navegação da loja e qualidade de informações dos produtos, são alguns dos fatores que impactam diretamente para que esse número cresça ou diminua.

    Uma das métricas mais observadas pelos lojistas. A taxa de conversão representa a quantidade de sessões que resultaram em vendas

  7. Transações:

    As transações são a quantidade de pedidos que a loja teve naquele determinado período. Se o número de sessões se manteve (ou até diminuiu), mas as transações na loja estão aumentando, isso é bom sinal!

  8. Ticket Médio:

    Aqui temos o valor médio dos pedidos realizados em sua loja virtual. O ticket médio, nada mais é, que a receita dividida pelo total de transações. Muitas lojas não buscam aumentar seu acessos, e sim incentivar que aquela mesma quantidade de pedidos resultem em um valor maior. 

    Dica da Escola de E-commerce: Produtos relacionados, frete grátis a partir de um x valor de compra e o famoso “compre junto”, são recursos que auxiliam no aumento do ticket médio.

    Aprenda mais sobre Ticket Médio:

  9. Origem do tráfego:

    Imagine que os usuários estão aumentando, mas cada mídia possui sua própria meta. Como saber se a meta de cada uma foi batida?

    A origem do tráfico mostra de onde aquelas sessões estão vindo: redes sociais, Google Ads, tráfego direto, tráfego orgânico etc. Também é possível verificar a origem de tráfego com mais pedidos, maior taxa de conversão, maior ticket médio ou receita.

  10. Origem do tráfego:

    Com certeza esta é a métrica mais aguardada!
    A receita é valor total que a loja captou no período de tempo determinado. Ou seja, é a métrica mais significativa para saber se a loja está indo bem ou não, certo?

    Errado! A receita leva em consideração apenas os pedidos realizados e não os pedidos pagos. Em muitos casos, a receita pode ser uma ilusão.
    O mais importante da receita é compará-la com o faturamento da loja. Que seja encontrado na plataforma ou no intermediador de pagamento.

Métrica Extra: 

Percentual de Aprovação de pagamento: 

Como dito no tópico de receita, o mais importante é comparar o total captado com o total faturado. Assim temos o percentual de aprovação de pagamento da loja. Ou seja, a porcentagem de pedidos que foram realizados e realmente foram pagos. 

Isso acontece porque podem haver problemas com o cartão de crédito recusado, boletos não pagos etc. 

Para fazer este cálculo: 

Faturamento (o que foi pago) / Receita (o que foi captado) 

A média ideal é entre 70% e 80%. Menos que isso, é importante analisar o porquê deste número. 

Em conclusão, lembre-se de tornar como KPIs apenas as métricas que impactam em suas metas. Porém, é sempre interessante ficar em todas as citadas! 

Agora é a hora de colocar a mão na massa. Não deixe de acompanhar a Escola de E-commerce semanalmente para mais conteúdos que auxiliarão no crescimento de sua loja virtual! 

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terça-feira, 26 de maio de 2020

Como Ganhar Dinheiro Importando Produtos

Como Ganhar Dinheiro Importando Produtos Para Revender

Você sabia que aprender a como importar produtos para revender é uma ótima forma de gerar lucro? Mesmo com o Dólar e as taxas altas do Brasil podemos importar produtos e pagar 3 Vezes mais barato como: camisetas de marca, relógios, cosméticos, perfumes e tantos outros.

Um dos grandes motivos de muitas pessoas não conseguirem saber como importar produtos dos E.U.A é que elas não sabem o modo correto de como importar produtos originais, de forma legalizada, com nota fiscal, sem ter que saber falar inglês, sem ter que utilizar cartões de crédito do exterior e sem ter que passar por grandes impostos.

Qualquer pessoa pode ser capaz de usar as mesmas técnicas que os grandes logistas utilizam para importar produtos para revender, e ter um lucro de até 300%. Uma camisa de marca que aqui é vendida por 200,00 reais é comprada pelos logistas por um preço próximo a 70,00, isso incluindo frete e impostos.

Aqui abaixo separei uma introdução para você que quer saber como importar produtos para revender, seja importando roupas, perfumes, suplementos, calçados ou qualquer outro produto.

 

Como Funciona o Processo de Importação?

Saber como importar produtos para revender não é uma tarefa difícil com muitos pensam, apenas você precisa saber as informações corretas para começar a fazer compras no exterior.

