terça-feira, 30 de junho de 2020

Varejo digital: como migrar da loja física para a loja virtual?

O varejo se transformou significativamente nas últimas décadas. Produtos e serviços, que antes só eram encontrados em lojas especializadas, hoje podem ser obtidos facilmente em estabelecimentos populares e em lojas virtuais. Com o avanço da internet, muitas lojas e marcas com existência física passaram a migrar para o canal de vendas online com o objetivo de aumentar suas vendas. Mas, com a paralisação dos negócios por causa da pandemia, ainda mais lojas estão migrando para o digital.

No entanto, a facilidade do ambiente virtual é apenas um fator que o seu negócio precisa oferecer. Mais do que isso, é essencial motivar os usuários e construírem uma experiência positiva de compra para não perderem espaço no mercado. Além disso, abrir uma loja virtual requer conhecimento para tornar pertinente cada ação executada e evitar perdas financeiras.

Quer saber como migrar da loja física para a virtual? Acompanhe o nosso artigo e conheça os principais aspectos sobre o varejo digital, os desafios que podem ser enfrentados e a importância de se adaptar a isso. Continue a leitura e confira!

Como a pandemia afetou o varejo no Brasil

A mudança de comportamento dos consumidores, que optam por adquirirem produtos e serviços por meio da internet, mudou totalmente os antigos padrões, fazendo com a transformação digital no varejo, que antes era considerada um diferencial competitivo, fosse uma necessidade do mercado e o centro de uma experiência em constante evolução.

Embora não seja um fenômeno novo, a pandemia pode ter acelerado a transformação digital para muitas empresas, já que as vendas de categorias que, até então, eram pouco exploradas, como saúde, alimentos e bebidas e petshop, contribuíram para o crescimento do mercado. Segundo a Associação de e-Commerce ABComm, surgiram, aproximadamente, 80 mil novas lojas virtuais, o que corresponde a um crescimento de 30% no setor.

Com a maioria das lojas físicas fechadas e com os consumidores dependentes das compras online para terem os produtos que desejam, muitos varejistas estão tentando acelerar o processo de migração para o virtual.

Em geral, as vendas do comércio eletrônico têm aumentado, ano após ano, em todo o mundo. No Brasil, a perspectiva era que, em 2020, o e-commerce tivesse um aumento de mais de 40%. No entanto, devido à pandemia da Covid-19, somente em abril, o comércio eletrônico brasileiro aumentou 81% em relação ao mesmo período do ano passado: cerca de 1 milhão de novos consumidores online desde o começo da pandemia.

Portanto, a consciência da importância de se investir nesse ramo por parte das lojas físicas faz-se necessária em meio a tantas dificuldades de sobrevivência, sobretudo em virtude da alta competitividade pela prevalência dos grandes players.

Qual é a importância de migrar para o varejo digital

As empresas em geral precisam integrar processos e soluções tecnológicos para aumentar sua eficiência operacional, trazer inovações e oferecer uma experiência mais inovadora aos consumidores.

A questão é que o ambiente do varejo precisa evoluir e tornar-se bem mais que um lugar apenas para consumir mercadorias. Isso porque os clientes passaram a demandar mais conveniência, opções de escolha, acesso facilitado, simplificação do contato e, sobretudo, personalização dos serviços.

É por isso que a migração desse setor consiste em repensar processos e criar um espaço conectado, que, ao utilizar a tecnologia de forma eficiente, faz com que o cliente se sinta no centro dos negócios.

O esforço de permanecer no varejo físico não é exclusivo dos pequenos negócios. Devido aos diversos benefícios oferecidos, grandes empreendedores também começaram a migrar seus serviços para o comércio eletrônico. Um bom exemplo é a Magazine Luiza, que investiu no e-commerce e apresentou um aumento significativo no seu faturamento. Atualmente, as vendas online representam mais de 30% do total da loja, e a tendência é aumentar cada vez mais.

Para os clientes, o varejo digital proporciona comodidade, maior acesso às informações sobre o produto, preços mais baixos, facilidades de pagamento e maior disponibilidade das lojas. Para os gestores não é diferente: o e-commerce também apresenta vantagens para quem investe nessa área. Conheça, a seguir, as principais!

Avanço do setor

Como dito, o varejo digital está se expandindo cada vez mais, e a expectativa é que nos próximos anos continue assim. Nesse modelo de comércio, você consegue atrair mais clientes e, com um bom investimento em marketing e divulgação, pode conquistar mercado em diversas localidades do país, o que é um diferencial para o negócio.

Automatização dos processos

Assim que a loja virtual estiver pronta, é possível automatizar diversos serviços, como correção de preços, atendimento ao cliente, canal de suporte, controle de estoque e estratégias de marketing digital. Além disso, no varejo digital, é possível vender em qualquer dia e horário, independentemente do atendimento comercial ou do fuso horário – e isso não demanda colaboradores totalmente disponíveis. No fim das contas, para o empreendedor, isso representa diminuição de custos, aumento de escalabilidade e maior previsibilidade dos retornos financeiros.

Diversidade de estoque

Com as vendas digitais, não é necessário concentrar todo o controle de estoque em um só lugar. Você pode solicitar depois do pedido do cliente, assim os produtos permanecem com os fornecedores e são entregues diretamente ao cliente. Com isso, pode-se oferecer mercadorias variadas e reduzir custos para guardar todos os produtos.

Menor custo operacional

Abrir uma loja física requer inúmeros investimentos, como aluguel, energia, compra de imóveis e de equipamentos e contratação de funcionários. Em contrapartida, a loja dispensa grande parte desses custos, além das ações serem automatizadas, o que reduz ainda mais os custos com setor de pessoal.

Enfim, a escolha pela migração da loja física para a virtual envolve diversas estratégias para atender às necessidades do consumidor. Ainda que as razões sejam diferentes entre os lojistas, a essência da mudança é apenas melhorar a experiência do usuário na hora de comprar, seja com a praticidade ou as facilidades de pagamento da compra online.

Quais são os desafios de migrar para o varejo digital

Embora a migração para a loja virtual seja interessante para propiciar um crescimento da marca a longo prazo, é também um processo que envolve diversos desafios. Por isso, muitos lojistas acabam tropeçando na decisão e adiando esse processo por mais tempo. Aí está o problema! Ainda que a mudança apresente obstáculos, a estratégia precisa ser vista como uma nova possibilidade, especialmente no atual contexto.

Apesar de os gastos com ferramentas tecnológicas teoricamente serem a principal mudança a ser tomada pelas empresas, é a modificação da gestão e dos processos que realmente determina desafios para o novo modelo de negócio. Na maioria das vezes, a empresa se torna refém de práticas e métodos obsoletos, como também seus parceiros e fornecedores.

Para isso, é importante conhecer os desafios da migração e tomar os devidos cuidados para que a mudança seja vantajosa e não influencie negativamente o desempenho do negócio. Veja quais são os principais desafios!

Cultura organizacional

O principal aspecto que dificulta o varejo digital de avançar é a cultura da organização. O grande desafio é transformar os costumes das pessoas e conseguir implementar uma cultura digital. Afinal, muitos lojistas acham que adquirir boas ferramentas é o suficiente, porém, se as pessoas não estiverem preparadas para lidar com a transformação e colocá-la como prioridade no negócio, as tecnologias não farão diferença.

Atendimento multicanal

O atendimento ao cliente deve ser pensado desde o primeiro contato do público-alvo com a loja até o término da compra e imediata fidelização. Isso porque o início do contato dos consumidores normalmente ocorre bem antes da visita à sua loja. Nesse caso, o atendimento online por meio de multicanais pode ser um desafio para a equipe. Por isso, o ideal é treinar os colaboradores.

Necessidade de investimento em tecnologia

O primeiro passo para migrar para o varejo virtual é justamente a transformação digital. Porém, como dito, isso não se trata apenas de automatizar as operações e investir em equipamentos. É necessário mudar o planejamento das ações dentro da sua loja e pensar nos processos. Além disso, muitas empresas falham no processo por não investirem na capacitação dos seus funcionários, fazendo com que eles não se adaptem às novas tecnologias.

Mudança na forma como a empresa se comunica

Manter a proximidade com os clientes é o grande diferencial do varejo. Com base nisso, é possível compreender o comportamento do público e desenvolver soluções que atendem às suas necessidades e preferências. As empresas precisam colocar o cliente no centro do negócio. É fundamental também buscar feedbacks dos colaboradores, com o intuito de entender como as alterações podem trazer melhorias para o negócio. A falta de preocupação com a forma como a empresa se comunica internamente também pode ser um obstáculo para as organizações.

Logística e estoque

O modo como as empresas administram seu estoque é bem diferente no varejo virtual. Planilhas e registros manuais tornam-se ultrapassados, demandando cada vez mais sistemas digitalizados. Nesse caso, o desafio nessa fase é sincronizar as informações do estoque e os sistemas de marketing e varejo, além de proporcionar uma conformidade entre os processos exercidos por equipes distintas. A operação logística, por exemplo, envolve diferentes empresas, como transportadoras, operadoras e plataformas de controle, o que quer dizer que essas transformações podem exigir parcerias importantes.

Marketing digital

Sem dúvida, o marketing digital é um dos fatores importantes da migração do tipo de comércio e da experiência do consumidor, mas que muitos empreendedores não valorizam. O fato é que, na internet, tem sido cada vez mais complicado obter o sucesso desejado, já que a concorrência se tornou intensa. Por isso, é necessário aplicar estratégias de marketing inovadoras para conseguir chegar até o público e gerar o lucro pretendido.

Com o auxílio de redes sociais, blogs, sites e aplicativos, as empresas constroem um banco de dados sobre as preferências dos consumidores e as utilizam para criar produtos, serviços e campanhas segmentadas com maior chance de sucesso. Assim, é possível engajar e fidelizar os usuários por meio dos canais digitais.

Como fazer a migração de uma loja física para a digital

Levando-se em conta toda a dinâmica da economia atualmente, é fácil compreender o aumento no número de lojas online. Afinal, muitas empresas estão buscando no meio online oportunidades para combater o desemprego ou os salários baixos.

Existem várias tecnologias criadas especificamente para agregar valor às empresas por meio da automação de tarefas e operações cotidianas. Softwares de gestão, computação em nuvem, inteligência artificial, realidade aumentada, internet das coisas e big data no varejo são os principais recursos que auxiliam na eficiência operacional e satisfazem as demandas dos clientes, fazendo com que o processo de migração seja simples e favorável.

Para os iniciantes, um bom começo para tentar manter as vendas dos produtos ou serviços é apostar em vendas online por Instagram e por WhatsApp, estratégia importante para aproveitar o período de isolamento social que a pandemia causou.

Antes de transformar a sua loja física em varejo digital, o ideal é seguir algumas etapas para se ajustar ao novo e-commerce. Além disso, é importante contar com o auxílio de um planejamento estratégico e da colaboração da sua equipe e de um parceiro.

Confira, a seguir, alguns pontos que merecem atenção na fase de migração:

  • estude o mercado que corresponde ao seu nicho;
  • analise como a concorrência se comporta;
  • conheça o perfil dos consumidores e as possibilidades de atuação;
  • elabore um plano de negócios;
  • entenda as especificidades da loja virtual;
  • adapte suas estratégias de vendas;
  • escolha uma plataforma para o seu e-commerce;
  • selecione as melhores estratégias de SEO local;
  • otimize a gestão de estoque;
  • escolha bons parceiros de logística;
  • contrate uma empresa especializada em consultoria.

Por fim, seguindo todas essas dicas, a sua migração ocorrerá de forma eficiente, bem estruturada e planejada. Vale ressaltar que, para que essa transição ocorra da melhor maneira, o papel da liderança é essencial para auxiliar as equipes e fazer uma boa parceria. Como você viu, migrar para o varejo digital apresenta ótimas possibilidades de aumentar as vendas e os lucros do seu negócio, além de se adequar à nova realidade do mercado e aos novos recursos disponíveis, oferecendo, assim, uma experiência melhor ao cliente.

Gostou do nosso conteúdo? Então, aproveite para conhecer também o fundamento para começar sua loja virtual. Baixe agora mesmo o nosso e-book e fique por dentro da Introdução ao e-commerce!

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segunda-feira, 29 de junho de 2020

Como montar uma loja virtual plus size?

Antes de mais nada, a palavra para um lojista que deseja trabalhar com moda plus size é: responsabilidade

A moda plus size vem crescendo e ganhando mercado de algum tempo para cá. Há alguns anos, as roupas plus size só eram encontradas na seção de roupas para “senhoras”. Entretanto, algumas marcas enxergaram a falta de representatividade deste público e decidiram investir no ramo. 

Trabalhar com o público plus size é extremamente delicado, pois estamos falando de um público segmentado e que tem medo de comprar online por conta da numeração

Em entrevista para a Escola de E-commerce, a Blogueira Fernanda Medeiros do blog Plus da Fernanda, relatou que ainda prefere comprar em loja física do que em loja online. “Muitas vezes a loja anuncia numeração até 60 e quando você entra para comprar só tem 44 e 46, é frustrante!”, relatou. 

Além disso, outro empecilho relatado por Fernanda é o medo da peça não servir. “Por mais que tenha meu número, muitas lojas não disponibilizam a tabela de medidas. Assim sinto medo de comprar e não me servir, porque cada corpo é um corpo.” completou.

Foto: Instagram @plusdafernanda. 

Pense em sua cliente plus size 

O primeiro passo é pensar em sua cliente plus size. 

Imagine que ela não quer encontrar roupas de “senhora”, ela deseja encontrar lindos vestidos, macacões, bodys, saias… Tudo que está verdadeiramente na moda, mas no tamanho dela e que valorize seu corpo. 

Entenda que uma loja não deve vender roupa plus size só para mostrar ao mercado que “vende roupa plus size”. Os lojistas precisam se preocupar verdadeiramente com o público, proporcionar roupas de boa qualidade, resistentes ao tempo que valorizem cada corpo. 

E o mais importante: numeração disponível para todas

Este público existe e precisa ser atendido por quem entende do assunto. Se houver alguma dificuldade, vale a pena conversar com algumas mulheres que representem esse público. 