A primeira coisa que você faz é entrar no site da loja que você quer comprar determinado produto. Após colocar tudo no carrinho você faz o pagamento com um cartão internacional.

Feito isso, agora é hora de enviar os produtos que você comprou para o Brasil, você vai informar seus dados tudo certinho para elas mandarem a sua mercadoria, esse procedimento é feito de maneira segura.

Compre e Revenda o Produto Certo:

Quando você iniciar nesse mercado de importação comece a importar produtos mais baratos, como roupas e acessórios que vendem bastante.

Você deve definir quem é o seu público alvo como jovens, homens, mulheres, etc… Por exemplo você pode importar peças de carros para homens. Jovens gostam muito de perfumes, computadores, celulares, roupas de marcas, já as mulheres preferem sapatos, vestidos, acessórios para casas e jardim. São diversos produtos e vários nichos que você pode escolher.

Quais os melhores produtos para importar?

Como dito acima, isso tudo vai depender do seu público mas irei listar alguns que são mais comuns:

-Relógios de marcas famosas: Invicta, Michael Kors, Tommy Hilfiger, Náuticas, Armani etc…

-Roupas de marcas famosas: Calvin Klein, Tommy Hilfiger, Anne Klein, Polo Ralph Lauren, Hollister, Michael Kors, Timberland, DKNY, Kenneth Cole, Lacoste, Aéropostale etc… essas são as preferidas entre os jovens.

-Tênis: Nike, Adidas, Mizuno etc…

-Eletrônicos, maquiagens e cosméticos em geral (Aussie por exemplo muito requisitado pelas mulheres), perfumes e suplementos alimentares.

Com esses produtos da para ter até 300% de lucro.

Assista ao Vídeo Abaixo Onde o Filipe Barcellos Mostra as Camisas que ele Importou dos E.U.A, Muito Barato.

Escolha Fornecedores de boa reputação e de confiança:

Fornecedores de qualidade são essenciais para esse negócio. Afinal você não quer pessoas reclamando sobre a qualidade dos produtos não é? Tenha em mente que isso é um negócio sério e o seu profissionalismo conta muito na hora em que seu negócio começar a crescer.

Uma dica boa é perguntar para amigos que também importam e até mesmo entrar em grupos do facebook onde isso é muito debatido.

Modalidades de Fretes:

Abaixo tem algumas modalidades de fretes que você pode optar ao comprar produtos importados dos E.U.A.

  • Priority Mail International

É um dos fretes mais usado, pois possui código de rastreamento e, na maioria das vezes não é tributado, além de ter um preço acessível. O tempo de entrega costuma variar entre 20 a 40 dias.

  • First Class Mail International

É o frete mais comum e mais barato do mercado. O tempo de entrega costuma ser de 30 dias, podendo levar até 60 dias. Uma desvantagem é que não possui a opção de rastreamento.

  • Fedex

O Fedex é muito rápido, pode chegar em menos de 7 dias, mas cobra além do valor de entrega uma taxa alta de desembaraço da mercadoria. Outra vantagem é que o sistema de rastreamento é muito eficiente. Esse frete é bom para quem quer começar o negócio sem demora.

Esses são só alguns dos diversos fretes que existem.

Revenda seus produtos corretamente:

Há várias formar para revender os produtos, você pode montar uma loja virtual na internet, pode montar uma loja física. A vantagem de se vender pela internet é a liberdade de poder enviar os produtos para todas as partes do Brasil com isso lucrando muito mais.

Mantenha o Controle Financeiro:

É muito importante manter o controle financeiro. Trabalhar com importação pode exigir estoque, controle nas compras e vendas. Saber como manter um bom fluxo de caixa controlado é essencial para isso.

Aprender a Como Importar produtos para revender Vale a Pena Mesmo?

Aprender a como comprar produtos importados para revender pode ser uma das melhores estratégias hoje em dia.O que as pessoas não entendem é porque esse tipo de negócio e tão lucrativo?

A resposta é simples: O motivo é que os produtos em países como E.U.A são muito baratos, pois as principais fábricas estão exatamente lá, enquanto aqui no Brasil eles são revendidos com até 300% de acréscimo no preço.

Um dos maiores problemas em quem está iniciando um novo negócio, é a falta de informação, a falta de alguém que já tenha feito aquilo antes e esteja disposto a ensinar.