Cuidado com as modelos curvy 

Outro ponto importantíssimo levantando por Fernanda Medeiros durante a entrevista, são as modelos curvy. 

Muitas marcas utilizam modelos que não representam verdadeiramente o corpo plus size. O plus size vai até o número 60!

“Nos banners das lojas e em muitas fotos de produtos, as mulheres gordas não conseguem se sentir representadas! Pois, as marcas utilizam modelos que vestem 46 e com cintura fina para as fotos. Isto é uma modelo curvy e não uma modelo plus size.” Destacou Fernanda. 

Busque representatividade 

Diretamente ligado ao tópico anterior, um lojista de moda plus size deve saber representar cada mulher. 

Ou seja, muito cuidado na hora de retratar essas mulheres. Invista em modelos com diferentes tipos de corpos, para que aí sim, o público-alvo se sinta representado. 

Pois, uma mulher que veste 44 ou 46, embora um pouco mais difícil, consegue encontrar peças do seu tamanho em qualquer outra loja. 

Foque no seu público! 

Experiência do cliente na loja virtual

Este tópico vale para todas as lojas virtuais e de qualquer nicho.  

Entretanto, muitos lojistas não levam isso em consideração. 

Sabe qual o truque de vender cada vez mais sem precisar investir mais (e mais) em mídia paga? Garantir uma boa experiência de compra para seu cliente. Desta forma, além de voltar a sua loja e realizar recompra, esse cliente indicará sua loja para pessoas próximas. 

E na moda plus size isso não é diferente e até podemos dizer que, é ainda mais importante. Pois, se uma mulher plus encontra uma loja com peças lindíssimas, que tenha sua numeração disponível e o mais importante: a peça lhe serviu e caiu bem. Onde você acha que essa mulher voltará para comprar? Qual loja ela vai indicar para suas amigas que também são plus size? 

Sendo assim, garanta uma boa experiência de compra para essa cliente. Invista em modelos que a represente, disponibilize variedade de numeração, deixe claro a tabela de medidas de cada número, envie o produto de forma personalizada, envie um brinde ou um cupom de desconto para uma próxima compra. O que for necessário para que essa experiência seja muito especial! 

Selecione bem as peças e tenha em mente todo o custo 

É importante destacar um detalhe: as peças plus size possuem um custo mais alto

Agora você deve estar pensando que é por conta da quantidade de tecido utilizado em cada peça, mas não é só isso. 

Além de serem usados em maior quantidade, há muita perda de tecido que são incluídos na precificação final do produto. Ademais, podemos ressaltar o valor de mão de obra especializada. Fator essencial para que as peças sejam bem-feitas e apropriadas para o público plus size. 

Sendo assim, sua precificação final será acima da média de roupas do mercado e não há problema nisso, contanto que você eduque seu público e mostre porque as peças possuem valor mais elevado. 

Mas calma, não vá colocar na descrição do produto: Essa peça é cara porque tivemos perda de tecido. Além de que, foram produzidas por estilistas e costureiras especializadas em moda plus size. 

Não faça isso! Uma maneira de educar o mercado e seu público, é criar um blog, criar conteúdos em vídeos e até convidar blogueiras. De forma sútil, você conseguirá explicar muito sobre este mundo para quem não tem este conhecimento. 

As peças serão próprias ou encomendadas? 

Agora que você já sabe do custo das peças, elas serão de fabricação própria ou haverá fornecedores? 

Claramente, é muito mais fácil comprar peças prontas e vender. Porém, tome muito cuidado com a seleção das peças, qualidade do produto e comprometimento do fornecedor. Além disso, jamais fique dependente de apenas um fornecedor, pois tudo que acontece na operação dele, impactará na sua. 

Caso decida ter fabricação própria, o custo será mais alto. Porém, você iniciará a construção de uma marca que pode ser muito mais relevante no mercado. Logo, se esse for o caso, invista em uma estilista especializada em moda plus size e costureiras que consigam reproduzir bem as peças. 

Outro ponto importante: tenha uma tabela de medida realista. Nada de marcar como 50 uma peça que veste 48. 

Fotos

Aqui falaremos novamente de representatividade

Se as fotos do fornecedor só usa modelos curvy, invista em suas próprias fotos. E se sua produção for própria, melhor ainda. Use a abuse da representatividade na hora de fotografar as peças no corpo. Ainda assim, é possível utilizar mais de uma modelo vestido a mesma peça!

Neste caso, também vale a pena escolher um fotógrafo que saiba valorizar o corpo da plus size. Assim, a mulher conseguirá se sentir muito melhor ao visualizar as peças. 

Lembrando que, as fotos com diferentes tipos de corpos não devem ser usadas apenas na página de produto, mas também em banners, fotos para as redes sociais, mídia paga etc. 

“Todos os corpos são diferentes e todos precisam ser representados”, destacou Fernanda Medeiros, durante sua entrevista para a Escola de E-commerce. 

Foto: Instagram @plusdafernanda. 

Homens não são plus size? 

Com certeza! 

Homens também podem procurar modelos maiores de roupas. A demanda é menordo que com as mulheres, mas também existem. E todas as dicas dadas anteriormente para fornecer uma boa experiência de compra para as mulheres, também vale para os homens. 

Quem sabe não vale a pena fazer um teste com modelos plus size masculinos e ver se tem aderência ao mercado? 

Agora vamos para a parte técnica!

 

Escolha sua plataforma 

Agora chegou o momento de colocar a casa em ordem. 

Você já sabe como será sua loja virtual plus size e o que ela terá de especial. Então vamos para as partes técnicas. 

A primeira coisa é a escolha da plataforma de e-commerce. Já podemos adiantar que você não encontrará a “melhor plataforma do mundo” e sim a melhor plataforma que se encaixa em seu negócio

Não vale a pena contratar plataformas extremamente superficiais se seu negócio tem potencial para crescer absurdamente (se seguir essas dicas, com certeza terá). Então, opte por uma plataforma profissional e que te dê a oportunidade de crescimento sem precisar de migração. 

Por outro lado, não adianta contratar uma plataforma que pode fazer de tudo com um valor muito alto, sendo que você não precisará de tudo isso. Avalie o custo-benefício de cada uma, considere os recursos nativos que você utilizará e a possibilidade de personalização. 

Tema pronto ou loja personalizada

Utilizar um tema pronto ou construir um layout do zero, e agora? 

Tema pronto 

Com o tema pronto, sua loja irá para o ar em um estalar de dedos.

Porém, é possível que existam outras lojas virtuais muito parecidas com a sua e que seu público-alvo não crie tanta identificação. 

Mas algumas plataformas possuem temas muito legais, que podem não perder em nada para uma loja personalizada. 

Loja personalizada 

Optar por uma loja personaliza trará muito mais a identidade da marca para a loja.

Entretanto, esta loja pode levar meses para ir ao ar. Contando o tempo de criação e aprovação do layout, além do período de implantação da loja. 

Afinal, qual é o melhor? 

Depende do seu orçamento e em quanto tempo deseja ter sua loja no ar. 

Nada impede de começar com um tema pronto e, posteriormente, evoluir para uma loja personalizada. 

Método de envio 

Como enviar os produtos para quem comprou? 

Aqui você também terá diversas opções. Pode utilizar o tradicional Correios ou procurar transportadoras alternativas

A verdade é que você precisará dar mais de uma opção de frete para quem vai comprar, principalmente se sua ideia é vender para todo o Brasil ou até para o exterior. 

Desta forma, se for utilizar transportadoras, opte por aquelas de fácil negociação e, claro, integrem com sua plataforma de e-commerce. 

Meio de pagamento

Você também precisará de meios de pagamento e principalmente, seu intermediador de pagamento. 

O intermediador de pagamento será um dos principais responsáveis por aumentar a taxa de aprovação de pagamento de sua loja, além de protegê-la contra fraudes que, inevitavelmente, podem acontecer. 

Então, para se prevenir, escolha um bom intermediador de pagamento para o recebimento em seu e-commerce. 

 

Canais de vendas utilizados: 

Instagram: 

O Instagram será sua mina de ouro. 

Além de ser uma verdadeira vitrine para seus seguidores, você pode impactar com mídia paga pessoas que já demonstraram interesse no seu tipo de produto. 

Dissemos que o Instagram será sua mina de ouro, porque no caso da moda plus size, este público mais engajado, desconstruído e jovem, está lá!

E o melhor, o Instagram conta com o recurso Instagram Shopping, onde é possível marcar os links dos produtos diretamente na foto exibida. Podendo incluir até 5 itens. Ou seja, você exibe a foto com várias peças e direciona o cliente para as devidas páginas. 

Desta forma, se houver interesse, ele não precisará ficar procurando o produto na loja e há menos perda de vendas

 

Facebook: 

Embora não esteja mais tão em alta como o Instagram, o Facebook é um ótimo canal de venda. 

Além da possibilidade de remarketing, é possível associar seus produtos em um catálogo dentro do próprio Facebook. Ou seja, o Facebook acaba sendo uma extensão de sua loja virtual. 

Que assim como no Instagram, quando o cliente se interessa pelo produto, é direcionado para a página do mesmo. 

WhatsApp: 

O WhatsApp é uma mídia mais próxima. 

Neste caso o primeiro contato precisa ser do cliente, seja uma mensagem ou através de uma compra realizada em sua loja. 

Porém, o importante é que através dele é possível enviar o status do pedido realizado e enviar seu catálogo dos produtos disponíveis. 

Lembre-se de utilizar o WhatsApp Business para aproveitar melhor essas funções!

Google Shopping:

O Google Shopping requer investimento assim como as demais mídias. 

Entretanto, ele garante seus anúncios em um lugar privilegiado na página de busca do Google. Não é garantia que você estará entre os primeiros resultados daquela palavra-chave, mas aparecerá com foto e preço logo de cara. 

Os consumidores adoram o Google Shopping pela facilidade, é possível ver foto e preço do produto sem entrar na página da loja. 

E, para garantir as primeiras posições da palavra-chave em questão, você precisará investir tempo em SEO. Descubra neste conteúdo como SEO impactará em toda a sua loja

Marketplace: 

Agora chegamos ao queridinho dos lojistas: o Marketplace

É essencial estar presente no Marketplace quando se inicia sua loja virtual. Porém, para a cliente plus size, o marketplace não será o principal canal de compra. 

Como dito no início deste artigo, o público plus size ainda tem muito medo de comprar online. Assim é necessário que a cliente sinta-se segura e tenha compatibilidade com a marca. Isso não acontecerá com frequência no marketplace. 

Logo, é importante integrar sua loja com os marketplaces, porém, invista tempo nutrindo clientes em outros canais de vendas que sejam mais próximos. 

É importante lembrar de um detalhe: procure uma plataforma que já possui integração nativa com marketplace. Desta forma, você não terá um gasto na contratação de um hub de integração. 

Se você deseja abrir sua loja virtual, não deixe de saber mais sobre E-commerce na Prática

Até a próxima!

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sexta-feira, 26 de junho de 2020

Confira 5 plugins essenciais para o blog do seu e-commerce

Todo empreendedor que possui uma loja virtual tem como objetivo melhorar cada vez mais seus resultados, certo?! No entanto, algumas funcionalidades muito relevantes acabam ficando esquecidas, como os plugins para blog de e-commerce. Tais ferramentas conseguem trazer diferentes funcionalidades a uma página, mostrando sua versatilidade e relevância para sobressair com a dura concorrência.

Os plugins, de forma resumida, são considerados extensões que adicionam novas utilidades a outros programas maiores. Ou seja, eles conseguem agregar valor, e o mais importante é que, geralmente, são leves e pequenos, não interferindo no tempo de processamento do site.

Diante de um mercado tão acirrado, os blogs têm sido cada vez mais utilizados por empresas que querem enfatizar sua presença no mundo digital. Os blogs com conteúdo relevante potencializam os resultados de um e-commerce. Portanto, nada melhor do que saber como turbiná-los. Desse modo, criamos este artigo com os 6 plugins essenciais para utilizar. Acompanhe!

1. W3 Total Cache

O consumidor de hoje tem um perfil bastante dinâmico e, por isso, quer encontrar tudo rapidamente. Dessa forma, não dá para negar que o tempo que seu blog demora para carregar pode ser um fator impeditivo para que as pessoas retornem a ele, mesmo que o blog tenha conteúdos relevantes.

Assim, para aumentar a velocidade de seu blog, baixe o plugin W3 Total Cache. Ele melhora a experiência do usuário ao guardar todos os aspectos da página em cachê, diminuindo consideravelmente o tempo que levaria para carregar tudo sem utilizá-lo.

Se acha que está bom demais, acredite, pode melhorar: a ferramenta é gratuita!

2. Akismet

Convenhamos que qualquer site que contenha comentários com spans acaba afastando usuários, afinal, sua credibilidade pode ser prejudicada. Desse modo, uma forma bastante eficaz de controlar isso 24 horas por dia é utilizando o plugin Akismet.

Ele tem a finalidade de manter seu blog protegido contra comentários e trackbacks que contenham spam, evitando que a imagem de sua marca seja prejudicada.

Para utilizá-lo, basta baixar e instalar, sem erro. O mais vantajoso de tudo é que não é necessário pagar por seu uso.

3. WordPress SEO

Se você tem um blog pelo WordPress, sem dúvida, vai querer adicionar esse plugin. Sabemos que a estratégia de SEO é muito importante, mas nem sempre a pessoa responsável por ela tem total conhecimento sobre o assunto, principalmente se está começando na área.

Desse modo, a WordPress SEO oferece uma funcionalidade que possibilita que você edite tudo para SEO em seu site (como metadescription, twitter cards, trilhas de navegação e outros), além de avaliar cada artigo seu. Tal avaliação tem como objetivo mostrar os pontos fortes e fracos de seu post, para ser encontrado nos motores de busca, como o Google, diante de uma palavra-chave.

O melhor de tudo é que o plugin ainda explica o que pode ser melhorado, a fim de que seu blog suba no rankeamento de pesquisas. Caso queira instalá-lo, saiba que é gratuito!

4. Easy Digital Downloads

O Easy Digital Downloads (EDD) tem como objetivo ajudar empreendedores a vender e gerir seus produtos digitais por meio do blog no WordPress. Ou seja, com o foco em vendas e uma interface bastante clara, é possível ofertar e-books, clipes de áudio, etc. Outro fator bastante relevante é que ainda é possível utilizar recursos que ofereçam código de desconto, rastreamento, acesso etc.

Para usá-lo em seu blog, não precisa pagar nada, mas, como o plugin anterior, você pode pagar para obter a versão completa (caso precise de suporte e uma biblioteca de extensões). Ou seja, caso seu e-commerce seja de pequeno ou médio porte, não há necessidade em pagar.

O grande benefício de utilizá-lo é se sua empresa vende produtos digitais, já que o plugin possui ferramentas avançadas para tal nicho. Utilizando-o é possível escolher o próprio gateway de pagamento, ter recursos completos de carrinhos de compra, ferramentas para saber como andam os status de reembolso, afiliações, listas de discussões e outros.

5. Flare

Qual analista de conteúdo não sonha com os conteúdos do blog publicados pelos usuários em suas redes sociais?! Bem, o plugin Flare veio para facilitar tal tarefa. Você pode adicioná-lo no começo, meio (lateral direita ou esquerda) ou fim do artigo, aumentando a probabilidade de que o leitor faça o compartilhamento.

O mais interessante é que você pode utilizar nos três pontos citados. Isso significa que suas chances de ir para as redes sociais do leitor aumentam três vezes mais! Você pode utilizar em diferentes partes do texto, a fim de, por exemplo, aumentar a credibilidade social, aumentar a conversão etc. O melhor disso é que não precisa pagar nada pela funcionalidade, ela é 100% gratuita.

Diante dessas opções, não tem como não querer testar pelo menos uma para sentir a diferença em seu blog, não é mesmo? Então, viu como não dá para se destacar entre tantos blogs, com inúmeras utilidades, sem investir em tecnologia?

Por isso, reserve uma parte do budget de sua empresa para otimizar a loja virtual e conseguir aumentar as vendas! Lembre-se de que você sempre poderá medir a eficiência dos plugins e, portanto, ver em números o retorno de seu investimento. Assim, você perceberá melhorias nos processos e na experiência do consumidor!

Agora que você sabe da relevância de plugins para blog corporativo, não deixe de utilizá-los! Além de trazer novas funcionalidades para o seu blog, eles podem melhorar os resultados de seu e-commerce por oferecer melhor navegabilidade ao usuário e tantos outros benefícios super relevantes para cativar a atenção. Por isso, anote nossas dicas e comece já.

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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Banco Central barra pagamentos via WhatsApp

A notícia que gerou burburinho na semana passada, não passou despercebida pelo Banco Central. Cerca de uma semana após o anúncio dos pagamentos via WhatsApp, o Banco Central interrompeu a atividade que já estava sendo liberada em algumas contas. 

Se quiser saber mais sobre a atualização do WhatsApp, liberada primeiramente no Brasil, confira nossa notícia da semana passada

Foto: Divulgação WhatsApp.

Qual o motivo da suspensão? 

O Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam na última terça-feira (23/06), a função de pagamentos e transferências por meio do WhatsApp no Brasil.

Com a suspensão dos pagamentos via WhatsApp, o Banco Central determinou que as bandeiras que possibilitavam as operações, paralisassem a função — Visa e Martercard. 

A suspensão ocorreu para que o órgão avalie o risco e garanta o funcionamento adequado da nova função, já que o Brasil é o primeiro país a testar a novidade disponibilizada pelo WhatsApp. Sem falar que, segundo o comunicado  — você encontrará trechos a seguir, o serviço não poderia ter começado a funcionar sem autorização. 

Desta forma, o Cade vê potenciais riscos para a concorrência.

“A motivação do BC para a decisão é preservar um adequado ambiente competitivo, que assegure o funcionamento de um sistema de pagamentos interoperável, rápido, seguro, transparente, aberto e barato”, explicou o Banco do Brasil em nota.

“O descumprimento da determinação do BC sujeitará os interessados ao pagamento de multa cominatória e à apuração de responsabilidade em processo administrativo sancionador.” Completou. 

Com a suspensão da operação como uma medida cautelar, o Cade vê riscos para a concorrência e avalia que a Cielo pode sair beneficiada, devido a grande base de usuários do aplicativo. 

Tanto para crédito quando para débito, as contas do WhatsApp business possui parceria com a Cielo para que os comerciantes recebam pagamentos ilimitados. 

A Cielo não se pronunciou sobre o assunto. 

O que o WhatsApp disse sobre a interrupção do lançamento? 

O WhatsApp informa que o “objetivo é fornecer pagamentos digitais para todos os usuários do WhatsApp no Brasil, com um modelo aberto e trabalhando com parceiros locais e o Banco Central”, em nota. 

Além disso, a empresa do grupo Facebook, também diz que apoia o projeto PIX do Banco Central.

O que você achou da decisão do Banco Central

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quarta-feira, 24 de junho de 2020

Voice commerce: o que é, como funciona e por que utilizá-lo?

Como se sabe, o comportamento do consumidor está em constante mudança, principalmente com as novas tecnologias e como elas influenciam as empresas. Uma dessas tecnologias que está mudando o hábito dos usuários é o voice commerce. Assim, com o objetivo de tornar a experiência de compra cada vez mais relevante para a fidelização do cliente, empresas devem estar atentas a tal estratégia.

O voice commerce alia a automação com a praticidade, fazendo com que usuários possam escolher produtos ou serviços utilizando aplicativos ou assistentes de voz. O estudo Future Retail 2017 apontou que 20% dos nortes americanos usam sistemas do tipo como a Alexa, da Amazon.

Ou seja, se você têm a intenção de acompanhar as tendências de mercado, é necessário saber mais a respeito do assunto. Por isso, criamos este artigo para que você entenda tudo a respeito do voice commerce para começar a utilizá-lo já em seu negócio! Se não quiser perder nenhum detalhe, fique atento à leitura abaixo. Confira!

O que é voice commerce e como funciona?

Se antes o mobile first era o foco, agora temos o voice first. O voice commerce é, de forma resumida, parte do processo de busca e compra de produtos ou serviços no ambiente digital ativado inteiramente ou parcialmente por meio da voz. Ou seja, o usuário não tem mais a necessidade de procurar algo em seu navegador da internet por meio da digitação.

Qual a importância do voice commerce?

Todos os varejos digitais podem se beneficiar, mas alguns estudos como da Elastic Path apontam o benefício, principalmente, para itens de supermercado, beleza, saúde, livros, músicas, filmes, acessórios e roupas.

Isso se dá pelo fato de facilitar a busca de produtos, pois, ao invés de ter que digitar uma frase completa que pode demorar, o usuário deve somente falar o que precisa. Isso, além de propiciar a melhora na experiência do cliente também aumenta o tempo total de busca/compra dos e-commerces.

Outro ponto levantado pela pesquisa mencionada é que consumidores esperam, em um período de até 12 meses, que lojas virtuais invistam em compras por voz (57%), entrega no mesmo dia (75%) e ótima experiência de compra mobile (63%).

Logo, se sua empresa já utiliza machine learning ou chatbots, saiba que o voice commerce é uma evolução de tais técnicas e, desse modo, a intenção é trabalhar com o mesmo foco desses softwares, mas agora com o recurso de voz.

Quais são suas características?

Suas características mudam bastante a forma dos clientes adquirirem bens, sejam eles materiais ou não. Veja a seguir algumas delas.

Nova experiência de compra

Como já dissemos, o voice commerce vai mudar a forma de os clientes buscarem por produtos e de realizarem suas compras, simplificando o processo e tornando-o mais prático.

Vantagem recorrente

Por facilitar o processo de compra, isso faz com que o cliente observe maior vantagem durante sua jornada de compra e, por isso, é mais fácil que seja fidelizado.

Tecnologia

Consumidores admiram empresas que investem em tecnologias para facilitar sua experiência de compra. Logo, fazendo isso, certamente sua empresa será reconhecida pelo pioneirismo diante da concorrência.

Tempo

Os novos hábitos dos consumidores apontam que tempo é muito relevante para eles. Logo, não seria um benefício poder comprar algo por voz enquanto estão digitando um e-mail do trabalho ou trocando de roupa? Certamente sim!

Quais são os principais desafios do voice commerce?

Um dos principais desafios é tornar o uso do voice commerce mais comum para que haja uma aceitação maior por parte dos consumidores e, consequentemente, confiança no processo. Ainda que usuários estejam buscando cada vez mais ferramentas tecnológicas para facilitar suas compras, eles também precisam aprender a utilizá-las.

Isso significa que as empresas precisam criar conteúdos ou materiais educativos, mostrando como o uso do voice commerce será benéfico para sua jornada de compra, assim como a organização deve estar pronta tecnologicamente falando para tal demanda.

Logo, você pode investir em artigos para seu blog, criando, inclusive, reconhecimento pelo pioneirismo e autoridade no assunto. Para isso, é importante que a área de conteúdo de sua empresa esteja preparada para criar pautas relevantes para sua persona.

Desafios também aparecem para a área de marketing que deve se adaptar para aplicar promoções aos seus produtos. É importante salientar que não é somente o processo de venda que muda, mas também como as campanhas são feitas e as compras processadas.

Outro ponto a se destacar para a área de marketing é como trabalhar a estratégia de SEO ao utilizar o voice commerce. Para isso, é importante que haja uma mudança na linguagem que deve ser mais natural e concentrada em perguntas, além de utilizar termos populares em pesquisas por voz.

Isso significa que esse tipo de tecnologia necessita também de uma equipe de TI, que possa oferecer aos clientes confiança e privacidade nas informações de usuários.

Quais são as principais tendências do voice commerce?

Ainda que seja uma tecnologia nova, ela está crescendo bastante, principalmente com a evolução da Alexa e do Google. Por isso, algumas tendências podem ser apontadas:

  • menor tempo utilizado para busca de conteúdos, produtos ou serviços;
  • utilização para encontrar serviços perto de casa como delivery;
  • empresas que já utilizam esse tipo de solução para conseguir obter insights;
  • reconhecimento por voz que tende a ser cada vez mais natural e mainstream.

Se você quer estar à frente da concorrência e oferecer uma experiência que facilite consumidores a buscarem a fidelização com sua empresa, então não se pode negar a relevância do voice commerce. Ainda que sua utilização seja um pouco tímida, as pesquisas mostram o seu crescimento exponencial, principalmente com grandes empresas que a utilizam e acabam se tornando referência no mercado.

Sendo assim, comece já a buscar tecnologias para implantar o voice commerce em sua loja virtual e estude todas as outras áreas que serão impactadas, como marketing, vendas, TI e atendimento ao cliente. Com isso, além de melhorar as vendas, você também ganhará reconhecimento no mercado pelo investimento realizado.

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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Scan & go: conheça esta tendência que está crescendo no Brasil

O processo de checkout permaneceu inalterado por décadas e continua sendo um ponto problemático para os varejistas físicos. As longas filas desestimulam e até impedem o consumidor de comprar no local. Mas as novas tecnologias, como inteligência artificial e o Scan & go, estão mudando isso.

De fato, esses avanços nos serviços de pagamento estão preparando os consumidores para abordagem do tipo “você mesmo”, quando se trata de finalizar transações em uma loja. Grandes redes já estão investindo na tecnologia. Descubra os motivos a seguir!

O que é Scan & go e como a tecnologia funciona?

Como os varejistas tradicionais procuram melhorar a experiência na loja para competir com os gigantes do comércio eletrônico, eles estão enfrentando desafios sem precedentes, impostos pela redução de receita e pelo aumento de custos.

Mas, para quem investe de maneira inteligente nas iniciativas digitais certas, existem enormes oportunidades. Por essa razão, tecnologias transformadoras, como soluções móveis de Scan & go, estão ganhando impulso em todo o mundo.

A tecnologia está começando a revolucionar a maneira como os clientes interagem com as lojas físicas — eliminando a necessidade do caixa e permitindo que os varejistas concentrem seu pessoal e investimentos em outras áreas relevantes.

Antes de conhecer os demais benefícios, precisamos entender exatamente o que é a tecnologia: em um cenário de varejo convencional, quando os clientes visitam uma loja e decidem comprar, geralmente precisam ir até o caixa para que seus itens selecionados sejam digitalizados e depois pagos.

Com o Scan & go, o consumidor utiliza o próprio smartphone para digitalizar os itens (pelo código de barras) e, depois, realizar a compra pelo dispositivo com um cartão de crédito cadastrado. Isso pode ser feito em qualquer local da loja — eliminando a necessidade de encontrar o caixa e aguardar na fila.

Todo o processo consiste em:

  • baixar o app da empresa;
  • escanear o código QR da loja para fazer check-in;
  • escanear o código de barras do item para adicionar ao carrinho;
  • pagar no aplicativo com cartão de crédito.

A evolução da tecnologia

O Scan & go foi projetado para tornar a experiência de compra mais simples, rápida e conveniente para os consumidores. Assim como o código de barras transformou a eficiência das lojas de varejo no início dos anos 80, o Scan & go pode ser a próxima grande tecnologia disruptiva do varejo, melhorando uma variedade de práticas.

As primeiras implementações da tecnologia exigem que os compradores carreguem um scanner portátil pela loja. Mas, atualmente, há uma nova geração que substitui o scanner de mão por um aplicativo nos smartphones dos consumidores.

O aumento nos pagamentos sem contato e o crescente uso de serviços de pagamento móvel, como Apple Pay e Samsung Pay, são sinais de que os consumidores estão prontos para adotar a tecnologia.

Da mesma forma que as máquinas de preço espalhadas pela loja são mais eficientes, o Scan & go é o próximo passo lógico para otimizar e aprimorar a experiência na loja física.

Quais são as vantagens do Scan & go para lojistas?

Um dos principais benefícios é o aumento do gasto médio por visita. Como você pode ver o preço acumulado enquanto escolhe os itens, é mais fácil acompanhar seus gastos. Se o total estiver abaixo do previsto, isso incentivará novas compras por impulso. Veja outras vantagens a seguir.