O que acaba acontecendo nesses casos é que aquela ideia excelente de negócio acaba se tornando um fracasso, tudo porque aquele empreendedor não reconheceu a importância de investir em um conhecimento certo.

Você vai encontrar no curso Academia do Importador, informações importantes que vão te ensinar a importar produtos para revender. O curso é bastante completo e fácil de acompanhar o Filipe Barcellos vai te ensinar tudo sobre importação passo a passo.

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Reabertura do comércio: minha loja pode funcionar durante a pandemia de coronavírus?

Afinal, minha loja pode abrir durante a quarentena?

Nas últimas semanas, várias cidades brasileiras intensificaram medidas de quarentena contra o novo coronavírus, com um debate sobre a reabertura do comércio. 

Alguns serviços considerados essenciais estão autorizados a manter atividades normais, enquanto outros são obrigados a atuar exclusivamente pelo e-commerce.

Mas uma série de disputas judiciais entre os governos federal, estadual e municipal deixou mais difícil de entender quais empresas podem funcionar e quais estão proibidas.

Afinal, minha loja pode ou não abrir durante a pandemia?

Quarentena e lockdown

Para responder a essa pergunta, precisamos entender as diferenças entre os termos mais usados:

Distanciamento social: uma ação voluntária de manter distância física das outras pessoas a fim de diminuir o contágio do novo coronavírus. Não depende de nenhuma legislação para ser colocada em prática.

Quarentena

Medida legal adotada por um país, estado ou cidade para diminuir o contágio.

Neste caso, um ato administrativo (decreto, por exemplo) é publicado para restringir o funcionamento de estabelecimentos, comerciais ou não, para diminuir a circulação de pessoas.

Cada estado e cidade é responsável pelas regras específicas, embora o governo federal também possa legislar sobre o tema.

Lockdown

Termo em inglês que significa o bloqueio total de uma determinada região para serviços não essenciais.

Neste caso, a circulação de pessoas é proibida, exceto para atividades como compras de supermercado e idas ao hospital.

Quem sair de casa precisa ter provas de que está na rua por extrema necessidade, sob o risco de receber uma multa.

As principais cidades do país estão sob quarenta. Isso significa que, apesar de não ser recomendada, a circulação de pessoas ainda não é proibida.

Entretanto, a rigidez das regras varia de lugar para lugar. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são exemplos de municípios em quarentena.

Outras grandes capitais, como Belém, Manaus e Fortaleza, já iniciaram o bloqueio total das atividades não essenciais (lockdown).

Cada estado e cidade tem liberdade para definir a força com a qual o confinamento vai ocorrer e como se dará a fiscalização.

Quem define quais são os serviços essenciais?

Este tem sido um dos principais temas de discussão no comércio e mesmo entre autoridades públicas.

O governo federal defende a retomada imediata da economia em todo o país.

O presidente da República chegou a publicar um decreto que aumentou o número de atividades consideradas essenciais. No dia 8 de maio, por exemplo, foram liberados salões de cabeleireiro e academias de ginástica.

Mas o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu, em abril, que estados e cidades não precisam seguir as recomendações de Brasília.

Isso porque a corte entende que são os governadores e prefeitos que conhecem melhor a situação local do sistema de saúde.

Ou seja, as diretrizes nacionais podem não se aplicar à realidade de uma determinada região.

Portanto, mesmo que o decreto nacional classifique uma série de serviços como essenciais, os estados e municípios podem não aceitá-lo e trabalhar com suas próprias definições.

É exatamente o que ocorre em São Paulo.

Por outro lado, existem casos de prefeitos que não concordaram com a determinação do governo estadual de decretar quarentena. Em São Paulo, o Tribunal de Justiça tem decidido que as cidades não podem abrandar as regras do estado.

O que pode abrir durante a quarentena?

No caso do estado de São Paulo, apenas serviços considerados essenciais podem seguir recebendo o público. 