Reduz os custos

Com o Scan & go, os varejistas podem reduzir (ou remover) os caixas em suas lojas. Isso elimina o investimento nos próprios caixas, em suas licenças contínuas associadas, na manutenção e nos custos de operação. Além disso, os profissionais, que antes eram obrigados a operar os caixas, podem ser realocados para agregar valor à experiência do cliente — fornecendo conselhos pessoais, dicas alimentares e manutenção do local.

Toda infraestrutura pode ser mantida com facilidade e economia, pois está hospedada na nuvem, com a solução de problemas realizada remotamente. Os recibos de compra também são mantidos de forma digital e conveniente no aplicativo — evitando o custo monetário (e ambiental) com papel e impressão.

Evita o desperdício

Os produtos vencidos podem ocasionar grandes perdas aos varejistas. Com o aplicativo, é possível integrar os detalhes dos produtos e programar promoções para evitar perdas.

Melhora a eficiência

Os clientes estão cada vez mais exigindo uma experiência contínua nas lojas, e a remoção de pontos de atrito do processo de vendas permite transações cada vez mais rápidas.

Sem os caixas, a empresa pode adicionar novos produtos e oferecer um ambiente mais espaçoso e confortável. Por outro lado, a loja também pode eliminar o espaço extra, optando por um local menor e mais eficiente.

A tecnologia permite o acesso a dados importantes ​​sobre os hábitos de compra dos clientes. Com isso, o lojista pode otimizar sua gestão de compras e estoque.

Promove e fideliza

O Scan & go não precisa ser apenas uma parte passiva da experiência de compra. A tecnologia pode ser usada pelos compradores para acessar informações detalhadas do produto, análises, tutoriais, classificações e muito mais.

Os varejistas também podem usar o aplicativo para destacar promoções e eventos, além de integrar o sistema com programas de fidelidade — como um cartão de crédito da loja.

A marca pode enviar notificações e anúncios personalizados, dependendo da localização do comprador. Essas notificações promovem uma melhor interação com o cliente. Tudo isso tem um grande impacto na fidelização e no valor do cliente ao longo do tempo (LTV).

Reduz a pressão da equipe

Nos períodos de pico (no Natal e em outros feriados), os funcionários estão sob muita pressão. Isso é estressante tanto para a equipe quanto para o cliente — que pode até evitar o local.

Para amenizar o problema, algumas redes investem em profissionais temporários. Porém, isso também envolve outros custos com equipamentos e treinamentos, além de não ser tão eficiente para um grande fluxo de pessoas. A implementação da tecnologia Scan & go agiliza o fluxo de compra e permite uma operação sem obstáculos.

Em um ambiente de varejo competitivo, os clientes buscam experiências diferenciadas — geralmente escolhendo lojas inovadoras com soluções que facilitam o dia a dia.

O uso da tecnologia Scan & go efetivamente coloca o caixa no bolso do cliente, permitindo digitalizar seus próprios itens e pagar quando quiser, de qualquer lugar da loja. Essa solução tem muitos benefícios para o consumidor e o varejista e é uma tecnologia que precisa ser considerada em um mercado extremamente rápido e dinâmico.

Se você pretende realizar mudanças em sua operação, é indispensável contar com profissionais qualificados para cada área. Conheça agora nosso guia gratuito sobre o assunto!

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sexta-feira, 19 de junho de 2020

O que é pop-up store e quais são suas vantagens?

Está buscando diversificar as estratégias para alavancar seu e-commerce? Neste texto, queremos compartilhar uma tendência que pode transformar suas campanhas de divulgação: a pop-up store.

Esse modelo de loja física é ideal para empreendimentos virtuais que querem criar um relacionamento mais próximo com o público, aproveitar a sazonalidade para vender ou, mesmo, atrair leads de forma diferenciada.

Quer entender mais sobre o tema? Então, continue a leitura.

O que é pop-up store?

O conceito de pop-up store baseia-se em uma loja física montada de forma temporária em algum local. Diferente de um empreendimento tradicional, que se planeja para estar a longo prazo em um espaço, esse modelo tem um período predefinido que costuma ser curto, como de semanas ou meses.

A ideia é chamar atenção do público que transita no local onde a loja se instala, como um shopping, uma feira de rua ou um espaço colaborativo. Em geral, a store traz um design inovador e atraente, que cria um senso de urgência e curiosidade para os consumidores que passam por perto.

O objetivo de uma loja temporária costuma ser bastante específico, como:

  • lançamento de um novo produto;
  • atração de leads da região;
  • divulgação da marca;
  • vendas em datas sazonais;
  • criação de experiências para o público;
  • teste do mercado ou de um produto.

Por isso, é fundamental que a gestão de uma loja virtual tenha um plano de ação claro antes de investir em uma loja temporária. É necessário que haja um trabalho em parceria com o marketing, tanto para explorar quais motivações são mais pertinentes quanto para pensar de que forma a campanha será realmente atrativa para o público e vai alcançar os objetivos.

Como vivemos uma expansão do comércio eletrônico, com muitos negócios sendo exclusivamente virtuais, a pop-up store se mostra como uma excelente alternativa para uma performance física de curto prazo.

Quais são as vantagens desse modelo?

A pop-up store tem se mostrado uma tendência tanto para lojas físicas quanto para as virtuais. Mas será que você conhece todos os motivos para apostar nesse tipo de estratégia? Veja algumas vantagens que separamos.

Permite aproximação do público

Uma loja exclusivamente virtual, muitas vezes, sofre com a falta de um contato mais próximo com seu público-alvo. Em diversos casos, um e-commerce demora um tempo considerável para começar a ter sucesso por conta da falta de algo palpável que transmita segurança e pessoalidade aos consumidores.

É claro que existem algumas maneiras de criar um relacionamento com o cliente. No entanto, a estratégia da pop-up store vai direto ao ponto nesse quesito. As pessoas conseguem ver de forma clara a identidade da marca, os valores que ela quer transmitir e como são os produtos.

Essa é a oportunidade ideal tanto para engajar aqueles que já compraram no e-commerce — buscando a fidelização — quanto os que já ouviram falar do seu negócio, mas ainda tinham algum receio de comprar.

Favorece captação de novos leads

Imagine passear em um shopping ou em uma feira e encontrar uma pop-up store com uma proposta criativa, um atendimento personalizado e produtos atrativos. Essa é uma das formas mais interessantes de conhecer uma marca, já que a primeira impressão é extremamente positiva.

Esse impacto nos consumidores de uma região que recebe uma loja temporária, com certeza, vai ser sentido do aumento no tráfego do seu site. As pessoas se sentem confiantes de fazer negócio e, melhor, criam uma memória afetiva do e-commerce, que gera fidelização e marketing espontâneo.

Mais um ponto interessante na captação de leads é que, com a pop-up store, esse processo se torna muito mais direcionado para um público-alvo específico que pode beneficiar seu negócio. Se sua marca procura alcançar pessoas de maior poder aquisitivo, uma iniciativa em um shopping em área nobre vai direto ao ponto. Se o objetivo é anunciar uma novidade para uma cidade do estado, aparecer naquele local alcança exatamente quem você deseja.

Mostra inovação na estratégia de marketing

Os consumidores têm buscado cada vez mais por inovação e criatividade por parte das marcas. Eles querem viver práticas diferenciadas de consumo, e a pop-up store é a chance de proporcionar experiências afetivas e sensoriais aos clientes.

Para montar uma loja temporária, que traga um resultado satisfatório e seja marcante para o público, a equipe de marketing de um e-commerce precisa investir em novidades e tendências. Oferecer interação com os produtos, compartilhar a cultura da marca e dar espaço para sugestões são algumas das ações interessantes.

A tecnologia e o design devem ter uma presença forte nesse ponto de venda, para promover o máximo engajamento. Buscar uma estratégia omnichannel também é importante, possibilitando, por exemplo, a compra de produtos na loja por meio do site e com entrega na residência.

Impulsiona as vendas em períodos específicos

Um dos caminhos mais interessantes para explorar a pop-up store é a sazonalidade. Datas específicas, como o Natal, a Black Friday e o Dia das Mães, são grandes oportunidades para todo o varejo, seja físico ou online. Que tal maximizar suas chances de lucros nesses dois espaços?

Em períodos em que todas as pessoas estão em busca de presentes diferenciados e com os melhores preços, abrir uma loja temporária com ofertas e itens mais vendidos do seu e-commerce pode impulsionar suas vendas.

Além disso, nesses momentos do ano, shoppings e feiras costumam estar ainda mais cheios, aumentando a circulação de pessoas e, consequentemente, a atração de novos leads. Isso significa que você pode ganhar clientes para o resto do ano, investindo nesse tempo específico.

Mantém o orçamento equilibrado

O orçamento de e-commerce é sempre um desafio. Afinal, trata-se de um negócio que precisa de recursos para movimentar o estoque, criar campanhas de marketing e investir em expansão. São poucos os empreendedores que pensam em transformar uma loja virtual em física, já que os custos se multiplicariam com isso.

Mas trabalhar com uma pop-up store dá a flexibilidade de se aproveitar o formato físico e suas vantagens pelo período que cabe no orçamento. Sem um contrato de meses e sem a preocupação de ter que vender muito para dar conta de um aluguel, essa iniciativa tem tudo para dar bons resultados com um planejamento sólido.

Viu como investir em uma pop-up store pode trazer benefícios extremamente atrativos para seu negócio digital? Esse é um meio inovador de performar em um ambiente físico e explorar as vantagens de um contato mais próximo com seu público.

Quer conhecer mais uma estratégia para e-commerces, que pode aumentar seu potencial de conversão? Conheça, em nosso artigo, o conceito de Mobile Commerce. Boa leitura!

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quinta-feira, 18 de junho de 2020

E-commerce na prática: como montar e ter sucesso com sua loja virtual

Sem dúvida, o comércio eletrônico é uma boa opção para quem está em busca de um novo trabalho. Além disso, é um dos melhores recursos para aumentar as vendas de quem está começando.

Um e-commerce funciona como uma loja virtual, possibilitando um grande leque de oportunidades e nichos de atuação. Para você ter uma ideia, só em 2019 o e-commerce no Brasil cresceu cerca de 22,7%, com faturamento aproximado de R$ 75 bilhões, segundo a E-commerce Brasil.

A tendência é que essa área continue em expansão, afinal, é um mercado amplo, que traz mais comodidade, preços mais competitivos e praticidade para o consumidor. Isso sem falar nas vantagens para o próprio empreendedor, como economia, alcance global e disponibilidade de venda 24h por dia.

Se você está pensando em criar o seu e-commerce, mas não sabe como começar, este artigo é para você! Ao longo do texto, você vai entender o que é um e-commerce na prática, suas vantagens e como montar o seu e-commerce do zero.

Além disso, vai ver também como é o marketing para e-commerce, como monitorar os resultados da sua loja virtual e quais são as melhores ferramentas para ajudar nas suas vendas. Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

O que é e-commerce?

Um e-commerce é uma loja virtual, ou seja, um espaço digital que pode vender produtos e serviços variados por meio da internet. Nesse tipo de negócio, todo o atendimento e o processo de compra são feitos virtualmente, garantindo mais comodidade e praticidade para o consumidor.

A história do e-commerce no Brasil

Apesar de não ter dados oficiais sobre o surgimento do e-commerce no Brasil, estima-se que o setor começou a ser desenvolvido no país de forma mais expressiva no ano 2000.

O formato dos e-commerces que conhecemos hoje é reflexo das lojas virtuais que surgiram nos Estados Unidos e foram popularizadas em 1990.

Naquela época, a população norte-americana começou a ter um acesso muito mais amplo à web. Por outro lado, na década de 90, a internet no Brasil ainda era muito limitada. Você se lembra, por exemplo, da conexão discada? Acessar um e-mail ou navegar pela web era uma verdadeira disputa e um privilégio para poucos. Fazer compras em lojas virtuais, para nós, era algo muito improvável.

Com o passar dos anos e com a chegada de novos provedores e tecnologias em território nacional, a velocidade da conexão com a internet evoluiu rapidamente e ajudou a transformar o comportamento e a forma de compra dos consumidores.

Desde então, as pessoas começaram a procurar mais informações na internet e a se tornar mais seletivas e exigentes com a compra de produtos e serviços.

As lojas virtuais continuaram a crescer e a ganhar atenção dos mais variados perfis de público. Hoje, tudo está mais acessível e o uso da internet faz parte da rotina da maioria dos brasileiros.

Quais são as vantagens e desvantagens de um e-commerce?

Afinal, por que alguém prefere comprar em um e-commerce do que em uma loja física? Do ponto de vista do consumidor, há três razões para isso: conveniência, preços mais competitivos e praticidade.

Por meio do comércio eletrônico, é possível comprar um produto ou serviço a qualquer hora e em qualquer lugar com acesso à internet.

O cliente já não precisa mais se deslocar até o local, gastar tempo em filas de pagamento e nem mesmo ir em diversas lojas para comparar preços. Inclusive, essa comparação de valores é mais uma vantagem dos e-commerces, que costumam apresentar preços mais baixos do que lojas físicas.

Por outro lado, ainda existem alguns fatores que podem ser vistos como desvantagens para algumas pessoas: a segurança e a confiabilidade da marca e o tempo de espera para a entrega da compra.

Se você está pensando em começar sua loja online, é preciso atenção a esses pontos para ter vendas online de sucesso.

Quais as vantagens para o dono do negócio?

Além dos benefícios para o consumidor, o e-commerce também é muito vantajoso para o dono no negócio. Entenda mais!

Economia e ganho de tempo

O preço mais baixo que as lojas virtuais oferecem são possíveis graças à economia que um e-commerce oferece. Afinal, quem tem um comércio eletrônico não tem custos como aluguel de loja, remuneração de funcionários e comissões de vendedores.

Além disso, o funcionamento de um e-commerce e a geração das vendas também acontecem de forma mais rápida do que em um comércio físico.

Alcance global

Outra vantagem é que esse tipo de negócio é uma boa oportunidade tanto para quem está começando quanto para quem quer expandir, afinal, o alcance de um e-commerce pode ser global e você não precisará de ter várias lojas para crescer sua marca e ser visto no mercado.

Isso sem falar que seus clientes poderão ser de qualquer região do Brasil ou do mundo. Nesse aspecto, será preciso apenas ter cuidado redobrado com o planejamento logístico.

Disponibilidade 24h

Por funcionar de forma virtual, seu e-commerce estará disponível aos consumidores por 24 horas todos os dias. Para um comércio físico, isso é extremamente oneroso e praticamente impossível para alguns nichos de mercado.

Essa disponibilidade aumenta suas chances de vendas recorrentes e ajuda na consolidação da sua marca.

Fidelização de clientes

A fidelização de clientes no e-commerce também é um aspecto que deve ser destacado. Ao desenvolver um e-commerce de qualidade e prestar um serviço de excelência, as chances de o cliente ser fidelizado com mais facilidade e rapidez são significativas — se comparadas às negociações em lojas físicas.

Mensuração de performance

A internet possibilita a mensuração da performance de um e-commerce. Isso significa ter acesso a dados que podem ajudar você na tomada de decisões e ações corretivas quando necessário.

Entre esses dados, será possível identificar o número de visitantes da sua loja, tempo de permanência, compras efetivadas, carrinhos abandonados, taxa de rejeição das páginas, entre outras informações.

Outro ponto de atenção é que você conseguirá saber de forma mais precisa a quantidade de tráfego orgânico e pago da sua loja, ou seja, quem está vindo de forma natural ou por meio de anúncios.

Variedade e investimento no longo prazo

Por meio de um e-commerce, você também terá a oportunidade de explorar novas ideias de mercado.

Além de muitas opções de nicho para atuar, um e-commerce bem-sucedido também pode ser um investimento. Alguns empreendedores, por exemplo, optam por vender o negócio e ter um novo capital para trabalhar em novas áreas.

Compras por impulso

Quem nunca fez uma compra por impulso?

Viu no instagram, clicou, gostou e comprou. Ações como essas são perfeitamente normais no e-commerce, o cliente pode tomar essa decisão quando só estava acessando sua rede social – sem a menor pretensão de fazer alguma coisa.

Quais são os tipos de e-commerce?

Agora que você já entendeu o que é comércio eletrônico e suas vantagens, é importante conhecer também quais são os tipos de e-commerce e seus modelos de negócio.

No geral, um e-commerce pode vender produtos físicos, como roupas e eletrônicos, ou produtos digitais, como cursos, planilhas ou e-books. É claro que nada impede que um mesmo e-commerce comercialize vendas mistas, como a Amazon. Tudo vai depender do seu objetivo de negócio.

Além dos modelos tradicionais, existe também a possibilidade de criar uma loja virtual e vender para outras empresas, criando uma boa estratégia comercial. Esse é o caso dos modelos de e-commerce B2B e marketplaces. Conheça esses e outros tipos de e-commerce a seguir!

E-commerce B2B

O modelo de e-commerce B2B (business to business) baseia-se no tipo de negócio eletrônico em que as relações comerciais são feitas com outras organizações, como em operações de revendas.

Em outras palavras, vendedor e comprador são empresas. Se você pretende comercializar produtos em larga escala, você pode estabelecer que as compras sejam feitas por lote ou por uma quantidade predefinida de produtos, por exemplo.

E-commerce B2C

O B2C (business to consumer) é o tipo de negócio que traz como objetivo o consumidor final. Nesses casos, o consumo é a única operação realizada. A maioria das lojas virtuais adota esse modelo.

No e-commerce B2C, o funcionamento é feito da forma que todos conhecem: o consumidor compra (ou encomenda) um produto online e espera pelo recebimento da mercadoria em casa.

Para empreendedores que também tenham uma loja física, uma opção é possibilitar a retirada do produto no estabelecimento comercial.

Marketplaces

Os marketplaces surgiram no Brasil por volta de 2001. Basicamente, um marketplace funciona como um tipo de shopping center virtual, reunindo diversas marcas e lojas em um único lugar. Por meio dele, o consumidor consegue comparar preços com mais facilidade e pode optar pelo melhor produto.

Esse modelo de negócio é muito vantajoso, afinal, oferece boas oportunidades de vendas para as lojas. Atualmente, participam desse mercado empresas como Americanas, Magazine Luiza, Mercado Livre e Shoptime.

M-commerce

Se um e-commerce é voltado para o comércio eletrônico, um m-commerce é o que chamamos de mobile commerce ou comércio móvel. Em outras palavras, são as vendas realizadas a partir de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Essa modalidade de negócio busca atender os consumidores com um perfil mais específico, ou seja, aqueles que vivem conectados e que preferem comprar via mobile, por meio de aplicativos.

O m-commerce também tira proveito da interação das redes sociais para potencializar as vendas.

S-commerce

Por falar em redes sociais, a mudança dos hábitos de compra do consumidor também deu origem ao social commerce.

Esse modelo de negócio funciona a partir da integração de uma loja virtual às mídias sociais. Essa é uma ótima estratégia para quem busca fortalecer a marca e o relacionamento com o consumidor.

Por meio desse recurso, o cliente consegue interagir com o conteúdo da página, avaliar produtos e o atendimento e deixar comentários.

Outra vantagem em ter um social commerce é que essa é uma estratégia que traz mais credibilidade e boa reputação para uma marca, afinal, o efeito viral das redes sociais contribui bastante para que isso aconteça. Contudo, é claro que isso só será possível se você também fizer um bom trabalho em meio a esse processo.

F-commerce

Ainda sobre mídias sociais, temos também o Facebook commerce, que é focado em estratégias de vendas exclusivas em uma das maiores redes sociais do mundo. Normalmente, quem opta por esse formato associa o conteúdo da página com anúncios pagos.

No F-commerce, a loja virtual é desenvolvida dentro do próprio Facebook. O objetivo é aproveitar os próprios recursos que a rede social oferece para envolver o consumidor e tornar o processo de compra muito mais interativo e sociável.

Se para o consumidor isso é vantagem, para o empreendedor é uma ótima oportunidade de aumentar a quantidade de potenciais clientes.

T-commerce

O principal diferencial do t-commerce (television commerce ou comércio televisivo, em português) é a união entre entretenimento e tecnologia para o mesmo objetivo: compras.

No geral, funciona assim: o consumidor assiste a uma propaganda, por exemplo, e, durante a exibição, ele é direcionado para um canal de venda ou comércio eletrônico da própria marca. Esses produtos podem ser itens eletrônicos ou até mesmo alguma peça do figurino de um personagem de uma série, por exemplo.

No Brasil, o principal modelo de t-commerce é a Shoptime, que anuncia seus produtos na TV integrados ao e-commerce.

A credibilidade, a interatividade e a sensação de assessoria são as principais vantagens atreladas a esse processo.

Subscribe commerce

Esse modelo de e-commerce também é conhecido popularmente como clube de assinaturas. Sua principal característica é a recorrência, pois o cliente, normalmente, paga um valor mensal para receber o produto mês a mês.

Atualmente, existem diversos tipos de clubes de assinaturas voltados para inúmeros setores, como literatura, beleza e saúde, pets, alimentação saudável, bebidas artesanais e estilo de vida.

Nessa modalidade, o que importa não é só o produto em si, mas a experiência do cliente com todo o processo.

E-commerce B2E

No modelo de e-commerce business to employee (B2E), a empresa comercializa seus produtos ou serviços diretamente para seus colaboradores. Normalmente, o acesso a essas mercadorias é feito via intranet, que é a rede interna de uma organização.

Mercado de produtos digitais

Mesmo não sendo um e-commerce propriamente dito, o mercado de infoprodutos, ou produtos digitais, também pode ser uma opção para quem quer empreender.

Como o nome já diz, o mercado foca na venda de produtos digitais, como cursos e aulas a distância, softwares, treinamentos, entre outros.

Depois da compra, o consumidor pode receber o acesso a esse produto de diversas formas. Normalmente, ele é encaminhado para uma plataforma específica que pode ser acessada por desktop ou dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

No Brasil, essa modalidade se tornou mais comum no final da década de 2000. Atualmente, a Hotmart talvez seja um dos grandes nomes do mercado de infoprodutos.

É importante ressaltar que: você pode aproveitar vários tipos de e-commerce em uma única loja virtual. Todos os exemplos citados podem se entrelaçar e se transformar uma loja incrível.

Na verdade, o ideal é que uma loja virtual utilize mais de uma dessas modalidades para aumentar suas chances de venda. Afinal, será mais complicado se sustentar com apenas uma dessas opções.

Por exemplo, é perfeitamente comum uma loja virtual ser: B2C, M-commerce, S-commerce e Subscribe commerce.  Assim consegue aproveitar o melhor de tudo!

Como funciona um e-commerce na prática?

Se você entendeu bem o conceito de um comércio eletrônico, já deve ter uma noção de como funciona um e-commerce na prática, certo?

Para ter um comércio eletrônico, você vai precisar de uma boa plataforma para e-commerce que permita que você exponha seus produtos ou serviços e que os consumidores façam suas compras online e sem sair de casa. Apesar disso, é importante ficar claro que só isso não será o bastante.

Vamos começar explicando o funcionamento básico de um e-commerce para que você entenda melhor.

Quando o consumidor está interessado em algum produto, ele certamente vai recorrer à internet para fazer uma boa pesquisa sobre a mercadoria em si e sobre os melhores preços. Nesse cenário, tenha certeza de que o Google será, provavelmente, a fonte de toda essa busca inicial.

Ao pesquisar por “blusa preta feminina”, por exemplo, vários resultados vão aparecer na tela do usuário. Se o seu e-commerce aparecer entre eles, o consumidor clicará no link e será direcionado para a sua loja virtual.

Nela, o consumidor deverá encontrar fotos dos produtos e informações sobre suas características, especificações técnicas, preços, frete, tempo de entrega, política de trocas e devoluções, entre outras.

Depois que escolher o produto e efetuar a compra, uma nova etapa começará — e você será o principal responsável para que tudo dê certo. Planejar a logística das entregas é essencial e requer um excelente planejamento. Nos próximos tópicos, vamos explicar melhor sobre esse e outros pontos. Continue a leitura!

Como montar o seu e-commerce do zero?

Até aqui, já abordamos os seguintes tópicos:

  • o que é um e-commerce;
  • quais são suas vantagens e desvantagens;
  • quais são os tipos de e-commerce atuais;
  • como funciona um e-commerce na prática.

Se você ainda tem dúvidas sobre algum desses tópicos, talvez seja melhor voltar neles antes de começar o próximo passo.

Apesar de parecer muito óbvio, é importante que você planeje todos os detalhes de como será o seu e-commerce para não correr riscos e entender a lógica do negócio de forma correta.

Lembre-se de que, por mais que criar um e-commerce seja mais simples do que montar uma loja física, você ainda precisará definir metas e objetivos, conhecer o seu consumidor e organizar toda a estrutura do seu comércio eletrônico.

A partir de agora, vamos ensinar o passo a passo para montar um e-commerce do zero, levando em conta tudo o que já explicamos até aqui. Vamos começar?

Escolha o nicho de mercado

O primeiro passo é escolher o seu nicho de mercado, ou seja, qual categoria seus produtos ou serviços serão classificados.

Moda, por exemplo, é um nicho extremamente amplo. Por outro lado, moda infantil ou moda plus size são mais específicos. Ao pensar de forma mais segmentada, você vai criar demandas para pessoas realmente interessadas no que você tem a oferecer.

Empresas que conseguem vender de tudo costumam ser a exceção, não a regra. Normalmente, essas são organizações gigantescas e com anos de experiência. Para quem está começando, tentar agradar a todos os públicos pode não ser o melhor caminho.

Definir com clareza o nicho de mercado e seus produtos vai ajudar você a entender melhor o seu público, a estruturar sua marca com mais precisão e a começar a buscar por fornecedores futuramente.

Além disso, é a partir desse momento que você também poderá pensar na sua estratégia de armazenagem, logística e distribuição.

Se você tem dúvidas de como escolher um nicho de mercado, pode seguir algumas dicas:

  • liste suas paixões e hobbies;
  • faça pesquisas de palavras-chaves;
  • observe a concorrência;
  • avalie seus recursos e orçamento;
  • busque a solução para um problema;
  • acompanhe quais são as tendências de mercado.

Regularize sua empresa

Para não ter problemas futuros, é importante regularizar seu negócio e ter um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). Ao fazer isso, você será reconhecido legalmente como MEI (Microempreendedor Individual) e poderá emitir nota fiscal para os seus clientes.

Abrir um MEI é a forma mais simples e segura para quem está começando. Além disso, com esse cadastro você também pagará impostos reduzidos e poderá obter crédito com melhores condições.

Outro benefício em ser MEI é que você poderá fazer o cadastro do seu CNPJ em algumas lojas e comprar produtos direto com fornecedores. Com isso, você terá melhores descontos e oportunidades financeiras.

Para ser MEI, porém, é preciso que você se enquadre nos seguintes requisitos:

  • receber até 81 mil reais por ano (R$ 6.750,00 reais de renda bruta mensal);
  • ter somente um funcionário registrado;
  • não ter participação em nenhuma outra empresa (como sócio ou proprietário).

Para abrir um MEI, você não precisará de um contador. O processo é todo feito de forma online e pode ser realizado no Portal do Empreendedor.

Outra opção para começar é abrir uma ME (microempresa). Essa modalidade é indicada para pessoas jurídicas que tenham faturamento mensal de 30 mil reais por mês.

Para você entender melhor, uma ME é caracterizada por uma sociedade empresarial formada por um ou mais sócios. Se você pensa em criar um negócio para o longo prazo, talvez seja interessante conhecer mais sobre o assunto.

Conheça seu público

Depois de escolher seu nicho de mercado e formalizar seu e-commerce, é hora de conhecer melhor o seu público.

Afinal, para quem você vai vender? O que essas pessoas estão buscando? Como elas se comportam e o que elas preferem?