Pelo menos até o dia 31 de maio, só têm autorização a receber clientes empresas e lojas das seguintes áreas:

  1. Saúde: hospitais, clínicas, farmácias, lavanderias e serviços de limpeza e hotéis
  2. Alimentação: supermercados e similares, assim como os serviços de entrega (delivery) e drive thru de bares, restaurantes e padarias
  3. Abastecimento: transportadoras, postos de combustíveis e derivados, armazéns, oficinas de veículos automotores e bancas de jornal
  4. Segurança: serviços de segurança privada
  5. Comunicação social: meios de comunicação social, inclusive eletrônica, executada por empresas jornalísticas e de radiofusão sonora e de sons e imagens
  6. Demais atividades relacionadas no parágrafo 1º do artigo 3º do decreto federal nº 10.282/2020, exceto quando a Secretaria de Saúde do estado der orientação contrária.

O que ainda está suspenso?

Até pelo menos o dia 31 de maio, o atendimento ao público deve ser suspenso nos seguintes locais:

  1. Estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços, especialmente casas noturnas, shopping centers, galerias e estabelecimentos similares, salões de beleza e barbearias, academias de esporte de todas as modalidades e centros de ginástica;
  2. O consumo local em bares, restaurantes, padarias e supermercados, exceto no caso de serviços de entrega (delivery) e drive thru.

Apesar de esses negócios não poderem receber clientes, eles podem abrir apenas para funcionários executarem trabalhos administrativos. Entretanto, o próprio governo estadual recomenda que isso não ocorra.

Na cidade de São Paulo, lojas e estabelecimentos que desrespeitarem a quarentena podem ter o prédio interditado imediatamente, além de pagar multa de R$ 9.231,65 para cada 200 metros quadrados.

A lista completa de quem tem autorização para funcionar normalmente está disponível neste documento da Prefeitura.

Ainda que as regras sejam parecidas para todas as regiões em quarentena, aqui você encontra links que direcionam para os decretos de todos os estados e do Distrito Federal.

Vale a pena sempre acompanhar eventuais mudanças, pois as alterações ocorrem quase semanalmente.

Acre/ Alagoas/ Amapá/ Amazonas/ Bahia/ Ceará/ Distrito Federal/ Espírito Santo/ Goiás/ Maranhão/ Mato Grosso/ Mato Grosso do Sul/ Minas Gerais/ Pará/ Paraíba/ Paraná/ Pernambuco/ Piauí/ Rio de Janeiro/ Rio Grande do Norte/ Rio Grande do Sul/ Rondônia/ Roraima/ Santa Catarina/ São Paulo/ Sergipe/ Tocantins (no fim da página)

Correios continuam funcionando normalmente?

Sim, continuam. Inclusive nas cidades onde já foi decretado lockdown, como Manaus, Belém e Fortaleza, os Correios seguem recebendo e entregando correspondências.

A única diferença é o prazo: a tolerância para atraso varia de um a três dias, dependendo da localidade. 

Se a encomenda não for entregue por ausência do destinatário, ela será encaminhada para a agência mais próxima. Como os Correios são considerados um serviço essencial, clientes podem ir até a unidade e retirar lá mesmo caso a cidade esteja em quarentena.

A única exceção acontece onde há lockdown. Como não existe uma regra específica para pessoas que vão retirar encomendas, também não há um protocolo a ser seguido.

Por isso, é possível que o consumidor desses municípios tenha de provar que a retirada da compra se enquadra como necessidade essencial se questionado pela fiscalização, sob pena de multa.

Os preços continuam os mesmos, segundo a estatal, mas a cobrança de contrapartida (a cota mínima) para contratos comerciais e do Valor de Serviço Contratado relativo a malote foi suspensa no dia 20 de março.

A contrapartida financeira será cobrada de forma proporcional até 19 de março.

O governo oferece auxílio para empresas afetadas pela quarentena?

Sim, de duas formas diferentes.

A primeira é a criação de um crédito de R$ 15,9 bilhões para micro e pequenas empresas sobreviverem enquanto não há reabertura do comércio.

Chamada de Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), a medida nasceu de um projeto de lei do Senado e oferece empréstimo com valor de até 30% do faturamento bruto em 2019. Bancos, fintechs e cooperativas serão os responsáveis pelo acesso aos recursos.

A intenção é que o programa funcione não apenas durante a pandemia do novo coronavírus, mas de maneira permanente.

Apesar de ter sido sancionado em 19 de maio, o Pronampe recebeu vetos do governo federal. Então, esses trechos – como o prazo para pagamento de dívidas – voltam para análise do Congresso Nacional. Mesmo que senadores e deputados derrubem os vetos, o programa será criado.