Fazer esses questionamentos é essencial para você mapear o perfil do seu cliente ideal e, a partir disso, trazer soluções que realmente façam sentido para ele. Faça uma análise precisa da sua audiência e entenda como o seu produto ou serviço poderá ajudar essas pessoas.

Nesse cenário, é importante entender também o conceito de persona. Você já ouviu falar nesse termo?

Persona é um conceito muito usado no Marketing Digital e se refere a um personagem semifictício, construído a partir de dados reais de mercado, que vai representar o seu cliente ideal. Ela é diferente de público-alvo, e traz características mais completas do seu consumidor, que tem dúvidas e necessidades reais.

Conhecendo sua persona, você saberá o que ela procura e poderá oferecer serviços e produtos mais direcionados.

Conheça a legislação

Além de regularizar a sua empresa, você também precisa ter atenção ao que diz a legislação sobre o funcionamento de e-commerces no Brasil.

O Decreto nº 7.962 entrou em vigor no ano de 2013 e oficializa algumas práticas que devem ser seguidas obrigatoriamente no comércio eletrônico. Veja algumas delas:

  • as informações sobre o produto, serviço e do fornecedor precisam estar descritas de forma clara, incluindo dados como Razão Social, CNPJ e telefone para contato;
  • os produtos comercializados deverão ser acompanhados de uma descrição técnica, informando cores, peso, tamanho e demais características essenciais;
  • o e-commerce deverá disponibilizar um canal eletrônico para contato do consumidor, como chat ou endereço de e-mail;
  • informações completas sobre condições de pagamento, entrega e políticas de troca e devolução.

Além dessas práticas básicas, o decreto traz mais uma série de especificações. É importante estar por dentro da legislação para atuar de forma legal e evitar dores de cabeça no futuro.

Registre seu domínio

O domínio de um site representa o seu endereço eletrônico na web (por exemplo: http://www.sualoja.com.br). Ele também é chamado de URL e é único para cada página na internet.

Ter um domínio é uma exigência global, e sem ele você não conseguirá colocar seu e-commerce para funcionar. Para criar uma boa URL, siga essas dicas:

  • inclua uma palavra-chave estratégica na URL, ou seja, a palavra que vai definir o seu negócio. Isso será importante para posicionar o seu e-commerce no Google e em outros buscadores;
  • use nomes curtos, objetivos e que sejam fáceis de lembrar;
  • não use números ou caracteres especiais (como letras maiúsculas ou acentos);
  • prefira domínios que terminem em “.com.br”. Isso vai ajudar, principalmente, no seu domínio regional;
  • use sempre um domínio e um subdomínio;
  • use hífen ou sublinhados para separar as palavras da URL;
  • crie uma URL para cada serviço ou produto;
  • crie categorias.

Depois de criar a URL, você vai precisar verificar se ela disponível e, então, cadastrá-la. Sites como Locaweb e Kinghost podem auxiliar com seu registro de domínio.

Escolha a plataforma ideal

Com o domínio escolhido e devidamente registrado, o próximo passo é escolher uma boa plataforma para e-commerce.

Hoje, é possível encontrar plataformas de qualidade e com preços acessíveis. Depois de escolher um plano de mensalidade, você só precisará configurar a plataforma e cadastrar seus produtos.

Antes de tomar uma decisão, é importante avaliar quais funcionalidades a plataforma oferece e se elas estão alinhadas com os seus objetivos e com o que você precisa. Além do custo-benefício, avalie também se a ferramenta permite integração com os principais meios de pagamento.

A seguir, você vai ver outras dicas que podem ajudar na sua escolha:

  • verifique se a plataforma possibilita mudar o layout;
  • veja se a ferramenta permite implantar formas de envio para dar sequência nas operações logísticas. A integração direta com os Correios, por exemplo, é essencial;
  • considere que a plataforma já tenha integrações nativas com marketplaces;
  • analise se a plataforma é amigável para SEO (Search Engine Optimization);
  • pense na experiência do usuário ao usar todos os recursos disponibilizados.

Tenha um orçamento

Apesar dos custos de um comércio eletrônico serem mais enxutos do que os de uma loja física, você terá gastos e precisará definir um orçamento para começar com o seu e-commerce na prática.

O valor desse orçamento vai depender do tipo de produto ou serviço que você vai comercializar e também do porte do seu negócio. Para se organizar melhor, você pode dividir seus custos iniciais nas seguintes categorias:

  • estrutura do e-commerce: valor a ser pago pelo domínio, hospedagem/plataforma e demais custos envolvendo tecnologia e a produção do e-commerce em si;
  • divulgação: estratégias para divulgar seu e-commerce e sua marca;
  • estoque e fornecedores: valor inicial para investir na compra dos primeiros produtos que serão vendidos.
  • operação: impostos e processo logístico das entregas.

Depois de fazer uma média de cálculos e ter uma noção melhor de qual será o orçamento para cada categoria, você também precisará de uma ferramenta para acompanhar esse planejamento financeiro.

Uma planilha do Excel, por exemplo, pode ser uma grande aliada para esse monitoramento inicial. Até mesmo no longo prazo, você pode continuar usando uma planilha simples para registrar todas as entradas e saídas relacionadas ao seu e-commerce.

Com uma ideia clara e organizada dessas informações, será possível visualizar melhor em quais categorias de produtos você gasta mais ou quais custos podem ser reavaliados, por exemplo.

Estabelecer uma frequência para analisar sua gestão financeira é importante para que você não seja surpreendido de forma negativa ao longo de um período.

Encontre bons fornecedores

Os fornecedores talvez sejam seus principais parceiros de negócio. Por isso, é importante fazer boas escolhas para construir uma relação amigável, confiável e duradoura.

Ainda que esteja começando seu e-commerce do zero, é importante mostrar para eles que você tem um bom planejamento e que está disposto a fazer essa parceria dar certo. Saber negociar e conversar é fundamental para mostrar profissionalismo e passar credibilidade para seus contatos.

No geral, alguns aspectos principais devem ser analisados na hora de buscar um bom fornecedor para e-commerce, entre eles:

  • referências;
  • qualidade;
  • capacidade de fornecimento dos produtos;
  • preço;
  • prazo para entrega;
  • formas de pagamento;
  • custo do frete.

Além desses pontos, outras dicas podem ajudar você a encontrar seus primeiros fornecedores. Veja só!

Faça uma ampla pesquisa online

Quando começamos um negócio e temos um trabalho mais enxuto, ir direto ao fabricante pode não ser a melhor opção. O primeiro passo para quem está começando é pesquisar a fundo no Google.

Faça isso com calma e não escolha um fornecedor apenas porque ele aparece nos primeiros resultados. Compare e varie suas palavras-chaves de busca, isso será importante para encontrar mais opções. Use termos como “venda no atacado”, “revendedor” e palavras-chaves locais, como “fornecedor de produto x em São Paulo”.

Busque por referências

Além de procurar na internet, é importante ter referências de quem já teve algum tipo de experiência com determinado fornecedor. Você também pode encontrar essas informações no Google, em sites como Reclame Aqui ou até mesmo nas redes sociais.

Lembre-se de verificar o histórico do fornecedor, sua reputação, avaliações negativas e positivas de outras pessoas.

Visite feiras e eventos do seu setor

Feiras e exposições são ótimas oportunidades para você abrir seu leque de oportunidades e conhecer pessoas que trabalham na mesma área que você.

Além de compartilhar experiências e se atualizar sobre o mercado, esses eventos também são muito promissores para trocar contato com revendedores e até mesmo com consumidores. Investir na sua rede de relacionamentos profissionais será essencial para fazer um bom trabalho.

Procure por fornecedores locais

Se você tiver chance e conhecer um bom fornecedor local, dê preferência a ele. Essa proximidade será importante para firmar uma parceria ideal, e você poderá ter prazos mais enxutos, além de entregas e pedidos feitos de forma mais otimizada.

Trace objetivos e metas realistas

Para trabalhar com seu e-commerce na prática, você precisará definir objetivos, metas e prazos de execução para cada etapa do seu planejamento.

Lembre-se sempre de que quando você sabe onde quer chegar, percorrer esse caminho torna-se muito mais simples. Além disso, para ter bons objetivos, é importante estabelecer alguns indicadores que sigam esses objetivos e metas. Veja, a seguir, alguns exemplos:

  • receber mais visitas no site nos próximos dois meses;
  • aumentar as vendas em 15% no trimestre;
  • reduzir as taxas de abandono de carrinho em 5% etc.

Para cada um desses indicadores, você vai trabalhar com um plano de ação. Para receber mais visitas no site, por exemplo, é importante que as pessoas saibam que ele existe, certo? Como você vai trabalhar essa divulgação?

É importante que esses indicadores e objetivos sejam realistas, ou seja, estejam de acordo com o desenvolvimento e a realidade do seu e-commerce.

Foque na estrutura

A estrutura do seu e-commerce precisa ser muito bem pensada, afinal, ela será responsável por garantir o funcionamento da sua loja online. Para otimizar seu trabalho, foque sua estrutura em duas categorias: nos canais de audiência e na conclusão das vendas.

Canais de audiência

O canal de audiência pode ser como um meio de divulgar seu e-commerce e interagir com seu público. Uma fanpage no Facebook, por exemplo, é um ótimo exemplo.

Lembre-se de que você não vai vender por meio dessa página, mas poderá estreitar o relacionamento com seu público de interesse e até mesmo atrair novos clientes em potencial.

Mais uma vez, tenha em mente que conhecer esse público é fundamental para saber como vai abordá-lo. Garantir esse engajamento fará toda a diferença para ter sucesso no e-commerce.

Canais de conclusão de vendas

O canal de conclusão de vendas precisa ser pensado com atenção redobrada. Esse canal será o meio usado para concluir suas vendas.

Se você criar o seu e-commerce em uma plataforma própria, por exemplo, precisará pensar em uma boa identidade visual, layout etc. Além disso, não se esqueça que esse canal deverá ter toda uma estrutura de vendas, ou seja, o cliente precisará de um link de pagamento para fechar a compra.

Crie sua marca e identidade visual

A identidade visual faz toda a diferença para a construção de uma marca. Afinal, ela pode ser vista como a primeira forma de comunicação com o público. Logo, embalagem, cores e tipografia são alguns elementos que compõem essa identidade.

É a partir dela que uma marca consegue passar seus conceitos, valores e posicionamento, ainda que visualmente. Para um e-commerce, o principal pilar da sua identidade visual será o layout do seu site. Sendo assim, ele precisa ser bem pensado para atrair e passar credibilidade aos consumidores.

Se você vai começar com seu e-commerce, mas está perdido sobre esse tópico, inicie suas ideias seguindo essas boas práticas:

  • leve em conta o perfil do seu público;
  • defina o conceito da sua loja;
  • escolha bem a tipografia;
  • pense na definição de cores;
  • inclua a logo da sua marca;
  • evite exageros no layout.

Além de bonito, o design do seu e-commerce também precisará ser organizado. Isso significa apresentar informações claras e categorizadas.

Duas coisas que não podem faltar em um e-commerce são as páginas de “Sobre” e “Contato”. Destaque também as páginas sobre formas de pagamento, dúvidas frequentes e política de troca e devoluções (se houver).

Além disso, crie categoria no site para organizar seus produtos ou serviços. Tudo isso será essencial para garantir uma boa experiência ao cliente.

Pense na experiência do usuário

Pensar na experiência do usuário é visualizar seu e-commerce sob a ótica do cliente, ou seja, se colocar no lugar dele no momento da compra.

Você se lembra do conceito de m-commerce que explicamos nos tópicos anteriores? Ele será fundamental agora.

Como você sabe, o comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos. Hoje, muitas pessoas fazem comprar por meio de dispositivos móveis. Por esse motivo, é essencial ter uma loja virtual mobile configurada corretamente.

Isso significa ter um layout responsivo, ou seja, que consiga se adaptar a qualquer formato de tela, como tablets e smartphones.

Ao adotar esse formato, os elementos visuais e demais informações do seu e-commerce poderão se adaptar automaticamente a essas telas, proporcionando um visual mais atrativo e facilitando a navegação e a compra.

Planejamento logístico e frete

Além de planejar a estrutura do seu e-commerce, ter o apoio de fornecedores e bons produtos para vender, você também vai precisar pensar na parte logística e conhecer algumas opções para calcular o frete.

A logística envolve todo o processo de distribuição e entrega de mercadorias. Quando um e-commerce alcança mais maturidade e maior porte, alguns empreendedores preferem terceirizar esse serviço. Ou seja, contratam uma empresa para ser responsável por todo o processo de empacotamento, transporte e rastreamento dos produtos.

Para quem está começando, essa opção não é a primeira escolha, certo? Por esse motivo, é importante conhecer outras opções. Vamos lá?

Correios

Os Correios são muito úteis para quem vai começar um e-commerce do zero. A empresa presta serviço público e oferece atendimento em todo o país, contando, também, com a opção de envio internacional.

Além disso, você e seus clientes podem acompanhar o status de cada entrega por meio de um sistema de rastreamento próprio dos Correios.

A desvantagem dessa opção são as greves da empresa e o transporte limitado de algumas mercadorias (dependendo do peso e do tamanho dos produtos).

Transportadoras

Os serviços das transportadoras estão em crescente expansão e tornam-se uma boa alternativa para fugir dos períodos de greves dos Correios.

Esse tipo de serviço disponibiliza a opção de transporte fracionado em veículos de pequeno e médio porte (de acordo com o volume de produtos de cada entrega). Além disso, algumas empresas que prestam esse tipo de serviço contam com softwares próprios para rastreamento das entregas.

Motoboy

Se você vai entregar apenas na sua cidade, os serviços de motoboys e entregas de bicicleta são opções com ótimo custo-benefício. E-commerces que trabalham com alimentos, por exemplo, usam muito esse serviço. Suas principais vantagens são o baixo custo e a rapidez nas entregas locais.

Invista no bom atendimento

Ter uma boa estrutura de atendimento online é essencial. Você pode até ter bons produtos, mas se a experiência do cliente não for legal durante todo o processo de compra, tenha certeza de que você não terá bons resultados.