Outra medida é o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, que passou a valer no dia 1º de abril após a publicação da Medida Provisória 936/2020.

Nele, os empregadores podem escolher entre diminuir em até 70% a carga horária dos funcionários, com proporcional redução do salário, ou suspender temporariamente os contratos de trabalho.

Em ambos os casos, o governo passa a dividir os custos: a ajuda federal é de até R$ 1.813 ( referente ao teto do seguro-desemprego).

Como aderir aos programas?

Para aderir ao programa, o empreendedor precisa entrar em acordo com o funcionário sobre qual opção vão escolher. Isso pode ser feito, inclusive, por WhatsApp. 

Depois, é preciso comunicar a decisão ao Ministério da Economia e ao sindicato laboral em até dez dias corridos, contando da data da sua celebração.

Se o sindicato fechar uma negociação coletiva, o acordo individual não terá validade. A redução de carga horária e salário é permitida por, no máximo, 90 dias. 

Já para a suspensão, o máximo é de 60 dias. Se o empregador tiver faturamento abaixo de R$ 4,8 milhões por ano, o governo federal pagará 100% do salário. Caso fature mais, a empresa arca com 30% do salário e a União, 70%.

O Sebrae é uma das entidades que oferece informações e assessoria a empresas com dúvidas sobre como aderir ao programa e até tem uma página com perguntas e respostas sobre o tema.

Enquanto a reabertura do comércio ainda não acontece, dê uma olhada no Blog Lexos e confira algumas dicas para impulsionar as vendas online durante este período!


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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Meta Description: entenda o que é e como usá-la no e-commerce

Provavelmente, você já deve ter notado que, ao realizar uma pesquisa no Google, aparece um pequeno texto logo abaixo do título e do link de cada resultado. Podemos chamar essa funcionalidade de meta description.

Tecnicamente, ela é um fragmento do código HTML, utilizada para apresentar uma pequena descrição sobre o conteúdo de uma página específica. De modo análogo, a meta description é como um filme que pode perder espectadores por não ter uma sinopse interessante. Assim, se a descrição não for atrativa, diversos sites podem perder visitantes.

Neste artigo, apresentaremos as principais informações sobre a meta description, destacando o contexto de e-commerce. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

O que é a Meta Description?

A meta description é uma tag de marcação, ou seja, um trecho de código que pode ser colocado nas suas páginas na internet com uma descrição sobre sua página.

Em outras palavras, refere-se a um resumo com um máximo de 150 caracteres inseridos em uma tag utilizada pelos principais buscadores para exibir uma síntese nos resultados de pesquisas. Em geral, esse resumo é uma explicação que existe no HTML do site, feita por meio de uma marcação específica.

Em geral, utiliza-se o seguinte código de meta description:

<meta name= “description” contente=” Conteúdo da descrição – resumo que a sua empresa quer passar aos usuários”/>.

Lembrando que a maioria das plataformas possuem a possibilidade de cadastro da meta description direito no painel, sem ser necessário alterar o código da página.

Qual a importância da meta descrição em SEO?

Embora muitos acreditem que a meta description possibilita que as lojas virtuais alcancem melhores posições nos resultados de busca, ela não é considerada um fator de ranqueamento. Na verdade, a meta description influencia a decisão do usuário sobre qual link acessar ao consultar a listagem do Google, por meio da breve descrição do conteúdo da página.

Nesse sentido, seu principal objetivo consiste em descrever o conteúdo da página com precisão e de forma sucinta para aumentar o tráfego orgânico e, consequentemente, atrair mais cliques.

Em um projeto com técnicas de SEO, por exemplo, que tem o objetivo de otimizar os mecanismos de busca, escrever uma boa meta description para um site pode colaborar com um número superior de acessos de usuários, desde que ela seja interessante e atraente.

Apesar de não influenciar no ranqueamento, quando a taxa de cliques da sua página aumenta, o Google entende que aquele conteúdo é mais interessante para o visitante e, a partir daí, você pode ter seu posicionamento melhorado. Ou seja, você combina Google Ads com SEO e maximiza os resultados do seu e-commerce, por exemplo.

Onde ela é utilizada?

Em geral, existem dois locais em que a meta description pode ser apresentada para fornecer informações sobre o conteúdo aos usuários da internet: nos resultados de uma ferramenta de busca e nas mídias sociais.

Ao realizar uma busca no Google, por exemplo, você recebe alguns resultados que apresentam as seguintes informações básicas: o título, a URL e um pequeno resumo — a meta description. O Google sempre utiliza esse resumo para que o usuário consiga compreender o tipo de conteúdo que encontrará antes de acessar.

Outro lugar que ela pode aparecer é nas redes sociais, quando um link é compartilhado. Algumas mídias, como o Facebook e o Twitter, oferecem um fragmento que destaca um pouco melhor o conteúdo. Nelas, dependendo do tamanho do título da página, é exibido apenas o início da descrição.

É importante ressaltar que os próprios sites ordenados podem sugerir o resumo, cabe ao mecanismo de busca aceitar a meta descrição cadastrada no site ou ignorá-la, optando por pegar um trecho de um texto publicado na página em questão.

Como fazer uma meta descrição atrativa?

Existem maneiras diferentes de fazer uma descrição. Para quem tem domínio em programação, utiliza-se o HTML — um tipo de linguagem de marcação de hipertexto utilizada para criar websites.

No entanto, se sua empresa não tem conhecimento técnico sobre essa ferramenta, pode usar outras formas mais simples e intuitivas — como a plataforma WordPress, em que plugins, como o Yoast, facilitam a edição.

Como dito, o ideal é que o seu texto tenha 150 caracteres. Se você incluir uma quantidade superior de caracteres, a ferramenta de busca corta a descrição e acrescenta reticências no final. Levando isso em consideração, é essencial concentrar as informações mais importantes logo no início do texto.

O mais importante é que você não deixe de preencher a meta description da sua página, porque, se a ferramenta buscar por essa informação, o recomendado é que ela esteja disponível para o usuário.

Portanto, seja objetivo e específico, apresente as vantagens do seu conteúdo, desperte curiosidade, aplique gatilhos mentais e não deixe de utilizar a palavra-chave. Se a palavra-chave for relevante, persuasiva e ao mesmo tempo informativa, a meta description poderá convencer o usuário a acessar a página do seu site, melhorando, assim, o número de cliques.

Quais são os principais erros na hora de fazê-la?

Algumas falhas podem prejudicar o desempenho do seu e-commerce para a atração de clientes.

O primeiro deles é que, se você não definir uma meta description, o próprio Google ou outra ferramenta de busca fará isso por você automaticamente. Dessa forma, o site acaba perdendo a oportunidade de realizar algo mais atrativo e que chame a atenção dos visitantes.

Outro fator é o tamanho da descrição, pois ela pode influenciar no sucesso da sua página. Isso porque existe uma quantidade de caracteres definida e a ferramenta de busca aceita qualquer tamanho de descrição. No entanto, os resumos longos acabam perdendo em relação aos concorrentes, por passarem a impressão de que estão incompletos.

A repetição também é um ponto a ser destacado. Muitas páginas têm meta descriptions iguais, o que acontece por automação do sistema, mas isso prejudica o posicionamento dos sites. O ideal é sempre criar textos exclusivos para cada página.

Para solucionar os possíveis erros nas descrições, existem algumas ferramentas, como o Yoast, que ajuda a otimizar o trabalho da produção da abordagem, e o Ahrefs, que realiza praticamente uma auditoria na sua página.

Por fim, se o seu objetivo é atrair potenciais clientes para o seu e-commerce e qualificar a sua abordagem, não deixe de criar uma boa descrição para sua página. Mostre ao seu visitante o que tem a oferecer e aumente, consequentemente, o seu tráfego orgânico. Com o tempo, é possível ter bons resultados.

Gostou do nosso conteúdo? Então aproveite e deixe aqui o seu comentário, assim você compartilha suas ideias e suas dúvidas com a gente sobre o assunto. Vamos lá!

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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Vendas online: Descubra como revolucionar seu negócio!

Você já deve ter ouvido a expressão: o normal mudou. 

De fato, de alguns meses para cá, vimos inúmeras mudanças no mundo que conhecemos e tudo parece ter avançado muitos anos de uma só vez. Uma das principais mudanças, sem dúvida, tem a internet como destaque. 

As vendas online estão batendo recordes e sendo a principal (e mais aconselhada) alternativa para quem não deseja sair de casa sem extrema necessidade. 