É muito importante que haja no seu e-commerce algum meio de contato para os consumidores, como alguma ferramenta de chat. Além disso, você também pode deixar o número comercial da empresa, caso exista, ou o WhatsApp.

Não se esqueça de que ter um canal de contato não é o suficiente. A forma como você atende e esclarece as dúvidas dos consumidores por meio desses canais é que será determinante para o seu sucesso. Tenha em mente que a personalização no e-commerce é fundamental.

O que é marketing para e-commerce e como aplicar?

Muito bem! Você planejou, pesquisou e, finalmente, seu e-commerce já está no ar. Mas, e agora? O que fazer para ser encontrado? A resposta é simples: aposte no marketing!

O marketing para e-commerce será fundamental para impulsionar as vendas e o crescimento do seu comércio online. Afinal, a concorrência na internet é gigante, e você precisa ser notado em meio à multidão. Se deseja contratar uma agência de marketing digital para ajudar você nisso, pesquise bem para não errar na escolha.

A seguir, você vai conhecer as principais dicas para fazer um bom marketing para o seu e-commerce e já se familiarizar com a área. Confira!

Valorize o seu produto e ofereça condições especiais de compra

A primeira dica é a mais básica de todas: saiba valorizar o seu produto e mostre que o seu site é de confiança.

Diferentemente das lojas físicas, onde os clientes podem ver os produtos pessoalmente, a internet funciona de forma muito mais abstrata. Para passar credibilidade para seus produtos, ofereça imagens de qualidade e com ângulos variados, para que o consumidor possa analisar cada detalhe.

Além disso, faça uma boa descrição de cada mercadoria, explicando todas as suas especificações técnicas, principais características e recomendações de uso.

Como você sabe, deixar um canal de contato aberto para esclarecer dúvidas também faz toda a diferença.

Além de valorizar o seu produto, oferecer benefícios e promoções pode ser uma boa ideia. Frete grátis na primeira compra, cupons de desconto e brindes, por exemplo, são ações que realmente chamam a atenção do consumidor.

Saiba anunciar no Google Ads

O Google Ads é um ótimo recurso para aumentar sua visibilidade nos resultados dos motores de busca. Por meio da ferramenta, é possível criar anúncios e campanhas pagas, que ajudam você a ter um grande alcance de público.

Esse tipo de estratégia também ajuda a aumentar o tráfego do e-commerce e pode trazer resultados mais rápidos no curto prazo.

Para usar o Google Ads, não é necessário fazer um grande investimento. Com R$ 10,00 por dia você já consegue realizar suas primeiras campanhas!

É importante conhecer também os modelos de cobrança que a ferramenta utiliza. São três opções:

  • CPC: custo por clique, ou seja, o valor é cobrado a cada clique que você receber no seu anúncio;
  • CPA: custo por aquisição. Em e-commerces, isso significa que o valor será cobrado a cada venda realizada;
  • CPM: custo por mil. Esse é um modelo de cobrança exclusivo da Rede de Display (um tipo de campanha específica do Google Ads). O valor sempre é cobrado a cada mil impressões de banners.

Para ter bons resultados no Google Ads, é fundamental entender quais anúncios estão sendo mais efetivos e quais deles podem ser aperfeiçoados.

Use técnicas de SEO

A sigla SEO refere-se ao termo Search Engine Optimization, que define um conjunto de técnicas e boas práticas voltadas para a otimização de páginas e conteúdos para os motores de busca, como o Google.

O SEO é uma estratégia para quem busca bons resultados no médio e longo prazo (cerca de três meses após começar). Aplicar SEO no seu plano de marketing para e-commerce é excelente, afinal, você não ficará totalmente dependente de campanhas pagas, como no Ads.

O SEO para e-commerce é focado em resultados orgânicos e vai trabalhar, principalmente, a sua credibilidade e autoridade no mercado. Confira adiante as principais técnicas de SEO que você deve aplicar no seu comércio eletrônico.

Tenha uma URL amigável

Nós já começamos a falar sobre URL no tópico em que abordamos o registro de domínio, lembra?

Em resumo, uma URL amigável é fácil de ser compreendida pelo consumidor e também pelo Google. Como explicamos, evite usar na sua URL números, caracteres especiais e letras maiúsculas, por exemplo. Essas orientações devem ser aplicadas em todas as URLs, não só no endereço eletrônico principal do e-commerce.

Dê atenção ao título e à meta description

Além do título principal, todo site precisa de uma meta description (ou meta descrição). Ela funciona como um resumo do assunto que é abordado em um texto ou site.

No Google, aparece como um texto descritivo logo abaixo do título principal. É importante que ele tenha até 137 caracteres e palavras-chave estratégicas para o seu negócio — como termos relacionados à intenção de compra.

Preocupe-se com a usabilidade da página

A experiência do usuário também é algo que influencia diretamente no bom posicionamento do seu e-commerce no Google — e isso inclui as condições de usabilidade da sua página.

Links quebrados e velocidade de carregamento no e-commerce, por exemplo, são questões que você deve prestar atenção. As informações do seu site precisam ter um carregamento rápido e estarem dispostas com clareza. Se um usuário entra sua página, mas precisa esperar vários minutos para acessar o que procura, pode ter certeza de que ele será um cliente perdido.

Da mesma forma, não deixe de cuidar da estrutura das informações da página. Uma dica é categorizar os produtos no e-commerce — aqui, é importante que todas as categorias e páginas conversem entre si.

Use links internos

Incluir links internos, ou seja, dentro das páginas do seu próprio domínio, é mais uma boa prática de SEO. Esse recurso ajuda a fortalecer a autoridade da página que está recebendo o link, indicando para o Google que é referência sobre determinado assunto.

No seu e-commerce, essa linkagem pode ser feita de diversas formas, por exemplo:

  • crie perfis nas redes sociais para o compartilhamento de links;
  • crie um perfil no Pinterest com seu catálogo de produtos e insira links diretos para as páginas de compra;
  • instale plug-ins que permitam o compartilhamento dos produtos de dentro do seu site para as redes sociais dos consumidores;
  • faça tutoriais no YouTube com link para seu e-commerce na descrição do vídeo;
  • inclua os links desses tutoriais nas suas páginas de produtos;
  • crie um blog com conteúdo relevante para favorecer o tráfego e a linkagem entre os conteúdos publicados.

Aposte no marketing de conteúdo

Já que começamos a falar de blog no último tópico, vamos abordar agora a importância do marketing de conteúdo para e-commerce. Por meio dele, você conseguirá ter mais autoridade no mercado, reconhecimento e bom posicionamento orgânico nos resultados de buscas do Google.

O papel do marketing de conteúdo vai muito além das vendas. Sua essência, por assim dizer, é educar o consumidor e trazer mais segurança a ele.

Ao conhecer o seu cliente ideal, traçar uma boa estratégia de conteúdo será mais simples e você poderá focar em ações que realmente vão trazer resultados significativos no longo prazo.

As próprias descrições de produtos podem ser suas primeiras estratégias nesse sentido. Quando você faz um texto explicando detalhes sobre a mercadoria e coloca nessa descrição palavras-chaves estratégicas (e inseridas naturalmente em um contexto), as chances de suas páginas performarem melhor são muito mais amplas.

Da mesma forma, a criação de um blog pode fazer toda a diferença. Por meio de blogposts, você tem a chance de trabalhar uma vasta quantidade de conteúdos relevantes e realmente úteis para a sua persona. Tudo isso trará mais confiabilidade e autoridade de mercado para a sua marca.

Além de textos, você também pode explorar outros formatos de conteúdo, como:

  • vídeos;
  • infográficos;
  • reviews;
  • podcasts;
  • webinars;
  • guestposts;
  • perfis nas redes sociais etc.

Com uma boa estratégia de conteúdo, você terá aumento nas vendas, redução de custos com anúncios pagos e ainda um melhor relacionamento com seus clientes, afinal, produzir materiais que ajudem seus consumidores também ampliará o reconhecimento do seu negócio.

Faça uma estratégia de e-mail marketing

Entre as ações de marketing digital para e-commerce, o e-mail marketing está entre as mais efetivas. Ao contrário do que muitos acreditam, o e-mail ainda é um grande canal de comunicação e relacionamento na internet.

Uma boa campanha de e-mail marketing é capaz de dar continuidade ao relacionamento com seus clientes, além de nutri-los com informações úteis e relevantes sobre o seu negócio.

Para começar a estratégia de e-mail marketing, a primeira coisa que você vai precisar é o contato dos seus clientes. Você pode conseguir essa informação de muitas formas, porém, a dica mais importante aqui é: nunca compre listas de e-mails prontas. Isso não é uma boa prática no marketing e você ainda pode ser penalizado por isso.

Quando o próprio cliente passa seu endereço de e-mail, isso mostra que ele está interessado no que você pode oferecer. Uma ação simples para conseguir esse tipo de informação é criar conteúdos ricos para seus clientes, como e-books ou webinars, e oferecer a eles em troca do e-mail.

Para ter bons resultados, é preciso que você:

  • relacione-se com sua base de contatos regularmente;
  • evite ser invasivo e não envie uma quantidade exagerada de e-mails na semana;
  • use um título de e-mail atrativo, que desperte curiosidade;
  • personalize seus e-mails;
  • elabore boas newsletters.

Como monitorar os resultados do seu e-commerce e crescer com inteligência de mercado?

Além de ter um comércio eletrônico funcionando corretamente e com uma boa audiência, também é preciso mensurar os resultados da sua loja virtual. Isso quer dizer acompanhar alguns indicadores de desempenho, como taxa de conversão, abandonos de carrinho, quantidade de visitas na sua página, entre outros.

Ter acesso a essas informações é muito importante para crescer com inteligência de mercado, ou seja, tomar decisões baseadas em dados. Ao monitorar esses indicadores, você vai conseguir:

  • identificar como visitantes e consumidores se comportam no seu e-commerce;
  • analisar possíveis gargalos nos seus processos e realizar melhorias no que for necessário;
  • oferecer conteúdos mais personalizados;
  • prever e acompanhar tendências de mercado;
  • monitorar e comparar seu desempenho com a concorrência etc.

Quais indicadores monitorar?

Além de entender a importância de acompanhar os resultados do seu e-commerce, é preciso determinar que tipo de métricas acompanhar e o que elas significam para o desenvolvimento do seu negócio. Veja, a seguir, alguns dos indicadores que precisam ser verificados regularmente!

Volume de visitas

O volume de visitas representa a quantidade de pessoas que acessam a sua página por dia. Esse indicador não deve ser avaliado de forma isolada, afinal, mesmo que você receba milhares de visitas ao dia, isso não quer dizer que você está vendendo na mesma proporção, certo?

De toda forma, esse volume deve ser monitorado para ajudar você a ter mais noção sobre o interesse das pessoas nos produtos ou serviços que você comercializa. Além disso, você também pode trabalhar com esse número de forma mais contextualizada, por exemplo:

  • quantas visitas navegaram por páginas de produtos?
  • quantas seguiram direto para os canais de atendimento ao cliente?
  • quantas efetuaram cadastro no seu site?

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição mostra a relação das pessoas que entraram na sua loja, mas saíram da sua página sem realizar nenhuma ação (cliques, cadastros, compras etc.).

Acompanhar esse indicador é essencial, afinal, uma rejeição pode significar um cliente perdido, certo? O lado positivo de acompanhar essa taxa é que você aprende mais sobre o comportamento do consumidor e sobre como é possível melhorar seu e-commerce ou suas campanhas de marketing a partir disso.

Em alguns casos, quando a rejeição em um e-commerce está muito alta, é necessário até mesmo rever o perfil da sua persona. Melhor evitar esse extremo, não acha? Para diminuir a taxa de rejeição, você pode experimentar algumas ações:

  • verifique as condições de usabilidade da página;
  • use técnicas de SEO;
  • crie conteúdos relevantes;
  • cuide do layout do e-commerce;
  • crie links internos;
  • tenha uma página adequada para mobile.

Taxa de conversão

Essa talvez seja a grande estrela de uma loja virtual! A taxa de conversão do e-commerce representa a porcentagem de visitantes que, finalmente, realizaram alguma ação no seu site, como uma compra, e tornaram-se clientes. Quanto maior esse número, melhor para o seu negócio.

Algumas ações simples podem ajudar muito a melhorar esse indicador, veja:

  • cuidar da qualidade das imagens e valorizar seus produtos;
  • oferecer frete grátis e brindes nas compras;
  • lançar promoções fora de época sazonais;
  • oferecer cupons de desconto;
  • monitorar as taxas de abandono de carrinho;
  • disponibilizar avaliações de clientes nas páginas dos produtos;
  • fazer vídeos curtos de demonstração;
  • simplificar o processo de checkout.

Abandono de carrinho

Muitas vezes, o consumidor entra em um e-commerce, seleciona produtos, coloca todos no carrinho e, quando vai fechar a compra, acaba desistindo. Apesar de frustrante, é importante entender melhor por que isso acontece.

Alguns motivos comuns para os carrinhos abandonados são:

  • burocracia para finalizar a compra ou se cadastrar no site;
  • poucas opções de pagamento;
  • tempo para a entrega dos produtos muito longo;
  • valor do frete;
  • baixa velocidade na página para concluir a compra.

Investigar essas causas pode trazer insights valiosos, por isso, fique de olho!

Custo de Aquisição de Clientes

Para gerar uma venda, é necessário um investimento. Afinal, será preciso montar um estoque inicial, fazer um bom marketing, atrair clientes e manter um relacionamento com eles.

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é responsável por mensurar exatamente isso, ou seja, o quanto você gasta para adquirir um cliente novo. Quanto menores os seus custos nessa aquisição, maior será a lucratividade do seu e-commerce. Para reduzir o CAC, algumas iniciativas podem ajudar:

  • tenha um bom plano de negócio;
  • invista em marketing digital e inbound marketing;
  • cuide do pós-venda;
  • tenha um público bem segmentado;
  • acompanhe o CAC regularmente.

Como transformar o seu e-commerce em um marketplace?

Afinal, qual é a melhor opção? Investir em uma loja online ou marketplace? A resposta vai depender muito de quais são seus objetivos de negócio.

No modelo marketplace, o lojista usa o espaço de outra loja já consolidada para expor suas mercadorias — como é o caso de empreendedores que optam por seguir suas vendas no marketplace da Magazine Luiza.

Há também quem já tem um e-commerce, mas quer saber como transformá-lo em um marketplace de sucesso. Se esse é o seu caso, saiba que será preciso planejamento e adequação de todo o seu plano de negócio.

O que você precisa para ter um marketplace?

A seguir, você vai saber como fazer essa transição de forma mais segura e quais recursos e ferramentas serão necessários para transformar seu e-commerce em um marketplace. Acompanhe!

Tenha uma plataforma escalável

Para ter um bom marketplace, você precisará ter uma plataforma com tecnologia suficiente para escalar o negócio. Isso significa que ela precisará suportar o grande aumento na demanda e exposições de centenas de outros produtos.

Se você vai focar em lojistas que comercializam materiais de construção e outros que vendem móveis e decoração, por exemplo, será necessário integrá-los à sua plataforma. Se a tecnologia dessa plataforma não for compatível com esse objetivo, isso poderá inviabilizar as operações.

Use soluções de pagamento integradas

Oferecer opções variadas de pagamento é muito importante. Entretanto, nos marketplaces ainda será necessário que essas soluções sejam integradas e automatizadas para receber a porcentagem das vendas de produtos terceirizados.

Além disso, essas soluções ainda terão que possibilitar, de forma automática, a divisão de pagamento entre os vendedores.

Tenha um bom orçamento

Os custos do marketplace são diferentes do orçamento de um e-commerce. Em uma loja virtual, os principais investimentos estão relacionados a planejamento logístico, entregas e compra e cadastro de produtos.

Em um marketplace, seu principal objetivo será trazer tráfego — afinal, você precisará de muito mais compradores. Por esse motivo, grande parte do seu planejamento financeiro deverá ser focado em marketing.

O erro de muitos empreendedores é subestimar o marketing e achar que ter conhecimento em SEO, Google Ads ou redes sociais, por exemplo, não será importante.

Como você viu, já abordamos muito sobre esses tópicos ao longo deste conteúdo. Não dá para deixá-los de lado, não acha? Especialmente para quem vai fazer uma transição de modelo de negócio, ter conhecimento nessas áreas vai fazer toda a diferença.

Adote uma comunicação omnichannel

Uma estratégia omnichannel é indispensável nos marketplaces, pois está muito relacionada com a experiência do consumidor.

Ser um marketplace omnichannel é saber integrar e usar todos os canais de comunicação e de venda de uma empresa para se relacionar com o cliente. Em outras palavras, isso significa fazer com que o cliente tenha a mesma experiência positiva de compra e relacionamento com a sua marca, independentemente do meio de comunicação que ele escolher.

Nesse cenário, o consumidor pode fazer uma compra pelo site ou efetuar o cancelamento, por exemplo, via WhatsApp. A ideia é que todas essas formas de contato estejam integradas, facilitando, inclusive, o atendimento por parte dos vendedores.

Saiba fazer uma boa gestão de contratos

Uma má gestão de contratos é algo que pode arruinar todo o seu negócio! Afinal, você vai lidar com produtos que não são seus e precisará definir as responsabilidades e a autonomia de cada vendedor com relação a entrega, qualidade e índice de satisfação dos consumidores com as mercadorias.

A produção e gestão desses contratos precisa ser feita com cautela e muita clareza. Tenha em mente que, por mais trabalhoso que seja, a informalidade pode causar problemas no futuro e, em casos mais graves, até mesmo em processos judiciais. Faça tudo da maneira mais correta possível para trabalhar com total tranquilidade.

Qual a importância de ter um aplicativo mobile para sua loja virtual?

Já que falamos muito sobre experiência e mudança no comportamento do consumidor, é hora de voltar em mais um recurso chave para o bom desempenho de um e-commerce: os aplicativos mobile.

Apesar de ser mais um ponto a se acrescentar no planejamento financeiro, veja isso como um investimento para estar dentro da expectativa dos usuários e das tendências de mercado.

É importante ficar claro também que ter um aplicativo não é a mesma coisa que ter um e-commerce responsivo. Por meio de um app, o usuário não precisa digitar a URL no smartphone e nem abrir o navegador.

Para você entender melhor a importância de um app para o seu e-commerce, listamos algumas de suas principais vantagens. Veja só!

Credibilidade e usabilidade

Um aplicativo é mais um recurso para agregar valor e profissionalismo ao seu e-commerce. Além disso, contribui diretamente para a experiência do consumidor e até mesmo na estratégia omnichannel do seu negócio.

Por meio de um aplicativo, o consumidor também terá uma experiência de navegação e uso muito mais completa e agradável. Porém, é importante que o app seja bem desenvolvido e ofereça funcionalidades de compra realmente úteis.

Da mesma forma que o site do seu e-commerce, o aplicativo mobile deverá ter um bom layout e informações bem organizadas. Caso contrário, não trará os resultados esperados.

Engajamento e comunicação imediata

As funcionalidades de um aplicativo para e-commerce também ajudam muito no engajamento e na comunicação imediata com o usuário.

Por meio das notificações, por exemplo, você pode lançar promoções limitadas, ofertas relâmpagos, cupons personalizados, alertas sobre ofertas de categorias específicas de produtos, entre outras ações.

Como a maioria das pessoas costuma passar mais tempo conectada aos dispositivos móveis, você terá mais chances de aumentar seus lucros e também a aproximação com seu público.

Funcionalidades offline

Existem alguns aplicativos que podem ser desenvolvidos com funções offline. Isso é vantajoso porque não limita o acesso ao seu e-commerce em função da internet. O usuário que baixar o app poderá visualizar sua loja 24h por dia.

Ainda que a função de compra só funcione de forma online, o consumidor pode navegar pelas páginas e salvar os produtos para concluir a compra futuramente, por exemplo.

Quais são os melhores recursos e ferramentas para o seu e-commerce?

Como você já sabe, um e-commerce confiável, profissional e que ofereça uma boa experiência para o consumidor precisa estar muito bem organizado e apresentar funcionalidades relevantes.

No mercado, existem inúmeras ferramentas capazes de auxiliar em diversas atividades operacionais de uma loja virtual. Cada uma delas é voltada para um objetivo e apresenta recursos diferentes, como integração com marketplaces, canais de venda e suporte para operações logísticas.

Dentre essas muitas opções, listamos algumas que podem ajudar muito no seu trabalho com um e-commerce ou marketplace. Para economizar com a contratação dessas ferramentas à parte, procure uma plataforma de e-commerce que já conte com esses recursos nativos!

Confira quais são elas e saiba como cada uma funciona!

Integração com marketplaces

Uma ferramenta que ofereça integração com marketplaces deve possibilitar o acesso a produtos aos maiores canais de venda atuais, como Ponto Frio, Shoptime, Extra, entre outros.

Essa integração pode ajudar a impulsionar seu negócio e aumentar a visibilidade dos seus produtos. Além disso, algumas funcionalidades são essenciais nesse tipo de ferramenta, entre elas:

  • processo de gestão de vendas otimizada: mesmo trabalhando com anúncios em diferentes canais e marketplaces, a gestão é centralizada em um único painel;
  • importação e sincronização automática: é possível usar os mesmos dados do anúncio em sua loja virtual, importando seus produtos para marketplaces de forma simplificada;
  • relatórios por canais: assim como os dados de anúncio do produto, informações sobre o estoque e frete são sincronizadas automaticamente com os marketplaces.

Integração com canais de venda

Facebook, Instagram, Google Shopping e WhatsApp são canais de venda poderosos! Por isso, ter uma ferramenta que viabilize esse tipo de integração é um grande passo rumo a bons resultados.

Integração com Facebook

O Facebook tem cerca de 2,3 bilhões de usuários ativos e é a rede social mais acessada no mundo. Além disso, 95% das pessoas que usam a plataforma fazem isso via mobile.

Por meio de uma boa ferramenta de integração, você consegue criar um catálogo atualizado de produtos dentro da própria rede social, com fotos e preços. A partir dessa vitrine virtual, é possível direcionar os clientes para a sua loja diretamente.

Integração com Instagram

Sem dúvida, o Instagram também já é um forte aliado para aumentar as vendas online. Prova disso é a pesquisa feita pela Opinion Box: o estudo mostrou que 47% dos entrevistados já compraram produtos indicados por alguém no Instagram.

Por meio de uma ferramenta de integração com essa rede social, você consegue fazer o link dos produtos direto da imagem para o seu e-commerce. É possível incluir links para até cinco produtos por foto, com o preço atualizado automaticamente.

Para isso, basta você seguir três passos simples:

  • faça sua loja no Facebook;
  • vincule com sua conta comercial no Instagram;
  • marque os produtos nas publicações.

Além de ser prático para você, esse tipo de recurso ainda otimiza o tempo de busca do consumidor, que não precisará gastar horas procurando no seu e-commerce o que ele viu na rede social.

Integração com Google Shopping

O Google Shopping é uma das funcionalidades do próprio Google e é responsável por exibir os primeiros links de pesquisa, antes dos anúncios e resultados orgânicos.

Seu objetivo é comparar e exibir resultados de busca de produtos por meio de imagens, reviews e das próprias lojas que os comercializam.

Ter uma ferramenta de integração com o Google Shopping é essencial, afinal, a exibição dos resultados é contínua, o que agrada muito os usuários. Além disso, ao integrar com seu e-commerce, a foto e o preço de cada produto são atualizados automaticamente.

Para fazer essa integração, você só precisará cadastrar os produtos em sua loja, conectar o catálogo com o Google Merchant Center e começar a anunciar!

Integração com WhatsApp

Por meio do WhatsApp Business você pode se comunicar diretamente com o cliente, de forma simples e rápida. O aplicativo conta com, aproximadamente, 600 milhões usuários ativos, que trocam centenas de mensagens diariamente.

A ferramenta permite que você envie todas as atualizações de status de um pedido para o cliente, além do esclarecimento de possíveis dúvidas. Outra possibilidade é conectar o aplicativo ao catálogo de produtos do Facebook e enviar para seus consumidores.

Retorno de estoque e tabela de frete

Em relação à logística, uma boa ferramenta para e-commerce permite a você ter acesso ao retorno de estoque e tabela de frete.

O Frete Fácil, por exemplo, é um aplicativo que disponibiliza ofertas de frete para o envio dos pedidos de sua loja, tanto para a encomenda PAC quanto para o SEDEX. Ele ainda compara valores entre o padrão Correios e outras transportadoras.

Outros recursos também podem fazer toda a diferença, como a possibilidade de configurar uma tabela de frete personalizada por faixa de CEP, países e valor.

Vale ressaltar ainda que uma ferramenta funcional disponibiliza um meio de controle para o retorno de estoque de um produto no e-commerce. Em outras palavras, a mercadoria retorna automaticamente para o estoque e fica novamente disponível para venda no site.

Recursos “compre junto” e “avise-me quando chegar”

O recurso “compre junto” permite que o lojista crie combos e kits para aumentar o ticket médio da loja.

Basicamente, você apresenta produtos relacionados ao produto principal, oferecendo, ou não, descontos ou frete grátis nessa condição de compra. Algumas plataformas para e-commerce trazem essa ferramenta integrada às suas funcionalidades.

Da mesma forma, a opção do recurso “avise-me quando chegar” é uma ótima tática para você obter o endereço de e-mail do seu cliente e evitar perder vendas. Ao ativar essa ferramenta, o cliente é notificado automaticamente quando o produto estiver novamente disponível no seu estoque.

Plataforma opencode

Você já ouviu falar em plataforma opencode? Uma plataforma de e-commerce com esse recurso permite que seja possível customizar seu e-commerce. O legal é que ela já vem praticamente pronta, com toda a estrutura tecnológica e os servidores configurados — é só você criar seu layout exclusivo.

Como você sabe, um bom layout traz alguns benefícios, como:

  • maior identificação do público;
  • aumento na taxa de conversão;
  • destaque da concorrência;
  • credibilidade;
  • melhora na usabilidade do usuário.

Por meio de uma plataforma flexível e layout com código aberto, você ainda poderá editar o HTML e CSS da loja e personalizar todos os botões para criar mais afinidade com o público no momento da compra. Apesar de parecerem detalhes, você vai ver que tudo isso ajuda na agilidade da sua rotina no e-commerce e no aumento no número de vendas.

Por que manter sempre o foco no cliente?

Agora que você já sabe tudo sobre como criar e usar seu e-commerce na prática, está pronto para começar a explorar novos mercados e consolidar sua marca!

Neste artigo, você aprendeu como funciona o comércio eletrônico, como aplicar o marketing na sua loja online, a importância de monitorar o desempenho do seu negócio e os melhores recursos e ferramentas para otimizar suas operações e alavancar suas vendas.

Vimos também que a experiência do cliente deve ser o foco de todo o seu planejamento de estruturação do e-commerce, configuração do layout da loja e da produção dos recursos de uso da sua plataforma.

É preciso ficar claro que, hoje, o cliente não quer só comprar um produto ou serviço. Mais do que isso, ele procurar vivenciar uma experiência de compra mais robusta e memorável. Por esse motivo, preocupe-se também com o atendimento ao consumidor e com o processo de logística e distribuição.

Dessa forma, você conseguirá manter uma boa impressão em toda a jornada do visitante com a sua loja, desde o primeiro contato até o pós-venda. Ao fazer isso, aumentam-se as chances de converter e fidelizar o cliente e, até mesmo, de transformá-lo em um possível promotor da sua marca.

Outro ponto que destacamos ao longo do texto, e que contribui muito para a construção desse relacionamento com o consumidor, foi a interação e integração do seu e-commerce com aplicativos mobile e com as redes sociais. Saiba explorar essas opções de forma inteligente e potencialize o alcance da sua marca.

Por fim, faça um bom planejamento, defina bem seus objetivos e metas e coloque em prática tudo o que você aprendeu até aqui.

Se você ficou com alguma dúvida ou quer abrir seu próprio e-commerce hoje mesmo, acompanhe nossos conteúdos semanais, que com certeza, ajudarão nessa empreitada!

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