Diante disso, temos, mais do que nunca, a certeza de que ter sua loja na internet é essencial para manter seu negócio saudável. Não apenas no momento em que vivemos, mas sim para o futuro. Já que, de uma vez por todas, o normal mudou. 

Se você faz parte do grupo de empreendedores que precisam revolucionar seu negócio e aprender a vender online (ou aumentar suas vendas), continue neste artigo. 

Como realizar vendas online

Existem muitas maneiras de vender online. Você pode utilizar apenas suas redes sociais ou aplicativos de terceiros. Porém, a maneira mais efetiva e profissional de realizar suas vendas pela internet e chegar a todo o Brasil, é criando sua própria loja virtual. 

Ter sua loja virtual é benéfico para seu negócio, pois você conseguirá fazer anúncios, atingir um novo público, organizar suas vendas, fidelizar o público, garantir o recebimento, facilitar o pagamento, expandir seu negócio, exibir seu catálogo completo de produtos e incentivar mais vendas. São muitas vantagens. O e-commerce não tem limite de crescimento! E como podemos ver na prática, está cada vez mais ganhando mercado.

A loja virtual também é vantajosa para o cliente, que possui maior segurança na hora de comprar. Isso porque ele não está mais comprando de um perfil nas redes sociais, ele está comprando em um loja confiável: com facilidade de pagamento, garantia, rastreio de entrega, segurança de troca, descontos, catálogo completo de produtos… As possibilidades são infinitas!

Por onde começar a realizar vendas online

Se ainda não tem uma loja virtual, siga o seguinte passo a passo: 

Escolha de nicho

O primeiro passo será escolher um nicho onde atuar. Neste caso, se você já possui uma loja física, basta seguir no mesmo caminho. Porém, se você vai começar um negócio do zero, é importante fazer uma pesquisa com as maiores tendências do e-commerce para saber o que vender em sua loja virtual. 

Além das tendências, considere também um nicho que você gostaria de atuar e algo que possibilite um diferencial para sua loja. Ou seja, considere desde o início algo que irá destacar sua loja entre os concorrentes e fazer o cliente escolher comprar com você.

Escolha da plataforma

Quando já souber o que vender em sua loja, é hora de escolher a plataforma

Você encontrará inúmeras plataformas no mercado, com diversos recursos e planos diferentes. 

Todavia, é importante considerar o que será essencial para a sua loja. Trace as necessidades da loja e os recursos que serão necessários. Assim você não investirá dinheiro em algo que não será utilizado. 

Vamos a um exemplo: se seu e-commerce será de maquiagem, é necessário ter um filtro de categoria para que os clientes consigam filtrar por uma marca desejada. O mesmo se aplica para outros segmentos, com a necessidade de filtrar por cores, tamanho, utilidade etc. 

Neste caso, procure uma plataforma que ofereça este recurso.

Por outro lado, você também poderá esbarrar em plataformas muito avançadas, com recursos muito específicos. 

Desta forma, o ideal é procurar uma plataforma que se encaixe em seu orçamento, proporcione a possibilidade de alto crescimento e conte com os recursos essenciais. 

Fornecedores e transportadora

Quem serão os terceiros nesta equação? 

A escolha dos fornecedores e transportadoras são imprescindíveis para ter um negócio saudável na internet. Já que sem eles você não terá o que vender e nem como entregar. 

Por esse motivo, é importante ter fornecedores com uma boa reputação no mercado e que, de preferência, tenham experiência com produtos vendidos no e-commerce. Outro ponto importante é: sempre tenha mais de um fornecedor, nunca fique dependente de apenas um. Pois, tudo que acontecerá com ele impactará em seu negócio. 

O mesmo vale para as transportadoras. É essencial ter mais de uma integração, assim, na hora da compra, o cliente pode avaliar qual o melhor custo-benefício para ele (considerando valor do frete e prazo de entrega. Neste caso também é importante trabalhar com empresas confiáveis.

Layout

Este é um assunto polêmico: minha loja precisa ter layout personalizado para começar a vender?

A resposta é: não necessariamente. 

É claro que um layout feito exclusivamente para a sua loja traz muitos benefícios. Além de ficar coerente com os produtos que estão sendo vendidos, a comunicação com o público será bem mais próxima e sua identidade fica marcante no mercado. 

Entretanto, tudo depende do investimento e tempo disponível. Se o valor é alto e você não tem pressa em colocar sua loja no ar, siga em frente e invista em uma loja que tem a sua cara! 

Porém, se o orçamento estiver um tanto limitado e a loja precise entrar no ar o quanto antes, vale a pena adquirir um tema que faça sentido com a loja e investir mais em canais de marketing. Em um segundo momento, já com o negócio mais estabelecido, invista em seu layout exclusivo. 

Estratégias de vendas

Depois que já estiver tudo pronto, inclusive com os cadastros de produtos, é hora de investir em marketing. 

Algumas ações devem ser tomadas com a loja ainda em desenvolvimento, como seu planejamento de Marketing Digital. Podemos incluir a venda em marketplaces, divulgação em redes sociais, conteúdo de SEO etc. Tudo que faça sentido com seu produto e, principalmente, seu público. 

Falaremos mais sobre Marketing digital a seguir. 

Se você já tem uma loja virtual, é hora de otimizar suas vendas com este passo a passo:

Marketplaces

Uma ótima maneira de começar a vender ou aumentar suas vendas, é disponibilizar seus produtos em marketplaces de alta visibilidade. 

É possível realizar vendas online em marketplaces sem ter sua própria loja virtual. Entretanto, ter uma loja integrada ao marketplace deixa a gestão do negócio muito mais prática e não limita suas vendas. 

Desta forma, é possível atingir novas pessoas e levar um novo público para a seu e-commerce. Se a experiência for boa, é provável que eles voltem e comprem direto em sua loja. Por isso é importante investir em uma experiência de compra incrível. 

É inevitável que seu e-commerce tenha um marketplace principal (o centro de maior número de vendas), como o Mercado Livre, por exemplo. Entretanto, é importante ter produtos disponíveis em outras lojas. 

Escolha marketplaces com boas reputações e que façam sentido com seu negócio. 

Dica: Na hora de escolher sua plataforma, procure por recursos nativos de integração com marketplaces. Assim você economiza tempo e investimento. 

Redes Sociais

Igualmente, as redes sociais devem ser utilizadas em suas estratégias de marketing. Além de ocuparem boa parte do tempo do público que está navegando online, as redes sociais possuem alto poder de segmentação. Isso porque contam com excelentes dados de hábitos e comportamentos dos usuários. 

Entre as principais redes sociais, destacamos: Instagram, Facebook e WhatsApp

Certamente, a plataforma também participa ativamente da gestão de seu e-commerce nas redes sociais. 

Google Shopping

O Google Shopping é um verdadeiro catálogo de produtos.

Sobretudo, o Google Shopping é excelente para gerar visibilidade para seus produtos. Já que utilizando sua palavra-chave, os anúncios aparecerão no topo do Google quando as pesquisas forem realizadas. 

O pagamento pode ser feito por impressões, cliques ou número de vendas online. 

Conteúdo SEO

O conteúdo de SEO é imprescindível para uma boa performance de seu e-commerce.

SEO é um conjunto técnicas utilizadas para indexar e ranquear sua loja no Google de forma orgânica. Inegavelmente, os resultados orgânicos do Google são os mais confiáveis para os clientes que estão procurando comprar e, consequentemente, recebem muitos cliques.

A melhor parte do SEO é que não é pago diretamente para o Google. O investimento, de fato, é o tempo dedicado a desenvolver um bom conteúdo para otimizar suas vendas online. 

Fidelização de clientes 

Fidelizar clientes é parte importante das vendas online. 

Cliente fiel volta e prioriza comprar com você diante de qualquer cenário. A recompra é uma ótima maneira de vender mais, sem precisar conquistar novos clientes. 

Para conquistar esta fidelização, além de oferecer ótimos produtos, é importante gerar uma excelente experiência de compra. Aqui não estamos falando apenas de um unboxing especial, e sim de todo o processo de compra. Neste caso, a plataforma também pode auxiliar com recursos, como: desconto progressivo, cupom de desconto para recompra, clube de fidelidade, entre outros. 

Mude agora o que está sob seu controle

Para revolucionar seu negócio, foque em ações que estão sob seu controle! 

É impossível influenciar em fatores externos, mas revolução está justamente em mudar aquilo que está em seu alcance. Comece agora a traçar suas estratégias de vendas online!

Agora que você já está por dentro do assunto, baixe nosso guia completo de como vender pela internet

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